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Espetáculos em Cartaz no Rio de Janeiro

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COMO É QUE ABRE AQUI?

Coletivo carioca de artes integradas estreia peça com transmissão ao vivo no dia 30 de junho e movimenta as redes.




“Eu não gosto de ir ao teatro”. Você certamente já ouviu essa frase do seu pai, tio, prima, ficante, se é que nunca foi essa pessoa. O Coletivo Mastruço, sempre levando o teatro pra lugares inesperados; ruas, banheiros, supermercados, metrô, agora vai estrear na sua casa. É que dia 30 de junho - e todas as sextas de julho - a peça ‘Como é que abre aqui?’, direção Laura Mollica vai ser transmitida ao vivo pelo Facebook. Basta seguir a página. Ou se você não se identificou com a reclamação inicial, pode vir assistir no Instituto Kreatori às 20h.


Coletivo Mastruço

Fundado por artistas mulheres do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O coletivo pesquisa a intimidade e usa locais não convencionais para apresentar seus trabalhos. Estreou com a peça Ensaio Sobre o Íntimo, realizada dentro de um banheiro feminino, na programação do Festival de Curitiba, em 2014. Desde então tem realizado intervenções e performances em Berlim, Londres e Rio de Janeiro.



Serviço:
Facebook: https://www.facebook.com/comoequeabreaqui/
Facebook Coletivo Mastruço: https://www.facebook.com/coletivomastruco/
Contato: coletivomastruco@gmail.com
Ingresso: R$ 20 - meia R$ 10
Instituto Kreatori: Rua Alice 209, Laranjeiras - Rio de Janeiro
Temporada: Sextas, 20h. De 30 de junho a 21 de julho

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Terapia do Riso - Especial 12 anos

Comédia teatral Terapia do Riso comemora 12 anos e faz temporada na Gávea


Gargalhadas e mais gargalhadas. Esse é o clima da peça “Terapia do Riso” que segueem cartaz no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, na Gávea, Zona Sul do Rio. Atemporada de três meses tem textos de Hellen Suque e Israel Linhares e celebra 12 anos ininterruptos de apresentações com a expressiva marca de 4 milhões de espectadores. No palco, os atores Hellen Suque, Israel Linhares, Estevan Naboti e Júnior Chicó fazem o público rir pra valer em 70 minutos espetáculo.

A comédia nasce a partir das situações tiradas da observação da vida cotidiana. A sessão de “terapiado riso” tem início com a enfermeira alemã Gertrudes propondo a plateiatécnicas ‘loucas’ de exercícios para relaxar e curar a ansiedade. Em seguida, a empresária surtada Isolda Elétrica chega para um treinamento motivacional no qual ensina a ganhar dinheiro. Com o público aquecido,Laura Vai Com Tudo (Israel Linhares) entra para apresentar o espetáculo ao lado de Jorginho (Estevam Nabote), hilário morador da Baixada que tenta a todo custo virar apresentador de TV. Cada personagem chega para tratar com muita risada os “pacientes” estressados pelas inquietações da sociedade atual. Como a Tia Ebenezima(Hellen Suque) que, após ser demitida da escola onde lecionava para o Ensino Infantil, vira consultora espiritual para afastar o ‘espírito da mal criação’, ou o simpáticoJosenildo (Júnior Chicó), que ao mudar do Nordeste para o Rio vive uma engraçada ‘aventura urbana’ na sua adaptação em solo carioca.

“A risada é garantida. A tradicional abertura da peça mantém o envolvimento da plateia no contexto da história, porém, desta vez, os espectadores serão recebidos de uma só vez pelas personagens Isolda Elétrica, empresaria e completamente surtada; pela enfermeira Gertrudes, mais louca do que seus pacientes do sanatório e, por Laura Vai Com Tudo”, adianta o ator, comediante e diretor de produção, Israel Linhares.

“Nomes como Susana Pires, Rafael Portugal (Porta dos Fundos), Wagner Trindade (Zorra Total) já fizeram participação nas apresentações da Terapia do Riso. Superamos as dificuldades e nos atentamos em entreter, em fazer rir. Somos uma peça que conta com 200 espectadores, no mínimo, em cada sessão. São pessoas que vão ao teatro com a intenção de entretenimento, para relaxar e gargalhar. Estamos em cartaz há 12 anos sem ter pausa nos teatros. Manter um espetáculo por tanto tempo em cartaz e sem um grande patrocínio não é uma tarefa fácil. É uma vitória e uma história que merece ser comemorada”, analisa Hellen Suque.


SERVIÇO
Terapia do Riso – 12 anos.
Onde: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea (Rua: Marquês de São Vicente, 52, Gávea, Rio de Janeiro)
Informações: (21)2274-7246
Temporada: Até 27 de agosto de 2017
Dias e Horários: Sexta e Sábado - 21h. Domingo - 20h
Valor do ingresso: R$ 70,00 (sexta) R$80 (sábado e domingo)
Classificação etária: 16 anos
Duração: 70 minutos

SINOPSE
A comédia nasce a partir das situações tiradas da observação da vida cotidiana. A sessão de “terapia do riso” tem início com a enfermeira alemã Gertrudes propondo a plateia técnicas ‘loucas’ de exercícios para relaxar e curar a ansiedade. Em seguida, aempresária surtada Isolda Elétrica chega para um treinamento motivacional no qual ensina a ganhar dinheiro. Com o público aquecido, Laura Vai Com Tudo (Israel Linhares) entra para apresentar o espetáculo ao lado de Jorginho (Estevam Nabote), hilário morador da Baixada que tenta a todo custo virar apresentador de TV. Cada personagem chega para tratar com muita risada os “pacientes” estressados pelas inquietações da sociedade atual. Como a Tia Ebenezima (Hellen Suque) que, após ser demitida da escola onde lecionava para o Ensino Infantil, vira consultora espiritual para afastar o ‘espírito da mal criação’, ou o simpático Josenildo (Júnior Chicó), que ao mudar do Nordeste para o Rio vive uma engraçada ‘aventura urbana’ na sua adaptação em solo carioca.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Hellen Suque, Israel Linhares, Estevan Naboti e Júnior Chicó
Texto: Elenco: Hellen Suque e Israel Linhares
Direção coletiva
Direção de Produção: Hellen Suque e Israel Linhares
Produção Executiva: Ricardo Leal
Assistente de Produção: Leandro Portella
Cenário: Coréia Santos
Figurino: Leila Porto
Fotografia: Zele Comunicação
Iluminação: Marco Cardi


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Espetáculo “Encontro” e
m cartaz até 23 de julho 
no Castelinho do Flamengo

Afinal, quanto na história de vida de cada um é construído por si mesmo e quanto é herdado dos pais? Quais são as lembranças reais da nossa infância e quais são aquelas que inventamos, procurando preencher lacunas ou satisfazer desejos e anseios? Esses são alguns questionamentos propostos pelo espetáculo “Encontro”, que estreia 17 de junho no Castelinho do Flamengo. Com texto e direção de Walter Macedo Filho, a peça convida o espectador a uma reflexão sobre suas relações familiares.

Traçando um recorte particular dentro do universo feminino, o texto de "Encontro"pretende levar ao palco as contradições das figuras paternas e maternas que todos carregamos em nossas almas”, explica o autor e diretor Walter Macedo Filho.

A Mulher (Lis Maia), personagem que dá início ao espetáculo, abre o caminho para as reflexões verborrágicas de Milena (Adriana Karla Rodrigues) e Madalena (Adriana Rabelo). Suas falas são marcadas por mágoa, rancor, inveja e incertezas.

O diálogo das personagens deixa no ar uma série de questionamentos para o público: qual é a relação de Milena e Madalena? Seriam elas a mesma pessoa? Quem é a presença feminina a qual se referem todo o tempo? Não existem respostas prontas, o espectador é quem fará sua interpretação pessoal.

Um dos entusiasmados com o texto de “Encontro” é Gerald Thomas. “Entre a noite e o dia, o frio e o calor, o certo e o errado... Esse espetáculo é, sobretudo, um fantástico estudo sobre o equilíbrio. Eu acompanho o Walter há muito tempo. Depois de ter lido o texto de ‘Encontro’ virei totalmente fã dele”, declarou após ter lido a peça.

"Encontro" busca evidenciar que, independente de gênero, padecemos de dúvidas, fraquezas, conflitos interiores e angústias quando nos deparamos com nossa história individual.

FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Walter Macedo Filho
Elenco: Lis Maia (Mulher), Adriana Karla Rodrigues (Milena), Adriana Rabelo (Madalena)
Direção de arte: Rui Cortez
Criações sonoras e musicais: Daniel Gonzaga
Direção de movimento: Ana Amélia Vianna
Design: Ana Soter
Fotografia: Renato Sette Camara
Produção: Lis Maia

SERVIÇO
Teatro: “Encontro”
Temporada: De 17 de junho a 23 de julho
Local: Castelinho do Flamengo
Endereço: Praia do Flamengo, 144 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ
Tel. informações: (21) 98691-2091
Dias e horários: sábados e domingos às 19h
Ingressos: R$ 40,00
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos
Gênero: Drama
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Um roteiro cultural para comemorar o Dia do Orgulho Gay





Dia 28 de junho é comemorado o Dia Internacional do Orgulho Gay. Celebrado principalmente no hemisfério norte, representa um desejo de mudança, valorização, celebração e defesa das causas LGBTQ. Além disso, é uma oportunidade para que todas as causas relacionadas ao tema ganhem mais atenção.

O Rio de Janeiro já foi eleito mais de uma vez o melhor destino gay do mundo pela Conferência Internacional de Turismo LGBT. Além das praias, bares e boates, outro atrativo é a cultura oferecida pela Cidade Maravilhosa. E peças com temáticas que discutem, de diferentes formas, a homofobia, as relações homoafetivas e a defesa da diversidade estão em voga nesta temporada no Rio.

A comédia teatral “Uma Linda KuaZe Mulher”, com direção de Mario Cardona, texto de Denilton Neves, produção da Franer Produções Artísticas e realização da Cia Popular Versátil, está em cartaz até 29 de julho, no Teatro dos Grandes Atores, Barra da Tijuca, às sextas e sábados, às 23h. O espetáculo faz uma paródia do filme “Uma Linda Mulher” e tem um feito inédito: a primeira vez em que o casal de protagonistas é formado por dois transgêneros, Julia Bernardes e Tereza Brant.

- É uma história cheia de reviravoltas surpreendentes do início ao fim. Assuntos sérios, e cada vez mais em voga na sociedade, são tratados, dentre eles os preconceitos racial e social, a homofobia, a conscientização para a prevenção de doenças e as relações entre patroas e domésticas, sempre com doses de humor – diz Mario Cardona diretor da peça.

“Uma linda Kuaze mulher” narra a história de Júlia Roberta (Julia Bernardes), empregada doméstica que tem em sua patroa uma fonte de inspiração - por esta já ter sido muito famosa e rica - e o apoio de sua melhor amiga, Lia Lábios de Mel. No entanto, tudo vira pelo avesso quando a poderosa Cíntia, a vilã, ao descobrir seu verdadeiro emprego, faz da sua vida um inferno, gerando conflitos hilariantes, inclusive proibindo-a de ter contato com suas amigas, Lia, Lea e Cléa. Apesar de tudo, sua fiel escudeira, Lia, não deixa de ficar ao seu lado em momento algum.

Tereza Brant, que por sinal foi consultor de Glória Perez para a concepção de Ivana, personagem trans na novela “A Força do Querer”, interpreta Ricardo Gerardo, um cobrador de ônibus apaixonado por Júlia, que, quando encontra sua amada sozinha na rua, a convida para que passe um tempo em sua casa enquanto as demais se preparam para um concurso de performances em um show que dará um contrato milionário para a vencedora. Ganhar esse concurso é o grande sonho de Júlia, que, para realizá-lo, se envolve em diversas e inusitadas histórias, como se consultar com uma vidente picareta para saber sobre seu futuro.

- Independentemente da orientação de cada ator, o que predomina é sua qualidade de identificação e criação do personagem. Quem garante que os atores “cis” também não tem seu lado trans? – analisa Brant.
YANK! - O Musical, peça dos irmãos norte-americanos Joseph e David Zellnik, em cartaz no Teatro Serrador, Centro do Rio, até 1 de julho, traz para os holofotes as relações homoafetivas com um roteiro arrojado que olha o passado para refletirmos sobre nosso presente e futuro. Na história, que se passa na 2ª Guerra Mundial, o personagem Stu (Hugo Bonemer) é um correspondente de guerra que se apaixona pelo soldado do exército Mitch, vivido pelo ator Betto Marque. Em meio a luta pela sobrevivência nas frentes de batalha, o amor entre os dois precisa vencer as adversidades nas trincheiras de um tempo e lugar onde todas as circunstâncias estão contra eles.

- Interpretar um personagem que vive uma relação homoafetiva é natural, como deve ser em qualquer história de amor. A dificuldade real está em viver as nuances de um relacionamento que brota em meio a uma guerra, um ambiente de morte e medo constante. A homofobia, como todo preconceito, é uma doença, mas essa o amor cura - conta Bonemer.

A montagem de YANK no circuito Off-Broadway aconteceu em 2010 e rendeu 7 indicações ao Drama Desk Awards (incluindo Melhor Musical), assim como indicações de Melhor Musical no Outer Critics Circle Award e The Lucille Lortel Awards. Esta é a primeira montagem mundial sem ser na língua inglesa, além de ser a primeira produção na América latina.

- Este projeto era uma chance de estabelecer um diálogo com toda sociedade carente de representação e que sempre desejou ver os seus sonhos e sua voz trazida à tona. Estamos em uma época única da história mundial, em que essa questão pode ser abordada de maneira direta, pois transcende as barreiras de nacionalidade ou de gêneros artísticos, sendo do interesse do grande público – fala Leandro Terra, que também integra o elenco, além de ser o idealizador e produtor do espetáculo.


YANK! – O Musical

Gênero: Musical
Temporada: até 01/07
De quinta a sábado - 19:30
Valor: R$ 40,00
Duração: 120 min
Classificação: 16 anos
Teatro Serrador
R. Sen. Dantas, 13 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2220-5033
Lotação: 276 lugares


Uma Linda KuaZe Mulher
Gênero: Comédia
Teatro dos Grandes Atores – Barra Square
Temporada até 29/07 – sextas e sábados às 23h.
Ingresso: R$70 (inteira) R$35 (meia-entrada)
Telefone: (21) 3325-1645
Duração: 100 min
Classificação: 12 anos

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Clube da Comédia Carioca chega com a proposta de juntar em um só universo o melhor que a comédia brasileira vem apresentando nos últimos tempos. 


O projeto Clube da Comédia Carioca chega com a proposta de juntar em um só universo o melhor que a comédia brasileira vem apresentando nos últimos tempos. Com o objetivo de misturar diferentes formas de humor, através dos mais variados convidados. O Clube da Comédia Carioca é tiro certo quando o objetivo é fazer rir (nenhum trocadilho com tiro e Rio de Janeiro foi feito de forma proposital nesse parágrafo).

O comediante Ed Gama, destaque no Programa Domingão do Faustão, onde consagrou-se campeão do quadro “QUEM CHEGA LÁ?”, será o Mestre de Cerimônias da noite, usando de suas piadas e imitações (como a do próprio Fausto Silva) junto a suas paródias cheias de humor, ciceroneando novos e velhos consagrados do humor carioca e brasileiro. Músicas, imitações, casos, contos, improvisos e diversos convidados farão com que uma noite nunca seja igual a outra. A única coisa que vai ser igual, são os motivos para se dar belas gargalhadas.

Convidados:
Marcos Castro, Rafael Studart, Henrique Fedorowicz, Felipe Ruggeri, Felipe Absalão, Alexandra Dias, Aarhon Pinheiro, César Maracujá, Juliana Lima, Raphael Ghanem, Magno Navarro, Rafael Moncla e outros.


Dias, horários e valores: 
Quinta às 22:00 - R$ 30,00 (Valor inteira) 


Temporada: 
De 15/06/2017 Até 27/07/2017


TEATRO CAFÉ PEQUENO 

Av. Ataulfo de Paiva , 269 - Leblon

Telefone: (21) 2294-4480 



Classificação: 

12 anos



Generos: 

Comédia / Stand-up
Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com 
#agendaculturalrj

  



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EU SOU ELES

Monólogo de humor EU SOU ELES estreia no Teatro Vannucci - Shopping da Gávea

Temporada vai até o dia 27 de julho, somente às quintas




O ator e comediante Israel Linhares dá vida a seis personagens no monólogo de humor “Eu Sou Eles”, que estreia nesta quinta-feira, dia 15 de junho, às 21h, no Teatro Vannucci - Shopping da Gávea. A comédia teatral tem textos de Raphael Miguel e Israel Linhares que, entre tantos personagens, trazem ao palco ‘Miguel Junior’ que divide com a plateia casos engraçado da sua busca incessante na carreira de ator. A temporada vai até o dia 27 de julho, somente às quintas.

É nesse momento que começa a atuação hilária e multifacetada de Israel Linhares: por meio do personagem ‘Miguel Junior’, durante 60 minutos o humorista embarca numa jornada de atuações que passeiam em situações por vezes embaraçosas como, apresentar um programa para adultos vestido de Branca de Neve; fazendo um teste para dar vida a uma cenoura; interpretando uma mãe aproveitadora e um avô que adora passar trotes. Com figurino assinado pelo premiado Nei Madeira, todos esses personagens se juntam a outros como o esquisitão do Miro, vivido por Israel Linhares no espetáculo Terapia do Riso. Aliás, ator de muitos personagens, ele também está em cartaz com a pela Terapia do Riso, no mesmo teatro.


Ator graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá, Israel Linhares também teve personagens engraçados na televisão ao fazer participações especiais no programas “A Grande Familia”, “Casseta e Planeta” e “Escolinha do Gugu”.

SINOPSE

Todo mundo é “pouco ator”... Quem é que nunca atuou pra conseguir o que queria? Pra pedir aquele aumento? Pra inventar aquela desculpa sem pé nem cabeça? Numa jornada por situações embaraçosas, o humorista Israel Linhares da vida a dezenas de personagens que mostram as hilárias tentativas de ‘Miguel Junior’ em se tornar um ator de sucesso. Em cena aparecem Branca de Neve, uma Cenoura, uma mãe aproveitadora e um avô que adora passar trotes.

SOBRE O ATOR
ISRAEL LINHARES é ator graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá. Participou de oficinas e cursos de interpretação para teatro e TV com grandes nomes do meio artístico como: Cininha de Paula, Ignácio Coqueiro, José Wilker, Ana Kfouri, Tininha Araujo, Sergio Penna, entre outros. Teve sua estreia profissional no espetáculo “Os Cegos”, de Michel de Ghelderode, com direção de Cristina Paraiso. Sua carreira alcançou destaque a partir de 2005 quando se lançou como comediante na peça “Terapia do Riso”, da qual ainda integra o elenco de protagonistas e assina a direção de produção. A partir de então, passou a se dedicar ao humor. Israel Linhares também se destacou no espetáculo “Os Indicados”, com direção coletiva. Em 2012, estreou seu primeiro solo a comédia “Eu Sou Eles”, com direção de Wendell Bendelack, em que interpreta oito personagens. Em 2014, inovou ao estrear noStand Up Comedy #SóPraRir. Na televisão destaca-se sua carreira de apresentador quando esteve à frente do programa “Rotas e Roteiros” durante quatro anos. Israel Linhares também fez participações como ator nos programas “A Grande Familia”, “Casseta e Planeta” e “Escolinha do Gugu”.


SERVIÇO
“EU SOU ELES”.

.Onde: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea (Rua: Marquês de São Vicente, 52, Gávea, Rio de Janeiro).

.Informações: (21)2274-7246.

.Temporada: De 15 de junho de 2017 a 27 de julho de 2017

.Dias e Horários: Quintas - 21h

.Valor do ingresso: R$ 70,00

.Classificação etária: 14 anos

.Duração: 60 minutos

.Capacidade: 427 lugares

.Gênero: Cómédia

.Ingressos: Na bilheteria do teatro, pagamento somente em dinheiro. Bilheteria: de terça a domingo, das 14h até o horário de início do espetáculo.


FICHA TÉCNICA

Elenco: Israel Linhares

Cenografia: Janaina Spreng

Direção de Produção: Ricardo Leal

Direção: Wendell Bendelack

Figurinos: Nei Madeira

Iluminação: Paulo David

Programação Visual: Zelê Comunicação

Fotografia: Katia Saules

Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra e Sheila Gomes


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 ESPETÁCULO HOLLYWOOD


Na peça, Tony Miller (Claudio Gabriel) e Daniel Fox (Ricardo Pereira e Gustavo Falcão), dois executivos ávidos por um sucesso de bilheteria, incorporam muitos estereótipos de outros personagens de David Mamet: trapaceiros, mascates, vigaristas e gangsteres. Mesmo assim, sem ao certo se saber se é verdade ou mais uma canalhice, eles mostram que querem conectar-se, compartilhar ideias e demonstram até certa dignidade. Porém, o texto faz alguns questionamentos: qual o papel das artes no mundo? O que é arte e o que é comercio?


Elenco: RICARDO PEREIRA, CLÁUDIO GABRIEL, GUSTAVO FALCÃO (dividindo personagem com RICARDO PEREIRA quintas e sextas) e LUCIANA FÁVERO.
direção: GUSTAVO PASO
texto: DAVID MAMET
tradução: FLAVIO MARINHO e GUSTAVO PASO
cenário: GUSTAVO PASO
figurino: SÔNIA SOARES
iluminação: PAULO CÉSAR MEDEIROS
trilha sonora: ANDRÉ POYART
produção e realização: PASO D’ARTE e CIA TEATRO EPIGENIA



HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
TERÇA a SÁBADO 15H às 21H e
DOMINGO 15H às 19H


TEATRO POEIRA
05 MAI a 25 JUN
qui a sab 21h
domingo 19h

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 TERAPIA DO RISO - ESPECIAL 12 ANOS

Crise econômica, dificuldades financeiras, corrupção e o mundo em constante alerta. São tantos problemas que fica a pergunta: Há quanto tempo você não dá uma boa gargalhada? Em meio a tantos desafios, rir parece impossível. Neste contexto, a risada precisa ganhar força e, porque não, espaço. É esse o objetivo da comédia teatral TERAPIA DO RISO, que neste ano completa 12 anos ininterruptos de palco. Com a expressiva marca de 4 milhões de espectadores, o espetáculo prova que acertou no tom e faz o público rir de verdade.

A edição comemorativa “Terapia do Riso – Especial 12 anos” marca o retorno do grupo ao Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, após um ano longe dos palcos da Zona Sul do Rio. A temporada de três meses estreia no dia 02 de junho, sexta-feira, às 21h, trazendo em cena os atores Israel Linhares, Hellen Suque e Estevam Nabote. A novidade fica por conta do retorno dos personagens mais marcantes de todas as edições que, em 70 minutos apresentação, prometem fazer o público ‘chorar de rir’.

“A risada continua garantida. Além de novos personagens o espetáculo vai contar com participações especiais de atores convidados. A tradicional abertura da peça mantém o envolvimento da plateia no contexto da história, porém, desta vez, os espectadores serão recebidos de uma só vez pelas personagens Isolda Elétrica, empresaria e completamente surtada; pela enfermeira Gertrudes, mais louca do que seus pacientes do sanatório e, por Laura Vai Com Tudo”, adianta o ator, comediante e diretor de produção, Israel Linhares.

Gargalhadas que curam

Em tempos de “cabeças pensantes” buscadoras de respostas e visão ampla dos problemas cotidianos, Terapia do Riso – Especial 12 anos desconstrói na necessidade de ser pensador em tempo integral ao propor o riso desligado das reflexões. Se rir é o melhor remédio, o bom humor é contagiante e faz bem à Saúde. A peça é para gargalhar e sair com o corpo reabastecido de Endorfina, o conhecido (e desejado por muitos) hormônios da felicidade.

Alegria transforma e isso é cientificamente comprovado: dar risadas ajuda a aumentar a imunidade, combate o estresse, reduz chances de problemas cardiovasculares, cerebrais e auxilia na cura e combate a depressão, na conquista do bem-estar físico e psíquico das pessoas. De acordo com o livro “A terapia do riso” (Editora Pensamento), escrito pelo homeopata Eduardo Lambert, “a alegria e o riso ajudam na resposta aos tratamentos e os mecanismos naturais de autocura”.

E ao longo de 12 anos de história no teatro, os atores de Terapia do Riso viram pessoas se curarem de problemas emocionais após a sessão de risadas proporcionada pelos comediantes. “É muito comum recebermos relatos de pessoas que estavam tristes, doentes ou que passariam por procedimentos médicos delicados, que foram a nossa peça e saíram de lá mais confiantes, menos estressadas e mais alegres”, revela Hellen Suque.

Cinco benefícios da gargalhada
Fonte: “A terapia do riso” (Editora Pensamento)
1. O bom humor desenvolve a saúde física, mental, afetiva e emocional;
2. Elimina o estresse e melhora as relações cotidianas do trabalho;
3. Mantém o otimismo e aumenta o pensamento criativo e positivo;
4. A prática proporciona bem-estar, energia e disposição para as tarefas diárias;
5. A alegria proporciona relações familiares mais sinceras e unidas.

A enfermeira Gertrudes, mais louca do que seus pacientes do sanatório, ensina técnicas e exercícios para relaxar e curar a ansiedade. Laura Vai Com Tudo chega e promete curar todos os males. Entra em cena, então, a empresária surtada Isolda Elétrica, contratada para fazer um treinamento motivacional com a plateia. Começa a terapia! Risada após risada, outros personagens assumem o palco para tratar os “pacientes” com muito humor o estresse e as ansiedades tão comuns na sociedade atual.

Ficha Técnica:
Elenco: Hellen Suque, Israel Linhares, Estevan Naboti
Direção coletiva
Direção de Produção: Hellen Suque e Israel Linhares
Produção Executiva: Ricardo Leal
Assistente de Produção: Leandro Portella
Cenário: Coréia Santos
Figurino: Leila Porto
Fotografia: Zele Comunicação
Iluminação: Marco Cardi


TEATRO VANNUCCI
Shopping da Gávea
Rua Marquês de São Vicente , 52 - Gávea

Telefone: (21) 2239-8545

Dias, horários e valores:
Sexta às 21:00 - R$ 70,00 (Valor inteira)
Sábado às 21:00 - R$ 80,00 (Valor inteira)
Domingo às 20:00 - R$ 80,00 (Valor inteira)

Duração: 70 minutos

Temporada:
De 02/06/2017 Até 27/08/2017

Classificação:
16 anos

Genero:
Comédia

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#SóPraRir

Show de humor que mistura stand up, personagens e esquetes

Espetáculo está em cartaz no Teatro Miguel Falabella, no NorteShopping

O espetáculo de humor #SóPraRir é uma inovadora mistura de estilos: tem stand up, personagens e esquetes. Em cartaz até a 30 de julho no TeatroMiguel Falabella, no NorteShopping,Del Castilho,Zona Norte do Rio, a peçatem o objetivo de fazer o público gargalhar. Completando dois anos em cartaz e se consolidando com um dos principais shows de humor da noite carioca, #SóPrarir é pura interação: o público participa apimentando o mix hilariante ao sugerir no início das apresentações palavras e/ou frases que deverão ser usadas em todas as cenas. Com isso, a cada semana novidades nascem com os improvisos dos comediantes Estevan Nabote (Prêmio Multishow de Humor 2017), Jr. Chicó (Prêmio Multishow de Humor 2017), Aarhon Pinheiro (Multishow), Israel Linhares (Terapia do Riso/Eu Sou Eles) e Hellen Suque (Terapia do Riso).


SERVIÇO
# SÓ PRA RIR
Onde: Teatro Miguel Falabella (2º piso). Av. Dom Hélder Câmara, 5332, Del Castilho, Rio de Janeiro.
Informações: (21) 2597-4452
Temporada: Até 30 de julho de 2017
Dias e Horários: Sexta e Sábado - 23h. Domingo - 21h30
Valor: R$50,00
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos

FICHA TÉCNICA
Elenco: Estevan Nabote, Jr Chicó, Aarhon Pinheiro, Israel Linhares, Hellen Suque, Daniel Lopes, Gustavo Ariel, Aarhon Pinheiro.
Direção: Israel Linhares
Produção Executiva: Ricardo Leal
Direção de Produção: Hellen Suque
Assistente de Produção: Keilon Spneli
Projeto gráfico e web: Rodrigo Oliveira
Trilha sonora: Nanda Azevedo
Figurino: Leia Schutz
Iluminação: Jackosn Taylor
Cenário: Coreia Santos

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APOCALIPSE NAQUELA ESQUINA 

[ou A Corrosão do Caráter]


Chega a sua terceira temporada o espetáculo Apocalipse Naquela Esquina [ou A Corrosão do Caráter]. Depois de duas temporadas de sucesso, o espetáculo reestreia no Teatro Sérgio Porto, para uma temporada de oito apresentações. É o segundo espetáculo da Outra Cia. Tem autoria e direção de Gustavo Damasceno – ator de premiadas companhias entre elas, Amok Teatro. 

Sinopse

O espetáculo é uma comédia irônica e ácida sobre o fim dos tempos. A trama acompanha os últimos dias de alguns personagens inusitados: Uma mãe solteira e sua babá, um manobrista conhecendo seu pai pela primeira vez e um acidente de carro são pontos de partida para revelar a loucura e as patologias presentes no nosso cotidiano, nossas relações distantes, os afetos distorcidos e os recalques do homem moderno.

Serviço

Teatro Municipal Sergio Porto

Rua Humaitá, 163 - Telefone do teatro: (21) 2535-3846

Dias: 10,11,17,18,24,25 de Junho 1 e 2 de Julho – Sábados e Domingos

Gênero: Comédia Ácida

Horário: sábado 21:00 e domingo – 20:00

Lotação: 120 lugares

Classificação: 14 anos

Ingressos: inteira 30,00 Meia 15,00 (idosos e estudantes)


Ficha Técnica

Elenco: Carolina Ferman, Gabriel Garcia, João Lucas Romero, Nara Parolini, Pedro Casarin

Participação especial: Ricardo Loureiro e Vitor Barros

Autoria e Direção: Gustavo Damasceno

Colaboração Dramatúrgica: Matheus Tiburi

Músico e Trilha Sonora Original: Pedro Leal David

Iluminação: Renato Machado

Cenário: Claudiney Barino e Paulo Denizot

Figurino: Nara Parolini

Assistência de Direção: Julia Limp

Produção e realização: Outra Cia


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Espetáculo "Transições", em cartaz  Todos os Domingos de Julho, Dias 2, 9, 16, 23 e 30 as 19h no  Revolution Pub



A peça Transições se passa no dia da formatura de cinco amigos que fogem da festa oficial e resolvem comemorar em um PUB, durante a noite surgem várias questões pertinentes a idade, como: Amor, sexualidade, gênero, abuso sexual, carreira... Eles vão descobrir que esse encontro não celebra só a passagem do ensino médio para a faculdade, e sim uma transição da adolescência para a vida adulta. O espetáculo Transições vem mostrar temas, jovens e atuais de um ponto de vista diferente. Mostrando que questões como o abuso sexual ou a descoberta da orientação sexual podem ser discutidos de forma clara e natural, como acontece na vida. Utiliza as ferramentas teatrais para de forma lúdica mostrar acontecimentos que todos passam ou já passaram em sua vida. Estamos vivendo no século XXI, onde a cultura de massa e a globalização vem pasteurizando o pensamento dos jovens e nada mais potente que o teatro para misturar o antigo com o novo, as novas tecnologias com o fazer teatral, tornando assim um espetáculo, dinâmico sem perder a clássica encenação.


O Espetáculo foi construído com direção de Giselle Santyago, mas em processo colaborativo com toda a equipe através da investigação do corpo e emoção dos atores, a partir do trabalho com o Rasaboxes, técnica que possibilita o encontro entre ator, personagem e uma vasta gama de emoções contida em cada um, e a partir do trabalho essas emoções foram surgindo as cenas pertinente a essa fase da vida, que eram transformadas em Dramaturgia por Felipe Silcler.


Serviço


Espetáculo "Transições"
Todos os Domingos de Julho (Dia 2, 9, 16, 23 e 30)
Horário: 19h (Abertura da casa às 18h)
Local : Revolution Pub (R. Cmte. Rubens Silva, 448 - Freguesia - Jacarepaguá, Rio de Janeiro)
Valor: 30 reais (inteira) 15 reais (meia)
Duração:​ ​60 minutos
Classificação : ​12 anos
Público alvo:​ Adolescentes, Jovens e Adultos.


Ficha Técnica
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Direção e Preparação Corporal: Giselle Santyago
Dramaturgia: Felipe Silcler
Produção: CG2 Arte
Fotografia: Jana Moura
Elenco: Cleyton Brayt, José Dutra, Lais Ferreira, Laura Aguiar e Ruan Aguiar


Participação: Caiky Maia e Giselle Santyago​



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COMÉDIA MUSICAL A CUÍCA DO LAURINDO:
 DE VOLTA AO RIO, EM TEMPORADA POPULAR, NO TEATRO CARLOS GOMES

Idealizado e escrito por Rodrigo Alzuguir, espetáculo tem como protagonista personagem criado por Noel Rosa e abordado por outros compositores dos anos 1930 e 40: o sambista carioca Laurindo

Alexandre Rosa Moreno, Vilma Melo, Claudia Ventura, Marcos Sacramento, Rodrigo Alzuguir, Hugo Germano e Nina Wirtti integram o elenco ao lado de cinco músicos

Com cerca de 40 canções no repertório, montagem tem direção de Sidnei Cruz e direção musical de Luis Barcelos 


A cuíca do Laurindo teve três indicações ao Prêmio Cesgranrio de Teatro: Melhor Direção Musical (Luis Barcelos), Melhor Ator em Musical (Alexandre Rosa Moreno) e Melhor Ator em Musical (Hugo Germano), sendo Alexandre Rosa Moreno o vencedor

Criado por Noel Rosa, o personagem carioca Laurindo apareceu pela primeira vez na letra do samba Triste cuíca, de 1935. Nos anos seguintes, craques como Herivelto Martins, Wilson Baptista, Zé da Zilda, Haroldo Lobo e Heitor dos Prazeres abordaram o personagem em outros sambas, acrescentando novos capítulos à trajetória épica do cuiqueiro do morro da Mangueira. Com idealização e dramaturgia do escritor, ator e músico Rodrigo Alzuguir, a comédia musical            A cuíca do Laurindo volta ao cartaz no dia 16 de junho, no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, depois de turnê pelo Estado do Rio, com novo cenário de José Dias e em versão amadurecida, mais enxuta. A temporada segue até 30 de julho, de quinta a sábado, às 19h, e aos domingos, às 17h.

A volta do espetáculo conta com outra novidade: todas as sextas-feiras (exceto a da estreia), o elenco receberá convidados especiais, para canjas ao final do espetáculo. O grupo, então, seguirá em cortejo de bloco carnavalesco até a rua. “A Praça Tiradentes é assunto recorrente na peça já que mulher de Laurindo, Zizica Tupynambá, é ex-atriz de teatro musicado, integrante da Companhia Negra de Revistas. Então, é muito emblemático fazermos o espetáculo no templo do teatro de revistas, o Carlos Gomes”, celebra Alzuguir.

Com direção de Sidnei Cruz e direção musical de Luis Barcelos, a peça retrata o Rio de Janeiro dos 1940 e tem como pano de fundo o cotidiano da fictícia Lira do Amor, pequena escola de samba do morro da Mangueira criada por Alzuguir. A produção é mais uma realização da produtora carioca Marraio Cultural, que Rodrigo e Carol Miranda, sua mulher, criaram para realizar projetos focados na cultura e na história do Rio de Janeiro.

Durante a extensa pesquisa que resultaria na premiada biografia Wilson Baptista – O samba foi sua glória (Casa da Palavra, 2013), Alzuguir se deparou com um personagem recorrente em várias composições de Wilson Baptista: Laurindo. “Esse Laurindo é o mesmo que está em Triste cuíca e outros compositores, como Herivelto Martins, também fizeram sambas sobre ele. Compor músicas contando histórias de Laurindo virou uma brincadeira para um grupo de sambistas daquela geração dos anos 40”, destaca o autor.   

Formado por atores e cantores, o elenco reúne Alexandre Rosa Moreno como Laurindo, além de Vilma Melo (Zizica), Claudia Ventura (Conceição), o próprio Rodrigo Alzuguir (Zé), Hugo Germano (Tião), Nina Wirtti (Guiomar) e o cantor e compositor Marcos Sacramento, destaque no papel de Dodô, braço-direito de Laurindo, citado em Desperta, Dodô, samba de Herivelto Martins. Os sete personagens foram extraídos de samba do período. Acompanhados de cinco músicos, o elenco canta e interpreta ao vivo cerca de 40 canções (lista completa no final do texto) de autores como Herivelto Martins, Wilson Baptista e Noel Rosa, entre outros – encadeadas e tratadas musicalmente de forma a ressaltar o caráter narrativo dessas músicas como condutoras da ação dramática.

Ao mesclar realidade e ficção para contar a história do cuiqueiro, o autor resgata uma fase importante da cultura carioca: os seminais anos 1930 e 40, quando surgiram as primeiras escolas de samba, derivadas dos antigos blocos, e os desfiles que aconteciam na Praça Onze. Inseridas na dramaturgia, as músicas traçam a trajetória de Laurindo, de líder da escola de samba Lira do Amor de Mangueira, passando pelo triângulo amoroso com Zizica e Conceição e a luta contra os nazistas, até a sua volta ao morro como herói de guerra. 

Além dos sambas que narram as aventuras do Cabo Laurindo – como Triste cuíca (Noel Rosa), Laurindo (Herivelto Martins) e Comício em Mangueira (Wilson Baptista e Germano Augusto) – estão presentes composições do mesmo período que dialogam com a trajetória do personagem – a exemplo de Praça Onze (Vão acabar com a Praça Onze/Não vai haver mais escola de samba, não vai...) e Ave Maria no morro (Barracão de zinco/ Sem telhado, sem pintura/ Lá no morro/ Barracão é bangalô).

Na direção cênica, Sidnei Cruz procurou estabelecer “uma heterogeneidade de tratamentos narrativos”. “O espetáculo movimenta-se por desvios ao redor de certas tradições, como revista, chanchada, melodrama, roda, burleta, folguedo, opereta, cabaré e rádio. Assim é nosso teatro de samba”, explica o diretor.

O mérito de Alzuguir foi criar uma trama divertida e sofisticada ao redor desses sambas – num entrelaçamento tão preciso que essa coleção de músicas parece ter sido composta sob medida para o texto, escrito mais de setenta anos depois. “A riqueza de detalhes, a criatividade e a pesquisa preciosa de Rodrigo são trunfos do espetáculo”, destaca o cantor Marcos Sacramento.

Através da produtora Marraio Cultural, que mantém em sociedade com Carol Miranda, acaba de lançar o livro e CD Rio de Janeiro – Álbum Pitoresco-Musical – 1856 e 2014, patrocinado pela Funarte e pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, com textos seus e participação dos pianistas Francis Hime, Cristovão Bastos, Gilson Peranzzetta e Maria Teresa Madeira, entre outros.

> ROTEIRO MUSICAL
Triste cuíca (Noel Rosa | Hervê Cordovil)
Madrugada (Benedito Lacerda | Herivelto Martins)
Foi na Praça Onze (Max Bulhões | Milton de Oliveira)
Laurindo (Herivelto Martins) 
Como se faz uma cuíca (Haroldo Lobo | Wilson Baptista) – Guiomar (Haroldo Lobo | Wilson Baptista) – Benedito não é de briga (Wilson Baptista | Germano Augusto)
Eu não sou daqui (Wilson Baptista | Ataulfo Alves)
Ave Maria no morro (Herivelto Martins)
Pisei num despacho (Geraldo Pereira | Elpídio Vianna)
Tião (Wilson Baptista | Jorge de Castro)
Praça Onze (Herivelto Martins | Grande Otelo)
Lealdade (Wilson Baptista | Jorge de Castro) 
Mulato calado (Benjamin Baptista | Marina [Wilson] Baptista) - Louca alegria (Wilson Baptista)
Lá vem Mangueira (Haroldo Lobo | Wilson Baptista | Jorge de Castro) – Despedida de Mangueira (Benedito Lacerda | Aldo Cabral)
A Mussolini (paródia de A lavadeira) (Herivelto Martins) – Adolfito Mata-Moros (Alberto Ribeiro – João de Barro)
Eu fui à Europa (Chiquinho Salles)
Cabaré no morro (Herivelto Martins)
A guerra acaba amanhã (Herivelto Martins | Grande Otelo) - Mangueira querida (Constantino Silva) – Cabo Laurindo (Haroldo Lobo | Wilson Baptista) - Comício em Mangueira (Wilson Baptista | Germano Augusto) 
Carta verde (Walfrido Silva | Wilson Baptista)
Duas mulheres e um homem (Cyro de Souza | Jorge de Castro)
Oba! Oba! (Paulo Pinheiro | Erasmo Silva) 
Conversa, Laurindo (José Gonçalves | Ari Monteiro)
Às três da manhã (Herivelto Martins) – Quem vem descendo (Herivelto Martins | Príncipe Pretinho)
Sem cuíca não há samba (Germano Augusto | João Antônio Peixoto)
Desperta, Dodô (Germano Augusto | João Antônio Peixoto)
Fala, Claudionor (Herivelto Martins | Grande Otelo)
Zé da Conceição (João Roberto Kelly)
Coisas nossas (Noel Rosa) – Laurindo Filho (Miguel Baúso | Carlos de Souza)

> FICHA TÉCNICA: 
Idealização e texto: Rodrigo Alzuguir
Direção: Sidnei Cruz
Cenário: José Dias
Figurinos: Flavio Souza
Iluminação: Aurélio de Simoni
Direção musical: Luis Barcelos
Direção de movimento e Preparação Corporal: Ana Paula Bouzas
Preparação Vocal: Marcelo Rodolfo
Elenco: Alexandre Moreno, Vilma Melo, Claudia Ventura, Marcos Sacramento, Rodrigo Alzuguir, Hugo Germano e Nina Wirtti
Músicos: Yuri Villar, Luis Barcelos, Magno Julio, Marcus Thadeu e Rafael Mallmith
Assistente de direção: Patrícia Zampiroli
Coordenação de Projeto: Carol Miranda
Produção Executiva: Joana D’Aguiar – Sopro Escritório de Cultura
Realização: Marraio Cultural

> SERVIÇO
Espetáculo: A cuíca do Laurindo
Temporada: 16 de junho a 30 de julho de 2017 
Dias e horários: Quinta a sábado, às 19h, e domingo, às 17h.
Local: Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes, s/nº - Centro)
Capacidade: 760 lugares
Classificação indicativa: 12 anos
Gênero: Comédia musical
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) 
Duração: 105 minutos
Informações: (21) 2215-0556
Fanpage do espetáculo | https://www.facebook.com/acuicadolaurindo/

> TIJOLINHO
A cuíca do Laurindo. Texto: Rodrigo Alzuguir. Direção: Sidnei Cruz. Com Alexandre Rosa Moreno, Vilma Melo, Claudia Ventura, Marcos Sacramento, Rodrigo Alzuguir, Hugo Germano e Nina Wirtti. Comédia musical sobre a trajetória do personagem criado por Noel Rosa, o sambista Laurindo, da Lira do Amor de Mangueira. Canções de Herivelto Martins, Wilson Baptista, Zé da Zilda e Grande Otelo, entre outros, são interpretadas ao vivo pelo elenco.



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Recordista de público e sucesso de público “Beatles Num Céu de Diamantes” tem nova prorrogação de temporada, no Theatro Net Rio

Dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho, musical traz clássicos e ‘lados b’ do mítico grupo inglês.

‘Beatles Num Céu de Diamantes’, de Charles Möeller & Claudio Botelho, é um fenômeno teatral. Estreou com poucos recursos em uma sala pequena, mas logo se transformou em grande sucesso, visto por mais de 700 mil espectadores no Rio, São Paulo e em duas turnês pelo Brasil e duas vitoriosas semanas absolutamente lotada com espetáculos extras em Lyon, na França.



Após o sucesso de março a maio, o espetáculo terá temporada prorrogada no Theatro Net Rio, com participações especiais. As novas apresentações acontecem de 03 a 25 de junho.

“Esta é a nossa décima quarta temporada”. ‘Beatles’ é um muscal de câmara, sem qualquer recurso técnico ou truques cênicos, que nasceu para uma temporada de apenas um mês em 2008 e... nunca mais saiu de cartaz”, conta Claudio Botelho.

No palco, oito atores-cantores, acompanhados por piano, violoncelo, violão, ukulele e percussão, apresentam uma teatral e emocionante visão sobre a mais forte invenção da música popular nos últimos 50 anos: a obra dos Beatles.

“Os Beatles jamais criaram nada específico para o teatro. Há algo em seu universo que sempre nos interessou: ‘morra jovem e seja eterno’. Por mais que a gente os ouça, percebemos que eles continuam ali, mais vivos e mais pulsantes do que nunca. Uma juventude que não passa. Do iê iê iêao lisérgico, passando por acordes indianos e tantas rupturas estéticas, nada cheira a naftalina. Para este musical, utilizamos recursos cênicos mínimos, e não há texto propriamente dito. Apenas as canções com suas letras originais em inglês”, comenta Charles Möeller.

‘Beatles num céu de diamantes’ é, por definição de gênero, uma revista musical com a obra dos Beatles. Sem exatamente um enredo único, mas apontando diversas pequenas histórias e situações, o espetáculo é um passeio da dupla Möeller & Botelho por um dos repertórios mais ricos da música popular criada a partir da segunda metade do século XX.

As canções são rearranjadas para a linguagem do teatro musical e não há um único número que seja no estilo “cover de Beatles”. Ninguém imita ninguém, não há clones de John Lennon ou Paul McCartney, é uma viagem lisérgica pelas canções e o que elas trazem ao nosso imaginário.

Claudio Botelho e Charles Möeller explicam melhor: “Fio condutor? Há algum sim, mas não é didático nem cronológico. Imaginem Alice na toca do coelho... Seria isso: o sonho, a fuga, a descoberta, o amadurecimento e a volta. Os Beatles eram fãs fervorosos de Lewis Carrol e de ‘Alice no País das Maravilhas’... Alice fala o tempo todo de Tamanho e de Labirintos. De ritos de passagem. Como os rapazes de Liverpool, Alice quer entender o seu tamanho nesse mundo. Diante das coisas. O sentimento de ser mínimo em alguns momentos e gigante em outros”.

SERVIÇO:

BEATLES NUM CÉU DE DIAMANTES

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Ingresso:
Direito à meia entrada e descontos : http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Data: de 03 a 25 de junho

Horário: SÁB 18H e DOM 20h30.

Ingressos: R$ 100,00 (plateia e Frisas) R$ 80,00 (Balcão I) R$ 50,00 (Balcão II)

Classificação: Livre.

Duração: 90 minutos.

Capacidade do Teatro: 623 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212
Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Beatriz Barcelos- beatrizbarcelos@brainmais.com

Somente pelo telefone: (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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Comédia “Será que a gente influencia o Caetano?” reestreia no Teatro Dulcina, dia 14 de junho, 19h

Classificada entre as cinco melhores comédias do 24º Festival de Teatro de Curitiba, peça faz críticas a uma geração acomodada, mas quer o sucesso a qualquer preço.

A Companhia Tartufaria de Atores reestreia a comédia de Mário Bortolotto “Será que a gente influencia o Caetano?” dia 14 de junho, 19h, no Teatro Dulcina, centro do Rio. 

Escrita há 30 anos, porém retratando a atualidade, a peça dirigida por Marcello Gonçalves, que traça um irônico retrato de uma geração arrogante e acostumada à acomodação, fica em cartaz as quartas e quintas, 19h.

Apresentada no 24º Festival de Teatro de Curitiba, onde se classificou entre as cinco melhores comédias, montagem traz diálogos divertidos e afiados nas interpretações dos atores Andrey Lopes (Beto Virgem) e Fábio Guará (Mário).



Em 10 cenas, Beto e Mário, respectivamente poeta e músico, são dois amigos e parceiros que se preparam, a juventude inteira, para serem grandes artistas e resolvem participar de um concurso de calouros para iniciar a carreira e alcançar o estrelato. Os dois sonham em produzir uma música tão grandiosa e emblemática que chegue a influenciar o grande cantor baiano, Caetano Veloso.

Trata-se de um texto leve, divertido e que provoca reflexões, impagáveis reflexões! Até mesmo esta: Será que a gente influencia o Caetano? Enquanto sociedade, enquanto país, enquanto ser humano.

SINOPSE SUGERIDA - O músico Mário e o poeta Beto, amigos e parceiros, se juntam para tentar alcançar a fama. Para isso, a meta deles é produzir uma obra musical de peso que consiga influenciar o ícone Caetano Veloso.


SOBRE A CIA:

Grupo formado em 2009 que vem desenvolvendo um trabalho experimental com peças brasileiras de autores como Mário Bortolotto em “O que Restou do Sagrado”,que estreou em 2014; Martins Penna em “O Terrível Capitão do Mato”, em novembro de 2011; e Marcio Américo em “O homem que Queria ser Rita Cadillac” que circula desde 2011 e já foi vista por mais de 10.000 pessoas.

CURRÍCULOS

O diretor Marcello Gonçalves possui mais de vinte anos de carreira enquanto ator no teatro e na televisão. No cinema destacou-se em “Tropa de Elite 2”. Estreou como diretor na montagem de “Borderline” (2015) da Cia Arte Nova, fundada em 2014.

O ator Andrey Lopes participou de mais de 20 montagens teatrais. Ao lado de Geovana Tominaga estreia como apresentador do reality show “Como cheguei aqui”, pela televisão americana BYU, para toda América Latina no final de 2015. Em 2016 estreou com o Programa de humor Conexão, ganhador de 4 Emmys, pela mesma TV americana. Faz parte do seriado Detetives do prédio azul do Gloob. Fez participações em programas de humor do Multishow e de algumas novelas das redes Globo e Record, além de diversas campanhas publicitárias.

Fábio Guará é paulista, fundador do grupo Tartufaria de Atores sediado no Rio de Janeiro. Estreou 3 espetáculos inéditos no Festival de Teatro de Curitiba em 2015 como diretor em duas peças e participando das 3 como ator. Atuou nas novelas Tititi e Guerra dos Sexos. Fez participações em diversos produtos das redes Globo, Record e Multishow além de mais de 20 peças profissionais e comerciais em praticamente todos os segmentos da publicidade.

SERVIÇO

Será que a gente influencia o Caetano?

Reestreia: 14 de junho

Temporada: Até o dia 29 de junho

Datas: Quarta e quinta - 19h

Local: Teatro Dulcina

Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 - Centro, Telefone: (21) 2240-4879

Bilheteria: Terça a domingo das 14h30 às 19h

Capacidade: 429 lugares

Duração: 70 min.

Classificação: 12 anos

Preço: R$ 10,00 - PREÇO ÚNICO

Gênero: Comédia


FICHA TECNICA

Texto: Mário Bortolotto

Direção: Marcello Gonçalves

Elenco: Andrey Lopes e Fábio Guará

Iluminador: Felipe Lourenço

Diretor de Movimento: Márcio Vieira

Direção de Arte: Alex Brollo e Rafael Ronconi

Fotografia: Dany Garcia e Felipe Oliver

Realização: Tartufaria de Atores

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias


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HAMLET, um espetáculo da Armazém Companhia de Teatro





Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de William Shakespeare estreia dia 16 de junho, no Centro Cultural Banco do Brasil - Teatro I, Rio de Janeiro, marcando os 30 anos de formação da companhia.
Acostumada a processos que resultam na criação de uma dramaturgia própria (vide Inveja dos Anjos e A Marca da Água – que levaram o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2008 e 2012, além de O Dia em que Sam Morreu – Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto em 2014), a Armazém Companhia de Teatro se volta agora para um outro tipo de processo, onde o que mais interessa é o seu posicionamento sobre a narrativa. Partindo da obra fundamental de Shakespeare, a ideia geral da companhia é encontrar um Hamlet do nosso tempo. Um Hamlet cheio de som e fúria. Não numa atualidade forçada, mas ressaltando aspectos da obra que dialogam com esse coquetel de conflitos contemporâneos que vemos todos os dias jorrando nas grandes cidades do mundo.

Patrocinada pela Petrobras desde 2000, a companhia completa 30 anos de existência no final de 2017, travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história. Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Seu pai morreu repentinamente de uma doença estranha, e sua mãe casou-se com o irmão do falecido marido, na frente de toda a corte, depois de apenas um mês. Hamlet tem visões de seu pai, que afirma que seu irmão o envenenou, e exige que ele se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos, e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo.

Shakespeare representa a corte real dinamarquesa como um sistema político corrupto que se torna um labirinto esquizofrênico para Hamlet. Assassinato, traição, manipulação e sexualidade são as armas usadas na guerra para preservar o poder. No centro dessa história está Hamlet, um homem desesperadamente preocupado com a natureza da verdade, um homem notável que quer ser mais verdadeiro do que, provavelmente, é possível ser. E que exige do resto do mundo que sejam todos verdadeiros com ele. Mas é possível conhecer a si mesmo integralmente? É possível conhecer integralmente as pessoas a seu redor? Hamlet se fragmenta, nossa época o faz assim, um sujeito destrutivo, atormentado e letal.

O diretor Paulo de Moraes acredita que “é importante tratar Shakespeare como se ele fosse um genial dramaturgo recém-descoberto com algumas coisas urgentes a dizer sobre a guerra, sobre a loucura do mundo e sobre nossos líderes políticos modernos.” No Hamlet da Armazém Companhia de Teatro, sete atores dão vida aos personagens de Shakespeare (Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Lisa Eiras, Jopa Moraes, Isabel Pacheco e Luiz Felipe Leprevost). A tradução ficou a cargo de Maurício Arruda Mendonça, parceiro habitual de Moraes em muitas dramaturgias montadas pela companhia. “Maurício conseguiu uma poesia sem pompa, que comunica sem perder a beleza. E é grande mérito dos atores que essa poesia chegue rasgando, ela é língua, ela é corpo, ela é carne”, comenta Paulo de Moraes.

“Prestes a completar 30 anos de existência, o CCBB mantém uma política regular de patrocínio que possibilita a montagem e a circulação de trabalhos por todo o Brasil e até internacionalmente. É com satisfação que vemos a Armazém Companhia de Teatro celebrar, também, 30 anos, permitindo-se ousar e instigar o público. Acreditamos que Hamlet será mais um momento marcante para o teatro brasileiro, a partir da visão contemporânea da Cia que remete aos conflitos do nosso tempo”. Fabio Cunha, gerente geral do CCBB Rio de Janeiro.

Sobre a Armazém Companhia de Teatro

Em 2017, a Armazém Companhia de Teatro comemora 30 anos de atividades ininterruptas apresentando seu novo espetáculo Hamlet no Rio de Janeiro (estreia nacional) e nas temporadas em Belo Horizonte, Curitiba e Vitória. Em outubro, se apresenta no Wuhzen International Theatre Festival, localizado na província de Zhejiang, na China, com o espetáculo A Marca da Água. Além de outras apresentações dos espetáculos em repertório. Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014).

A Armazém Companhia de Teatro foi formado em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 - de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço.

Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia completa agora 30 anos de sua formação. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas (com a criação de uma dramaturgia própria com ênfase nas relações do tempo narrativo) e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator. Busca-se para o ator uma dinâmica de corpo, voz e pensamento que dê conta das múltiplas questões que seus espetáculos propõem. E a encenação caminha no mesmo sentido, já que é o corpo total do ator que a determina.

Apesar da construção de espetáculos tão díspares e complementares como A Ratoeira é o Gato (1993), Alice Através do Espelho (1999), Toda Nudez Será Castigada (2005) e O Dia em que Sam Morreu (2014), a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória sempre investindo numa linguagem fragmentada, que ordene o movimento do mundo a partir de uma lógica interna. Essa lógica interna é a voz da Armazém, talvez a grande protagonista do mundo representacional da companhia.

Ficha técnica

HAMLET
Da obra de William Shakespeare
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Patrocínio: Petrobras e Banco do Brasil
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Direção: Paulo de Moraes
Versão Dramatúrgica: Maurício Arruda Mendonça
Elenco: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio)
Participação em Vídeo: Adriano Garib (Espectro)
Cenografia: Carla Berri e Paulo de Moraes
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: João Marcelino e Carol Lobato
Música: Ricco Viana
Preparação Corporal: Patrícia Selonk
Coreografias: Toni Rodrigues
Preparador de Esgrima: Rodrigo Fontes
Fotografias e Vídeos: João Gabriel Monteiro
Programação Visual: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes
Técnico de Palco: Regivaldo Moraes
Assistente de Produção: William Souza
Assessoria de imprensa: Ney Motta
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção: Armazém Companhia de Teatro

Serviço

HAMLET
Da obra de William Shakespeare
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Direção: Paulo de Moraes
Versão Dramatúrgica: Maurício Arruda Mendonça
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Lisa Eiras, Jopa Moraes, Isabel Pacheco e Luiz Felipe Leprevost
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro I
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro, tel: 21 3808-2020
Estreia dia 16 de junho, sexta-feira, às 19h
Temporada: 16 de junho a 6 de agosto, quarta a domingo, às 19h. (Nos dias 24 e 31 de julho haverá sessões extras às 19h)
Venda na bilheteria de quarta a segunda, das 9h às 21h, ou pelo site www.ingressorapido.com.br
Meia-entrada: Estudantes, idosos, menores de 21 anos, pessoas com deficiência, professores e profissionais da rede pública municipal de ensino.
Capacidade de público: 172 lugares
Ingresso: R$ 20,00
Classificação: 16 anos
Duração: 130 minutos
Drama


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EU SOU ELES

Monólogo de humor EU SOU ELES estreia no Teatro Vannucci - Shopping da Gávea

Temporada vai até o dia 27 de julho, somente às quintas



O ator e comediante Israel Linhares dá vida a 20 personagens no monólogo de humor “Eu Sou Eles”, que estreia nesta quinta-feira, dia 08 de junho, às 21h, no Teatro Vannucci - Shopping da Gávea. A comédia teatral tem textos de Raphael Miguel e Israel Linhares que, entre tantos personagens, trazem ao palco ‘Miguel Junior’ que divide com a plateia casos engraçado da sua busca incessante na carreira de ator. A temporada vai até o dia 27 de julho, somente às quintas.



É nesse momento que começa a atuação hilária e multifacetada de Israel Linhares: por meio do personagem ‘Miguel Junior’, durante 60 minutos o humorista embarca numa jornada de atuações que passeiam em situações por vezes embaraçosas como, apresentar um programa para adultos vestido de Branca de Neve; fazendo um teste para dar vida a uma cenoura; interpretando uma mãe aproveitadora e um avô que adora passar trotes. Com figurino assinado pelo premiado Nei Madeira, todos esses personagens se juntam a outros como o esquisitão do Miro, vivido por Israel Linhares no espetáculo Terapia do Riso. Aliás, ator de muitos personagens, ele também está em cartaz com a pela Terapia do Riso, no mesmo teatro.


Ator graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá, Israel Linhares também teve personagens engraçados na televisão ao fazer participações especiais no programas “A Grande Familia”, “Casseta e Planeta” e “Escolinha do Gugu”.



SINOPSE

Todo mundo é “pouco ator”... Quem é que nunca atuou pra conseguir o que queria? Pra pedir aquele aumento? Pra inventar aquela desculpa sem pé nem cabeça? Numa jornada por situações embaraçosas, o humorista Israel Linhares da vida a dezenas de personagens que mostram as hilárias tentativas de ‘Miguel Junior’ em se tornar um ator de sucesso. Em cena aparecem Branca de Neve, uma Cenoura, uma mãe aproveitadora e um avô que adora passar trotes.



SOBRE O ATOR



ISRAEL LINHARES é ator graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá. Participou de oficinas e cursos de interpretação para teatro e TV com grandes nomes do meio artístico como: Cininha de Paula, Ignácio Coqueiro, José Wilker, Ana Kfouri, Tininha Araujo, Sergio Penna, entre outros. Teve sua estreia profissional no espetáculo “Os Cegos”, de Michel de Ghelderode, com direção de Cristina Paraiso. Sua carreira alcançou destaque a partir de 2005 quando se lançou como comediante na peça “Terapia do Riso”, da qual ainda integra o elenco de protagonistas e assina a direção de produção. A partir de então, passou a se dedicar ao humor. Israel Linhares também se destacou no espetáculo “Os Indicados”, com direção coletiva. Em 2012, estreou seu primeiro solo a comédia “Eu Sou Eles”, com direção de Wendell Bendelack, em que interpreta oito personagens. Em 2014, inovou ao estrear no Stand Up Comedy#SóPraRir. Na televisão destaca-se sua carreira de apresentador quando esteve à frente do programa “Rotas e Roteiros” durante quatro anos. Israel Linhares também fez participações como ator nos programas “A Grande Familia”, “Casseta e Planeta” e “Escolinha do Gugu”.

SERVIÇO

“EU SOU ELES”.

.Onde: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea (Rua: Marquês de São Vicente, 52, Gávea, Rio de Janeiro).

.Informações: (21)2274-7246.

.Temporada: De 08 de junho de 2017 a 27 de julho de 2017

.Dias e Horários: Quintas - 21h

.Valor do ingresso: R$ 70,00

.Classificação etária: 14 anos

.Duração: 60 minutos

.Capacidade: 427 lugares

.Gênero: Cómédia

.Ingressos: Na bilheteria do teatro, pagamento somente em dinheiro. Bilheteria: de terça a domingo, das 14h até o horário de início do espetáculo.


FICHA TÉCNICA

Elenco: Israel Linhares

Cenografia: Janaina Spreng

Direção de Produção: Ricardo Leal

Direção: Wendell Bendelack

Figurinos: Nei Madeira

Iluminação: Paulo David

Programação Visual: Zelê Comunicação

Fotografia: Katia Saules

Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra e Sheila Gomes



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"INSTABILIDADE PERPÉTUA", EM CARTAZ NO PARQUE DAS RUÍNAS, SÁBADOS E DOMINGOS DE JUNHO – 19h 

“Instabilidade Perpétua” - um solo a partir da obra homônima do filósofo paulista Juliano Garcia Pessanha, que fala sobre a necessidade de encontrar um espaço desmobilizado: espaço da amizade, para autorizar a dor e desvendar aquilo que ela sinaliza, em um mundo cada vez mais técnico e hipernomeado. Fala da a arte como o lugar onde a verdade é pensada como desvelamento, capaz de manter o combate entre o velado e o descoberto, o mundo domado e o não domado. Assim como o texto, a cena se desenvolve através de historietas, reflexões e poesia. 

Ficha Técnica: 
Direção: Julia Bernat Stella rabello, Daniella Visco e Georgette Fadel 
Produção: Ana Vulvão Soraya Ravenle, Nathalia Ditto I
Ingressos: R$ 40,00 (INTEIRA) R$20,00 (MEIA OU NOME NA LISTA AMIGA NO EVENTO DO FACEBOOK) 
Local: Teatro 
Classificação etária: 14 anos 
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas 
Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa 
Tel: 21 2221 -0621 
***A BILHETERIA ABRE 1H ANTES DO INÍCIO DO ESPETÁCULO. 
***ACEITAMOS PAGAMENTO SOMENTE EM DINHEIRO


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Espetáculo "DEU TRETA" 

Caio e Alex são amigos de infância e estudam na mesma faculdade que Luisa e Taís. Taís é uma daquelas pessoas sem limites e sem pudor, onde o que importa é ser feliz em tempo integral. Alex faz engenharia, é a figura mais sociável da faculdade, se dá bem com todo mundo, tem autoestima elevada e é sempre muito solicito quando se trata de amizade. 
Luisa está à procura de alguém para dividir as contas e o apartamento onde mora.

Para encontrar seu futuro inquilino ela deixa um anuncio no quadro de avisos da faculdade, mas um detalhe em especial chama atenção no anuncio, o futuro morador precisar ser “homem e gay”.

Caio fica sabendo do anuncio e vê aí sua grande chance de aproximação com Luisa (sua paixão de vários períodos). Ele então propõe a Alex que se passe pelo candidato gay. Apesar de achar uma loucura, Alex aceita e a partir daí a confusão está armada.

DEU TRETA, trata-se de uma comédia teatral, escrita com intuito de divertir e fazer rir. O texto também propõe uma reflexão sobre amizade. Até onde vamos ou chegamos por uma amizade? Qual o limite imposto dentro de uma relação entre amigos?

DEU TRETA é uma mistura de reflexão, diversão, paixão e entretenimento para o público. 


Ficha Técnica 
Texto: Marcos Closato 
Direção: Márcio Kieling 
Elenco: Jessika Alves, Marcos Closato, Day Mesquita e Mussunzinho. 
Luz: Marcos Closato 
Cenografia: Mariana Sousa 
Figurino: Dany Oliveira 
Direção de Produção: Mariana Sousa 
Realização: Maricota 
Entretenimento Gênero: Comédia 
Classificação: 14 anos 
Duração: 60 minutos

Serviço:

Dias: 10 e 11 de Junho
Local: Cidade das Artes
Horário:Sábado às 21h | Domingo às 20h
Vendas: ingressorapido.com
Realização: Maricota Entretenimento


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Espetáculo "Woyzeck?" em cartaz no Parque das Ruinas
SÁBADOS - 03, 10, 17 E 24 DE JUNHO – 16h 


Quem é Woyzeck? Woyzeck é um rato? Um macaco? Ou seria ele talvez um soldado, a espécie inferior da cadeia social. 
Em meio a um crescente contínuo de delírio, paixões obsessivas além da norma e de violência física e moral somos apresentados a Woyzeck. Ele é um soldado e um servidor nato que vive na sombra do ser humano, um lugar especialmente reservado aqueles destinados a serem oprimidos pelos pilares que mantém o comportamento civilizado como o idealizamos. 

Ficha Técnica: Elenco: Carmen Lima, Juan Rangel, 
Marina Nogueira, Paula Lom, Raphael Aguiar. 

Produção: Mari Oliveira. 
Coreografia: Mari Oliveira. 
Maquiagem: Carmen Lima. 
Iluminação: Marden Alves 
Ingressos: R$ 20,00 
Local: Teatro 
Classificação etária: 14 anos 
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas 
Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa 
Tel: 21 2221 -0621 
***A BILHETERIA ABRE 1H ANTES DO INÍCIO DO ESPETÁCULO. 
***ACEITAMOS PAGAMENTO SOMENTE EM DINHEIRO



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Debora Lamm celebra 20 anos de carreira estrelando seu primeiro solo, “Mata teu pai”, inspirado no mito de Medéia, de 10 a 26 de junho, no Galpão Gamboa

Entre expatriados e imigrantes, a Medéia de Debora Lamm questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito


“Mata Teu Pai”, de Grace Passô (vencedora dos Prêmios Shell RJ e Cesgranrio na categoria Melhor Texto da temporada 2016, por “Vaga Carne”), é uma livre adaptação do mito de Medéia e foi escrita especialmente para a atriz Debora Lamm. Com direção de Inez Viana e direção de produção de Maria Albergaria, este novo projeto da Cia OmondÉ é a primeira parte de uma trilogia, concebida por Inez, que se propôs a fazê-la, posteriormente, também nas linguagens da dança e da ópera.

Entre expatriados e imigrantes, Medéia questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito.

– “PRECISO QUE ME ESCUTEM!”, diz Medéia em sua primeira fala na peça MATA TEU PAI, de Grace Passô. E ela, aliás, elas, têm muito a dizer sobre nossos dias, nossos tempos tristes, onde imperam o retrocesso e a intolerância. Medéia está em movimento, vive em meio a escombros da cidade onde agora está. Encontra mulheres: síria, cubana, paulista, judia, haitiana. Se vê na mesma condição de imigrante. Algumas tornam-se suas cúmplices, outras suas algozes. Percorre um caminho interior, onde decide que quem tem que morrer é Ele, que a desprezou e tirou seu direito de ser sua mulher. “Que direitos temos nós?”. Ela tem consciência de seus direitos e luta por eles. Para além de um paralelo sobre o mito, Grace Passô recria a sua feiticeira, performatizada por Debora Lamm, e a insere nos dias de hoje, criando assim um debate sobre a condição da mulher atual. Também propõe uma mudança na história, inaugurando uma nova perspectiva e versão para o mito – explica a diretora Inez Viana.

A encenação se baseia no discurso de Medéia, onde o público tem papel fundamental. Junto com a atriz Debora Lamm também estão em cena AsMeninasDaGamboa, um grupo de 10 senhoras da terceira idade, moradoras da região da Gamboa, que formam um coro, espécie de inconsciente de Medéia.


– Medéia é uma protagonista feminina que desafia o amor romântico. Na tragédia de Eurípedes, ela ressignifica o sentimento quando foge com o ser amado, o que fará dela uma estrangeira. Mata o irmão e mais adiante mata seus próprios filhos que tem com Jasão ao se ver traída por ele. A Medéia de “Mata Teu Pai” leva consigo o discurso e angústias do mundo atual. Dar voz a uma personagem milenar será sempre um desafio – comenta Debora Lamm.

Com uma ambientação simples, da cenógrafa Mina Quental, um campo minado se desenha no espaço, trazendo toda a sorte de lixo eletrônico, como caixas e mais caixas de carregadores de celular, baterias, teclados de computador, monitores, etc. A luz de Nadja Naira e Ana Luzia De Simoni revela formas, rostos, corpos, de forma transversal, criando contradições nas imagens, para que o espectador possa construir junto, se sentindo parte da história. A direção de movimento de Marcia Rubin recria, a partir do coro de senhoras, uma atmosfera onírica, como se elas habitassem apenas o sonho de Medéia. A equipe de criação conta ainda com a direção musical de Felipe Storino, figurinos de Sol Azulay, caracterização de Josef Chasilew e programação visual de Felipe Braga.

Sexto espetáculo da Cia OmondÉ, pela primeira vez em forma de monólogo, “Mata Teu Pai” estreou nacionalmente em janeiro de 2017 no Espaço Cultural Sérgio Porto, Zona Sul do Rio de Janeiro. Em abril participou da programação oficial do Festival de Curitiba e agora volta ao Rio, após uma temporada de sucesso em São Paulo, onde ficou por todo o mês de maio no SESC Ipiranga, com lotação esgotada.

A montagem de “Mata Teu Pai” celebra 20 anos de carreira da atriz Debora Lamm, que também segue 2017 como uma das protagonistas do humorístico “Zorra” e em dois longas-metragens “Como é cruel viver assim”, roteiro de Fernando Ceylão com direção de Julia Rezende, e “Chocante”, roteiro de Bruno Mazzeo com direção de Jhonny Araújo.

Análise crítica de Macksen Luiz para o Jornal O Globo

“Grace Passô, autora desse monólogo baseado na tragédia de Eurípedes, captura em alta temperatura a febre da imprecação de Medéia diante da necessidade de que a escutem. Quer falar daquelas, que como ela, deixaram suas terras. Apontar as demarcações do território masculino como sujeição inaceitável. Perseguir a palavra mãe como sua própria condição: a de “dar a luz e tirar a luz”. Dizer de matar como um ato de estupro da fidelidade. Mostrar que o amor é confundido com compaixão e desatar o nó da raiva. A mulher ferida pela traição, reconquista o que lhe é roubado, ao lado de tantas outras convivendo no mesmo espaço de guerras e bombas, ocupado por silenciosas exiladas e massas inertes. O ato final se arma de “balas de leite e de dor” para exercer uma maternidade indomável que mira o “mundo lamacento”. Grace constrói o seu libelo feminista com o apoio da fúria trágica de uma Medéia inconformada com o estado de dependência, levada a agir com a beligerância gestada na luta interior. O sentido grego de destino é contestado pela forma como impulsiona a mulher à ação de recusa a um mundo que insiste em vencê-la. É uma Medéia materializada, não apenas pela reação ao domínio do homem, mas à fixação a papéis atribuídos a ela milenarmente. “Mata teu pai” atualiza os sentimentos de amor e ódio, em meio a imigrantes perdidas de sua origem ou alienadas com suas bolsas de grife, sobrevivendo de bugigangas da moda. Da explícita perspectiva da autora, que a cena final confirma, o texto se propõe com sua poética rascante a ser um “agit-prop” (agitação e propaganda) de urgências femininas. A diretora Inez Viana explodiu a cena com a cenografia, assinada por Mina Quental, que acumula lixo eletrônico e embalagens descartadas, dividindo o espaço com um sofá horizontalizado, que sublinha a geometria do palco. A iluminação de Nadja Naira e Ana Luzia de Simoni acrescenta, com a sonoridade expandida, outra reverberação ao ambiente bélico do monólogo. A presença das Meninas da Gamboa (grupo de 14 mulheres da terceira idade) ritualiza um coro, que menos comenta e mais contrasta. Debora Lamm vive essa Medéia dos nossos tempos com lembranças do trágico e vivências do drama. Menos hierática, como sugerem os clássicos, e não tão carnal quanto aponta a paixão do discurso, a atriz empresta, com voz teatralmente gutural de início e postura algo declinante até a tensão final, sincera adesão à personagem. Dominando as palavras com imperturbável entrega, entoando canto judaico, deixando que se ouça com clareza o clamor de Medéia, Debora Lamm demonstra variantes de seu temperamento de atriz.”

Em 2017 Debora Lamm celebra 20 anos de carreira

Recentemente Debora Lamm concluiu as filmagens dos longas-metragens “Como é cruel viver assim”, roteiro de Fernando Ceylão com direção de Julia Rezende (seu personagem ‘Regina’ é uma empregada doméstica de caráter duvidoso) e “Chocante”, roteiro de Bruno Mazzeo com direção de Jhonny Araújo (seu personagem ‘Quézia’ é presidente do Fã Clube de uma Boy Bands dos anos 80 que tenta ressurgir com eles a todo custo). Ambos serão lançados em 2017. Cria do O Tablado e com 11 indicações à prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem 4 troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos dentre os mais recentes “5x Comédia”, de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski; “Fatal”, de Jô Bilac, Pedro Kosovski e Marcia Zanelatto; “El Pânico”, de Rafael Spregelburd; “Infância, Tiros e Plumas”, de Jô Bilac; “Cock - Briga de Galo”; de Mike Bartlett; “Maravilhoso”, de Diogo Liberano; “O Médico e o Monstro”, de Georg Osterman; “Os Mamutes”, de Jô Bilac; e as “Conchambranças de Quaderna", de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação, em 2010. No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser”, de Murilo Salles. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”.
Ficha técnica

Texto: Grace Passô
Direção: Inez Viana
Performance: Debora Lamm
Participação: As Meninas da Gamboa
Direção de produção: Maria Albergaria
Direção de movimento: Marcia Rubin
Iluminação: Nadja Naira e Ana Luzia de Simoni
Cenário: Mina Quental
Figurino: Sol Azulay
Direção musical: Felipe Storino
Caracterização: JosefChasilew
Programação visual: Felipe Braga
Foto e vídeos de divulgação: Elisa Mendes
Assessoria de imprensa: Máquina de Escrever Comunicação - Catharina Rocha e Mylène Neno
Produção executiva: Junior Dantas e Luís Antônio Fortes
Assistente de produção: Ana Clara Aló
Realização: Eu + Ela
Um projeto da Cia OmondÉ

Sinopse

Entre expatriados e imigrantes, Medéia questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito.

Serviço

“Mata teu pai”
Texto: Grace Passô
Direção: Inez Viana
Performance: Debora Lamm
Participação: As Meninas da Gamboa
Direção de produção: Maria Albergaria
Produção executiva: Junior Dantas e Luís Antônio Fortes
Assistência de produção: Ana Clara Aló
Local: Galpão Gamboa
Endereço: Rua da Gamboa, 279
Telefone: (21) 98460- 1350 / 98460-1351
Site: galpaogamboa.com.br
Temporada: de 10 a 26 de junho; sábados, domingos e segundas, às 20h
Preço: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada), R$ 10 (classe teatral) e R$ 5 (moradores da região da Gamboa, Santo Cristo e Saúde)
Vendas pela internet: www.sympla.com.br/galpaogamboa
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos


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ANTÔNIO,
Caminhos de Luz


A força iconográfica da vida de Santo Antônio de Pádua e de Lisboa nos leva ao encontro do que mais sagrado existe no ser humano, o amor. O amor ao próximo, a comunhão com a natureza e o desapego pelas coisas materiais nos inspiram no exercício da construção de um mundo melhor. Antônio foi notável intelectual da Idade Média. Dedicou-se às artes, filosofia e ciência. Foi autor de grande coletânea, obras consideradas tesouros da Literatura e da História Universal. Abandonou um futuro promissor no exército da corte portuguesa, a boa condição financeira e o prestígio de sua família para por fim se tornar um frade franciscano, pregando apaixonadamente mensagens de amor e realizando milagres por onde passava.

O espetáculo “Antônio, Caminhos de Luz” que estreia dia 13 de junho às 20h na Sala Baden Powell em copacabana, data festiva dedicada ao santo, é pontuado por elementos do teatro de animação. Em uma linguagem lúdica atores contracenam com bonecos e os adereços compõem momentos de poesia, sob a trilha sonora original criada pelo maestro João Omar de Carvalho Mello. Por vezes intimista por vezes cômico, ou por vezes dramático, Antônio é um espetáculo sensível que encanta a todas as idades. A iluminação é assinada por Bruno Henrique Caverninha, Figurinos por Almir França e visagismo por Diego Nardes. O espetáculo também conta com áudio do ator Marcos Breda interpretando São Francisco de Assis, em memorável encontro entre os dois santos. No elenco estão André Farias como Antônio, Daniel Terra, Adriano Siqueira, Sidney Guedes, e Déborah Cecília, sob texto e direção de Victória Vieira. O espetáculo estreia terça-feira dia 13 de junho às 20 horas, e segue em temporada aos sábados e domingos em horário alternativo, às 15 horas, até o dia 02 de julho na Sala Baden Powell em Copacabana.

Serviço:

O quê: Antônio, Caminhos de Luz espetáculo teatral adulto.

Onde: Sala Baden Powell. Av. Nossa Senhora de Copacabana 360.

Quando: Estréia 13 de junho às 20 horas, terça-feira, dia de Santo Antônio.

Sábados e Domingos, horário alternativo às 15 horas. De 17 de junho a 01 de julho.

Quanto: Ingressos populares, Inteira: R$ 40,00. Meia entrada R$ 20,00.

Classificação Livre.

Duração aproximada: 80 minutos.

Créditos de Fotos: Leo Miguel.

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: Victória Vieira

Direção Musical: João Omar de Carvalho Mello

Idealização e Produção: André Farias

Elenco:

André Farias

Adriano Siqueira

Daniel Terra

Déborah Cecília

Sidney Guedes

Participação Especial (Voz em Off): Marcos Breda

Iluminação: Bruno Henrique Caverninha

Figurinos: Almir França

Visagismo: Diego Nardes

Assistentes de Visagismo: Lucas Souza e Edy Dellarte

Bonecos e Adereços: Victória Vieira e Adriano Siqueira

Músicas: Marcelo Viana e João Omar de Carvalho Mello

Preparação Vocal: Déborah Cecília

Fotos e Filmagens: Leo Miguel

Designer Gráfico: Leo Viana

Assistentes de Produção: Daniel Terra e Isabel Acher
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A PARTIR DE TEXTO INÉDITO DE JARBAS CAPUSSO FILHO, "ALICES"

Idealizada pela atriz Mitzi Evelyn, que divide a cena com Carolina Stofella, a peça tem direção de Leo Gama 

O encontro inesperado de duas mulheres desperta suas memórias e relatos de violências sofridas em seus relacionamentos. Inédito no Rio, Alices foi escrito por Jarbas Capusso Filho e inspirou a montagem homônima que tem direção de Leo Gama. A partir do texto original e relatos das atrizes Mitzi Evelyn e Carolina Stofella, o espetáculo traz à tona o debate sobre a violência e impunidade contra as mulheres no Brasil. A estreia será no dia 16 de maio, no Teatro Leblon. A temporada terças e quartas, às 21h, até 28 de junho. 

Em janeiro de 2010, em Belo Horizonte, Maria Islaine de Morais, de 31 anos, estava trabalhando quando for surpreendida pelo ex-marido, que a matou com sete tiros. Antes do crime, ele já havia ameaçado diversas vezes a vítima, que registrou pelo menos oito boletins de ocorrência contra ele. Comovido com este brutal assassinato, o dramaturgo e roteirista Jarbas Capusso Filho resolveu escrever sobre a violência contra as mulheres.


Em 2012, a atriz Mitzi Evelyn se encantou com o texto de Capusso e convidou a atriz Carolina Stofella para participar do projeto, até então inédito no Brasil. “A peça aborda o tema de forma contundente, porém poética e lúdica. Queremos chamar atenção do público para uma reflexão sobre a violência que ainda destrói tantas mulheres”, destaca a idealizadora.

Para dirigir o espetáculo, Mitzi convidou Leo Gama, que trabalha na TV Globo há 30 anos e atualmente é Gerente Artístico de Pesquisa de Criadores, que abrange o corpo criativo da emissora com autores, diretores e assistentes de direção. Esta será sua estreia no teatro, como diretor. “Adaptamos o texto original a partir de um intenso trabalho feito nos ensaios, onde as atrizes buscaram em suas memórias vivências que trouxeram verdade à peça”, destaca Gama, que também assina a adaptação.

SOBRE LEO GAMA (DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO)

Carioca, formado pela PUC/RJ em Publicidade e Propaganda, Leo Gama trabalha na TV Globo há 30 anos, onde iniciou sua carreira como estagiário da Agência da emissora. Foi assistente de produção, coordenador de produção e produtor de elenco. Assinou o elenco de comerciais para a Coca-Cola, Citibank, O Globo e outros. Foi um dos primeiros profissionais a ocupar o cargo de produtor de elenco da emissora. Foi assistente de direção na novela Suave Veneno, de Aguinaldo Silva e direção de Ricardo Waddington. Coordenou o departamento de pesquisa de elenco, iniciando um processo investigativo do trabalho do ator com o objetivo de revelar novos talentos. No momento, é gerente artístico de pesquisa de criadores.


SOBRE MITZI EVELYN

Catarinense, formada em Artes Cênicas pelo Senac/SC, graduada em cinema pela Universidade Estácio de Sá, e pós graduada em Arte e Filosofia na PUC. Fez parte do elenco da peça “Zoológicos”, direção de Leandro Mariz, pela qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no XVI Festival Nacional de Teatro de Guaçuí. Atuou em “Uma Sociedade”, com direção de Lelette Coutto e “Pas-de-deux”, com direção de Luisa Bresolin. No cinema, atuou em “Lua em Sagitário”, “Histórias Íntimas” e “Mea Culpa”. Na televisão, participou da série “Divã” e das novelas “I Love Paraisópolis”, “A Favorita” e “Caras e Bocas”. No canal GNT, atuou nos seriados “Gente Lesa gera Gente Lesa”, dirigido por Silvio de Andrade; e “Flerte”, com direção de Luciana Alcaraz.


SOBRE CAROLINA STOFELLA

Catarinense, formada em artes cênicas pela CAL em 2001, com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, trabalhou no teatro com Michel Bercovitch, Thierry Tremouroux, João Brandão, Roberto Alvim, Ricardo Karman entre outros diretores. No cinema, atuou em “A Partilha” de Daniel Filho e “Histórias Íntimas” de Julio Lelis. Na televisão, fez parte do elenco de “Malhação” e “Os Caras de Pau” da TV Globo.


FICHA TÉCNICA

Texto: Jarbas Capusso Filho

Direção e adaptação: Leo Gama
Elenco: Mitzi Evelyn e Carolina Stofella

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenografia: Pati Faedo

Figurinos: Marie Salles

Trilha original: João Paulo Mendonça

Preparação de elenco: Ana Abbott

Visagismo: Deborah Rocha

Direção de produção: Rafael Fleury

Coordenação geral: Márcio Costa

Assistente de direção e standin: Carolina Taulois

Cenotécnico: Pará Produções

Iluminador assistente: Guiga Ensa

Alfaiate: Bené Cardoso

Bordadeira: Ale Miranda

Costureira: Fafá Casado

Pintura em tecido: Piscila Pires

Foto Still: Serginho Carvalho

Programação visual: Thiago Ristow


SERVIÇO | ALICES

Em cartaz até dia 28 de junho.

Terças e quartas, às 21h.

Teatro do Leblon - sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 - Leblon)

Preço: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Informações: (21) 2529-7700

Capacidade: 408 lugares

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Gênero: Drama



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Luis Lobianco volta em cartaz com o drama musical “Gisberta”, 

de 9 de junho até 2 de julho, no Teatro Dulcina, 



casa histórica no corredor cultural da Cinelândia que tem abrigado importantes companhias do teatro nacional.






Sucesso de público e crítica em sua temporada de estreia, “Gisberta” foi capa do Jornal O Globo, teve repercussão nacional com matérias nos jornais Correio Brasiliense, Folha de São Paulo, O Estado de Minas, O Estado de São Paulo e nos portugueses Diário de Notícias, Jornal de Notícas, além de duas reportagens da RTP. A nova temporada, no Teatro Dulcina, de 9 de junho a 2 de julho, pretendente atender às centenas de pessoas que pediram a volta do espetáculo, a estudantes e educadores interessados em levar a discussão da transfobia às salas de aula.

Idealizado por Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, o espetáculo mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal. Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água. Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou (e até hoje é) ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens. Recentemente, em 14 de fevereiro de 2017, Gisberta deu nome ao primeiro centro de apoio a população LGBT do norte de Portugal, “Centro Gis”, em Matosinhos, distrito do Porto.

“Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público.” – afirma Luis Lobianco.




Caçula de uma família com oito filhos, nascida e moradora do bairro Casa Verde, em São Paulo, ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Muito alegre e divertida, rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Por 10 anos foi a estrela brasileira da noite portuense. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Foi muito feliz, tinha muitos amigos e admiradores. Poupava energia para as cartas e fotos que mandava para a família, queria garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids. Perdeu os cabelos conquistados e o visto de imigrante, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de 3 meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.

“O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para indentidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente - não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão.” – comenta Lobianco.

Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial, de visitas ao local da tragédia e por onde Gisberta passou. De forma muito delicada, a peça transita entre dois gêneros: o humor, pois Gisberta era uma pessoa muito alegre e divertida, e o drama. Em cena, três músicos acompanham o ator: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz).

“Gisberta não está em cena, o Luis Lobianco não interpreta a Gis, mas nós chegamos bem perto dela.” – diz o diretor Renato Carrera.

O drama musical “Gisberta” estreou nacionalmente no dia 1º de março de 2017, no CCBB Rio de Janeiro, onde permaneceu em cartaz até 30 de abril. Em novembro de 2017 fará temporada no CCBB Brasília e em janeiro de 2018 no CCBB Belo Horizonte. Em 2018 fará temporadas em Lisboa e no Porto. A segunda temporada no Rio de Janeiro será de 9 de junho a 2 de julho, no Teatro Dulcina, casa histórica no corredor cultural da Cinelândia, que tem abrigado importantes companhias do teatro nacional.

Ficha técnica

Atuação: Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Músicos em Cena: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz)
Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro
Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro
Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Mina Quental
Figurino: Gilda Midani
Preparação Vocal: Simone Mazzer
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de divulgação: Elisa Mendes
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Produção: Fabrica de Eventos
Idealização: Luis Lobianco
Apoio Institucional: Banco do Brasil

Serviço


“Gisberta”
com Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Sinopse: A peça mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 na cidade do Porto, em Portugal.
Local: Teatro Dulcina, Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro, Rio de Janeiro, tel. 2240-4879 (Próximo a Estação Cinelândia do Metrô)
Temporada: Sexta a domingo, às 19:30h. Até 2 de julho.
Ingressos a R$ 40 e R$ 30, com meia entrada de acordo com a lei
Vendas na bilheteria de quarta a domingo das 14h às 19:30h ou pela site https://www.sympla.com.br
Classificação 14 anos
90 minutos
Drama

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Leda Nagle lança “Sarau da Leda – Um Bate Papo Musical”

Apresentadora estreia sarau dia 5 de junho recebendo Alcione no Theatro Net Rio


Com 40 anos de carreira, Leda Nagle faz parte do rol dos mais importantes e conhecidos nomes do jornalismo brasileiro. Sua simpatia e credibilidade, em especial com a classe artística, resultam agora no seu mais novo projeto: SARAU DA LEDA, um encontro semanal que será realizado no Theatro Net Rio todas as segundas-feiras às 16h com participação do público, a partir do próximo mês de junho.

Os encontros serão gravados e transformados em programas de televisão. 

Na primeira temporada, que estreia no próximo dia 05/06, Leda recebe Alcione para um programa especial. 

Na semana seguinte (12/06), dois dos maiores nomes da bossa nova que tem em comum, além da amizade, grande sucesso internacional: Marcos Valle e Joyce. 

No terceiro encontro, dia 19/06 dois vozeirões no mais perfeito encontro de gerações: Márcio Gomes e Agnaldo Timóteo, que está lançando um CD em homenagem ao mestre Cauby Peixoto.

No dia 26/06 dois grandes cearenses que desde os anos 70 embalam a música brasileira: Amelinha e Ednardo.

No Sarau, Leda bate um papo descontraído com os artistas e pede palhinha de seus grandes sucessos, tudo com a participação do público.

Sobre LEDA NAGLE

Leda é mineira de Juíz de Fora, sempre quis ser jornalista, é formada pela Universidade Federal de Juíz de Fora, trabalhou inicialmente em jornais como O Jornal (Diários Associados) e O Globo. Na TV Globo lançou o jornal “Bom Dia Rio” e foi entrevistadora e apresentadora do “Jornal Hoje” durante 13 anos. Foi apresentadora da “Jornal da Manchete”, edição da Tarde, fez um programa chamado Agenda no SBT/Rio, e na TV Educativa um programa de entrevistas chamado “Leda Nagle com Certeza”. Foi editora chefe e apresentadora do programa “Sem Censura”, na hoje TV Brasil, durante mais de 20 anos (20 anos e oito meses) e atualmente faz entrevistas no canal que criou no Youtube que se chama Leda Nagle . Tem dois livros de entrevistas publicados: “Leda Nagle Com Certeza Melhores Momentos”. E “Leda Nagle de Minas para o Mundo.”

SARAU DA LEDA

05/06 – Alcione

12/06 – Joyce e Marcos Valle

19/06 – Agnaldo Timóteo e Márcio Gomes

26/06 – Amelinha e Ednardo

Sobre o Theatro Net

Arrendado em abril de 2011 pelos produtores culturais Frederico Reder e Juliana Reder, sócios da produtora Brain+, o antigo teatro Tereza Rachel teve sua reforma iniciada no mesmo ano, após mais de dez anos sem atividades. Quatro décadas depois de sua primeira inauguração, o Theatro Net Rio abriu suas cortinas no dia 4 de abril de 2012, com o espetáculo "BIBI – Histórias e Canções", no qual Bibi Ferreira comemorava seus 90 anos de vida e 70 anos de carreira. No dia 7 de abril, foi inaugurado para o grande público.

Entre shows, musicais, peças de teatro e espetáculos de dança já promoveu mais de 1500 sessões para um público acima de um milhão de pessoas. O espaço conta com duas salas, sendo a maior, Sala Tereza Rachel, com capacidade de 622 lugares e a menor, Sala Paulo Pontes, com 100 lugares.

Dois anos depois os mesmos produtores inauguraram o Theatro NET São Paulo, localizado no quinto andar do Shopping Vila Olímpia. Com uma grande festa a noite do dia 18 de julho de 2014 foi marcada por um inesquecível show de Gilberto Gil. Desde então, o teatro já recebeu em seu palco grandes nomes da MPB, além de espetáculos musicais e eventos corporativos. Com 2.300 m² a estrutura conta com arquitetura moderna e tecnologia de ponta. Apesar de grandioso, tudo no Theatro NET São Paulo é aconchegante.

Ambas as casas têm pleno funcionamento, com uma programação diversificada, todos os dias da semana, e preza pelo bem-estar do público e dos artistas e pela excelência em seu atendimento.

Sobre a produtora Brain+

Depois de conquistar diferencial em sua área, a Brain+ - que nasceu Brainstorming Entretenimento - hoje comemora sete anos e movimenta o setor da economia criativa no Brasil, a partir de São Paulo e Rio de Janeiro, com a operação consolidada de dois teatros.

Por meio de contratos de naming right/patrocínio com a empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo Net, viabiliza a operação dos Theatro Net Rio e Theatro Net São Paulo.

Conduzindo diretamente todos os seus negócios, Fred Reder comemora cada crescimento e novas conquistas profissionais. Seu nome é sinônimo de ousadia no cenário cultural do eixo Rio/São Paulo e sua ambição ultrapassa essas fronteiras. Ainda este ano, sua empresa tem a expectativa de crescer cada vez mais nesse mercado de entretenimento cultural, com a abertura de novos teatros.

Em paralelo aos gerenciamentos das casas, a Brain+ traz ainda em seu catálogo a produção de espetáculos, que são sucesso de público e crítica. Tango, Bolero e Cha Cha Cha; O Pacto das 3 Meninas; Romeu e Julieta; e, Avenida Q são alguns deles. Além dos mais recentes: Qualquer Gato Vira-Lata Tem a Vida Sexual Mais Sadia Que a Nossa; E Aí, Comeu?; Constellation, O Musical; O Último Lutador; Ou Tudo Ou Nada.



SERVIÇO:

SARAU DA LEDA – UM BATE PAPO MUSICAL

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Temporada: de 05 a 26 de maio

Horário: Segunda-feira às 16h

Classificação: 12 anos.

Duração: 60 minutos.

Ingresso: R$ 60,00 (plateia e frisas) R$ 60,00 (balcão)

Direito à meia entrada e descontos : http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Capacidade do Teatro: 623 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212
Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Beatriz Barcelos - beatrizbarcelos@brainmais.com

Somente pelo telefone: (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.


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Com 15 prêmios em seu currículo, o premiado espetáculo “Cores da Margem”, da Cia L2C2 – Teatro e Dança, volta aos palcos de 02 a 24 de junho de 2017, no Teatro do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa/RJ.

O Espetáculo: CORES DA MARGEM



Através da encenação de “Cores da Margem”, a Cia propõe uma reflexão sobre a evolução do Homem, suas incongruências, escolhas e decisões, confrontando-o aos seus dilemas e conflitos, a sua busca incessante de tentar entender o mundo a sua volta, de dialogar com o meio ao qual interage, mesmo modificando-o, destruindo-o e recriando-o a sua maneira.

A margem, o limite do nosso eu e o outro, o desconhecido, o que está em camadas que não queremos entender e, simplesmente, o relevamos pelo nosso pré-conceito de sujeira no qual se inserem o abandono, a escassez e a falta de oportunidades.

Esse é o primeiro trabalho da Companhia, que pretende estabelecer como premissa, desse e de futuras criações, uma encenação simples, mas não simplória, sem muitos “apetrechos” cenográficos, de maneira que a interpretação possa envolver quem assiste em um lugar não artificial e onde o espectador seja visto como um ser pensante e capaz.

Encenar “Cores da Margem” demonstra a pesquisa desenvolvida pela Cia L2C2 na busca por um teatro que trate do SER e suas mazelas a partir de uma estética negra, utilizando suas danças, sua religiosidade e cultura, de tal forma que os detalhes do texto possam ser enriquecidos e valorizados, e a presença cênica/corporal do ator no contexto apresentado seja rico e diferenciado.

“Cores da Margem” propõe um diálogo entre o ator, atravessado de sua capacidade construtiva e emocional, e o expectador, atingido em sua capacidade reflexiva, trazendo a tona suas angustias e questionamentos diários. Para fazer isso a direção propõe uma quebra da quarta parede, onde o público é ouvinte de um Griot, ou um mendigo, um ser de passagem, que circula pelo planeta contando histórias vividas e vistas, e cobrando dos seus habitantes-ouvintes um repensar, um refletir, através de um olho no olho, sobre a vida.

Ele, o expectador, é trazido à cena para pensar, através de um diálogo muitas vezes doloroso, sobre os riscos que é viver e os agráveis que é o não viver. É o poder da oralidade sobre o mundo grafado, é a malandragem de sobreviver aos homens num mundo moralizado de pecados, um misto de capoeira, griot, ermitão, mendigo, cínico entumecido pelo suor das folhas.

Como criar essa atmosfera e trazer esse público para essa reflexão nesse lugar de passagem? Essa é criada a partir das folhas secas no chão, dos cheiros que preenchem o lugar da cena, do estar descalço do público, do senta-se no chão, da construção de cada personagem criado pelo ator.

Todos têm o direito a uma ação que leva consequentemente a uma reação. A música, ao vivo, dialoga com o texto e expressa, de maneira simples e melódica, a emoção de uma aproximação com a vivência daquele dia, daquele lugar, naquele momento presente, onde tudo é uma encruzilha, como a vida, senão poderá ser um erro, balizado pelo brilhante texto de Leonardo Dias, dirigido por Luiz Monteiro e emocionalmente interpretado Carlos Muttalla.

A Cia L2C2

Criada na cidade do Rio de Janeiro, no dia 21 de maio de 2015, a partir da união de Carlos Muttalla, ator-coreógrafo-bailarino com vastos trabalhos em arte como a peça atual “Chica da Silva – o Musical”; Leonardo Dias, historiador-músico-dramaturgo, integrante de diversas bandas, e Luiz Monteiro, coreógrafo-diretor-bailarino, atualmente coreógrafo da premiada Cia Rubens Barbot, com o propósito de iniciarem a pesquisa, o ensaio e o processo criativo de uma nova proposta étnico-racial-religioso que dialogue a oralidade da cultura Afrodescendente com a contemporaneidade do teatro negro.

Em sua primeira incursão com o espetáculo "Cores da Margem", em novembro de 2015, no Centro Cultural Terreiro Contemporâneo, local de Residência da Cia, a repercussão foi tão boa que retornou em janeiro de 2016, para nova temporada.

Em 2016, a Cia tive excelentes temporadas no Centro Cultural Terreiro Contemporâneo/Lapa/Rio de Janeiro; no Teatro Mangueira/Canto da Carambola/Santa Teresa/RJ; na Lona Cultural Jovelina Pérola Negra/Pavuna/Rio e No Teatro do Parque das Ruínas/Santa Teresa/RJ;

Até o momento participou dos seguintes Festivais:

ü IV Festival Nacional de Teatro de Araguari (FESTA/2016) – ganhando 04 (quatro) prêmios: Melhor Ator, Melhor Composição Cênica, Melhor Sonoplastia e Melhor Figurino;

ü XVI Festival de Artes Cênicas de Conselheiro Lafaiete (FACE/2016) - 06 (seis) prêmios: Melhor Ator, Prêmio Especial do Júri para o Ator Carlos Muttalla, Melhor Direção, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Espetáculo Alternativo,

ü VII Festival Nacional de Teatro de Ubá (FETUBA/2017) – 05 Prêmios: Melhor Ator, Melhor Direção e Melhor Figurino na Categoria Monólogo, Melhor Coreografia e Terceiro Melhor Espetáculo do Festival e Diversas indicações.

Ficha Técnica

Concepção: Carlos Muttalla

Texto: Leonardo Dias

Direção: Luiz Monteiro

Coreografia: Luiz Monteiro e Carlos Muttalla

Música: Leonardo Dias

Projeto de Luz: Gzus Lima Mijolas

Figurino (Concepção): Luiz Monteiro

Figurino (Confecção): Rubens Barbot

Visagismo: Luiz Monteiro

Supervisão Artística: Gatto Larsen

Fotografias: Valéria Martins e Wilton Montenegro

Designer Gráfico: Cezar Camboim

Web Designer: Valéria Martins

Produção: Márcia Gomes

Pesquisa Literária: Camila Sabino

Direção Geral: Luiz Monteiro



A Temporada:

Temporada: 02 a 25 de Junho

Dias: sextas, sábados e domingos.

Horário: Sextas e Sábados (às 19h) e domingo (às 18h)

Valor: R$ 20 (Inteira) e R$ 10,00 (Meia e lista amiga)

Local: TEATRO DO CENTRO CULTURAL LAURINDA SANTOS LOBO

Endereço: Rua Monte Alegre, 306 - Santa Teresa, Rio de Janeiro - RJ, 20240-193

Telefone: (21) 2215-0618

Horário de funcionamento: terça a domingo de 14h as 19h

Capacidade: 60 lugares

Classificação: 14 anos

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“O Mambembe” estreia em junho no Teatro João Caetano Dirigido por Rubens Lima Junior, o espetáculo musical trará nomes no elenco como Leo Bahia e Bruno Boer (o Jaiminho de Rocky Story) 



Após a bem-sucedida temporada na Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e a participação no FESTU (Festival Universitário de Teatro), “O Mambembe” reestreia no circuito profissional.
O espetáculo musical, dirigido por Rubens Lima Junior - diretor de sucessos como ‘Fascinante Gershwin’ e ‘The Book of Mormon’ - retorna repaginado, agora no Teatro João Caetano, a partir do dia 3 de junho, às 19h30. 

Com texto de Artur Azevedo e José Piza, e adptação de Alexandre Amorim, que assina as músicas ao lado de Guilherme Menezes, Gabriel Gravina e Guilherme Ashton, a peça conta a história de Laudelina (vivida por Roberta Monção e Giulianna Farias, alternantes), que sonha em ser atriz e acaba viajando com uma trupe mambembe, liderada por Frazão, protagonista interpretado por Leo Bahia. 

A montagem conta ainda com a participação do ator Bruno Boer, que atualmente estrela Jaiminho, na novela Rocky Story, da Rede Globo.



“O Mambembe” fica em cartaz em curta temporada, durante todo o mês de junho, de sexta a segunda. (**) Horários disponíveis no serviço abaixo. 

“Montar esse espetáculo no João Caetano, que nos últimos anos tem se voltado para apresentar musicais, é um grande prazer. Além de ser delicioso voltar pra esse teatro, após quatro anos, que montei lá um dos maiores sucessos da minha carreira, o The Book of Mormon”, afirma o diretor. 




A peça conta com as coreografias de Gabriel Demartine, que também assina como Diretor Residente, a Direção Musical de Guilherme Menezes, Direção de Arte e Cenografia de Cris de Lamare, Direção de Produção da Thayana Blois, os figurinos do Rick Barboza e visagismo do Vitor Martinez.

 Serviço:
Teatro João Caetano 
Endereço: Praça Tiradentes, s/n - Centro 
Estreia: 3 de junho **a peça fica em cartaz até o dia 26 de junho 
Horários: sextas, sábados e segundas, às 19h30 / Domingos, às 18h
Entrada: 40 reais (inteira)

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10 Luas

Espetáculo de Renê Belmonte aborda as questões de relacionamentos, suas alegrias e angústias





Existe uma fórmula de sucesso para uma história de amor? Para Beto e Fabiana, um casal jovem e bonito em conflito, a resposta é não. Vivendo os altos e baixos de uma relação, eles se veem diante de um fato que vai mudar suas vidas. É com esse mote que o enredo de “10 Luas”, peça de Renê Belmonte, autor de “Seu eu Fosse Você 1 e 2” e “Assalto ao Banco Central”, começa. Depois do sucesso da primeira temporada na Casa de Cultura Laura Alvim, o espetáculo chega ao teatro Cesgranrio com novo cenário e formato de apresentação.



No palco, as alegrias, as angústias e os questionamentos pertinentes à vida a dois são abordadas de forma realista, com boas pitadas dramáticas, e alinhavadas com lances de comédia que são conduzidos pelos personagens coadjuvantes. Tudo comandado sob o olhar atento dos diretores Camila Gama e Sandro Pomponet.



Estrelada por Bruna Alvin, Bruno Lamberg, Luciana Malavasi, Francine Flach e Lucca Pougy, “10 Luas” prova, com os diferentes pontos de vista e depoimentos honestos, a importância de entendermos quem somos e o que buscamos, levando o público a se identificar imediatamente.



SERVIÇO:
Sinopse: em “10 Luas”, as crises do jovem casal resultam em novos caminhos e novas formas de amor. Num misto de euforia e indecisões, o riso é a válvula de escape e a graça acidental, assim como na vida real.

Teatro Cesgranrio: Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido.

Tel: 2103-9682

Horário: Sex, sáb e dom, às 20h

Valor: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Duração: 80 min

Classificação Etária: 12 anos

Reestreia: 2 de junho

Temporada: de 2 a 25 de junho


FICHA TÉCNICA:

Texto: Renê Belmonte

Direção: Camila Gama e Sandro Pamponet

Elenco: Bruna Alvin (Fabi), Lucca Pougy (Beto), Luciana Malavasi (Glória e Sandra), Bruno Lamberg (Décio, Ricardo e Davi) , Francine Flach (recepcionista e Tais)

Iluminação: Renato Machado

Cenário: Sandro Pamponet

Figurino: Camila Gama

Trilha Sonora: Sandro Pamponet

Fotógrafo: Ricardo Penna

Produção: Bruna Alvin e Luciana Malavasi

Realização: Fantasia Produções

Assessoria de Imprensa: Multifato Comunicação

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No próximo dia 6 estreia, no Rio, 

“A Cabaça da Existência”


Espetáculo do grupo “Artêros”, inspirado no livro Igbadu, terá temporada carioca em junho no Teatro Casa de Baco, na Lapa



O Grupo de teatro “Artêros”, de Angra dos Reis, está em contagem regressiva para a estreia no palco do teatro Casa de Baco, no próximo dia 6 de junho. O espetáculo “A Cabaça da Existência”, Indicado no ano passado ao prêmio FITA 2016, como destaque especial do júri técnico pelo trabalho de pesquisa, expressão corporal e percussão, estará todas as segundas e terças-feiras de junho na Lapa.

A indicação ao prêmio na FITA foi um dos estopins para a decisão da trupe de levar o espetáculo para a capital. E esta decisão, segundo os números do evento lançado nas redes sociais, tem sido muito bem recebida pelo público. Em uma semana são mais de 40 mil envolvimentos com as publicações do grupo.

Inspirado no livro Igbadu – A Cabaça da Existência, de Adilson de Oxalá, o espetáculo desenvolve um enredo cheio de significações: Olorún - O Senhor supremo do universo resolveu acabar com o ócio reinante em Orún (o céu) e decidiu criar um mundo habitado por seres em tudo semelhantes a ele. Para o empreendimento, convocou todos os orixás e sob o comando de Obatalá, seu primogênito, ordenou que partissem para criar Ayê (a terra). As cenas são permeadas de danças e as narrativas apresentam de forma lúdica a história dos orixás para criação do universo segundo a cultura Ioruba.


As crenças africanas têm um número expressivo de adeptos no Brasil. Orixás como Olorum, Obatalá e Ododuá são encenados de forma impactante pelos atores. A trilha percussiva é um diferencial no espetáculo e conta com críticas positivas. A peça tem como objetivo a valorização e o resgate da cultura afro, abordando questões que fazem reflexões sobre a tolerância religiosa, o empoderamento feminino, o não preconceito e o respeito a todos os seres e crenças.

“Estamos com os ensaios a todo vapor e bastante ansiosos para o início da temporada no Rio”, destacou o ator e idealizador do grupo “Artêros”, Ramon Souza.

Em 2015 “A Cabaça da Existência” teve o reconhecimento da trupe mineira Galpão, que selecionou a cena curta “Cabaça” para o festival que aconteceu em Belo Horizonte. De lá pra cá o espetáculo cresceu e os atores conquistaram total domínio dos personagens, todos densos e vividos num contexto em que concentração e entrega, são fundamentais.


A expectativa da equipe é a de ampliar o resultado positivo do espetáculo, na capital.

“Queremos alcançar um público ainda mais diversificado com o intuito de despertar reflexões. Religiosos, estudiosos, leigos e curiosos serão muito bem vindos ao teatro”, enfatizou a produtora do espetáculo, Carmem Amazonas.

Os “Artêros” com o espetáculo “Cabaça” ganhou o diploma Heloneida Studart de Cultura, honraria entregue aos grupos que atuam no desenvolvimento da cultura no Estado do Rio de Janeiro, concedido pela Assembleia Legislativa (Alerj). A peça também esteve presente no II Festival Escenas Breves, da Casa INJU, em Montevidéu, no Uruguai.

A Cabaça da Existência tem a produção da SpaSophia, o texto de Adilson de Oxalá com adaptação de Felipe Barbosa, direção de Camila Rocha e no elenco: Ramon Souza, Vitória Lopes, Letícia Mendes e Junio Bastos e, ainda, percussão de Marcelo Rasta.

Serviço

Espetáculo: “A CABAÇA DA EXISTÊNCIA”

Todas as segundas e terças-feiras de junho às 19:30h (06 / 12 e 13 / 19 e 20 / 26 e 27)

Classificação: 10 anos

Local: teatro Casa de Baco

Duração: 50 minutos

Endereço: – Rua da Lapa, 243 / Lapa - Rio de Janeiro

Informações: 21 3796-6191 / 21 995942785 / 24 99925-7705

Ingressos: www.sympla.com.br ou na bilheteria do teatro

Preços: R$40.00 – inteira / R$20.00 – meia / R$15.00 lista amiga
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Indicada ao Prêmio Shell por melhor texto, comédia “Brimas”, de Beth Zalcman e Simone Kalil, reestreia no Teatro Candido Mendes dia 2 de junho, 20h

Montagem traz o encontro de duas senhoras imigrantes vindas do Egito e do Líbano para o Brasil, no início do século XX.

A comédia Brimas, de Beth Zalcman e Simone Kalil, retorna ao Teatro Candido Mendes para uma curta temporada que se inicia dia 2 de junho. As sessões acontecem de sexta a domingo, 20h, até o dia 2 de julho. Sob direção de Luiz Antônio Rocha, a peça é sucesso de público e de crítica, e retorna ao Rio após fazer temporada de sucesso em São Paulo e uma turnê por algumas cidades do país.



Vivida pelas atrizes e autoras Beth Zalcman e Simone Kalil, estreou em novembro de 2015, recebendo indicação ao Prêmio Shell na categoria Melhor Texto, e reestreou em janeiro de 2016, recebendo a crítica de Rodrigo Monteiro (Crítica Teatral) “Brimas dá a 2016 um ótimo início de temporada teatral carioca.” Ele acertou na previsão. A aceitação e identidade com a plateia foi imediata, obtendo sucesso de público com sessões esgotadas. Mais de 100 apresentações depois, o sucesso traz “Brimas” de volta ao Rio.

Com afeto, humor, risos, emoção e cumplicidade entre as atrizes e suas personagens, Brimas traz um tema atual: imigração. Através das histórias reais de suas avós, Beth e Simone trazem ao palco Ester e Marion. Ambas saíram jovens de seus países de origem, Egito e Líbano, respectivamente, foram acolhidas no Brasil no início do século passado e com “Fome de tolerância” conforme Macksen Luiz intitula sua crítica no jornal O Globo, entrelaçam suas vidas e histórias recheadas de afeto, amizade e respeito.

“Unidas pelas dificuldades de sobrevivência e pelas diferenças religiosas, Ester (judia) e Marion (cristã maronita), transformam a cozinha num território de paz... A comida, como expressão de afeto, une o que foi separado pela fome das guerras de desunião e preconceito... as atrizes autoras capturam essas vozes do passado para sancionar o presente e evocar as dificuldades da travessia para celebrar a chegada... os tabuleiros adereços de Toninho Lôbo são delicados ícones de religião que presos à parede fazem referência à unidade ecumênica (...) Simone Kalil, com figurino severo, dá tratamento carinhoso a libanesa. Beth Zalcman, com figurino colorido, veste a egípcia com humor solar”. Macksen Luiz - jornal O Globo.

Segundo o crítico Lionel Fischer, a obra e a direção estão “impregnadas de humor e humanidade, mesclando fantasia e realidade, Brimas recebeu uma excelente versão cênica da direção”.

Sinopse – Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

"Muito feliz por ter embarcado nessa viagem, nesse projeto lindo e abençoado! Falamos dos imigrantes que deixam suas pátrias e cruzam o oceano em busca de uma nova pátria. Através do humor vamos falar dessas travessias.” Luiz Antônio Rocha

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. Brimas é falar da possibilidade de encontros, de paz, independente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância.

“A força dessas matriarcas, nossas avós, representando tantos outros imigrantes, tantas outras avós, tantas outras mulheres. Essa peça fala do oriente médio e fala do Brasil. Na verdade, Brimas fala de tudo aquilo que diz respeito ao que há de mais humano em nós: o amor, a saudade, a família, a fé e a alegria.” Emociona-se Simone Kalil, atriz e autora.


FICHA TÉCNICA

Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil

Direção: Luiz Antônio Rocha

Assistente de direção: Valéria Alencar

Cenário: Toninho Lôbo

Figurino: Claudia Goldbach

Iluminação Cênica: Aurélio De Simoni

Preparação de elenco: Beth Zalcman

Programação visual: Leandro Carvalho

Produção executiva: Leandro Carvalho e Lucas Oliveira

Direção de produção: Beth Zalcman, Simone Kalil, Luiz Antônio Rocha e Sandro Rabello

Realização: Diga Sim Produções



Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=DMbbd_vswAk&feature=youtu.be



SERVIÇO

Brimas

Data: 02 de junho

Local: Teatro Candido Mendes

Endereço: Rua Joana angélida, 63 – Telefone - 25233663

Horários: Sexta, sábado e domingo - 20h

Funcionamento da Bilheteria: Seg. a Sáb. de 13h30 às 20h30, dom de 13h30 às 20h

Gênero: Comédia

Duração: 70 minutos

Classificação: Livre

Preços: R$ 60,00 (inteira) R$ 30,00 (meia)

Capacidade: 103 lugares (um lugar para cadeirante)

Vendas: compreingressos.com.br


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Terapia do Riso - Especial 12 anos

Comédia teatral Terapia do Riso completa 12 anos e apresenta novidades ao público

Após um ano longe da Zona Sul, Terapia do Riso faz temporada de 3 meses na Gávea



Crise econômica, dificuldades financeiras, corrupção e o mundo em constante alerta. São tantos problemas que fica a pergunta: Há quanto tempo você não dá uma boa gargalhada? Em meio a tantos desafios, rir parece impossível. Neste contexto, a risada precisa ganhar força e, porque não, espaço. É esse o objetivo da comédia teatral TERAPIA DO RISO, que neste ano completa 12 anos ininterruptos de palco. Com a expressiva marca de 4 milhões de espectadores, o espetáculo prova que acertou no tom e faz o público rir de verdade.

A edição comemorativa“Terapia do Riso – Especial 12 anos”marca o retorno do grupo ao Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea,após um ano longe dos palcos da Zona Sul do Rio. A temporada de três meses estreia no dia 02 de junho, sexta-feira, às 21h, trazendo em cena os atores Israel Linhares, Hellen Suque e Estevam Nabote - selecionado para o Prêmio Multishow de Humor 2017. A novidade fica por conta do retorno dos personagens mais marcantes de todas as edições que, em 70 minutos apresentação, prometem fazer o público ‘chorar de rir’. A temporada comemorativa trará a cada semana uma participação especial e para a estreia o grupo contará com a presença da atriz Guta Stresser interpretando a personagem Maria Augusta, uma mulher com dupla personalidade. “Maria é carola, séria e sisuda. Augusta é profana, escrachada e ‘rock and roll’. Trago à tona uma personagem que criei há mais de vinte anos nas improvisações de grupo de teatro em Curitiba”, adianta Guta. A atriz ressalta ainda a importância e felicidade em fazer parte desta nova montagem: “Acho um luxo participar da peça, um sucesso junto a seu público quente e cativo há tantos anos! Um desafio também, já que estou chegando agora. Volto a escrever sobre Maria Augusta, a me debruçar sobre a personagem e ensaiar para essa empreitada junto os atores da Terapia do Riso”.


A risada continua garantida. “A tradicional abertura da peça mantém o envolvimento da plateia no contexto da história, porém, desta vez, os espectadores serão recebidos de uma só vez pelas personagens Isolda Elétrica, empresaria e completamente surtada; pela enfermeira Gertrudes, mais louca do que seus pacientes do sanatório e, por Laura

Vai Com Tudo”, adianta o ator, comediante e diretor de produção, Israel Linhares.

“Nomes como Susana Pires, Rafael Portugal (Porta dos Fundos), Wagner Trindade (Zorra Total) já fizeram participação nas apresentações daTerapia do Riso. Superamos as dificuldades e nos atentamos em entreter, em fazer rir. Somos uma peça que conta com 200 espectadores, no mínimo, em cada sessão. São pessoas que vão ao teatro com a intenção de entretenimento, para relaxar e gargalhar. Estamos em cartaz há 12 anos sem ter pausa nos teatros. Manter um espetáculo por tanto tempo em cartaz e sem um grande patrocínio não é uma tarefa fácil. É uma vitória e uma história que merece ser comemorada”, analisa Hellen Suque.


SINOPSE

A enfermeira Gertrudes, mais louca do que seus pacientes do sanatório, ensina técnicas e exercícios para relaxar e curar a ansiedade. Laura Vai Com Tudo chega e promete curar todos os males. Entra em cena, então, a empresária surtada Isolda Elétrica, contratada para fazer um treinamento motivacional com a plateia. Começa a terapia! Risada após risada, outros personagens assumem o palco para tratar os “pacientes” com muito humor o estresse e as ansiedades tão comuns na sociedade atual.

O GRUPO

ISRAEL LINHARES é ator graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá. Participou de oficinas e cursos de interpretação para teatro e TV com grandes nomes do meio artístico como: Cininha de Paula, Ignácio Coqueiro, José Wilker, Ana Kfouri, Tininha Araujo, Sergio Penna, entre outros. Teve sua estreia profissional no espetáculo “Os Cegos”, de Michel de Ghelderode, com direção de Cristina Paraiso. Sua carreira alcançou destaque a partir de 2005 quando se lançou como comediante na peça “Terapia do Riso”, da qual ainda integra o elenco de protagonistas e assina a direção de produção. A partir de então, passou a se dedicar ao humor. Israel Linhares também se destacou no espetáculo “Os Indicados”, com direção coletiva. Em 2012, estreou seu primeiro solo a comédia “Eu Sou Eles”, com direção de Wendell Bendelack, em que interpreta oito personagens. Em 2014, inovou ao estrear no Stand Up Comedy #SóPraRir. Na televisão destaca-se sua carreira de apresentador quando esteve à frente do programa “Rotas e Roteiros” durante quatro anos. Israel Linhares também fez participações como ator nos programas “A Grande Familia”, “Casseta e Planeta” e “Escolinha do Gugu”.

Hellen Suque é atriz graduada em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá e interpretação pela CAL – Casa de artes das Laranjeiras. Atua há 12 anos no espetáculo Terapia do Riso, tendo participado como atriz, produtora e autora de personagens em todas as edições. Desempenhou papel de atriz nas peças “Sempre te vi e nunca te amei”, com direção de Anja Bittencout, e, “Auto da barca do inferno”, no festival Rio Cena Contemporânea. Hellen Suque também escreveu e atuou no monólogo ”Salto em fúria”, com direção de Marcus Alvisi. Na televisão participou da novela ”Cama de Gato”, da TV Globo, e da série de 13 episódios Van Bora, exibida na TV Cultura e Canal Brasil. Além de atriz é também roteirista do seriado infantil “O Reino de Clara”, que aguarda negociação com canal de TV.


SERVIÇO
Terapia do Riso – 12 anos.

Onde: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea (Rua: Marquês de São Vicente, 52, Gávea, Rio de Janeiro)

Informações: (21)2274-7246

Temporada: De 02 de junho de 2017 a 27 de agosto de 2017

Dias e Horários: Sexta e Sábado - 21h. Domingo - 20h

Valor do ingresso: R$ 70,00 (sexta) R$80 (sábado e domingo)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 70 minutos


FICHA TÉCNICA

Elenco: Hellen Suque, Israel Linhares, Estevan Naboti

Assistente de Produção: Leandro Portella

Cenário: Coréia Santos

Direção coletiva

Direção de Produção: Hellen Suque e Israel Linhares

Figurino: Leila Porto

Fotografia: Zele Comunicação

Iluminação: Marco Cardi

Produção Executiva: Ricardo Leal

Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra e Sheila Gomes
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BRANCA

Com dramaturgia inédita de Walter Daguerre e direção de Ivan Sugahara, “Branca”segue temporada de 2 a 26 de junho na Sede das Cias, na Lapa

Peça questiona o conceito de identidade a partir do olhar de uma mulher que perdeu a memória




Uma mulher acorda de um coma profundo, sem memória, e não se reconhece na vida que lhe é apresentada. Este é o ponto de partida de “Branca”, espetáculo com texto inédito deWalter Daguerre que segue temporada de 2 a 26 de junho na Sede das Cias, na Lapa, com apresentações de sexta a segunda-feira, às 20h. Dirigida por Ivan Sugahara, a montagem traz no elenco José Karini, Julia Stockler, Karen Coelho e Ludmila Wischansky.

“Branca” conta a história de uma mulher que, após ficar seis meses em coma, tem perda total de memória. Para tentar reintegrá-la à sua antiga rotina, o marido procura por uma terapia especializada e a mulher passa a ter encontros periódicos com uma conceituada profissional. Entretanto, conforme vai sendo reapresentada à vida que levava, a mulher passa a rejeitá-la, como se aquela existência não fosse sua, e deixando evidente a impossibilidade de (re)assumi-la. Essa nova realidade coloca em conflito o marido, a filha adolescente e a terapeuta, que se sente tocada pelos questionamentos e desejos dessa mulher.





O projeto é a primeira idealização da atriz, e agora produtora, Ludmila Wischansky, que lançou o convite ao diretor artístico Ivan Sugahara e ao diretor de produção Sérgio Saboya, para a realização de uma pesquisa e montagem teatral a partir de um texto de autor contemporâneo brasileiro. O resultado dessa pesquisa foi o encontro com a obra inédita de Walter Daguerre: Branca.

“Foi encantamento à primeira leitura. Nesse primeiro projeto, eu tinha o desejo de falar sobre o feminino, mas queria tratar esse tema numa visão sutil, poética e subjetiva, e foi exatamente esse olhar que encontrei no texto de Daguerre”, conta Ludmila.

A direção de Ivan Sugahara valoriza a força do texto e o trabalho dos atores como principais motores da encenação. No palco, os elementos cênicos, a iluminação e a música constroemuma atmosfera etérea, poética e subjetiva que traduz o universo interior da protagonista.

“Fui completamente fuzilado por esse texto. Há muito tempo não lia algo que me arrebatasse tanto. Logo no primeiro contato, fui tomado pela intensidade das palavras e, mesmo sem saber que iria montá-lo, me veio o espetáculo inteiro na cabeça. Isso é raro de acontecer. Tive certeza que o texto é quem que escolhe o diretor”, conta Ivan Sugahara.


DRAMATURGIA

Escrita em 2012, “Branca” é uma investigação teatral sobre famílias e afetos e, ao mesmo tempo, uma pesquisa sobre linguagem. O tema – mulher sem memória que não consegue mais se encaixar em seu passado e seguir com a vida que levava – e a forma – a escrita dramatúrgica aproximada da literatura poética – se complementam à medida que um serve de anteparo à outra: a ideia do sujeito está no centro da discussão.

Por se tratar de um tema que questiona conceitos (memória e sujeito) e valores (família e afeto) consagrados, o dramaturgo Walter Daguerre sentiu-se compelido a também repensar a estrutura da dramaturgia realista. Em “Branca”, o autor aventura-se pela desconstrução dos estilos clássicos, optando por flertar com gêneros literários, sobretudo o poético – com passagens em verso, canções e rebelde quanto às normas gramaticais – e explora as nuances internas de um ser em relação a outro, exibindo as distâncias entre o pensar, o falar e o agir.



“A subjetividade, sobretudo da mulher que perdeu a memória, é exposta por ela mesma num fluxo narrativo ininterrupto e visceral. ‘Branca’ é, no final das contas, um mergulho na escuridão. Estamos todos penetrando nas sombras, tanto do inconsciente – da mulher sem memória, da família atormentada, da terapeuta destituída de certezas – quanto da linguagem”, completa Daguerre.

“Branca” é apresentada e patrocinada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo à cultura - Lei do ISS, pelas empresas Tecnenge Tecnologia de Engenharia, Eiffel, Comissaria Aérea do Rio de Janeiro. Conta com o apoio institucional do Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro e o Teatro Glaucio Gill.

FICHA TÉCNICA
Elenco: José Karini, Julia Stockler, Karen Coelho e Ludmila Wischansky
Texto: Walter Daguerre. Direção: Ivan Sugahara. Assistência de Direção: Bia Bertu
Direção de Movimento e Preparação Corporal: Simone Nobre. Cenografia: Carolina Sugahara. Iluminação: Paulo Cesar Medeiros. Figurino: Tarsila Takahashi. Música Original: Marcello H
Comunicação Visual: Bruno Dante. Fotografia: Renato Mangolin. Produção Executiva: Maria Albergaria
Direção de Produção: Sérgio Saboya. Realização: Galharufa Produções & Rendezvous Produções. Idealização: Ludmila Wischansky


BRANCA
Sede das Cias – Rua Manoel Carneiro 10, Lapa. Escadaria do Selarón. Tel. (21) 2137-1271.
Temporada: de 2 a 26 de junho – de sexta a segunda-feira, às 20h.
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia e lista amiga). Duração: 90 minutos. Classificação indicativa: 14 anos.
Lista amiga: www.facebook.com/espetaculobranca

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“Pé na Porta” estreia nova temporada no Rio de Janeiro com Bruna Campello e Léo Castro

Estrelado por Bruna Campello e Léo Castro, com direção geral de Fernando Caruso e dirigido por Amanda Paiva, o Pé na Porta Comedy Show estreia sua terceira temporada dia 02 de junho, no Teatro dos Grandes Atores, no Shopping Barra Square, Barra da Tijuca.
Numa proposta de teatro interativo, o espetáculo leva o público ao delírio com os humoristas, dando vida a vários personagens como o Traficante Empreendedor, Zem Zem, um diretor nervoso da Escola de Samba Unidos da Tijuca, Peludo, o Goleiro Felpudo, a Cleptomaníaca Socialight Decadente, a Peppa Frenética e os Professores sem noção do Jardim de Infância.

O retorno aos palcos tem tudo para repetir o sucesso da primeira temporada que durou seis meses e, mesmo em um horário alternativo, conquistou público e crítica, levando os atores a participar do Jô Soares, Encontro com Fátima Bernardes e o Samba de Primeira.



Casados, Bruna Campello e Léo Castro dividem o palco. Bruna, que além de atriz é bailarina, integra o elenco do programa Treme Treme e participou do quadro “Quem chega Lá?”, no Domingão do Faustão. Léo já fez Zorra Total, participou do quadro “Quem chega lá?” no Domingão do Faustão e do Prêmio Multishow de Humor, fez parte do programa de humor Xilindró e integrou o elenco do Partiu Shopping com Tom Cavalcante, Danielle Winnits e Monique Alfradique.

Com produção executiva da Brothers Produções, o espetáculo terá exibição nas sextas e sábados, às 21 h, e nos domingos às 20h.

Serviço:
Pé na Porta Comedy Show
Estrelando Bruna Campello e Léo Castro
Direção Geral: Fernando Caruso
Direção: Amanda Paiva
Teatro dos Grandes Atores no Barra Square Shopping Center
Avenida das Américas, 3.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Estreia: 02 de junho (sexta-feira)
Temporada: Junho e Julho
Sextas e sábados às 21h | Domingos às 20h

Ingresso inteira: R$70,00 (sexta-feira e domingo) e R$80,00 (sábado)Venda on-line pelo www.divertix.com.br
Informações: 21 3325-1645 no WhatsApp (21) 98814-8334
Rede Social: www.facebook.com/PeNaPortaComedyShow
Realização: Brothers Produções
Duração: 70 minutos
Censura 14 anos

Ficha Técnica
Elenco: Bruna Campello e Léo Castro
Direção Geral: Fernando Caruso
Direção: Amanda Paiva
Direção de Movimento: Luciana Carnout
Direção Executiva: Rafael Aguiar e Geísa Aguiar
Texto: Bruna Campello, Leo Castro e Hugo Leandro e Paula Rocha
Supervisão de dramaturgia: Paula Rocha
Assistente de produção: Philippe Cavalcanti
Figurino: Márcia Ferreira Braga
Fotografia: Alex Gaudêncio
Iluminação: Wagner Azevedo
Designer Gráfico: Victor Bezerra
Produção: Wellington Júnior, Claudia Mattos e Monique Jales.
Realização: Brothers Produções

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MULHERES DE BUÇO



O espetáculo Mulheres de buço foi prorrogado até 4 de junho, no Teatro Tablado, na Lagoa. Após uma temporada de enorme sucesso, com casa lotada em todas as sessões, a montagem mostra que está em sintonia com todo ardor da juventude atual.

Tendo como cenário o camarim de uma apresentação, momentos antes de começar o show, as personagens se deparam com dúvidas, questões, medos, euforias, memórias, inquietações e expectativas. Questões relacionadas às dificuldades de se trabalhar em grupo e às particularidades femininas transbordam.

Mulheres de buço é dirigida por Julia Stockler e Laura Araújo e sua dramaturgia foi construída a partir de experiências coletivas e particulares do grupo, com a colaboração das diretoras. No elenco, Beatriz Morgana, Carolina Repetto, Clarice Sauma, Joana Castro, Lilia Wodraschka, Lucia Barros e Manuela Llerena.

A trilha musical é formada pelas composições originais do coletivo e também por músicas autorais do diretor musical Pedro Mib, tocadas ao vivo pela Sapabanda das Mulheres de Buço, composta por Silvia Autuori, Emilia B. Rodrigues e Fernanda Pozzobon.

Sobre o Mulheres de Buço

Um coletivo que, por meio de experiências cênicas, questiona os papéis políticos e sociais na conjuntura atual a partir da ótica feminista. Seu primeiro trabalho, o esquete Ordem e Progresso, data de 2014. Baseado no conto O Homem da Cabeça de Papelão, de João do Rio, foi premiado no Festival de Teatro Universitário (FESTU) como Melhor Iluminação e indicado a Melhor Texto e Melhor Esquete por júri popular. No ano seguinte, o grupo se apesentou no mesmo festival com os esquetes, também autorais: Amora (o conflito amoroso entre duas jovens) e Carmem (a história de uma prostituta). Este último recebeu indicações para Melhor Atriz e Melhor Cenário .

No final de 2015, o grupo começou a desenvolver um projeto musical, que hoje se estabelece como funk-punk-rock, transitando entre o teatro e a música.

Foi assim que, em 2016, o coletivo Mulheres de Buço, sete atrizes e três musicistas, se firmou como um grupo que realiza shows performáticos com letras e músicas autorais. A partir do envolvimento com a música, a linguagem do grupo se estabeleceu. “O envolvimento com letras musicais que falam sobre a mulher de forma direta e sem meias palavras, fez com que a gente assumisse a questão feminista no nosso discurso”, afirma Lucia Barros, atriz-fundadora.


Para a companhia, articulada horizontalmente, sem hierarquia, a música e as performances teatrais são igualmente importantes na composição dos shows e das peças de teatro.

Temporada: até 4 de junho
Dias e horário: sábado e domingo — 21h

Entrada: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Bilheteria: sábados e domingos — 19h30min às 21h

Classificação: 16 anos

Teatro O Tablado
Av. Lineu de Paula Machado, 795 — Lagoa — Rio de Janeiro


EQUIPE

Direção: Julia Stockler e Laura Araujo

Dramaturgia: Coletivo Mulheres de Buço

Elenco: Beatriz Morgana; Carolina Repetto; Clarice Sauma; Joana Castro; Lilia Wodraschka; Lucia Barros; Manuela Llerena;

Banda: Emília B. Rodrigues – bateria; Fernanda Pozzobon – baixo e guitarra; Silvia Autuori – violino e baixo

Cenografia: Lully Villar

Figurino: Marianna Pastori

Direção Musical: Pedro Mib

Músicas Originais: Mulheres de Buço

Iluminação: Gabriel Prieto

Arte Gráfica: Eduarda Freire

Projeções: Lourenço Parente

Preparação Vocal: Antonio Autuori

Assistência de Cenário: Java Mayan

Assistência de Figurino: Isis Pessino

Operação de Som: Luana Valentim

Cenotécnico: Dêro Martins

Cenotécnico: Dêro Martins

Contrarregras: Felipe Sampaio, Renan Siqueira, Danilo Lobo e Luiz Madalena

Comunicação: Gisela Duarte

Administração: Cris Chevriet

Produção dos Shows: Paula Rosa e Ana Saad

Direção de Produção: Julianna Firme

Realização: Coletivo Mulheres de Buço

Assessoria de Imprensa: Luciana Duque


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FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO NO TEATRO


Entre fanatismo e hipocrisia, Batistério revisita a parábola bíblica do filho pródigo na atualidade.



Peça volta aos palcos na Sede das Cias, de 2 a 31 de maio.



BATISTÉRIO

2 a 31 de maio de 2017 (terças e quartas)


20h
Sede das Cias
Direção e Texto: João Cícero
Elenco: Ana Paula Novellino, 
Evandro Manchini, 
Laura Nielsen e Ricardo Ricco Lima




Após a estreia de sucesso em fevereiro deste ano, no Teatro do Centro Municipal Sérgio Porto, e uma temporada de casa cheia no Teatro Ziembinski, “Batistério” volta ao palco, de 2 a 31 de maio, na Sede das Cias, na Lapa. O espetáculo é o trabalho mais recente do autor e diretor João Cícero, indicado aos Prêmios Cesgranrio e Questão de Crítica, em 2015, pela dramaturgia da peça "Sexo Neutro". O drama “Batistério” parte do clássico texto Rosmersholm, de Henrik Ibsen (contextualizado no protestantismo norueguês do século XIX), com um tema oportuno nos dias atuais: o fundamentalismo religioso em um mundo cada vez mais diverso. A peça fica em cartaz às terças e quartas-feiras, às 20h.



Partindo de um drama familiar, Batistério revisita a parábola bíblica do filho pródigo na contemporaneidade. O espetáculo conta o reencontro de Davi com seu pai, o Pastor Jacó, e sua mãe, em um sítio no interior do Brasil, onde os mesmos vivem com uma jovem agregada da família. A peça tematiza a consanguinidade (filiação e nascimento) no mundo atual, aprofundando o debate acerca dos costumes e da moral em nossa sociedade.



Em cena estão as revelações e os conflitos afetivos de uma família de religiosos, passando por temas como aborto, suicídio, adultério e fundamentalismo religioso. “Por meio de uma fábula contemporânea, procuro também denunciar uma prática tão intolerável como recorrente: a violência velada contra a mulher”, conta Cícero. O elenco reúne Ana Paula Novellino, Evandro Manchini, Laura Nielsen e Ricardo Ricco Lima.



AUTOR/DIRETOR


João Cícero é dramaturgo, diretor, historiador e crítico de teatro e arte. Em 2015 escreveu e dirigiu a peça Sexo Neutro, que cumpriu temporada no CCBB - RJ e foi indicado na categoria Melhor Dramaturgia ao Prêmio Questão de Crítica e ao Prêmio Cesgranrio. Em 2012, ganhou o prêmio literário por As Chuvas de Janaína, pela Biblioteca Nacional. Foi dramaturgista da peça Tragédia Brasileira (dirigida por Nuno Gil – Teatro Nelson Rodrigues - Out/2010); dirigiu o show Uma Vontade Louca de Gritar pela Rua, em homenagem a Ângela Maria, em Out/2008, no Teatro Café Pequeno; dirigiu e escreveu o musical infantil Menininha, que ficou em cartaz no CCBB -Rio e Brasília, no Oi Futuro BH e fez turnê pelo Brasil participando do Projeto Palco Giratório do Sesc – Circulação Nacional. Formado em Artes Cênicas – Teoria do teatro – UNIRIO/2007; Mestre em Artes Cênicas – UNIRIO/2009; Doutor em Historia da Arte – PUC-RJ/2015; Foi professor de Artes Cênicas e de História da Arte, na faculdade Senai - CETIQT e atualmente é professor de História do Teatro na Faculdade CAL.



SINOPSE

A partir do reencontro de Davi com seus pais, são abordados temas como aborto, suicídio, adultério e religiosidade.

FICHA TÉCNICA
TEXTO E DIREÇÃO: João Cícero

ELENCO: Ana Paula Novellino (Rute), Evandro Manchini (Davi), Laura Nielsen (Hilda) e Ricardo Ricco Lima (Pastor Jacó).

ILUMINAÇÃO: Tomás Ribas

DIREÇÃO DE ARTE: Ticiana Passos

DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Laura Samy

TRILHA SONORA ORIGINAL: Márcio Pizzi

FOTOGRAFIAS: Felipe O’Neill

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Roberto Jerônimo

IDEALIZAÇÃO: Evandro Manchini e João Cícero



SERVIÇO



Batistério
Data: 2 a 31 de maio de 2017(terças e quartas-feiras)
Hora: 20h
Local: Sede das Cias
Endereço: Rua Manoel Carneiro, 12 - Escadaria do Selarón – Lapa - Rio de Janeiro

Tel.: (21) 2137-1271
Ingressos: 20 reais (Inteira) 10 reais (meia)
Classificação etária: 16 anos
Duração: 50 min.


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Coletivo Bonobando volta ao cartaz com o elogiado espetáculo ‘Cidade Correria’, a partir de 17 de maio, no Teatro Ipanema







Com direção de Adriana Schneider e Lucas Oradovschi, montagem põe em cena as urgências cotidianas de quem vive em uma grande cidade.

A dramaturgia foi criada coletivamente a partir de imagens, filmes, histórias de vida dos artistas e contos literários



“Em cena aberta. Jovens atores da periferia compuseram uma arena política. Muito mais do que política: lírica raivosa idem. De enfrentamento coletivo. Chegam tomando nossos pulsos nervosos. Grave o nome do grupo: Bonobando." (Marcelino Freire, escrito.

“Um projeto incrível resultado da junção de residência artística, formação, criação, produção, apresentação e circulação pela cidade.” (Luiz Felipe Reis, jornalista de cultura do jornal O Globo)

“Ser plateia deste espetáculo é entrar de um jeito e não ter ideia do que está por vir. Atropelado por carros e cafifas. Banhado por sangue e suor. Coberto de porrada e poesia.” (George Luis Prata, ator)

Formado por jovens de territórios populares do Rio, o Coletivo Bonobando chamou a atenção de público e crítica no ano passado com a apresentação do contundente Cidade Correria, espetáculo de criação coletiva e direção de Adriana Schneider e Lucas Oradovschi, que volta ao cartaz, dia 17 de maio, para curta temporada no Teatro Ipanema, ação financiada por pessoas físicas através de projeto de benfeitoria. Com apresentações lotadas, a montagem apresenta uma cidade caótica, com cenas que transbordam urgências cotidianas, contradições, alegrias, delírios, feridas e potências. No mesmo teatro, o grupo estreia seu primeiro espetáculo infantojuvenil, em parceria com o Jongo da Serrinha e o Cordão do Boitatá: Jongo Mamulengo, que fica em cartaz de 27 de maio a 25 de junho, levando ao público um trabalho que une samba, jongo e bonecos feitos especialmente pelo Mestre Zé Lopes, mamulengueiro pernambucano.


O Coletivo Bonobando surgiu em 2014 a partir de uma residência artística realizada na Arena Carioca Dicró, na Penha. ‘Cidade correria’ é fruto de trabalho coletivo, inspirado em imagens, filmes, situações cotidianas, histórias de vida dos atores e contos literários de Mia Couto, João do Rio, entre outros. O processo envolveu intensa formação, com treinamento diário com máscaras balinesas, ministrado por Lucas Oradovschi, que recebeu visitas de Ana Achcar, Fabianna de Mello e Sousa e Luiz André Alvim. O coletivo também fez oficinas, realizadas especialmente para o grupo, de palhaço, de bufão, de ator-narrador e de jogos teatrais com João Carlos Artigos, Sergio Machado, Julio Adrião e Juliana Jardim.

O espetáculo circulou por todas as Arenas Cariocas em 2015 e realizou uma temporada de sucesso no Espaço Sérgio Porto no ano passado. “O espetáculo procura retratar como é viver na cidade na perspectiva dos jovens da periferia. A gente fala muito de extermínio da população pobre, sobre as fronteiras invisíveis que exitem nas ruas, as políticas higienistas. Criamos uma cidade inventada, que não tem nome, mas poderia ser o Rio de Janeiro”, explica o diretor Lucas Oradovschi. “Não nos interessa ser uma companhia de um só lugar. O Bonobando é um coletivo que se desloca pela cidade. Somos um grupo diverso, de experiências múltiplas. Queremos problematizar a cidade como um todo”, completa a diretora Adriana Schneider.

A direção artística e preparação dos atores (10 jovens entre 20 e 29 anos) foram realizadas por Adriana Schneider, Lucas Oradovschi,

Ricardo Cotrim, Mariana Mordente e Cátia Costa. Parte do processo envolveu o artista Thiago Florencio que conduziu uma experiência a partir de seu trabalho sobre objetos em deriva etnográfica e suas relações com espaços marcados por feridas coloniais. Este trabalho resultou em performances e instalações realizadas na favela da Vila Cruzeiro.

Sobre o Bonobado

O Coletivo Bonobando é um projeto pioneiro na cidade, com uma metodologia baseada na interlocução entre os saberes locais e acadêmicos. Formado pelas relações em rede, o grupo, que conta com 10 atores entre 20 e 29 anos, trabalha para a construção do conhecimento compartilhado e, através da arte, abordar questões contundentes do Brasil contemporâneo, redimensionando as fronteiras entre estética e política. Criado em 2014, o coletivo foi o primeiro a surgir a partir de uma residência artística em uma das arenas municipais, a Arena Carioca Dicró, na Penha

Sinopse

‘Cidade correria’ é fruto de trabalho radicalmente coletivo, inspirado em imagens, filmes, situações cotidianas, histórias de vida e contos literários. O espetáculo não é uma história, é uma invasão, um transbordamento de nossas urgências cotidianas, nossas contradições, alegrias, delírios, feridas e potências. Uma cidade inventada, em deriva, que poderia ser a nossa cidade, ou qualquer cidade. Sejam bem-vindos à cidade caos, cidade contradição, cidade maravilhosa, cidade impedida, cidade carnaval, cidade invenção, cidade revolução. Cidade Correria.

Ficha Técnica:

Concepção e dramaturgia: Coletivo Bonobando

Direção: Adriana Schneider e Lucas Oradovschi

Com: Daniela Joyce, Hugo Bernardo, Igor da Silva, Jardila Baptista, Karla Suarez, Livia Laso, Marcelo Magano, Patrick Sonata, Thiago Rosa, Vanessa Rocha. Atriz substituta: Camila Krishna.

Metodologia de dramaturgia: Adriana Schneider

Direção de movimento: Cátia Costa e Mariana Mordente

Direção musical e trilha original: Ricardo Cotrim

Funk “Xô sai pra lá”: Marcelo Magano e Ricardo Cotrim

Direção de arte: Fabiana Mimura

Iluminação: Nina Balbi

Preparação corporal: Cátia Costa

Treinamento de máscaras balinesas: Lucas Oradovschi

Assistência de arte: Filipe Duarte

Direção de produção: Karla Suarez

Produção executiva: Marcelo de Brito

Comunicação: Karla Suarez e Marcelo Magano

Textos da pesquisa: O bebê de tarlatana rosa, de João do Rio; A última chuva do prisioneiro, de Mia Couto; O duelo entre a criança que diz sim e a cidade que diz não, de Thiago Rosa; Banzeiro, de Ricardo Cotrim; Cidade Correria 1, de Thiago Florencio; Cidade Correria 2, de Daniel Guimarães.



Serviço

Teatro Ipanema: Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema

Telefone: 2267-3750

Temporada: de 17 de maio a 18 de junho

Dias e horários: quartas e quintas, às 20h

Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 192 pessoas

Duração: 1 hora

Classificação indicativa: 12 anos

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Peça ‘O Cândido Chico Xavier’ estreia no Rio

A vida do médium Chico Xavier poderá ser vista a partir de 2 de maio no Teatro Vannucci, na Gávea. A direção é de Ana Rosa. A montagem é da mesma produtora de ‘Allan Kardec’, há cinco anos em cartaz e assistida por mais de 200 
mil espectadores. Uma linda história de amor e fé será contada nos palcos!

Em seu quinto ano de temporada com o espetáculo de sucesso de público "Allan Kardec - Um olhar para a eternidade" - já visto por cerca de 200 mil pessoas em apresentações por mais de 80 cidades do Brasil -, a Arantes e Ama Produções dão pontapé inicial a mais um projeto que promete repetir o mesmo empenho. A peça “O Cândido Chico Xavier”, de Flávio Serra, estreia 2 de maio, no Teatro Vannucci (Shopping da Gávea). A direção é da talentosa Ana Rosa, que também dirige “Allan Kardec” e “Violetas na janela” – esta última é sucesso há cerca de 20 anos. No elenco: Rogério Fabiano, Érica Collares, Ana Carolina Rainha, Cláudio Gardin e Antônio Pina – todos atuam em “Allan Kardec”. A peça ficará em cartaz às terças e quartas, às 21h, e às quintas-feiras, às 18h. Com temporada prevista até 27 de julho. A classificação é livre.



“O Cândido Chico Xavier” narra a vida do médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do espiritismo, o Francisco Cândido Xavier. De sua infância à morte, com o passo a passo de sua fé e da dedicação à Doutrina Espírita, dos seus estudos e do seu desenvolvimento da psicografia. Para Ana Rosa, dirigir a peça é muita responsabilidade, mas, também, uma felicidade, pois conheceu Chico Xavier. “Dirigir uma peça sobre Chico Xavier é uma responsabilidade enorme. Tive o prazer e a alegria de conhecer o Chico pessoalmente e, felizmente, comecei a estudar o Espiritismo há mais de 40 anos. O trabalho de direção nessa trilogia “Violetas na janela”, “O Cândido Chico Xavier” e “Allan Kardec - Um olhar para a eternidade”, é, em parte, resultado de todos esses anos na Doutrina Espírita. Acho, inclusive, que ‘o pessoal lá de cima’ me dá uma força tremenda na retaguarda”, diz Ana, que, recentemente, estava no ar na novela da nove da Globo “A lei do amor”. Em 1997, ela entrou para o Guiness Book como a atriz recordista de telenovelas.

Ana Rosa torce por uma trajetória bem longa: “Minha expectativa é de que ‘O Cândido’, uma homenagem ao Chico, alcance o objetivo de mostrar a quem não o conhece a magnitude desse espírito e de difundir a sua obra. Espero que o espetáculo tenha uma carreira longa, como os dois outros dirigidos por mim”. Em cena, o público poderá conferir a história emocionante desse brasileiro, nascido de uma família humilde, na cidade de Pedro Leopoldo (interior de Minas Gerais), que perdeu a mãe ainda menino; os abusos que sofreu de sua madrinha, que cuidou dele por um tempo; e a perseguição que aguentou daqueles que não acreditavam em seu dom de ver e ouvir espíritos. Numa das passagens do texto que a plateia verá, certa vez, o padre Scarzelli, descrente do talento de Chico, o mandou rezar mil Ave-Marias por conta do que ela taxava como “fantasias de menino”.

Mais que uma missão de amor, o ator Rogério Fabiano, que encarna Chico Xavier na ficção, considera o novo projeto uma mensagem de esperança. “Depois de cinco anos de ‘Kardec’, levar a vida de Chico para os teatros continua sendo uma mensagem de paz, de um mundo melhor, de fé, de bondade das pessoas com o mundo e de ajuda ao próximo. O Chico, um grande homem, representa muito a esperança, e é uma missão muito especial, porque a peça tem compromisso com a verdade”, frisa ele, também produtor.

O texto, claro, relata o contato e a adesão de Chico à Doutrina Espírita, aos 17 anos, quando iniciou no estudo do Espiritismo. A partir daí, dedicou-se a ajudar os mais necessitados - nem mesmo a catarata obscura, aos 21, o impediu de seguir em frente. Por sua mediunidade começou a psicografar mensagens que foram publicadas em jornais.


O encontro com seu mentor espiritual Emannuel, a parceria longa com o também médium Waldo Vieira, a indicação ao Prêmio Nobel da Paz e os mais de 400 livros escritos, todos com rendas revertidas à caridade, são muitos dos momentos marcantes.

Sobre o elenco e a produção

A Arantes e Amar Produções esperam repetir o mesmo êxito e a vida longa de “Allan Kardec”, que continua em turnê paralelamente à “O Cândido Chico Xavier”. Para a atriz e produtora Érica Collares, os projetos representam uma missão de amor. “Encaro a montagem desse novo espetáculo com uma missão de amor, começou com ‘Kardec’ e, agora, com ‘O Cândido’. É uma história linda que contarei de uma alma tão pura, de uma alma de amor, como essa, do Chico. Para mim, é uma verdadeira missão mesmo. Estou muito feliz de poder contar essa história para todo mundo”, comemora ela, que vive a mãe, Dona Maria, e a madrasta, Cidália, e outras personagens 
na trama.
Os atores Ana Carolina Rainha, Antônio Pina e Claudio Gardin se revezam em vários papéis importantes. Como Ana Carolina que faz a tia Rita, a professora Rosália e outras personagens; Antônio Pina que interpreta o irmão Moacyr, o médium Waldo e outros; e Claudio que atua como o pai, Seu João, o Padre Scarzelli, entre outras figuras.

Uma peça que promete ser inesquecível!

Serviço:
"O Cândido Chico Xavier" – Estreia 2 de maio.
Texto: Flávio Serra. Direção: Ana Rosa. Elenco: Rogério Fabiano, Érica Collares, Ana Carolina Rainha, Cláudio Gardin e Antônio Pina. Sinopse: a vida do médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do espiritismo, o Francisco Cândido Xavier. De sua infância à morte, com o passo a passo de sua fé e da dedicação à Doutrina Espírita, dos seus estudos e do seu desenvolvimento da psicografia. 
Terça e quarta, às 21h, e quinta às 18h.
Ingresso: R$ 70
Duração: 90 minutos.
Classificação: livre.
Temporada prevista até 27 de julho.
Teatro Vannucci – Rua Marquês de São Vicente 52, Gávea (Shopping da Gávea) – Telefone: 2274-7246.
Funcionamento da bilheteria: terça a domingo das 14h às 21h.
Capacidade: 400 espectadores 

FICHA TÉCNICA
Texto: Flávio Serra.
Direção: Ana Rosa.
Elenco: Rogério Fabiano, Érica Collares, Ana Carolina Rainha e Antônio Pina.
Direção de Arte e Luz: Guillermo Luis.
Iluminação: Carlos Alberto Boschini.
Operador de Luz e Vídeos: Marcelo Pirillo.
Cenário, figurinos e adereços: Francisco Emanuel Leite.
Assessoria de imprensa: Valéria Souza.
Produção: Érica Collares e Rogério Fabiano.

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Coletivo Bonobando estreia seu primeiro infanto-juvenil,‘Jongo Mamulengo’, dia 27 de maio, no TEATRO IPANEMA


Numa celebração à cultura brasileira, com foco em três patrimônios imateriais do país, o Coletivo Bonobando apresenta seu primeiro infantojuvenil: o espetáculo JONGO MAMULENGO, parceria com o Jongo da Serrinha e o Cordão do Boitatá, que estreia dia 27 de maio, no Teatro Ipanema, com direção de Adriana Schneider. Na montagem, o jongo, o samba e o mamulengo são os protagonistas da história contada por atores, músicos e os bonecos, que representam importantes figuras históricas como Vovó Maria Joana, Mestre Darcy, Silas de Oliveira, Tia Ciata, Clara Nunes, Dona Ivone Lara e Princesa Isabel, confeccionados especialmente pelo Mestre Zé Lopes, mamulengueiro pernambucano. No palco, integrantes do Jongo da Serrinha e do Cordão do Boitatá também estarão em cena tocando e dançando.



Ficha Técnica:

Dramaturgia e texto: Coletivo Bonobando
Com: Karla Suarez, Lívia Laso, Marcelo Magano, Patrick Sonata e Thiago Rosa

Músicos: Anderson Vilmar, Cristiane Cotrim, Lazir Sinval, Luisa Marmello, Luiz Flavio Tournillon Alcofra, Ricardo Cotrim e Thiago Queiroz
Direção e metodologia de dramaturgia: Adriana Schneider
Colaboração: Lucas Oradovschi
Bonecos: Mestre Zé Lopes, Adrianna Trivelato e Thiago Rosa
Direção musical: Lazir Sinval, Luisa Marmello e Ricardo Cotrim
Figurino, cenário e adereços: Adrianna Trivelato
Concepção do projeto: Dyonne Boy
Iluminação: Lelê Santiago e Lucas Oradovschi
Produção: Karla Suarez
Assistência de produção: Damiana Alves
Produção executiva: Dyonne Boy e Marcelo de Brito
Comunicação: Hugo Bernardo, Karla Suarez, Lívia Laso e Marcelo Magano
Assessoria de imprensa: Rachel Almeida
Artes: Alcinoo Giandinoto
Realização: Jongo da Serrinha, Coletivo Bonobando, Grupo Pedras de Teatro e Cordão do Boitatá

Serviço:

TEATRO IPANEMA: Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema

Telefone: 2267-3750

Temporada: de 27 de maio a 18 de junho

Dias e horários: sábados e domingos, às 16h

Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 193 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: livre

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ELA É MEU MARIDO" SEGUE EM CARTAZ  NA  BARRA

 O elenco da peça “Ela é meu marido” conta agora com a atriz

Julianne Trevisol contracenando com Bia Guedes


A peça “Ela é meu marido” segue em cartaz até o dia 28 de maio, no Teatro dos Grandes Atores, no Shopping Barra Square, desta vez com a atriz Julianne Trevisol contracenando com Bia Guedes, que está no elenco desde o início da produção. A comédia dirigida por Diego Molina foi sucesso nas temporadas no Teatro dos 4, na Gávea, e no Bangu Shopping. A fragilidade dos relacionamentos amorosos nos tempos de hoje é um dos temas abordados no segundo espetáculo teatral de Nelito Fernandes e Martha Mendonça, dois autores do Sensacionalista. A temporada vai até 28 de maio, com sessões às 21h nas sextas e nos sábados, e às 20h nos domingos.

A comédia aborda o relacionamento de duas amigas do tempo de escola, Drica (Julianne Trevisol) e Nanda (Bia Guedes). Apesar de já terem passado dos 30 anos, as personagens demonstram uma imaturidade afetiva que, de algum modo, as impede de se realizarem no campo amoroso. Desesperadas, numa tentativa de “se reinventarem”, elas encontram uma aparente solução para seus problemas decidindo casar-se uma com a outra, apesar do ardente desejo que nutrem pelo sexo oposto.

Jullianne está animada com a oportunidade de participar da montagem: “Fiquei muito feliz com o convite. Além de ser uma comédia com texto leve, a peça te leva a um reflexão sobre a fragilidade das relações”.

Segundo Renato Mello, do site Botequim Cultural, “Ela é Meu Marido” resulta numa comédia eficiente, que cumpre o que dela se espera: humor inteligente, conteúdo e capacidade de gerar reflexões.

SINOPSE


A peça tem dupla função: fazer rir e fazer pensar."Ela é meu marido" tem o objetivo de divertir, ao mesmo tempo em que discute o preconceito. A sexualidade, elas percebem, não é uma questão de escolha. O relacionamento das duas mostra ainda que os problemas do casamento não são uma questão de gênero, mas algo próprio da convivência entre seres humanos. Não são os homens os culpados da infelicidade das personagens, mas a dificuldade geral de conviver e aceitar o outro.

SERVIÇO

Comédia "Ela é meu marido"

Local: Teatro dos Grandes Atores

Endereço: Shopping Barra Square - Lojas 116 E 117 SS | Av. das Américas3.555- Barra
Telefone: 3325-1645

Temporada: de 24 de março até o final de maio, de sexta a domingo

Horários: sextas e sábados, às 21h; domingos, às 20h
Ingressos: R$ 80

Censura: 14 anos

Duração: 1h10


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“Adeus, Palhaços Mortos”, direção e adaptação de José Roberto Jardim a partir da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do premiado dramaturgo romeno Matei Visniec, estreia dia 4 de maio, no Sesc Copacabana.

“Adeus, Palhaços Mortos” foi um dos maiores sucessos da temporada teatral de 2016 na cidade de São Paulo. Cumpriu 2 temporadas, uma no Centro Cultural São Paulo e outra no TUSP - Teatro da USP. Além disso teve ótima recepção na crítica especializada como atestam a conquista do Prêmio Shell SP de Melhor Cenário; as 4 indicações ao Prêmio Aplauso Brasil (Melhor Figurino, Melhor Atriz, Melhor Direção e Melhor Espetáculo de Grupo); as 4 estrelas conferidas pelo guia da Veja SP; a escolha da peça como um dos 3 melhores espetáculos do ano pelos críticos do Guia d'O Estado de São Paulo; e o convite para o Festival Internacional World Stage Design 2017 que se realizará em julho na cidade de Taipei, em Taiwan.

 O espetáculo é uma adaptação da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do premiado dramaturgo romeno Matei Visniec. Neste espetáculo a companhia teatral Academia de Palhaços faz uma releitura crítica de seus nove anos de trajetória artística no universo do teatro popular circense, a partir da provocação de um dos mais promissores diretores da cena contemporânea paulistana: José Roberto Jardim.

A obra expõe de maneira provocativa e impactante três velhos palhaços de circo que acidentalmente se reencontram, depois de muitos anos, na antessala de uma agência de empregos. Eles sabem que só um será escolhido. Então suas amizades, memórias, segredos, pequenezas e vilanias serão expostos, criando, dessa maneira, uma ode ao ofício do ator e uma profunda reflexão sobre os fundamentos filosóficos da carreira artística. A sala de espera desse teste de casting, que nunca acontece, se revela um não-lugar, um limbo onde estas três figuras se veem condenadas a rever suas escolhas éticas e estéticas, num exercício infinito de reflexão sobre a resiliência do artista, a urgência da Arte e a sacralidade do ofício.

As cenas se encadeiam em uma sequência de Tableaux Vivants nos quais a estaticidade dos corpos em embate dialético com a fluidez das composições vocais, criam recortes descontínuos no espaço-tempo, deslocando abruptamente a percepção do espectador entre lembranças doces de uma vida devotada à arte e o medo do futuro de incertezas, decadência e morte.

O espaço cênico que abriga esta encenação é um cubo cuja face frontal e as duas faces laterais são fechadas por uma fina tela que recebe a cada cena diferentes vídeo-projeções mapeadas que ora revelam e ora escondem os atores e ajudam a criar desta maneira o não-lugar no qual os três personagens se encontram, utilizando-se de grafismos abstratos e de trechos de vídeos documentais de registro da trajetória da companhia Academia de Palhaços. Toda esta engrenagem composta pela interação entre vídeo-mapping e atores é regida por uma trilha sonora eletroacústica bastante violenta que ajuda a criar os abruptos deslocamentos de percepção propostos pela encenação.

– Cada cena é um recorte num espaço-tempo descontínuo e fragmentado, são fotogramas vagando nas memórias individuais e coletivas daquela trupe circense, são vozes do passado ecoando em busca de algum sentido –, diz o diretor José Roberto Jardim.

O espectador ao ser impactado pela violência dos deslocamentos espaço-temporais é convidado a um passeio pelas questões que movem estes velhos artistas desde seu passado de glória até seu inevitável futuro.

– Propusemos uma experiência sensorial que transita entre o abismo da morte e a devoção de uma vida voltada à arte e que, portanto, mira a imortalidade –, comenta a atriz Paula Hemsi.

Em cena, junto aos atores, o diretor musical Tiago de Mello executa ao vivo a trilha sonora eletroacústica.

– O Tiago é o quarto elemento, ele está em cena a peça inteira e tem mais de 500 mudanças de som, fazendo uma trilha sonora muito complexa –, conclui o ator Rodrigo Pocidônio.

Produzido em 2016 com os recursos do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, o espetáculo “Adeus, Palhaços Mortos” reúne uma premiada equipe de criadores: José Roberto Jardim assina a direção e adaptação dramatúrgica do texto original “Petit Boulot Pour Vieux Clown” de Matei Visniec; no elenco estão Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio, integrantes da reconhecida companhia paulistana Academia de Palhaços, que em 2017 completa 10 anos; Tiago de Mello, o diretor musical, é um dos expoentes mais profícuos da música experimental eletroacústica do Brasil; o cenário e as vídeo-projeções ficaram a cargo da BijaRi, um grupo de arquitetos, artistas plásticos e vídeo-makers especializados em instalações e mapping; o figurino foi desenhado e criado pelo estilista Lino Villaventura e o visagismo é assinado por Leopoldo Pacheco.
No Rio de Janeiro as apresentações “Adeus, Palhaços Mortos” acontecem no Mezanino do Sesc Copacabana, Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, de 4 a 28 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, com ingressos a preços populares.

Ficha Técnica
Texto Original: Matei Visniec
Direção e Adaptação: José Roberto Jardim
Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio
Direção Musical e Trilha Sonora Original ao vivo: Tiago de Mello
Cenografia e Vídeo-Instalação: BijaRi
Figurino: Lino Villaventura
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Iluminação: Paula Hemsi e José Roberto Jardim
Direção de produção: Carol Vidotti
Fotos de divulgação: Victor Iemini
Assessoria de Imprensa: Ana Andréa e Ney Motta | contemporânea comunicação 
Realização: Academia de Palhaços e Sesc Serviço
“Adeus, Palhaços Mortos”
Texto Original: Matei Visniec
Direção e Adaptação: José Roberto Jardim
Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio
Local: Sesc Copacabana (Mezanino). Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro. Informações: (21) 2547-0156
Temporada: 4 a 28 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 6 (Associados Sesc RJ), R$ 12 (meia) e R$ 25 (inteira)
Bilheteria - Horário de funcionamento: Segunda, de 9h às 16h; Terça a Sexta, de 8h às 21h; Sábado, de 13h às 21h; Domingo, de 13h às 20h.
Classificação 12 anos
Duração: 70 minutos
Gênero: Drama
fotos © Victor Iemini

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MONÓLOGO O REI DA GLÓRIA ESTREIA NO SESC TIJUCA NO DIA 12 DE MAIO
Idealizada pelo ator e dramaturgo Anderson Cunha, que também divide a direção com Guilherme Miranda, a peça narra a história de sete personagens que transitam pelo bairro da Glória



Foto: Rodrigo Castro
Um traficante, que vende objetos usados na calçada da Glória, apresenta – num falso documentário – seu ponto vista sobre o bairro e as pessoas que por ali circulam. Um pastor, um homem que mora numa árvore, uma mulher sinestésica e apaixonada, uma virgem grávida e um ator, que também é MC, têm suas vidas cruzadas pelas esquinas da Glória, sob olhar atento de um documentarista. A partir de uma profunda pesquisa de linguagem, o ator e diretor Anderson Cunha escreveu o monólogo O Rei da Glória, uma crônica poética dos dias atuais, que estreia no Sesc Tijuca no dia 12 de maio. A curta temporada será de sexta a domingo, até 28 de maio.
Inspirado em autores contemporâneos como Matéi Visniec e Valere Novarina, Anderson iniciou o projeto há quatro anos escrevendo sobre figuras comuns de um grande centro urbano, de forma fantástica e irônica. Com o tempo, escolheu o bairro da Glória para ser o cenário da narrativa. “Estes personagens, muitas vezes invisíveis aos olhos de quem passa, ganham dimensão espetacular e dilatada na peça”, destaca Anderson. “São como a frequência de rádio: numa sintonia fina, se misturam e se impõem diante do espectador”.
Rico Star vende objetos usados na calçada do bairro e observa a vida dos transeuntes: o Pastor, que usa o dicionário ao invés da Bíblia e prega o uso das palavras; Bóson, um homem que mora numa árvore, cuja loucura toca a genialidade; EMC ao Quadrado, ator e MC que acredita na revolução e paga um alto preço por isso; Rebeca, uma mulher apaixonada e sinestésica; Clarisse, uma virgem grávida que movimenta a cidade com a espera de um Messias; e um Cineasta que registra os depoimentos enquanto tenta resolver seus problemas amorosos com Rebeca. Anderson interpreta os cinco personagens masculinos. Rebeca e Clarisse entram em cena com locução em off.
Para construir cenicamente o monólogo, o ator e diretor – que escreveu o texto e também atua na montagem, convidou Guilherme Miranda para assinar a direção ao seu lado. “Meu papel é ajudá-lo a dançar nas sutilezas propostas por seu texto, sem deixar subtrair ou facilitar o que esta plataforma nos oferece”, destaca Miranda. “Anderson tem domínio do corpo e voz em cena, então me sinto como um expectador privilegiado”.
O Rei da Glória aponta questionamentos sobre intolerância, pobreza, marginalização e o caos contemporâneo. “Numa época em que a intolerância e a falta de bom senso imperam, o monólogo utiliza o realismo fantástico e uma ironia lúdica para fazer uma crítica ao cotidiano”, conclui Anderson.
SOBRE ANDERSON CUNHA
É bacharel em comunicação social pela UGF. Adaptou e dirigiu o espetáculo “Sonho de uma noite de São João” na praça Santos Dumont com a supervisão do Paulo Betti. Assumiu a direção de José Wilker no espetáculo “O Comediante” com Ary Fontoura. Foi coordenador do ciclo de leituras da Casa da Gávea na comemoração de 20 anos. Atuou no espetáculo “Sucesso” de Leandro Muniz, “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola” de Renata Mizrahi, a partir de um esquete de Jô Bilac, direção Diego Molina; "Obsessão" de Carla Faour, direção Henrique Tavares; “Epheitos Kolaterais”, texto e direção Henrique Tavares; “Coisas que a gente não vê”, de Renata Mizrahi, direção Joana Lebreiro; “Você tem que me dar seu coração” de Luis Carlos Góes, direção Marcus Alvisi; “Relações, peça quase romântica” texto e direção Leandro Muniz; “Dona Rosita, a solteira” de Federico Garcia Lorca, direção Antônio Grassi; “Entre o céu e o inferno”, baseado na obra de Gil Vicente, direção de Cristina Pereira e Helena Warvaki; “Antígona, o nordeste quer falar” e “Viva o cordel encantado” com direção de Benvindo Sequeira. Anderson também atuou em três espetáculos de Nelson Rodrigues: “Anti-Nelson Rodrigues”, substituindo Joaquim Lopes, com Tonico Pereira no elenco e direção de Bruce Gomlewsky; “Bonitinha, mas Ordinária”, direção Alexandre Bocannera e “À sombra das chuteiras imortais”, adaptação e direção Henrique Tavares.

SOBRE GUILHERME MIRANDA
Formado ator pela CAL, trabalhou com importantes companhias e diretores do teatro brasileiro em seus 22 anos de carreira: João Falcão, Gabriel Villela, Enrique Diaz, Paulo Betti, André Paes Leme e Karen Acioly são alguns deles. Adaptou para libreto da ópera o conto “O Pescador e sua Alma”, musicado por Marcos Lucas. Desde 2008, trabalha em intervenções artísticas como palhaço em hospitais públicos. Primeiro integrando o elenco fixo dos Doutores da Alegria, depois fundando e atuando em seis edições do projeto "Roda Gigante" e agora, coordenando, atuando e fazendo a direção musical no projeto "Roda de Palhaço". É membro da Cia. Teatro Portátil, aonde também assina a direção musical, arranjos e trilha original dos espetáculos criados. Por "Bonitinha, mas Ordinária", foi indicado ao prêmio Questão de Crítica na categoria "Melhor Ator". Atualmente está na peça "Cabeça - um documentário cênico", de Felipe Vidal. Este espetáculo está indicado aos prêmios CESGRANRIO, APTR nas categorias: autor e música e ganhou o prêmio SHELL 2017 como "Melhor Música". Também fez a direção musical e trilha original dos espetáculos: "Os Colegas – O Musical", "As Duas”, com o Teatro de Anônimo e “Neurótica”, de Flávia Reis.  Fez a direção artística e musical dos espetáculos "Quando Toca o Coração", "Bibliotecas do Mundo" e “Ziraldo – Histórias ao Vento”.
FICHA TÉCNICA
Texto e atuação: Anderson Cunha
Direção:  Guilherme Miranda e Anderson Cunha
Direção de arte:  Ronald Teixeira
Cenografia e Figurinos:  Ronald Teixeira e Guilherme Reis
Iluminação:  Paulo César Medeiros
Direção de movimento:  Clarice Silva
Fonoaudióloga: Luisa Catoira
Trilha Sonora:  Guilherme Miranda e Anderson Cunha
Assistência de direção: Renata Benicá
Direção de Produção:  Andreia Fernandes e Lya Baptista
Programação Visual:  Silvio Cunha e Rodrigo Micheli
Assessoria de Imprensa: Bianca Senna
Fotografia:  Rodrigo Castro
Mídias Sociais:  Rafael Teixeira
Vozes em off: Julia Shaeffer, Márcio Machado, Guilherme Miranda, Renata Benicá, Adriano Pellegrino e Thaine Amaral
Coordenador Técnico/ Operação: Moisés Farias
Realização:  Cavalo Marinho Produções Artísticas Ltda.


O REI DA GLÓRIA
Temporada: De 12 a 28 de maio de 2016.
Local: Sesc Tijuca – Teatro II (Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca)
Informações: (21) 3238-2139
Dias e horários: De sexta a domingo, às 19h.
Capacidade: 50 pessoas
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: R$25 (inteira), R$12 (estudantes e idosos) e R$6 (comerciários)
Horários da bilheteria: terça a sábado, de 7h às 20h. Domingo, 9h às 20h.

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Espetáculo “Encontro” estreia na Casa Rio

De 06 a 28 de maio



Afinal, quanto na história de vida de cada um é construído por si mesmo e quanto é herdado dos pais? Quais são as lembranças reais da nossa infância e quais são aquelas que inventamos, procurando preencher lacunas ou satisfazer desejos e anseios? Esses são alguns questionamentos propostos pelo espetáculo “Encontro”, que estreia 06 de maio na Casa Rio. Com texto e direção de Walter Macedo Filho, a peça convida o espectador a uma reflexão sobre suas relações familiares.

“Traçando um recorte particular dentro do universo feminino, o texto de "Encontro" pretende levar ao palco as contradições das figuras paternas e maternas que todos carregamos em nossas almas”, explica o autor e diretor Walter Macedo Filho.

A Mulher (Lis Maia), personagem que dá início ao espetáculo, abre o caminho para as reflexões verborrágicas de Milena (Adriana Karla Rodrigues) e Madalena (Adriana Rabelo). Suas falas são marcadas por mágoa, rancor, inveja e incertezas.

 O diálogo das personagens deixa no ar uma série de questionamentos para o público: qual é a relação de Milena e Madalena? Seriam elas a mesma pessoa? Quem é a presença feminina a qual se referem todo o tempo? Não existem respostas prontas, o espectador é quem fará sua interpretação pessoal.

Um dos entusiasmados com o texto de “Encontro” é Gerald Thomas. “Entre a noite e o dia, o frio e o calor, o certo e o errado... Esse espetáculo é, sobretudo, um fantástico estudo sobre o equilíbrio. Eu acompanho o Walter há muito tempo. Depois de ter lido o texto de ‘Encontro’ virei totalmente fã dele”, declarou após ter lido a peça.

"Encontro" busca evidenciar que, independente de gênero, padecemos de dúvidas, fraquezas, conflitos interiores e angústias quando nos deparamos com nossa história individual.

*A temporada será realizada na Casa Rio, uma residência para artistas e produtores culturais, sem fins lucrativos, aberta pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro / FUNARJ, com o apoio da Queen Mary University of London e gestão da People’s Palace Projects do Brasil.


FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Walter Macedo Filho

Elenco: Lis Maia (Mulher), Adriana Karla Rodrigues (Milena), Adriana Rabelo (Madalena)

Direção de arte: Rui Cortez

Criações sonoras e musicais: Daniel Gonzaga
Direção de movimento: Ana Amélia Vianna
Design: Ana Soter
Fotografia: Renato Sette Camara
Produção: Lis Maia

SERVIÇO

Teatro: “Encontro”

Temporada: De 06 a 28 de maio

Local: Casa Rio

Endereço: R. São João Batista, 105 - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ, 22270-030

Tel. informações: (21) 2148-6999

Dias e horários: sábados e domingos às 20h
Ingressos: R$ 40,00

Duração: 70 minutos

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FLÁVIA REIS

apresenta

NEURÓTICA!

Após estrear “On Line” ao lado de Paulo Gustavo,

a comediante Flávia Reis volta aos palcos com o espetáculo solo Neurótica!

Em curta temporada no Teatro Miguel Falabella do Norte Shopping, de 05 de maio a  04 de junho, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h.


Quem não tem ao seu lado uma amiga ou parente neurótica, típica de filme? Esse foi o ponto de partida para Flávia Reis mergulhar no universo cômico das personagens de seu espetáculo solo. No roteiro criado em parceria com Henrique Tavares e dirigido por Marcio Trigo, a atriz se divide entre 11 mulheres, colocando uma lente de aumento nas figuras tipicamente neuróticas do nosso dia a dia. 

A trama é conduzida por uma terapeuta que, em uma palestra absolutamente equivocada sobre neuroses, apresenta tipos como a mulher que perde o próprio carro no estacionamento, a idosa pessimista que prevê o fim do mundo ao comer um tomate com agrotóxico ou “Fernanda”, a cerimonialista que se atrapalha ao atender vários celulares ao mesmo tempo.

A identificação do público  com as personagens é inevitável e Flávia comemora: “Fico muito satisfeita com esse riso de quem se reconhece nas minhas neuróticas! É bom rir do quanto somos ridículos. A gente fica mais leve, transforma a neura em bobeira!”.

Vanda da Van personagem criada por Flávia há 5 anos para abertura das peças de Paulo Gustavo, também está no hall das neuróticas do espetáculo, “Vanda da Van é conhecida de muita gente, não podia ficar de fora!” Ela participa de ‘On Line’ , o novo sucesso do Paulo nos palcos, onde Flávia Reis atua também como a camareira fofoqueira Carol. ‘”Com a volta de Neurótica, não pude seguir em turnê.”, conta Flávia que esteve em “On Line” de dezembro a fevereiro, na zona sul do Rio.

FICHA TÉCNICA

Idealização e atuação: Flávia Reis Direção: Márcio Trigo

Texto: Henrique Tavares e Flávia Reis

Participação: Flávio Souza

Direção musical e trilha sonora original: Guilherme Miranda

Iluminação: Aurélio de Simoni
Sonorização: Vinicius Geria
Cenário: Mina Quental
Figurinos: Flávio Souza

Assessoria de imprensa: Textual (Nano Ribeiro)

Design gráfico: Hannah23

Videografismo: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Produção Executiva: Agência Botão Cultural
Realização: Boccanera Produções Artísticas

Serviço:

Espetáculo: Neurótica

Duração: 60 min

Classificação indicativa: 14 anos

Local: Teatro Miguel Falabella (Norte Shopping)
Endereço: Norte Shopping - Av. Dom Hélder Câmara, 5332 - Cachambi, Rio de Janeiro - RJ, 20771-004
Telefone: (21) 2597-4452
Apresentações: de 05/05/17 a 04/06/2017
Horários: sextas e sábados às 21h e domingos às 20h
Ingressos: sextas R$ 50,00, sábados e domingos R$ 60,00
Lotação: 453 lugares



Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - Produção e Promoções de Eventos Culturais agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram





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Com direção de Moacir Chaves, a comédia “Imagina esse palco que se mexe” reestreia dia 7 de abril, inaugurando o Espaço Cultural Casa de Baco, na Glória.


Considerado uma autoridade na transposição de textos não teatrais para o palco, entre eles “Sermão da Quarta-Feira de Cinzas” do Padre Antônio Vieira, estrelado por Pedro Paulo Rangel, “Inutilezas” de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes, e mais recentemente “Imagina esse palco que se mexe”, atualmente Moacir Chaves está com a peça “Inutilezas” circulando nacionalmente enquanto “Imagina esse palco que se mexe” reestreia dia 7 de abril para uma temporada de quatro semanas que inaugura o novíssimo Espaço Cultural Casa de Baco, na Glória.



Sucesso de público e crítica especializada em duas temporadas consecutivas no Sesc Copacabana, indicado aos prêmios Shell e Cesgranrio na categoria Melhor Iluminacão, a mais recente montagem teatral do premiado diretor Moacir Chaves, “Imagina esse palco que se mexe”, parte de um lugar de experimento, do desenvolvimento de um método de trabalho a partir de uma ideia: Vamos falar da Física.


Falar da Física significa falar do sentido da vida e foi atrás disso que diretor e elenco, formado pelas atrizes Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel, conversaram descontraidamente com o astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto, professor titular da UFRJ, com uma importante carreira internacional. Nessas conversas, os episódios da vida de João, nascido em Cruzeiro do Sul, Acre, são atravessados por ideias e conceitos científicos com os quais ele se relaciona ao longo de sua trajetória profissional. Em sua fala, histórias de infância evocam o mecanismo de transmissão de ondas de rádio pela ionosfera; o ato de beijar alguém é associado às explosões que ocorrem no interior das estrelas; o mecanismo da visão é entendido a partir das propriedades físicas da água; o surgimento da internet vem à tona pelo caso de um cientista que, imerso na era da comunicação global, enfrenta dificuldades para trabalhar em uma universidade brasileira; e o próprio teatro serve como metáfora para a compreensão dos buracos negros e da curvatura do tempo-espaço. Assim foi se formando um texto muito bem humorado, que passa pelo elenco, como alguém que foi atingido pelo assunto. Desse processo surgiu a comédia “Imagina esse palco que se mexe”.

A nova temporada de “Imagina esse palco que se mexe” inaugura o Espaço Cultural Casa de Baco, localizado na Rua da Lapa, 243, próximo a Estação Glória do Metrô. As apresentações acontecem de sexta a domingo, às 19:30h, de 7 a 30 de abril. Após cada apresentação, o público será convidado para um bate papo descontraído sobre a peça, no charmoso bar da Casa.

Uma peça em caráter experimental
Considerado uma autoridade na transposição de textos não teatrais para o palco, entre eles “Sermão da Quarta-Feira de Cinzas” (1994 a 2001), do Padre Antônio Vieira, estrelado por Pedro Paulo Rangel, e “Inutilezas” (2003, 2016 e 2017), de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes –, Moacir Chaves comenta a sua nova montagem:

– A peça é em caráter experimental, como na realidade qualquer teatro é experimental e essa é uma relação que a gente tem que entender, em teatro principalmente. Para fazer experiência tem que aprender. Quem faz experiência não é quem está começando. Se o estudante de Física entrar no laboratório e for querer fazer experiência ele vai explodir tudo. Quem faz experiência é quem está lá na ponta: Antunes, Zé Celso, Aderbal. Tem que ter conhecimento, preparação, mergulho. Quando eu dirigi o espetáculo “Dom Juan” (com Edson Celulari, Cacá Carvalho e grande elenco), com 30 e poucos anos, o Abujamra foi assistir e quis me conhecer. Quando me viu me achou muito jovem e dizia “Você tem que pirar mais! Você tem que pirar mais!” e eu falei para ele “mas Abujamra eu tenho tempo, eu tenho muito tempo pra pirar, eu preciso entender mais coisas primeiro”. Porque é esse o percurso.


E os cientistas estão correndo atrás do sentido da vida, então vamos fazer teatro sobre isso. Uma experiência de teatro.


Durante as conversas com o elenco, o astrofísico e professor criou uma metáfora que pode nos indicar o sentido da peça em questão: “Na física newtoniana o palco tá lá, os atores tão lá, interagem uns com os outros, mas o palco não se mexe. Na física einsteiniana o palco tá se mexendo. Então o buraco negro é o que? Imagina esse palco que se mexe, um monte de ator que se junta e distorce muito o palco, e esse palco se fecha em torno dos atores. Seria uma peça muito louca, porque a presença do ator no palco modificaria o palco.. Essa metáfora tem a ver porque o buraco negro é uma região intransponível onde tudo que entra não sai mais.”


A investigação do grupo foi guiada pelo interesse em observar o mundo que nos cerca e pelo questionamento daquilo que, nele, é tido como dado e evidente, motivado por entender as leis físicas que governam o espaço e cujo conhecimento, por si só, desmistifica a estabilidade aparente do universo e o suposto lugar de destaque nele ocupado pela humanidade. As conexões entre o micro e o macrocosmo induzem a um questionamento da importância do homem na natureza e a um reposicionamento, ou fragmentação, da noção de sujeito na sociedade: o macro está no micro, e vice-versa. O espetáculo se dá no contraponto entre a pequenez do ser humano diante da imensidão cósmica e o profundo respeito à experiência da vida, cuja compreensão ganha novos significados e horizontes através da ciência. Sendo assim, a peça aponta para as seguintes perguntas: Qual é o sentido de uma noção de felicidade calcada no pretenso sucesso e na competição com o outro, seja esse um continente, um país, uma classe, um concorrente? Que importância tem isso, diante de nossa transitoriedade material e da fragilidade de que nos sabemos possuidores, com base no pouco que a ciência conhece sobre o universo? Questões da Física Quântica que fazem parte do conceito da Cosmovisão.


Ficha técnica
Direção: Moacir Chaves

Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel

Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurinos: Inês Salgado
Direção Musical: Tato Taborda
Direção de Produção: Luísa Pitta e Monica Biel
Assistência de Direção: Francisco Ohana
Fotos de Divulgação: Bruna Thimotheo
Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Serviço
Direção: Moacir Chaves
Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta (stand in: Josie Antello) e Monica Biel.
Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Local: Espaço Cultural Casa de Baco
Rua da Lapa, 243, Glória, Rio de Janeiro. Tel.: (21) 3796-6191
Temporada: 7 a 30 de Abril. Sexta, sábado e domingo às 19:30h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada)
Capacidade de público: 30 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação 12 anos
Comédia.

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“Café em Cena”, residência artística do Teatro Municipal Café Pequeno, apresenta o espetáculo “O INCANSÁVEL DOM QUIXOTE” dia 5 de abril, 20h
FETAERJ assume a residência artística do Teatro Café Pequeno promovendo fomento cultural com programação diversificada de terça a domingo.

O incansável Dom Quixote narra a saga do mais valoroso cavaleiro andante que cingiu espada no mundo! Este homem de incomparável coragem e retidão, sempre montado em seu cavalo Rocinante e ao lado de seu escudeiro-amigo-braço-direito Sancho Pança, passa por muitas desventuras em teste de sua obstinação e coragem. Perde batalhas, duvidam de sua saúde mental o chacoteiam... mas nada disso é páreo para a mente inquieta e o coração incomensurável do “Cavaleiro da Triste Figura”.

A adaptação do romance de Cervantes para o palco se dá a partir da performance de um único ator em cena que é narrador, Dom Quixote, Sancho Pança, Dulcinéia, Rocinante e todo o mais que compõe o espetáculo. Propomos um teatro onde o ator se coloque no risco de criar o espetáculo com seu corpo e pouquíssimos elementos essenciais. Pesquisamos maneiras de encontrar a “fisicalidade da palavra” de modo que o jogo interpretativo gere uma harmonia entre o nascimento palavra e movimento executado, como se ambos fizessem parte de uma mesma unidade indissolúvel: gesto-palavra. Tudo se resume a uma mala, um ator, a plateia e o jogo.


FICHA TÉCNICA
Texto: Maksin Olivera
Direção: Reynaldo Dutra
Elenco: Maksin Oliveira
Figurino: Leonam Thurler
Caracterização: Reynaldo Dutra
Cenário: Magnífica Trupe de Variedades
Iluminação: Pedro Struchiner
Operador de luz: Thiago Monte
Fotografias: João Julio Mello e Maíra Lins
Realização: Roda Produtiva

SERVIÇO:

Temporada: 05 de abril a 27 de abril - Quartas e Quintas, 20h
Local: Teatro Municipal Café Pequeno
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269 – Leblon - Telefone: 21 2294-4480
Ingresso: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos
Funcionamento da Bilheteria: Terça a sábado de 16h às 21h e domingo de 14h às 20h.
Não possui estacionamento.
Capacidade: 80 Lugares
Gênero: Comédia

FETAERJ – 40 ANOS

A FETAERJ - Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro - é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública estadual. Há 40 anos a FETAERJ associa grupos de teatro com o objetivo de fomentar a criação/manutenção e a difusão do teatro no nosso estado e do incentivo à formação de plateia.

Trabalha com o princípio da descentralização da produção cultural, focando suas atividades para os grupos e ações no interior do Estado, realizando congressos, concursos, seminários, oficinas, mostras, intercâmbios, palestras, debates, leituras, cursos e festivais de teatro.

Por suas ações, a FETAERJ recebeu o PRÊMIO GOLFINHO DE OURO / ESTÁCIO DE SÁ (2000), concedido pelo Governo do Estado do Rio, o TROFÉU MANDACARU (2004), concedido pela prefeitura de Armação de Búzios pelos 4 anos de desenvolvimento teatral sistemático neste município, a MOÇÃO DE APLAUSO (2004), concedida pelo Ateneu Angrense de Letras, pela realização da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) e a MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO (2006), concedida pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro pelo "excelente trabalho em prol da cultura brasileira". Recentemente recebeu o Diploma Heloneida Studart de Cultura (2016), da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente a FETAERJ integra a Rede Municipal de Pontos de Cultura – Cultura Viva através do Espaço Paschoal Carlos Magno.

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“Eu queria fazer uma peça onde houvesse redenção na relação de um pai com o seu filho”.

Charles Asevedo

Vera Holtz, Guilherme Leme Garcia e Flávia Pucci criam monólogo/depoimento.  

“O Olho de Vidro”

Texto inédito de Renata Mizrahi livremente inspirado no livro “O Olho de Vidro do Meu Avô” de Bartolomeu Campos de Queiroz estreia dia 16 de março no

Centro Cultural Correios.


Foi durante uma viagem a Belo Horizonte que o ator Charles Asevedo conheceu o autor mineiro Bartolomeu Campos de Queirós. Um tempo depois, encontrou entre sua extensa e premiada obra literária o livro “O Olho de Vidro do Meu Avô”, publicado em 2004. Estava ali uma história que o inspirava a subir nos palcos, mas seu desejo ia além, pois as memórias do livro remetiam diretamente às suas próprias memórias de vida.

Foi então que convidou os atores Vera Holtz e Guilherme Leme Garcia para repetirem a dobradinha do premiado espetáculo “O Estrangeiro”, e eles resolveram convocar a autora Renata Mizrahi para escrever essa conexão entre a vida do Charles e a história do Bartolomeu. Em seguida, a atriz Flávia Pucci foi chamada para integrar o time de criadores numa direção coletiva que marca o olhar de três atores de formações diversas sobre o trabalho de um único ator em cena.

A peça, na primeira pessoa, é um relato sobre infância, relação com avô, descoberta da sexualidade, relação de opressão com o pai e de amor incondicional pela mãe. As histórias do livro e da vida do Charles se misturam numa criação poética, ficcional e documental.Não existe um limite entre ficção e realidade. O ator começa seu depoimento acreditando que foi sempre pela metade e passou a vida buscando ser inteiro. É através dessa busca que vamos conhecer suas memórias de infância, suas relações familiares delicadas, suas descobertas de vida até chegar ao que se tornou hoje.

Como diz Bartolomeu, “A memoria é um grande patrimônio que a gente tem. A memória é o que eu tenho de mais precioso. Mas é preciso também saber que na memória tanto mora o vivido, quanto mora o sonhado. Mora a vida que eu vivi. E mora a vida que eu sonhei viver. Então quando você busca a memória, ela vem sempre misturada. Ela não vem pura. E é impossível ter uma memória pura, a memória é esta mistura esta conversa entre a realidade e a fantasia”. 

 “O Olho de Vidro” foi contemplado no prêmio Myriam Muniz 2015 e estreia dia 16 de março no Centro Cultural  Correios, onde fica em cartaz de quinta a domingo às 19h, até o dia 30 de abril. Com trilha sonora de Marcelo H, cenário e luz dos premiados Aurora  dos Campos e Tomás Ribas, a peça é uma comédia dramática que fala poeticamente de um olho que vê e outro que imagina.


FICHA TÉCNICA:

Texto: Renata Mizrahi – Livremente inspirado no livro “O Olho de Vidro do meu Avô” - de Bartolomeu Campos de Queirós e nos relatos de Charles Asevedo

Criação Artística: Vera Holtz, Guilherme Leme Garcia e Flávia Pucci

Idealizador e Ator: Charles Asevedo

Iluminação: Tomás Ribas

Cenário: Aurora dos Campos




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“EUGÊNIA”: O QUE A AMANTE DE D. JOÃO VI TEM A DIZER PARA A MULHER DO SÉCULO XXI
A atriz Gisela de Castro estrela o monólogo em que fatos trágicos ganharam contornos de ironia e humor

A quinta temporada da peça será em março, no Espaço Furnas Cultural, com entrada franca

Nestes tempos em que as mulheres ainda sofrem preconceitos e são condenadas quando vítimas, nada mais apropriado do que refletir sobre o papel delas na história. Apropriado e, ao mesmo tempo, divertido, se a interpretação for da atriz Gisela de Castro no monólogo “Eugênia”, dirigido por Sidnei Cruz. O espetáculo volta para sua quinta temporada, desta vez no Espaço Furnas Cultural, em Botafogo, nos dias 18, 19, 25 e 26 de março – sábados às 20h e domingos às 19h –, com ingressos gratuitos e distribuição de senhas a partir de uma hora antes do espetáculo.

A peça parte do texto de Miriam Halfim, que pesquisou a história da personagem-título e do contexto político e social da época. Eugênia José de Menezes, filha do governador de Minas Gerais, teve um romance com Dom João VI, engravidou e foi expulsa da Corte, sendo exilada num convento. Conhecido por seu desleixo corporal e apetite voraz para devorar um frango assado inteiro, o Príncipe Regente de Portugal gravou seu nome na história ora como covarde e preguiçoso, ora como um generoso monarca. Mas se o texto partiu de ampla pesquisa histórica, foi ganhando vida graças à afinação entre Gisela e Sidnei, que já haviam trabalhado juntos anteriormente. O resultado da sintonia entre atriz e diretor é um texto rico em humor e ironia, experimental e coletivo, com muito potencial performático, que diverte e faz pensar ao mesmo tempo. A história real vira, na peça, uma saga recheada de sedução, com espírito de aventura, cuja discussão perpassa tanto pelo trágico como pelo cômico.

“Quando recebi o convite para fazer Eugênia, pensei: qual a relevância de falar da amante do rei português no século XIX? Ao conhecer a história, vi o quão urgente era contá-la hoje, século XXI, em que mulheres – executivas, professoras, negras, feministas, prostitutas, cientistas, trans, latino-americanas, lésbicas, de burca, tanga ou hábito – ainda precisam clamar por direitos. Veio o roteiro e o texto foi ganhando a embocadura da atriz, a costura do diretor, dos ensaios para a cena”, conta Gisela.


Com indicações em vários prêmios – melhor atriz no voto popular do site Botequim Cultural de Teatro, melhor figurino no Shell e melhor cenário no Cesgranrio –, “Eugênia” vem de bem-sucedidas temporadas: no Teatro Maria Clara Machado do Planetário da Gávea; no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura, no Centro; no teatro Glaucio Gill, em Copacabana; e no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, no Humaitá.


Para Gisela de Castro, é muito bom poder se apresentar com ingressos gratuitos porque favorece a formação de novos públicos para o teatro. Quanto a encenar tantas vezes o mesmo espetáculo, em temporadas intercaladas e locais diferentes, a atriz só tem motivos para ficar ainda mais animada ao mesmo tempo que se sente desafiada: “Apresentar muitas vezes uma peça é ótimo, ganha muito na relação com a plateia, no jogo, na descontração... Além disso, o momento político, infelizmente ruim, favorece as piadas. E como o domínio de cena fica melhor com o tempo e favorece o improviso, fico mais liberada para interagir mais com o público. O desafio é manter o frescor do texto e a energia em cena”.

Gisela, Eugênia e as mulheres do século XXI

A personagem de Gisela, Eugênia, emerge do mundo dos mortos para contar sua versão dos fatos históricos, revelando os meandros da nobreza, as farsas dos governantes e as artimanhas para abafar um escândalo real: do romance entre a jovem e o príncipe, nasce uma bastarda, que vive por vários anos no claustro de um convento distante.

A peça pretende discutir o papel da mulher na formação da identidade brasileira, levantando questões de gênero ao longo da história, mas lançando um olhar contemporâneo sobre a mulher

do final do século XVIII e início do XIX. Quem foi Eugênia – bela, sedutora, amada, usada, grávida, confinada em um convento? O intuito é revelar o feminino oculto e velado dentro de uma sociedade machista. O que significava/significa ser esposa, amante, concubina, mãe, freira, escrava, prostituta, bastarda? O Brasil é uma nação de bastardos? A ideia é revelar ao público a história inédita dessa mulher – cujo enredo conta muito da história do Brasil, vista por de trás dos panos.


O tema em torno do papel da mulher na sociedade brasileira é atual. “Hoje, mesmo com testes de DNA, muitas mulheres engravidam e cuidam dos filhos sozinhas, seja por opção ou simplesmente porque o pai some, não assume responsabilidade alguma. A sociedade evoluiu em muitos aspectos, mas certas situações se repetem. Para evitar problemas com o governo e com a corte portuguesa, Eugênia foi exilada sem qualquer direito. Aliás, esse é um dos poucos documentos que existem: um alvará assinado pelo próprio D. João VI, em que ele condena a amante a um êxodo trágico, humilhada perante a sociedade. Nós convivemos com coisas assim todos os dias: mulheres apedrejadas, estupradas, ainda tendo que lutar por direitos, por autonomia, por sua sexualidade, em pleno século XXI!”, reverbera Gisela.


FICHA TÉCNICA:
Texto - Miriam Halfim
Direção - Sidnei Cruz
Interpretação - Gisela de Castro
Direção musical, composição e execução - Beto Lemos
Cenário - José Dias
Figurino, adereços e design de aparência - Samuel Abrantes
Iluminação - Aurélio de Simoni
Direção de Produção - Maria Alice Silvério
Assistente de Direção - Viviane Soledade
Assistentes de Produção - George Luis Prata
Assistente de Figurino - Rosa Ebee
Preparação Corporal - Morena Cattoni
Preparação Vocal - Verônica Machado
Fotos e Programação Visual - Thiago Sacramento


SERVIÇO:
“Eugênia”
Temporada de 18, 19, 25 e 26 de março de 2017
Sábados às 20h e domingos às 19h
Espaço Furnas Cultural
Endereço: Rua Real Grandeza 219 – Botafogo - Rio de Janeiro - RJ, 22261-001
Telefone:(21) 2528-3112
Ingressos: ENTRADA FRANCA
Senhas distribuídas uma hora antes do espetáculo.
Duração: 55 min
Classificação: 10 anos
Gênero: Comédia



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Indicado aos prêmios Shell (Melhor Atriz para Vilma Mello) e Cesgranrio (Melhor Atriz em Musical para Vilma Mello e Direção Musical para Alexandre Elias), espetáculo estreia nova temporada dia 09 de março, no Teatro Sesi, no Centro. 

Com direção de Gilberto Gawronski e texto de Renata Mizrahi, musical celebra a força da mulher negra brasileira com inspiração na história da escrava alforriada que virou mito nacional.  

                                                               
                                                                                 
A força da mulher negra brasileira foi construída a partir de séculos de batalhas, conquistas, decepções e sonhos. O desejo de levar à cena essa impactante trajetória, que inclui discussões sobre gênero, raça e cultura afro, motivou a montagem de Chica da Silva – O musical. O espetáculo ganha curta temporada de 9 de março a 8 de abril, no Teatro Sesi, no Centro (quintas e sextas, às 19h30, e sábados, às 19h). 
Com direção de Gilberto Gawronski, texto de Renata Mizrahi e pesquisa de Daniel Porto, a peça é protagonizada pela atriz Vilma Melo, no papel de Chica da Silva. Alexandre Elias assina a direção musical e a direção de produção é de Alexandre Lino. Chica da Silva – O musical estreou em setembro de 2016, no Centro Cultural Correios. Sucesso de público e de crítica, a montagem está indicada aos prêmios Shell (Melhor Atriz para Vilma Mello) e Cesgranrio (Melhor Atriz em Musical para Vilma Mello e Direção Musical para Alexandre Elias). 
O projeto começou a tomar forma quando o ator, diretor e produtor Alexandre Lino montou a exposição Cacá Diegues – Cineasta do Brasil, na Caixa Cultural Rio de Janeiro, em 2013. Na ocasião, teve oportunidade de rever o clássico Xica da Silva, protagonizado por Zezé Mota, que Cacá Diegues lançou em 1976, baseado no livro homônimo de João Felício dos Santos. Tanto o longa-metragem quanto o romance comemoraram quatro décadas em 2016. Lino achou que era o momento propício de a história chegar aos palcos cariocas. “É uma grande homenagem ao mito e a negritude brasileira. Vamos comemorar os 40 anos do lançamento filme e 20 anos da novela Xica da Silva”, disse o produtor. 
 “O Daniel Porto, parceiro meu em diversos trabalhos, fez uma extensa pesquisa histórica, depois a Renata Mizrahi fez um paralelo entre este ícone brasileiro e as batalhas das mulheres negras contemporâneas”, explica Lino. “Apesar dos inúmeros avanços que conquistamos desde o século 18, essas mulheres ainda encontram muita opressão tanto nos ambientes profissionais quanto em suas relações afetivas”.
A TRAMA 
Renata Mizrahi criou três planos diferentes. No passado, o musical resgata momentos da biografia de Chica da Silva, escrava alforriada que viveu durante anos uma relação estável com o rico contratador dos diamantes João Fernandes de Oliveira, teve treze filhos e conquistou uma posição de destaque na conservadora sociedade do século 18. No presente, a história de Chica da Silva é representada pela mulher negra que ocupa espaços importantes na sociedade, vive um momento especialmente importante de conquistas femininas e sonoridade, mas ainda enfrenta uma série de preconceitos nos âmbitos pessoal e profissional. O terceiro plano é o da imaginação, mostra a vida como a personagem gostaria que ela fosse, com cenas de uma mulher amada, que jamais sofreu preconceito. 
“A peça distancia Chica da Silva daquela mulher devoradora de homens a qual muitas vezes é associada, e a aproxima da mulher negra do século 21, que ainda tem que lidar com injúrias raciais em sua vida cotidiana e, muitas vezes, precisa se ‘embranquecer’ para ser aceita”, descreve a dramaturga. O que levou o diretor Gilberto Gawronski a aceitar o convite para dirigir a montagem foi justamente esse paralelo com a atual luta feminina, além de discussões instigantes sobre as raízes brasileiras. “Não me interessa uma investigação sobre a vida pessoal de Chica da Silva, mas uma dramaturgia que explore os temas de libertação, negritude e cultura brasileira, que é o que nós vamos fazer”, observa o encenador. 
No elenco estão Vilma Melo, Ana Paula Black, Antônio Carlos Feio, Luciana Victor e Tom Pires. “Por um lado, é muito prazeroso interpretar uma personagem que já está no imaginário dos brasileiros, que é um ícone em termos de atitude feminina; por outro é um desafio desconstruir este mito e criar esse paralelo com essas questões das mulheres contemporâneas que ainda sofrem muito no dia a dia”, analisa a protagonista Vilma.
O diretor musical Alexandre Elias reúne, no espetáculo, canções originais com muita presença de percussão, evocando a ancestralidade da raça negra, e sucessos como Xica da Silva, de Jorge Ben Jor. Em cena, atores são acompanhados da banda formada por Di Lutgardes, Reginaldo Vargas, Victor Durante e Tássio Ramos. As figuras dos orixás serviram de inspiração para o cenário e o figurino de Karlla de Luca. O iluminador Renato Machado completa o time criativo, que vai mostrar no palco traços ancestrais em uma linguagem contemporânea.
“A maior qualidade do espetáculo, sustentada pela acuidade da autora, está na dosagem da carga de emoção indisfarçável provocada na plateia, que reage com vozes participantes e lágrimas discretas. A comunicabilidade direta facilita a compreensão da tripla personificação e da permanência de atos de rejeição em uma sociedade de raiz multicultural”. (Macksen Luiz, O Globo)

“Com diálogos cheios de lirismo e uma estrutura narrativa capaz de unir catolicismo e candomblé, século XVIII e contemporaneidade, narrativa e engajamento social claro, o texto marca o início de uma carreira venturosa da já consagrada dramaturga Renata Mizrahi no gênero musical”. (Rodrigo Monteiro, blog Crítica Teatral)

FICHA TÉCNICA
Texto: Renata Mizrahi
Direção: Gilberto Gawronski
Idealização: Alexandre Lino 
Pesquisa: Daniel Porto
Elenco: Vilma Melo, Antônio Carlos Feio, Ana Paula Black, Luciana Victor e Tom Pires
Diretor Musical: Alexandre Elias
Músicos: Di Lutgardes, Reginaldo Vargas, Victor Dutra e Tássio Ramos
Assistente de direção musical: Victor Dutra
Preparação Vocal: Ananda Torres
Direção de Movimento: Carlos Muttalla
Assistente de Direção: Renato Krueger
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Karlla de Luca
Figurinos: Karlla de Luca
Desenho de som: Rossini Maltoni
Programação Visual: Guilherme Lopes Moura
Fotos e Vídeos: Janderson Pires
Visagismo: Sandra Moscatelly
Cenotécnico e Pintura de Arte: Emphorium Carioca
Costureira: Maria Helena
Operador de Luz: Kelson Alvarenga e Diego de Assis
Operador de Som e Microfonista: Kelson Santos Alavrenga
Bilheteria: Equipe Cineteatro
Direção de Produção: Alexandre Lino
Produção Executiva: Daniel Porto, Mariana Martins e Tom Pires
Assistente de Produção: Renato Krueger
Coordenação – Lei Rouanet: Jessica Santiago e Mariana Martins
Prestação de contas: Jéssica Santiago
Assessoria jurídica: André Siqueira
Assessoria de Imprensa: Bianca Senna, Paula Catunda e Rachel Almeida.
Homenagem especial: Zezé Motta
Realização: CINETEATRO PRODUÇÕES


SERVIÇO: Chica da Silva – O musical
Temporada: de 9 de março a 8 de abril de 2017.
Teatro Sesi: Avenida Graça Aranha, 1, Centro.
Telefone: (21) 2563-4168.
Dias e horários: quintas e sextas, às 19h30, e sábados, às 19h.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Lotação do teatro: 338 lugares.
Duração: 1h10. 
Classificação indicativa: 16 anos.
Funcionamento da bilheteria: De segunda a sexta, das 12h às 20h. 
Sábados e feriados, a partir de duas horas antes do espetáculo

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“Beatles Num Céu de Diamantes” faz curta temporada no Theatro Net Rio

Dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho, musical traz clássicos e ‘lados b’ do mítico grupo inglês.

Beatles Num Céu de Diamantes’, de Charles Möeller & Claudio Botelho, é um fenômeno teatral. Estreou com poucos recursos em uma sala pequena, mas logo se transformou em grande sucesso, visto por mais de 700 mil espectadores no Rio, São Paulo e em duas turnês pelo Brasil e duas vitoriosas semanas absolutamente lotada com espetáculos extras em Lyon, na França. Agora o espetáculo fará uma curtíssima temporada no Theatro Net Rio no mês de março. As apresentações acontecem dias 6, 8, 14, 15, 21 e 22 de março às 21h.

“Esta é a nossa décima quarta temporada”. ‘Beatles’ é um musical de câmara, sem qualquer recurso técnico ou truques cênicos, que nasceu para uma temporada de apenas um mês em 2008 e... nunca mais saiu de cartaz”, conta Claudio Botelho.

No palco, oito atores-cantores, acompanhados por piano, violoncelo, violão, ukulele e percussão, apresentam uma teatral e emocionante visão sobre a mais forte invenção da música popular nos últimos 50 anos: a obra dos Beatles.

“Os Beatles jamais criaram nada específico para o teatro. Há algo em seu universo que sempre nos interessou: ‘morra jovem e seja eterno’. Por mais que a gente os ouça, percebemos que eles continuam ali, mais vivos e mais pulsantes do que nunca. Uma juventude que não passa. Do iê iê iê ao lisérgico, passando por acordes indianos e tantas rupturas estéticas, nada cheira a naftalina. Para este musical, utilizamos recursos cênicos mínimos, e não há texto propriamente dito. Apenas as canções com suas letras originais em inglês”, comenta Charles Möeller.

‘Beatles num céu de diamantes’ é, por definição de gênero, uma revista musical com a obra dos Beatles. Sem exatamente um enredo único, mas apontando diversas pequenas histórias e situações, o espetáculo é um passeio da dupla Möeller & Botelho por um dos repertórios mais ricos da música popular criada a partir da segunda metade do século XX.

As canções são rearranjadas para a linguagem linguagem do teatro musical e não há um único número que seja no estilo “cover de Beatles”. Ninguém imita ninguém, não há clones de John Lennon ou Paul McCartney, é uma viagem lisérgica pelas canções e o que elas trazem ao nosso imaginário.

Claudio Botelho e Charles Möeller explicam melhor: “Fio condutor? Há algum sim, mas não é didático nem cronológico. Imaginem Alice na toca do coelho... Seria isso: o sonho, a fuga, a descoberta, o amadurecimento e a volta. Os Beatles eram fãs fervorosos de Lewis Carrol e de ‘Alice no País das Maravilhas’... Alice fala o tempo todo de Tamanho e de Labirintos. De ritos de passagem. Como os rapazes de Liverpool, Alice quer entender o seu tamanho nesse mundo. Diante das coisas. O sentimento de ser mínimo em alguns momentos e gigante em outros”.


BEATLES NUM CÉU DE DIAMANTES

Um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho
Com Alessandra Verney, Chris Penna, Estrela Blanco, Ivanna Domenyco, Jules Vandystadt, Lui Coimbra, Malu Rodrigues, Naife Simões, Pedro Sol, Rodrigo Cirne e Tony Lucchesi.
Piano: Tony Lucchesi e Jules Vandystadt
Violoncelo/ Violão: Lui Coimbra
Violão/ Ukulele: Pedro Sol
Percussão: Naife Simões
Direção: Charles Möeller
Direção Musical: Claudio Botelho
Diretor Residente: Jules Vandystadt
Roteiro: Charles Möeller, Cristiano Gualda e Jules Vandystadt
Arranjos instrumentais: Delia Fischer
Arranjos Vocais / Arranjos Adicionais: Jules Vandystadt
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Design de Som: Marcelo Claret
Coordenação Artística: Tina Salles
Produção Executiva: Carla Reis e Jules Vandystadt
Direção de Produção: Edson Lopes
Realização: VANDYSTADT e M&B
Apresenta: Ministério da Cultura

BEATLES NUM CÉU DE DIAMANTES
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Ingresso:

Direito à meia entrada e descontos : http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html
Data: 6 (segunda), 8 (quarta), 14 (terça), 15 (quarta), 21 (terça) e 22 (quarta) de março
Horário: 21h.
Ingressos: R$ 100,00 (plateia e Frisas) R$ 80,00 (Balcão I) R$ 50,00 (Balcão II)
Classificação: Livre.
Duração: 90 minutos.
Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212

Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051

Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212

Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Beatriz Barcelos- beatrizbarcelos@brainmais.com

Somente pelo telefone: (21) 96629 - 0012

Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 5

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“Dias Perfeitos” de Raphael Montes estreia dia 3 de março no Teatro Candido Mendes
Em clima sombrio e claustrofóbico, montagem adaptada e dirigida por César Baptista retrata uma história de amor obsessivo e paranoico.                                                 


Aos 20 anos, o carioca Raphael Montes impressionou crítica e público com Suicidas, um caudaloso romance policial que lhe garantiu vaga entre os dez finalistas do prêmio São Paulo de Literatura na categoria autor estreante. Em 2016, Suicidas foi adaptado para o teatro, resultando em Roleta Russa, que rendeu a César Baptista o prêmio de melhor diretor do Qualidade Brasil.

Scott Turow, um dos autores policiais de maior prestígio no mundo, disse que Raphael está “entre os mais brilhantes ficcionistas jovens” da atualidade. “Ele certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial.” Seu segundo livro, Dias perfeitos, cuja adaptação e tradução de César Baptista estreia no palco do Teatro Candido Mendes dia 3 de março para curta temporada.

Nesse suspense, Téo, um jovem e solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e dissecar cadáveres nas aulas de anatomia, conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Téo fica viciado em Clarice: quer desvendar aquela menina diferente de todas que conheceu. Começa, então, a se aproximar de forma insistente. Diante das seguidas negativas, opta por uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez.

Dias perfeitos tem clima sombrio e claustrofóbico, personagens em tensão permanente e diálogos afiados. Angustiante e repleto de reviravoltas, a montagem é uma história de amor obsessivo e paranoico que consolida Raphael Montes como uma das mais gratas surpresas da literatura brasileira.


Com sessões sexta e Sábado, ás 20h30 e domingo, ás 19h30, a temporada segue até o dia 30 de abril.

“Raphael Montes está entre os mais brilhantes ficcionistas jovens que conheço. Ele certamente redefinirá a literatura policial brasileira e vai surgir como uma figura da cena literária mundial.” - Scott Turow

SINOPSE - Téo é um pacato estudante de medicina que conhece Clarice por quem se apaixona de forma doentia, levando-o a tomar uma atitude extrema. 
Ficha Técnica

Romance original: Raphael Montes
Direção e adaptação: César Baptista
Elenco: Dani Brescianini, Helio Souto Jobim, Arno Afonso, Leonardo Vasconcelos e Virgínia Castellões
Assistentes de Direção: Diogo Pasquim e Leonardo Vasconcelos
Iluminação: Edson FM
Fotos: Marco Furlan
Cenário e Figurino: Igor Alexandre Martins
Trilha Sonora: César Baptista
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
instagram: @espetaculodiasperfeitos

Serviço

Estreia: 03 de março

Horário: Sexta e Sábado ás 20h30 e Domingo ás 19h30

Temporada: De 03 março até 30 de abril de 2017

Local: Teatro Candido Mendes - Metrô Nossa Senhora da Paz - Tel.: 2523.3663

Endereço: Rua Joana Angélica, 63 - Ipanema

Lotação: 103 lugares (01 lugar para cadeirante).

Funcionamento da bilheteria: diariamente a partir das 13h30

Venda de ingressos: compreingressos.com

Ingresso: Ingresso: R$ 50 (inteira) 25 (meia)

Classificação: 16 anos

Gênero: Suspense

Duração: 100 minutos.                                                                                    Agenda Cultural RJ
Divulgação Cultural - Divulgação de Mídia Online.
Passeios turísticos.
Contato: Gabriele Nery
agendaculturalrj@gmail.com
#agendaculturalrj     _______________________________________________________________________________________________________________________________           ESPETÁCULO RETRATOS DO AVESSO                                                                                                                                           Espetáculo Retratos do avesso da Phoenix Cia. De Teatro                                             
                                      Retratos meus, seus, nossos. Atena Phoenix é uma drag queen e vai dizer o que é ser uma drag queen. Atena é a voz e vem mostrar o que é excluso, oculto e sujo aos olhos da hipocrisia, em um enredo que vai do drama a comédia, a trama traz quadros que tem como panos de fundo covardias feitas em quartos de um motel, um clássico desafio matrimonial, anseios de amores mal resolvidos e um hospício, onde poderá ser compreendida a origem das emoções, das loucuras, alcançando-se a pedra de toque das nossas dores.                                                                                                                              
Local: Teatro Municipal Gonzaguinha
Endereço: R. Benedito Hipólito, 125 - Centro, Rio de janeiro - RJ
Horário: 19 horas
Dias: Sextas, sábados e domingos de março a partir do dia 10 (Exceto dia 18)
Valor do ingresso: 30,00 inteira. 15,00 meia entrada.


SOBRE: Retratos do avesso é fruto de um estudo intenso sobre a natureza humana. A encenação é composta por 4 quadros que trazem as mais diversas emoções ao público, tendo como personagem transitório entre estas, Atena Phoenix uma drag queen que se intitula “o tapa de volta” na cara de uma sociedade hipócrita e machista, levando trágicas histórias ao público, dentre essas, O quadro um, ou ato 1 traz a exposição das maiores covardias humanas, um homem em situação financeira difícil participa de um crime e, restando uma única confidente, escolhe aquela que conhece suas fantasias e segredos mais obscuros: sua acompanhante de luxo. Tenacidade, sensualidade e acima de tudo, exposição a tudo aquilo que traduz em forma de desabafo as maiores angustias vividas pelas personagens em questão, levando diretamente ao quadro dois. Com o casal Marcelo e Leidiene que enfrentam o clássico desafio matrimonial de conviver por anos juntos buscando meios de fugir da rotina. Antes de decidirem dar um ponto final na relação, os dois decidem procurar uma terapia de casal como a última cartada para a salvação do matrimônio, abordando com muito bom humor as problemáticas relacionadas a rotina, porém sem qualquer afã em defendê-la. O quadro três conta a história de um mecânico e uma moça de família rica que só tem em comum o amor que sentem um pelo outro, mas que não é forte o bastante para os manter juntos trazendo a tona os anseios de amores mal resolvidos, busca-se na revelação do corpo, em toques e respiração, o caminho lúdico desse espetáculo. E por último, o quadro quatro onde numa determinada noite, cinco pacientes de um hospital psiquiátrico acabam relembrando suas histórias de vida. Esta momentânea lucidez cria imediatamente uma grande teia de sentimentos entre eles, o que poderá ajudá-los a superar seus traumas ou finalmente afundá-los num caminho totalmente sem volta. Atena é capaz de sentir a dor de todos esses personagens e de se tornar protagonista de todas essas histórias. Criamos entre a cena e o público algo intenso, forte, profundo, que desague num verdadeiro mergulho psicológico, ritualístico, onde é possível investigar o substrato da natureza humana por meio de signos, sons, palavras... Nosso objetivo é neste mergulho do (in) consciente transformar a simples visão da plateia em reflexão plausível e real.

ELENCO:  Ândrea Cordeiro, Brenno Pinheiro, Brunno Vieira, Daniella Leão, Elcino Dello Carmo, Elvis Xavier, Emile Rodrigues, Ethienne Estevam, Fernanda Abi-Ramia, Gabriel Engel, Iara Vasconceles, Isabela Bernardo, Iury Toledo, Lucas Gonçalves, Mikael Viegas, Mirian Gonçalves, Quéops e Rasec Rodrigues


Direção: Gabriel Engel
Autor: Gabriel Engel
Colaboradores: Pedro H. Pimenta e Mikael Viegas
Som: Matheus Alegria
Iluminação: George Lucas
Classificação: 14 anos
Phoenix Cia. De teatro 
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Contato: Gabriele Nery
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#agendaculturalrj                                                                                                                                                                                                                                                ______________________________________________________

QUANDO IA ME ESQUECENDO DE VOCÊ


Até que ponto podemos contar com nossos amigos? Quais os limites numa amizade de mais de 30 anos? Como ajudar o outro sem esquecer de si mesmo? Estas questões permeiam o espetáculo “Quando Eu Ia Me Esquecendo de Você” da jornalista e escritora Maria Silvia Camargo que conta com a supervisão de texto de Julia Spadaccini. A peça, dirigida por Diego Molina, entra em cartaz no dia 1º de abril no Teatro Ipanema.
Baseada no romance homônimo de Maria Silvia, lançado em 2012, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2013, a peça questiona a extrema individualidade da nossa era e nossa excessiva solidão.
 Através de um diálogo preciso, em cenas alternadas entre o presente e o passado, as protagonistas Carla (Veronica Rocha) e Ana (Renata Paschoal) dizem tudo o que um amigo quer ou deveria dizer para o outro. Sem vítimas nem algozes. Sandra Pera, Ricardo Gonçalves e Rodolfo Mesquita completam o elenco deste espetáculo que trata temas profundos de forma leve e engraçada.

SINOPSE
Carla e Ana são amigas de infância que pouco se veem há dez anos. Um dia Carla é surpreendida pela notícia de que Ana foi hospitalizada e está à morte. Logo, muitas caixas, contendo os diários de Ana, chegam em sua casa. Em busca de respostas, Carla começa a ler os diários - e vai ao hospital investigar.

FICHA TÉCNICA
Elenco: 
Veronica Rocha- Carla
Renata Paschoal - Ana
Sandra Pera – Dona Castra
Ricardo Gonçalves - Hélio
Rodolfo Mesquita- Pedro/Farmacêutico/Enfermeiro
 Texto: Maria Silvia Camargo
 Supervisão de Texto: Julia Spadaccini
 Direção: Diego Molina
 Cenografia: Ronald Teixeira
 Figurinos: Bruno Perlatto e Tuca
Iluminação: Anderson Ratto
Diretor de Produção: Junior Godim
Produção: Forte Filmes 
Assessoria de Imprensa: Leila Meirelles-leilameirellesf@gmail.com

SERVIÇO
Espetáculo : Quando Ia Me Esquecendo de Você
Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais 824, Ipanema. Telefone: 22673750. 
Temporada: 1º de abril a 8 de maio
                         Sábados, Domingos e Segundas: 20h 
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), 15,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Não recomendado para menores de 14 anos
Gênero: Comédia

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Contato: Gabriele Nery
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“3 FORMAS DE AMAR”, FILME CULT DOS ANOS 90, INSPIRA ESPETÁCULO TEATRAL.
Um triangulo bissexual é mote da comédia romântica “3 Formas de Amar” que estreia em janeiro no Teatro Fashion Mall.


No final de 1994, estreava no Brasil um filme despretensioso que abordava a relação entre três jovens diante de novas possibilidades de amar. O tempo passou e “3 formas de amar” ainda é referência na lista de filmes com temática LGBT e registro marcante na memória de muitos trintões. Depois de quatro temporadas de sucesso em São Paulo a versão teatral estreia dia 19 de Janeiro no Teatro Fashion Mall.

Nesta versão, livremente inspirada no filme, os papeis de Josh Charles, Lara Flynn Boyle e Stephen Baldwin são vividos respectivamente pelos atores Tiago Pessoa, Thalyta Medeiros e Diego Biaginni. Eles interpretam três jovens que dividem o aluguel e as despesas de um apartamento em São Paulo. Amor, incertezas e muitos desejos fazem parte do universo desses jovens que ainda se prepararam para a famigerada vida adulta.

Na comédia, dirigida por Renato Andrade, Leo é um rapaz acanhado, recém-chegado do interior, Alexia é uma aspirante a atriz e Vinicius é o vértice divertido e irresponsável do triangulo amoroso que se forma entre eles. São desconhecidos, completamente diferentes, mas que se aproximam em meio às dificuldades de se viver em uma grande metrópole. Aos poucos, surge uma amizade e um imbróglio amoroso, repleto de questionamentos típicos da juventude.

Embora se passe nos anos 90, época em que bissexualidade ainda era um assunto abafado, a história não se foca nos dramas ou discussões sobre o tema. Seu diferencial é apresentar uma relação de poliamor de maneira simples e divertida. É uma história sobre três jovens, que em dado momento, se veem apaixonados uns pelos outros e precisam lidar com esse sentimento e com as infinitas formas de amar.

FICHA TÉCNICA:

ADAPTAÇÃO: Pessoa Produções

DIREÇÃO: Renato Andrade

ELENCO: Diego Biaginni, Thalyta Medeiros e Tiago Pessoa.

FOTOS: Caio Gallucci

LUZ: Bob Lima

TRILHA SONORA E FIGURINOS: Renato Andrade

CENÁRIO: Cristiano Panzarin

SERVIÇO:

LOCAL: Teatro Fashion Mall (Estrada da Gávea, 899, São Conrado), sala 1, 290 lugares. Estacionamento no Shopping, Acesso a deficiente.

DATA: 19/01 até 16/02 (Quintas às 21:00h)

INGRESSOS: R$60,00 (Inteira) e R$30,00 (meia). Aceita cartões.

INFORMAÇÕES: (21) 2422-9800

DURAÇÃO: 70 min

GÊNERO: Comedia Romântica

CLASSIFICAÇÃO: 14 anos⁠⁠⁠⁠

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“60! Década de Arromba – Doc. Musical” terá sessões dias 23 e 24 de fevereiro às 19h
Wanderléa brilha à frente de um grande elenco dirigido por Frederico Reder.

Sucesso de público e crítica, o musical “60! Década de Arromba – Doc. Musical” fará sessões nos dias 23 e 24 de fevereiro (quinta e sexta), especialmente às 19, no Theatro Net Rio.
Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. A peça segue em cartaz de quinta a domingo, até o dia 19 de fevereiro.
A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.
“60 foi uma década muito importante em vários aspectos: nas artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Descobri durante o processo da peça que estávamos fazendo um documentário musical, em que cantamos toda a história sem utilizar nenhum personagem real. A única personagem que trazemos para a cena é a Wanderléa, interpretando ela mesma. Um luxo”, conta o diretor Frederico Reder.
O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira o amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.
Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” fica em cartaz quinta e sexta às 21h, sábado às 18h30 e 21h30 e domingo às 20h, até o dia 18 de dezembro, no Theatro Net Rio.
O espetáculo inicia com um prólogo em 1922 contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960.  A partir daí a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.
Se hoje em dia a discussão em torno do empoderamento feminino está em alta, já em 1960 mulheres marcaram época com frases que deram o que falar. “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher” afirmava a escritora francesa Simone de Beauvoir. Marilyn Monroe fazia sucesso e bradava “mulheres comportadas raramente fazem história”.  Aqui no Brasil, mulheres como Leila Diniz também não ficavam atrás com atitudes e frases que marcaram história, como: “Na minha cama deita quem eu quiser”.    
Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

FICHA TÉCNICA:
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi
Elenco: Wanderléa, Amanda Döring, Analu Pimenta, André Sigom, Bel Lima, Cássia Raquel, Deborah Marins, Erika Affonso, Fabiana Tolentino, Giu Mallen,
Jade Salim, Jullie, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Marcelo Ferrari, Mateus Ribeiro, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Raphael Rossatto, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin, Tauã Delmiro
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Daniela Sanchez
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtores Associados: Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr
Produtor Executivo: Leandro Bispo
Produtor Assistente: Allan Fernando
Estagiária de Produção: Joelma Di Paula
Diretor Executivo: Léo Delgado
Gerente de Marketing: Mauricio Tavares
Direção de Arte: Barbara Lana
Assistente de Direção Musical: Alexandre Queiroz
Operador de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Figurinista Assistente: Teresa Abreu
Assistente de Figurino: Karoline Mesquita
Estagiária de Figurinista: Tayane Zille
Estagiária de Figurinista: Jemima Oliveira
Estagiária de Figurinista: Gabriela Silva Fernandes
Coreógrafa Assistente: Clara Costa
Dance Captain: Rodrigo Morura
Cenógrafa Assistente: Marieta Spada
Assistente de Cenografia: Guilherme Ribeiro
Camarins: Vivi Rocha e Kaká Silva

SERVIÇO:
60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Ingresso:
Direito à meia entrada e descontos :  http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html
Data: 23 e 24 de fevereiro (quinta e sexta)
Horário: 19h.
Ingressos: Quinta e Sexta:  R$ 160,00 (plateia e Frisas) R$ 120.00 (Balcão I) R$ 50,00 (Balcão II)
Sábado e Domingo: R$ 180,00 (Plateia e Frisas) R$ 140,00 (Balcão I) R$ 50,00 (Balcão II) Classificação: 12 anos.
Duração: 150 minutos.
Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br
Vendas pela internet:  www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212
Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Reservas para grupos: Beatriz Barcelos- beatrizbarcelos@brainmais.com
Somente pelo telefone: (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.
Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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CCBB apresenta Luis Lobianco em “Gisberta”, monólogo dramático baseado em fatos reais de transfobia.

Com patrocínio do Banco do Brasil e realização do Centro Cultural Banco do Brasil, o espetáculo “Gisberta” estreia nacionalmente no dia 2 de março de 2017, no CCBB Rio de Janeiro.


Idealizada por Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, a obra mistura política, história, música, teatro, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 no Porto, em Portugal, após ser torturada por um grupo de 14 menores de idade.

Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água.

Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou (e até hoje é) ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens.

“Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público.” – comenta Lobianco.

Caçula de uma família com oito filhos, ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Poupava energia para as cartas e fotos que mandava para a família, queria garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids. Perdeu os cabelos conquistados, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de 3 meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.

“O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para indentidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente - não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão.” – conclui Lobianco.

Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial e de visitas aos locais da tragédia e por onde Gisberta passou. Em cena, três músicos acompanham o ator.

As apresentações no Teatro III do CCBB Rio de Janeiro acontecem de quinta a domingo, às 19:30h, até 30 de abril.

Uma breve apresentação de Luis Lobianco

Nascido no Rio de Janeiro, Luis Lobianco faz teatro desde 1994. Em 2012, se formou na CAL e foi dirigido por nomes, como: Aderbal Freire-Filho, Moacyr Chaves, Marcelo Saback e Ruy Faria; atuando em mais de 30 montagens teatrais até hoje. Também foi criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil, todos em cartaz atualmente. Na TV, está no ar com o “Vai Que Cola” no Multishow e se prepara para a estreia da série infantil “Os Valentins”, do canal Gloob, onde interpreta o vilão Randolfo, ao lado de Claudia Abreu e Guilherme Weber. Lobianco também é ator fixo do canal Porta dos Fundos desde sua criação há quatro anos. No cinema já esteve em dez produções entre 2012 e 2017. Lobianco foi indicado ao prêmio F5 da Folha de São Paulo por seu trabalho para TV, como o protagonista de “O Grande Gonzalez”, coprodução da FOX com o Porta dos Fundos.

Ficha técnica

Patrocínio: Banco do Brasil
Atuação: Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Músicos em Cena: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz)
Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro
Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro
Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Mina Quental
Figurino: Gilda Midani
Preparação Vocal: Simone Mazzer
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de divulgação: Elisa Mendes
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Produção: Fabrica de Eventos
Idealização: Luis Lobianco

Serviço

“Gisberta”
com Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Centro Cultural Banco do Brasil  (Teatro III)
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro
Informações: 21 3808-2020
Temporada: 2 de março a 30 de abril. Quinta a domingo, às 19:30h
Venda na bilheteria de quarta a segunda, das 9h às 21h ou pelo site www.ingressorapido.com.br
Ingresso: 20,00 (inteira) e 10,00 (meia)
Classificação 14 anos
70 minutos
Drama

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Dentro de Mim, a Cidade, é uma peça teatral que se utiliza de elementos do teatro físico, da música, do vídeo e da fotografia, para falar sobre as possíveis relações entre corpo, memória e território


Dentro de Mim, a Cidade, é uma peça teatral que se utiliza de elementos do teatro físico, da música, do vídeo e da fotografia, para falar sobre as possíveis relações entre corpo, memória e território, buscando uma relação crítica com a historiografia oficial, que narra os fatos pela ótica do opressor e molda os espaços de forma a torná-los inacessíveis e impenetráveis. A obra é uma tentativa de traçar um mapa afetivo entre as cidades, que polarizam uma série de discussões caras à reflexão sobre a urbe.

Cego e sem rumo, Gonçalves, um náufrago errante, caminha pelas ruas da história das cidades que habitou: Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo. Entre a metrópole e a chamada periferia, ele transita peripateticamente e ressuscita as imagens e narrativas de tempos idos, confundindo a lembrança de seu passado, com as memórias históricas da polis. Vagando para lugar nenhum, Gonçalves, tenta achar a cidade utópica e acaba por se perder ainda mais, confundindo-se com os monumentos, praças, charcos e mangues que encontra. O caminhante percebe-se, ele mesmo, o próprio caminho.


Ficha técnica

Atuação e argumento: Reinaldo Dutra
Dramaturgia: Mundé
Orientação e execução musical: Fernando Porto
Orientação para composição cênica: Nicolle Longobardi
Projeções, vídeos e designer: Jamille Almeida
Produção: Fernanda Fernandes
Figurino: Tiago Torres
Orientação filosófica: Jackeline Marins
Operação de Luz: Tom Marinho
Entrada: R$ 30,00
R$ 15,00 (meia entrada)
Classificação: Livre
Sempre aos sábados – 04, 11 e 18 de março às 20h
Local: Scuola Di Cultura
Endereço: Av. Presidente Roosevelt, 1063 - São Francisco, Niterói -
 RJ, 20020-010
Telefone: (21) 3629-1063
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Em Cartaz, a partir do dia 10/03 no TEATRO ARMANDO GONZAGA o ESPETÁCULO ''AS DIVINAS  MÃOS DE ADAM'', de sexta a domingo.
 10 DE MARÇO A 19 DE MARÇO

As Divinas Mãos de Adam, (Prêmio Dalcídio Jurandir, melhor texto teatral 2016) retrata os dilemas de três pessoas distintas: Adam, um jovem imigrante, que passa dificuldades em um país distante, onde busca novas oportunidades; Stephen, paraplégico, mas que ainda acredita em alguma humanidade, expressas pela possibilidade de ainda sentir algum prazer, e Rita, irmã de Stephen, frustrada, rancorosa, que responsabiliza o irmão pelas conquistas que não teve. Unidos por sentimentos de raiva, tristeza, incapacidade e desejos reprimidos os três se confrontam sobre algo que talvez tenha acontecido. Mas o que de fato aconteceu? Que transformações se operaram naquelas três pessoas tão diferentes? Somos colocados em cheque com nossos próprios desejos, pensamentos e crenças.

Serviço:
ESPETÁCULO: AS DIVINAS  MÃOS DE ADAM
LOCAL: TEATRO ARMANDO GONZAGA
DATA: SEXTA, SÁBADO E DOMINGO, 10 DE MARÇO A 19 DE MARÇO
HORÁRIO: 20:00HS / 20:00HS E 19:00H
FAIXA ETÁRIA: 14 ANOS
TEMPO: 65 MIN


Autor: Roberto Muniz                                                                                                                    
Direção: Emer Lavinni
Elenco: Ana Carolina Rainha, Héctor Medina e Mario Cardona
Preparação de Elenco: Claudiana Cotrim
Iluminação: Anahuã Vilhena
Trilha Sonora Original: Lucas Simonetti
Operação de Som: Anauã Vilhena
Cenografia: Renata Belich
Fotografia: Mackson Cruz
Figurino: Maria Eugenia Nabuco
Produção e Assessoria de Imprensa: Vinícius Canela

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‘Estudo para Missa para Clarice’ estreia no Teatro Glauce Rocha, no Rio
Peça do diretor e ator Eduardo Wotzik celebra um ano de sucesso de público e crítica

O espetáculo Estudo para Missa para Clarice – Um espetáculo sobre o Homem e seu Deus estreia na quinta, dia 9 de fevereiro, às 19h, no Teatro Glauce Rocha, no Centro do Rio. A peça fica em cartaz até abril e está comemorando um ano de apresentações ininterruptas passando por mais de 15 teatros pelo Brasil. A adaptação e a direção da obra de Clarice Lispector é assinada por Eduardo Wotzik, que ainda atua como ator juntamente com Cristina Rudolph e Natally do Ó, atrizes da montagem. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) e as apresentações acontecem de quarta a domingo, sempre às 19h.

A montagem traz um arauto e duas beatas claricianas que organizam, professam e processam as palavras de Clarice e recebem os espectadores. Assim como acontece nos templos religiosos, seguindo um missal (que também terá uma versão em braile), o público senta, levanta, reza, canta, respira junto como num ritual. Em formato de missa, a montagem une o espaço físico do teatro e todo o seu poder de encantamento, ao poder da palavra transformando o espaço cênico num templo de reflexão.

Segundo Eduardo Wotzik, Estudo para Missa para Clarice – Um espetáculo sobre o Homem e seu Deus se transformou em um daqueles espetáculos necessários e que nos ajuda a lembrar que somos humanos. “A montagem cumpre com louvor a função do Teatro. Todo dia uma catarse. Uma catarse apolínea, meditativa, que costura para dentro, como queria Clarice. É lindo ver as pessoas durante o espetáculo se aproximando de si mesmas”, ressalta o diretor.

Eduardo acrescenta: “É preciso dizer não à estupidificação, e sobreviver à miséria intelectual e espiritual a que estão nos submetendo. Nosso espaço artístico tem sido usado como passatempo ou entretenimento, em um verdadeiro desperdício de tempo, dinheiro e HD. Clarice Lispector usava uma expressão: ‘Use-se’. Complemento com o ‘não desperdice-se’. A arte é o melhor remédio para o ser humano: ela nos ajuda a suportar a vida, a consciência da finitude e as doenças. Arte e religião são dois sistemas muito bem bolados pela humanidade e, enquanto existirmos, lá estarão eles”, explica Wotzik.



Serviço:
Espetáculo Estudo para Missa para Clarice – Um espetáculo sobre o Homem e seu Deus
Da obra de Clarice Lispector.
Temporada: De 9 de fevereiro a 2 de abril, quarta a domingo, às 19h
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Local: Teatro Glauce Rocha
Avenida Rio Branco 179, Centro – Rio de Janeiro (RJ)
(Estação Metrô Carioca)

Ficha Técnica:
Edição e Texto final: Eduardo Wotzik
Direção de Arte: Analu Prestes
Iluminação: Fernanda Mantovani
Direção Artística Geral: Eduardo Wotzik
Elenco: Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik
Direção de Produção: Jessica Leite e Michele Fontaine
Produção Executiva e Administração: Luana Manuel
Realização: Wotzik Produções Artísticas Ltda.

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Peças em cartaz no Sesc RJ chegam às últimas apresentações neste fim de semana
Quatro espetáculos encerram temporada nas unidades da Tijuca, Copacabana e no Ginástico


Doroteia

Este fim de semana é a última oportunidade para o público assistir a quatro espetáculos em cartaz unidades do Sesc RJ. “Hotel Brasil”, “Doroteia” (Sesc Copacabana), “A hora da estrela” (Sesc Tijuca) e “O topo da montanha” (Sesc Ginástico) encerram temporada no domingo, dia 19/2. Os ingressos custam entre R$ 6 (associados Sesc) e R$ 25.

Hotel Brasil


A Hora da Estrela
SERVIÇO
SESC COPACABANA
Hotel Brasil
Sinopse: Três autores, três personagens e três histórias são a base de construção do espetáculo Hotel Brasil, este espetáculo que trata do amor, do poder e da loucura neste universo transcultural - que apesar de todos os esforços reducionistas em nome da tríade “tradição-família-propriedade” – se mostra cada vez mais plural e complexo.
Horário: Sexta e sábado, às 19h, e domingos, às 18h (Sala Multiuso)
Ingressos: R$ 6 (assoc. Sesc), R$ 12 (meia entrada) e R$ 25.
Classificação etária: 16 anos.

Dorotéia
Sinopse: Dorotéia, ex-prostituta que largou a profissão depois da morte do filho, vai morar na casa de suas primas, onde há 20 não entra homens, três viúvas puritanas e feias que não dormem para não sonhar e, portanto, condenadas à desumanização e à negação do corpo, dos sentimentos e da sexualidade. Dorotéia, linda e amorosa, nega o destino e entrega-se aos prazeres sexuais. Este é seu crime, e por ele pagará com a vida do filho buscando a sua remissão. Texto: Nelson Rodrigues. Com Rosamaria Murtinho, Letícia Spiller, Alexia Deschamps e outros.
Horário: Sextas e sábados, às 20h30, e domingos, às 19 (Teatro de Arena)
Ingressos: R$ 6 (associados Sesc), R$ 12 (meia entrada) e R$ 25.
Classificação etária: 16 anos.

SESC TIJUCA
A Hora da Estrela
Sinopse: Último romance escrito por Clarice Lispector, “A Hora da Estrela” conta as desventuras de Macabéa, uma jovem nordestina que vive no Rio de Janeiro sem saber ou mesmo questionar os porquês. Sua vida parece ter chegado a um beco sem saída até o momento de uma grande reviravolta.
Horário: De sexta a domingo, às 20h
Ingresso: R$ 6 (associado Sesc), R$ 12,00 (meia entrada) e R$ 25
Classificação etária: 12 anos


O topo da Montanha
SESC GINÁSTICO
O Topo da Montanha
Sinopse: O título do espetáculo faz alusão ao último grande discurso de Martin Luther King  (I’ve been to the mountaintop): em Memphis, na Igreja de Mason, no dia 3 de abril de 1968, Luther King acabara de realizar seu último sermão. É exatamente neste cenário – um dia antes de seu assassinato na sacada do Hotel Lorraine, do quarto 306, após suas derradeiras palavras públicas –, que Martin Luther King, interpretado por Lázaro Ramos, conhece Camae, encenada por Taís Araújo, a misteriosa e bela camareira em seu primeiro dia de trabalho no estabelecimento.
Horário: Sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h
Ingresso: R$ 6 (associado Sesc), R$ 12 (meia entrada) e R$ 25

Classificação etária: 12 anos

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Espetáculo “Deslizes”, com direção de Renato Linhares, em cartaz no Teatro Ziembisnki, de 08 a 17 de fevereiro, quartas, quintas e sextas, as 20h, classificação livre.


Depois da Temporada de Verão realizando apresentações em espaços públicos por municípios das regiões serrana e dos lagos do Rio de Janeiro, o Coletivo Nopok volta aos palcos cariocas com seu mais recente trabalho, o espetáculo “Deslizes”, com direção de Renato Linhares, em cartaz no Teatro Ziembisnki, de 08 a 17 de fevereiro, quartas, quintas e sextas, as 20h, classificação livre.
Formado pelos artistas Daniel Poittevin e Fernando Nicolini, o Coletivo Nopok completa dez anos de história em 2017 e começa o ano com a mão na massa, apresentando seu repertório em diferentes cidades, praças, teatros e onde o circo pode e deve se fazer presente. O importante para o coletivo neste ano de comemorações é seguir fazendo, se movimentando, apresentando seus trabalhos a todo tipo de público, essa é a energia do Nopok.

O processo de montagem do espetáculo Deslizes apostou no improviso, na comédia física e nas inúmeras possibilidades de relacionar-se com os objetos cênicos e com o outro. Deslizes faz uso das técnicas acrobáticas e de equipamentos novos dentro da pesquisa circense do grupo, como a bicicleta acrobática e a mesa deslizante.
O diretor Renato Linhares imprimiu sua identidade construindo um espetáculo que deixou de lado a palavra para buscar a expressão máxima dos corpos, no virtuosismo acrobático e no silêncio provocador de certo incômodo. Observa-se uma cena desprendida de beleza e mergulhada na tensão, promovida pela expressão máxima do olhar e pela explosão do movimento.

Sinopse:
O espectador se depara com dois homens, ora amigos, ora irmãos, ora meros desconhecidos ou até rivais. A cena é composta pela presença desses dois personagens, que se relacionam entre si, com os objetos e com o espaço. Eles lançam mão das técnicas acrobáticas e de uma comicidade silenciosa e provocativa cujo olhar expressa o tom, a direção e a intenção de cada um deles.
Deslizes parece contar a história de dois velhos e grandes amigos que, sem o uso da palavra falada, comunicam-se com o público e entre si através de um jogo físico, um jogo que lembra as brincadeiras clássicas de amigos meninos que brincam de brigar, que dialogam e expressam afetividade em pequenas provocações físicas, desafios e intimidações.
Teaser: https://vimeo.com/179337176

SERVIÇO: 
Infanto-juvenil e Adulto– todas as idades
Gênero: Circo
Teatro Ziembinski
Endereço: Rua Heitor Beltrão, s/nº – Tijuca (próximo ao metrô São Francisco Xavier)
Informações: 2254-5399
Horário: 4ª e 5ª e 6ª feiras às 20h
8, 9, 10 15, 16 e 17/02
Ingressos: R$30 ,00
Duração: 60 minutos
Classificação etária: Livre
Venda de ingresso: http://migre.me/vVC2k
Site: http://coletivonopok.blogspot.com.br/

FICHA TÉCNICA
Autoria: Coletivo Nopok
Direção: Renato Linhares
Elenco: Daniel Poittevin e Fernando Nicolini
Preparação corporal: Alice Ripoll
Preparação técnica: Alexandre Souto e Julio Nascimento
Cenário: Aurora dos Campos
Iluminação: Tabatta Martins
Trilha sonora: Arturo Cussen, Lancaster Pinto e Alexis Graterol
Figurinos: Karlla Tavares
Operação de Som: Alexis Graterol
Operação de Luz: Tabatta Martins
Fotografia: Renato Mangolin e Gian Lana
Comunicação: Ana Righi
Design Gráfico: Caco Chagas
Produção: Cida de Souza
Gênero: Circo
Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

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Cia Jeová Nissi faz duas apresentações no Rio de Janeiro com a peça “O Jardim do Inimigo”

Assistida ao vivo e em DVD por milhares de pessoas de todos os continentes, a peça “O jardim do inimigo” chega ao palco do Teatro Antônio Fagundes, Barra da Tijuca, no dia 10 de fevereiro e na igreja Oceanos In Move, Duque de Caxias, no dia 11 de fevereiro, ambos às 20h. “O Jardim do Inimigo” é o espetáculo carro chefe da Cia Palco Del’ Arte, também conhecida internacionalmente como Cia Jeová Nissi, de São Paulo.


A peça é baseada em fatos reais, por isso, leva o espectador a identificar-se com as personagens que vivem em um jardim sinistro, rodeado por murmúrios, ranger de dentes, gritos e perseguições na mente. Com leve pitada de humor, o texto aborda assuntos fortíssimos, porém pouco explorados. Prostituição infantil, relacionamento familiar, respeito, paz, amor e fé são alguns dos temas abordados ao longo da trama.


Há quase 17 anos na estrada, a Cia possui mais de 100 artistas, oriundos de todas as regiões do Brasil, além de chilenos. No total são dezesseis equipes, vários DVDs gravados, 2 DVDs de ouro e diversos espetáculos, que todos os dias estão em cartaz em palcos alternativos dentro e fora do País.
O Espetáculo “O Jardim do Inimigo” já impactou milhares de espectadores ao redor do mundo passando por países da América do Norte, América do Sul, Europa, África, Ásia e Oceania.

Ficha Técnica
Direção e texto: Caíque Oliveira
Elenco: Caíque Oliveira, Angela Baptista, Fabricio Lacerda, Emanuelle Damasceno, Lilian Marassato, Weilla Martha, Aline Menezes, Otávio Menezes, Nelma Cestari, Diego Cestari, Cris Cruvinel e Marcos Oliveira.
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Cenário: J.C Serroni
Maquiagem e figurino: Allan Ferc
Trilha sonora:  Jonas Paulo.

Serviço
Espetáculo “Jardim do Inimigo” – Cia Jeová Nissi

10 de Fevereiro (Sexta) - Teatro Antônio Fagundes  - 20h
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 2541 – A - Barra da Tijuca – Rio de Janeiro - RJ
Ingressos: R$ 40,00 reais (inteira) R$ 20,00 (Meia)
www.aloingressos.com.br ou Lojas South

11 de Fevereiro (Sábado) – Oceanos In Move
Endereço:  Avenida Prudente de Morais, 1070 – Vila São Luiz – Duque de Caxias – RJ
Ingressos: R$ 30,00 reais (Preço único)
www.aloingressos.com.br ou Lojas South

Realização: Cia Jeová Nissi
Produção Executiva : Rogério Mayo
Informações: (21) 96428-9213 (Whatsapp)

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Definitiva Cia. de Teatro estreia adaptação de “A hora da estrela” dia 20 de janeiro no Sesc Tijuca, 20h
Último romance de Clarice Lispector reúne abordagens filosófica, social e estética e fica em cartaz de sexta a domingo até dia 19 de fevereiro.

Narrativa se estrutura a partir do narrador-personagem, Rodrigo S.M., que fala de si mesmo para contar a história de Macabéa.
Foto: Cesar Augusto Moura e Nicholas Bastos

A hora da estrela, terceiro espetáculo da Definitiva Cia. de Teatro, estreia dia 20 de janeiro no Teatro 1 do Sesc Tijuca seguindo a trilha da pesquisa de linguagem empreendida pela Cia. desde a sua fundação: a relação entre a música e a cena num espetáculo teatral; o limite do que se entende como teatro musical e suas variações – “teatro musicado”, “teatro com música” – bem como os seus tensionamentos como é o caso do teatro chamado “épico”.

Com sessões de sexta a domingo, 20h, a Cia. apresenta o último romance escrito por Clarice Lispector contando as desventuras de Macabéa, uma jovem nordestina que vive no Rio de Janeiro sem saber ou mesmo questionar os porquês. “Virgem e inócua”, ela sente dores. Péssima datilógrafa, trocada pelo namorado que nunca o fora de fato, com cheiro ruim, cor de “burro quando foge”, Macabéa é daquelas que passam pela vida sem se dar conta do que é existir. Sua vida parece ter chegado a um beco sem saída até o momento de uma grande reviravolta.

Macabéa é um possível alter-ego de Clarice, que usa de um narrador fictício (outro alter-ego), Rodrigo S.M., para colocar a própria construção da narrativa em perspectiva. Nesta adaptação, a Definitiva Cia. de Teatro coloca a mesma perspectiva do ponto de vista da construção da narrativa teatral, assumindo os lugares tanto do escritor como dos personagens, usando a música como uma das camadas dessa escrita cênica.

“A nós, mais do que a fábula aqui brevemente descrita, interessa levar à cena o encontro entre o artista – escritor – e a dificuldade de conformar em uma experiência estética o seu objeto de desejo – a obra; o exercício diário, exaustivo e quase aprisionador – quase, uma vez que através dele podemos vislumbrar um grito de liberdade – pelo qual passa Rodrigo S. M. em busca de dar voz ao grito de direito daquela nordestina é uma imagem poética do trabalho de uma companhia de teatro que se dá a missão de conformar em um aparelho – o teatro – uma obra complexa no que tange às camadas da sua constituição. Mostrar a tentativa de Rodrigo é mostrar através de um exercício metalinguístico a tentativa da Definitiva Cia. de Teatro.” diz Jefferson Almeida, adaptador e diretor.

Dentro da trajetória da Cia., A hora da estrela significa um passo bastante significativo; depois de passar por uma montagem de um musical brasileiro clássico – “Calabar, o elogio da traição”, de Chico Buarque e Ruy Guerra – onde buscou entender a função da música dentro deste tipo de dramaturgia que já difere do musical americano onde as canções substituem diálogos, por exemplo, a Cia. se debruçou sobre um épico – “Deus e o diabo na terra do sol”, de Glauber Rocha – onde a função narrativa da música era investigada de maneira muito potente, se utilizando do cordel musicado por Sérgio Ricardo como uma camada da dramaturgia, se aproximando da maneira como o encenador alemão Bertolt Brecht lida com a música na maior parte de suas peças: como um recurso de comunicação elaborado e de extrema eficiência, parte da narratividade da peça, então, estava a cargo da canção. Em A hora da estrela, a música é parte componente da encenação criando uma dramaturgia paralela ou uma escrita musical.

Levada pela importância da música para a personagem central, viciada em rádio, e pela quantidade de músicas já criadas a partir desse último romance de Clarice Lispector, a Cia. se utiliza dessas canções – as criadas a partir do livro e as citadas no livro – para perguntar: como se constrói uma cena onde a música é a cena? E assim nós temos, pela primeira vez, os atores da Cia. tocando instrumentos e executando a música em todas as suas instâncias. Em outras palavras, a música, aqui está em cena em toda a sua plenitude: o ato de tocar e fazer música é a cena e meta-cena, ou seja, em outra camada, serve de esteio onde repousa a vida ficcional das personagens.

SINOPSE SUGERIDA – Espetáculo retrata o processo de escrita por um autor fictício da história de Macabéa, uma jovem que, ao que tudo indica, é inapta para a vida.

FICHA TÉCNICA:
Do original de Clarice Lispector – A hora da Estrela
Adaptação: Jefferson Almeida e Tamires Nascimento
Direção: Jefferson Almeida
Elenco: Gustavo Almeida, Jefferson Almeida, João Vitor Novaes, Livs Ataíde, Marcelo de Paula, Paula Sholl, Tamires Nascimento e Yves Baeta.
Assistente de direção: Tamires Nascimento
Direção musical: Renato Frazão
Preparação vocal: Yves Baeta
Professor de método passo: Diogo Brandão
Preparação de atores: Daniel Chagas
Tap: Clara Equi
Cenário: Taísa Magalhães
Cenotécnico: Diogo Perdigão
Figurinos: Arlete Rua e Thaís Boulanger
Costureira: Kátia Salles
Visagismo: Rodrigo Reinoso
Iluminação: Livs Ataíde
Assistente de iluminação: Luiz Paulo Barreto
Desenho de som: Andrea Zeni
Microfonista: Carol Dias
Coordenação de microfones: Jamile Magalhães
Sonorização: Áudio Cênico
Técnico de áudio: Joyce Santiago
Operação de som: Beto Ferreira
Projeto gráfico: Davi Palmeira
Produção audiovisual: Cesar Augusto Moura e Nicholas Bastos
Coordenação de produção: Tamires Nascimento
Produção: Jefferson Almeida, Livs Ataíde e Marcelo de Paula.
Assistente de produção: Nicholas Bastos
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Realização: Definitiva Cia. de Teatro e TEM DENDÊ! Produções

SERVIÇO:
Local: SESC TIJUCA – Teatro I
Endereço: R. Barão de Mesquita, 539
Estreia: 20 de janeiro
Temporada: De 20 de janeiro a 19 de fevereiro
Horários: Sextas, sábados e domingos, 20h
Gênero: Épico
Duração: 90 minutos
Classificação: 12 anos
Preço: R$ 25,00 (Inteira), *R$12,00 (Meia), R$ 6,00 (Comerciários)
*Concedida, mediante apresentação de documentos comprobatórios, a estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência - inclusive seu acompanhante quando necessário - e a jovens de baixa renda com idade entre 15 e 29 anos inscritos no cadastro único para programas sociais do Governo Federal (CadÚnico), cuja renda familiar mensal seja de até 2 salários mínimos.
Capacidade: 228 Lugares

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Passeios Turisticos.
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Estrelada por Grace Gianoukas, “HORTANCE, A VELHA” segue temporada no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, até 26 de fevereiro

Monólogo de Gabriel Chalita em cartaz de quinta a sábado às 21h e domingo às 20h


Grace Gianoukas dá vida a Hortance, uma velha que vive num cabaré repleto de memórias
Foto: Priscila Prade

Segue em cartaz no Teatro dos Quatro, Shopping da Gávea, a comédia “Hortance, a velha”, monólogo de Gabriel Chalita estrelado pela atriz Grace Gianoukas que conta a história de Hortance, uma senhora que acumulou ao longo de sua vida um amontoado de lembranças dentro de um cabaré. A moça vive imersa no seu universo particular, tem o mundo inteiro dentro dela e, para ela, não existe tempo ruim.

As sessões acontecem de quinta a sábado, 21h e aos domingos, 20h e cumpre temporada até dia 26 de fevereiro.

Dentro das paredes de um cabaré está o mundo de Hortance. Além da companhia da irmã Aliquianni e de um gambá, vive ali uma mulher de todos os tempos, de grandes amores e fortes laços de amizade que já recebeu em sua casa todo tipo de gente. E histórias não faltam! Shakespeare, Nero, Getúlio Vargas, Stalin, Sartre, Simone de Beauvoir e Che Guevara são apenas alguns dos notáveis nomes que frequentaram aquele lugar lugar.

Link de vídeo: https://vimeo.com/199146793

senha – VELHA2017

FICHA TÉCNICA
Texto: Gabriel Chalita
Direção: Fred Mayrink
Elenco: Grace Gianoukas
Dramaturgia: Fred Mayrink, Grace Gianoukas e Michelle Ferreira
Cenografia: Juliana Carneiro
Figurino: Alessandra Barrios
Iluminação: Paulo Brakarz
Trilha sonora: Iuri Sant'Anna
Direção de produção: Marlene Salgado
Realização: Fontes Realizações Artísticas

SERVIÇO:
Local: Teatro dos Quatro - Shopping da Gávea
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52
Temporada: De 12 de janeiro a 26 de fevereiro
Horários: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Valor: R$ 60,00 às quintas, sextas e domingos
R$ 80,00 aos sábados
Bilheteria: de segunda a sábado das 13h às 21h e domingo das 13h às 20h - Fones: (21) 2274 9895/ 2239 1095
Vendas de ingresso na bilheteria ou no site: ingresso.com
Duração: 60 min.
Classificação: 14 anos
Gênero: Comédia

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Passeios Turisticos.
Gabriele Nery - Produção e Promoções de Eventos Culturais agendaculturalrj@gmail.com
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Grace Gianoukas se divide entre duas peças no Rio de Janeiro e programa de TV
Atriz que brilhou em Haja Coração está em cartaz de quinta a domingo com a peça “Hortance, a Velha”, no Teatro dos Quatro e fará duas apresentações do celebrado “Terça Insana” no Oi Casa Grande. 




Depois de viver a divertida Teodora Abdala na novela das 19h da TV Globo Haja Coração, Grace Gianoukas está colhendo os frutos do sucesso. A atriz está em cartaz de quinta a domingo no Teatro dos Quatro com a peça “Hortance, a Velha”, escrita por Gabriel Chalita e dirigida por Fred Mayrink e fará duas apresentações nos dias 7 e 8 de fevereiro no Teatro Oi Casa Grande o seu projeto “Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe”.

Além da maratona teatral na Cidade Maravilhosa, Grace participou do programa Amor e Sexo e está gravando um novo programa para o Multishow com a atriz Tatá Werneck, sua parceira de cena na novela.  


Em “Hortance, a Velha”, Grace dá vida a uma dona de um cabaré prestes a fechar as portas e divide suas lembranças com o público. Já no show de humor “Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe” ela transformará o palco do Teatro Oi Casa Grande em um avião que nunca decolará e onde ela vive uma chefe de cabine. Para fazer essa metafórica reflexão sobre as origens da corrupção no país, a pressa contemporânea das pessoas, o fundamentalismo do Brasil em crise, ela recebe sua assistente de palco Sheila (Darwin Demarchi) para novas aventuras, o quadro “infantil” da LILI (Eraldo Fontiny), que tem de lidar com a ansiedade de uma passageira fumante inveterada (Rita Murai), e recebe ainda o Aedes aegypti (Darwin Demarchi) para entreter o público-passageiro que aguarda a decolagem. Com apenas duas sessões na zona sul carioca, o espetáculo acontece dias 7 e 8 de fevereiro, 21h.

- “Hortance” é uma reflexão sobre a liberdade sexual, as conquistas da mulher, os direitos femininos, a liberdade feminina, dentro um mundo que está de novo fazendo da mulher um objeto e do sexo um consumo sem prazer. A gente reflete sobre a grande solidão que é todo mundo transar com todo mundo, falamos sobre um tempo em que o sexo tinha um lugar mais mágico e mais romântico na nossa vida, e analisamos a sociedade contemporânea com muito bom humor – conta Grace, que está em cartaz de quinta a sábado às 21h e domingo às 20h até o dia 26 de fevereiro no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea.

“... Em “Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe”, mais do que fazer um retrato do Brasil atual, a humorista mostra algo fundamental para as artes cênicas: que o humor ainda pode ser um lugar de resistência.” Miguel Arcanjo Prado – Crítico de teatro

SERVIÇO:
Hortance, a velha
Local: Teatro dos Quatro - Shopping da Gávea -  Rua Marquês de São Vicente, 52
Temporada: Até 26 de fevereiro de 2017
Horários: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Valor: R$ 60,00 às quintas, sextas e domingos - R$ 80,00 aos sábados
Bilheteria: de segunda a sábado das 13h às 21h e domingo das 13h às 20h - Fones: (21) 2274 9895/ 2239 1095
Vendas de ingresso na bilheteria ou no site: ingresso.com
Duração: 60 min.
Classificação: 14 anos
Texto: Gabriel Chalita
Direção: Fred Mayrink
Elenco: Grace Gianoukas
Gênero: Comédia

SERVIÇO
Terça Insana - Grace Gianoukas Recebe
Dias 7 e 8 de fevereiro - Terça e quarta- feiras
Horário: 21h
Local: Teatro Oi Casa Grande
Endereço: Rua Afrânio de Melo Franco 290, Leblon - Rio de Janeiro / RJ
Estacionamento do Shopping Leblon (Entrada pela Rua Professor Antonio Maria Teixeira)
Ingressos
Plateia VIP R$ 100,00
Plateia Setor 1 (filas M a T) R$ 80,00
Camarote: R$ 100,00
Balcão Setor 2 (filas A a J) R$ 60,00
Balcão Setor 3 (filas K a N) R$ 40,00
Meia entrada para idosos, estudantes, e demais promocionais
Lotação: 926 lugares
Texto e direção: Grace Gianoukas
Elenco: Grace Gianoukas, Darwin Demarch, Rita Murai e Eraldo Fontiny
Classificação: 16 anos
Duração: 80 min.

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“Dani Night, solteira, procura” conta a saga de uma mulher encalhada a procura de um marido e fica em cartaz, de 18 de janeiro a 30 de março, no Centro Cultural Light (RJ), com apresentação às 12h15 de 45 minutos

Dani Night estreia no Centro Cultural Light(RJ) em versão “pocket” e horário alternativo
Depois do sucesso de público e crítica na temporada do teatro Miguel Falabella, “Dani Night: solteira, procura” chega ao palco do Centro Cultural Light, no Centro, numa versão pocket de 45 minutos pensada para o horário de almoço (12h15), com preços populares, às quarta-feira e quinta-feira, de 18 de janeiro a 30 de março.

Danielle, personagem interpretada pela atriz e humorista cearense Michelle Ferrúcio, é uma mulher decidida, corajosa, sensual e sem papas na língua. Personalidade que se revela ainda mais quando, aos 37 anos, decide que precisa se casar, ter alguém para chamar de seu. Assim, deixa de lado as noites de farra com as amigas que lhe renderam o apelido de ‘Dani Night’.

- Dani Night é uma mulher desesperada para casar. Preparando-se para um novo encontro, entre remédios e bebidas, ela revela suas histórias eletrizantes em busca desse homem ideal - conta a atriz.

Sozinha em cena, Michelle Ferrúcio relata as frustradas e divertidas tentativas de Dani Night para encontrar um marido. Nessa jornada, ela sempre coloca tudo a perder no primeiro encontro. Entre remédios e bebidas, se envolve em diversas situações engraçadas para não ficar encalhada.

- A peça é bem cosmopolita, do nordeste eu trouxe o sotaque e a mulher arretada.  Mas o texto cria uma rápida identificação com o público em geral. Sempre tem alguém que faz as loucuras da personagem e vive o dilema de ainda não ter encontrado o amor” - destaca Michelle.

O espetáculo, com pitadas de um humor nordestino e improvisação, fica no Centro do Rio, Teatro Lamartine Babo - Centro Cultural Light, numa temporada de seis semanas. A peça é de autoria da própria atriz e tem direção de Areias Herbert.
Serviço:
“Dani Night: solteira, procura”
Classificação: 14 anos
Duração: 40 min
Gênero: Comédia
Centro Cultural Light (Centro)
Av. Marechal Floriano, 168
Quartas e Quintas, 18/01 até 30/03 às 12:15h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Tel: (21) 2211-7268
Capacidade: 180

Sinopse:
Dani Night, mulher nordestina, charmosa, sexy, simpática, exagerada, ansiosa, bem de vida... Uma mulher como tantas outras, desesperada para casar. Preparando-se para um novo encontro, entre remédios e bebidas, Dani Night revela suas histórias eletrizantes e surpreendentes em busca desse homem ideal. Vivendo várias aventuras dentro de uma só história, a atriz nos leva a conhecer esse universo feminino pela lente do humor, mostrando o que uma mulher enlouquecida é capaz de fazer para casar.

Ficha Técnica:
Direção: Areias Herbert
Vozes em off: Sergio Menezes, Keylla Milanez , Areias Herbert e Eduardo Fraga
Cenário: Carol Gomes e Areias Herbert
Iluminação: Gustavo Rizzotti
Direção de produção: Michelle Ferrúcio
Produção executiva: Leandro Correa e Rodrigo Melo
Assistência de produção: Leonardo Carvalho, Charles Saldanha
Figurino: Michelle Ferrúcio e Areias Herbert
Trilha sonora: Michelle Ferrúcio, Areias Herbert e Antônio Paoli
Arte: Leandro Correia
Adereços: Michelle Ferrúcio
Caracterização: Areias Herbert
Assessoria de imprensa: Ribamar Filho / Mercado da Comunicação

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Carne do umbigo
Espetáculo intimista de Maria Rezende, que une recital de poesia, performance e videopoemas, estreia em 18 de janeiro, para curta temporada na Casa Rio, em Botafogo


A poeta, atriz e montadora de cinema e TV Maria Rezende já ouviu muita gente classificar sua obra literária como otimista, mas ela gosta mesmo de outra definição: citando Ariano Suassuna, se diz uma realista esperançosa. “Muitas vezes, começo com a dor, e termino com uma luz no fim do túnel”, resume a artista, que tem dezenas de poemas publicados em três livros e também disponíveis em vídeos no seu canal do YouTube (www.youtube.com/mariadapoesia/). A partir do dia 18 de janeiro, uma seleção desses versos vai estar reunida no espetáculo Carne do umbigo, uma mistura de poesia, performance e videopoemas, que vai ocupar a Casa Rio, em Botafogo, durante quatro semanas.

A poesia falada é um dos pilares de seu trabalho. “Com 18, 19 anos, eu queria aprender a falar a poesia de meus autores preferidos e fui fazer aulas com a Elisa Lucinda. Só depois, tive coragem de começar a mostrar em público meus próprios poemas em eventos como o CEP 20.000”, lembra Maria que, em 2003, aos 24 anos, lançou seu primeiro livro, “Substantivo Feminino”. Depois, vieram mais dois: “Bendita Palavra” (2008) e “Carne do Umbigo” (2015), que também deu nome ao espetáculo. “Faço uma poesia contemporânea, de uma mulher urbana olhando para si mesma e para o mundo ao redor. O que sobressai é o meu olhar singular sobre esse universo”, define.

Concebido, dirigido e encenado pela própria autora, Carne do umbigo é um recital multimídia que tem como cenário em projeção as fotos de Ana Alexandrino, que clicou partes do corpo da poeta, e é costurado pelos videopoemas que se tornaram a marca de Maria. As imagens dos vídeos são captadas e editadas pela própria artista, que também é montadora de filmes como “Meu passado me condena 1 e 2” e ”Ponte aérea", de Julia Rezende, "Em nome da lei", de Sergio Rezende e "Tô Ryka", de Pedro Antonio Paes e séries de TV como “Questão de Família" e "Os homens são de Marte". Carne do umbigo é um espetáculo que foi sendo criado, aos poucos, em apresentações em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Belém até que se chegasse ao resultado final que o público tem a oportunidade de conferir agora na Casa Rio.



Paralelamente à vida literária e cinematográfica, Maria ganhou da vida mais uma profissão: a de celebrante de casamentos. A função, que ela já exercia informalmente durante dez anos, em casamentos de amigos, acabou virando trabalho, e hoje ela realiza cerimônias personalizadas e cheias de poesia, desde o "estamos aqui reunidos" até o "pode beijar a noiva”. Para saber mais: casarcompoesia.com

Sobre Maria Rezende

Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamento. Publicou os livros Substantivo Feminino (2003), Bendita Palavra (2008) e Carne do Umbigo (2015). Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.

Em seus quase vinte anos de vida literária, se apresentou com sua poesia por todo Brasil e também em Portugal. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.”

Saiba mais em www.mariadapoesia.com.

Ficha Técnica:
Concepção, atuação e vídeos: Maria Rezende
Produção: Livian Valias
Figurino: Mel Akerman
Operação de vídeo: Vicente Pessoa
Design: David Lima
Fotos de divulgação: Elena Moc

Serviço:
Carne do umbigo
Temporada: De 18 janeiro a 08 de fevereiro
Local: Casa Rio (Rua São João Batista, 105 – Botafogo)
Telefone: (21) 2148-6999
Dias e horários: quartas, às 21h.
Ingressos: R$ 30. Pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.
Lotação: 30 pessoas
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Funcionamento da bilheteria: em dias de sessão, a partir das 20h.

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RAFAEL PORTUGAL 
na comédia
'EU COMIGO MESMO'
no Teatro dos Grandes Atores 

Sucesso de público, 'Eu comigo mesmo', segue em cartaz na Barra e faz temporada de verão

Se você acha que já riu de tudo, vai se surpreender com Rafael Portugal. O ator do Porta dos Fundos apresenta no seu espetáculo inédito ‘Eu comigo mesmo’, a rapidez do stand up aliada à criatividade na composição de personagens inusitados, em um show de humor e comédia que vai entreter, contagiar e fazer o público se divertir.
Personagens como Ivan, um funkeiro apaixonado que fala um pouco da sua relação conjugal; O Chinês, um brasileiro que vive na ilusão de que é um chinês, por muito desejar ser um, assumindo assim costumes orientais; Tadeu, um compositor muito louco com as composições mais hilárias.


RAFAEL PORTUGAL
O ator Rafael Portugal possui uma conceituada carreira no teatro, TV e internet. Finalista do Prêmio Multishow de Humor em 2015, participou de mais de 17 espetáculos. Na TV, participou  do programa República do Stand Up, no canal Comedy Central, e do ‘Aí eu vi vantagem’, com Samantha Schmutz. Na internet, criou o canal IXI, com 600 mil incritos e mais de 30 milhões de visualizações. Foi integrante do canal Parafernalha, no youtube com mais de 6 milhões de incritos e 500 milhões de visualizações. Atualmente é integrante do Porta dos Fundos, o maior canal de humor, com mais de 11 milhões de inscritos, contabilizando mais de 1 bilhão de visualizações. Estreiou no cinema com o filme ‘Contrato Vitalício’, do Porta dos Fundos.

Rafael vai comandar o show com muito humor e fazer do "Eu comigo mesmo", a comedia mais esperada do momento!

Serviço – Teatro Dos Grandes Atores
Título: “Eu comigo mesmo”
Local: Teatro Dos Grandes Atores 
Endereço: Av. Das Américas, 3555 SS – Shopping Barra Square
Telefone: (21) 3325-1645
Capacidade: 355 Lugares
Temporada: 06 de Janeiro à 19 de Fevereiro de 2017.
Horário: Sexta e Sábado às 21:00h e Domingo às 20h
Ingresso: R$ 70,00 (sexta) / R$ 80,00 (sábado) e R$ 70,00 (domingo)
Duração: 60min
Classificação Indicativa: 14 anos
Até 19 de fevereiro

Ficha Técnica:
Texto, direção e atuação: Rafael Portugal
Assistente de palco: Vinícius Mello
Fotos: Jorge Bispo
Assessoria de imprensa: Will Comunicação & Marketing /  Luiz Menna Barreto
Produção: Nabir Rachid
Direção de produção: Sergio Sayd

Realização: Sayd Empreendimentos Culturais


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Comédia "Ela é meu marido"
estreia em 24 de janeiro no Teatro dos 4
com Guta Stresser e Bia Guedes

Segundo espetáculo teatral dos autores do Sensacionalista, Nelito Fernandes e Martha Mendonça, estreia dia 24/1 no Teatro dos 4, na Gávea, Zona Sul do Rio,  a peça Ela é meu marido, estrelada por Guta Stresser e Bia Guedes. A peça conta a história de duas amigas que, decepcionadas com os homens, revolvem ser um casal. Dirigida por Diego Molina e produzida pela Alkaparra Produções, a comédia mostra o esforço destas duas mulheres para conseguir viver sem machos em suas vidas. Uma vez morando juntas, contam a novidade às famílias, criam regras de vida a dois – no caso, a duas – e maneiras de “inventar” o desejo uma pela outra. Além do principal: esquecer que homens existem!
            Comédias têm dupla função: fazer rir e fazer pensar. Ela é meu marido tem o objetivo de divertir, ao mesmo tempo em que discute, o preconceito. A sexualidade, elas percebem, não é uma questão de escolha. O relacionamento das duas mostra ainda que os problemas do casamento não são uma questão de gênero, mas algo próprio da convivência entre seres humanos. Não são os homens os culpados da infelicidade das personagens, mas a dificuldade geral de conviver e aceitar o outro.
SINOPSE
Drica (Guta Stresser) e Nanda (Bia Guedes) são amigas desde os tempos da escola. Aos trinta e poucos anos, elas nunca se realizaram afetivamente. Um dia, têm uma ideia aparentemente perfeita: vão se casar. Mas há um problema: Nanda e Drica adoram homem.
AS ATRIZES
Guta Stresser, atriz curitibana mais conhecida como a Bebel de A Grande Família, série de comédia da qual fez parte durante os 13 anos em que o programa ficou no ar. Na TV, atuou também em Amorteamo e Mister Brau. No cinema, fez A Partilha, A Grande Família e Nina, entre outros. Guta também é autora de livros infantis e seu primeiro chama-se Meu Pequeno Coxa-Branca, sobre um carioca que torce pro time paranaense. No teatro,  foi dirigida pelos mestres Aderbal Freire Filho, Hector Babenco, Antônio Abujamra, João Fonseca, Domingos de Oliveira, entre outros.
Bia Guedes, atualmente gravando a novela Mundo Novo (próxima das 18h) e integrando o elenco dos espetáculos Pequenos Poderes e Boca Rosa, a peça. Fez parte do elenco de peças como Surto, Novela Brasil e Senhora Solidão. Foi finalista do Prêmio Multishow de Humor na edição de 2015. Atuou nas novelas Jóia Rara e Morde e Assopra e na série A grande familia. Participou de Amor e Sexo, Tapas e Beijos e O  Dentista Mascarado.

FICHA TÉCNICA
Texto: Martha Mendonça e Nelito Fernandes
Direção: Diego Molina
Diretor Assistente: Alexandre Regis
Elenco: Bia Guedes e Guta Stresser
Participação e contraregragem: Pedro Esteves
Iluminação e Trilha Sonora: Fred Eça
Cenário: Manoel Puocci
Figurinos: Patricia Muniz
Visagismo: Valeria Rodriguez
Designer Gráfico: Ivi Spezani
Fotografia: Ananda Campana
Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes
Estagiaria de Produção: Tecca Ferreira
Produção Executiva: Douglas Teixeira
Direção de Produção: Alina Lyra
Produção: Alkaparra Produções
Realização: Martha Mendonça e Nelito Fernandes
SERVIÇO
Teatro Dos 4
Endereço: Shopping da Gávea - R. Marquês de São Vicente, 52 - Gávea
Telefone: (21) 2239-1095
Lotação: 402 lugares
Temporada: de 24 de janeiro a 22 de fevereiro
Horários: terças e quartas às 21h
Ingressos: R$ 60,00
Vendas Online: Ingresso.com
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Considerado uma autoridade na transposição de textos não teatrais para o palco, Moacir Chaves apresenta “Imagina esse palco que se mexe” no Sesc Copacabana


Sucesso de público e crítica especializada na temporada de estreia (outubro a dezembro de 2016, no Sesc Copacabana), indicado aos prêmios Shell (RJ) e Cesgranrio na categoria Melhor Iluminacão, a nova montagem teatral do premiado diretor Moacir Chaves parte de um lugar de experimento, do desenvolvimento de um método de trabalho a partir de uma ideia: Vamos falar da Física. Falar da Física significa falar do sentido da vida e foi atrás disso que diretor e elenco, formado pelas atrizes Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel, conversaram com o astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto, professor titular da UFRJ, com uma importante carreira internacional. Nessas conversas, os episódios da vida de João, nascido em Cruzeiro do Sul, Acre, são atravessados por ideias e conceitos científicos com os quais ele se relaciona ao longo de sua trajetória profissional. Em sua fala, histórias de infância evocam o mecanismo de transmissão de ondas de rádio pela ionosfera; o ato de beijar alguém é associado às explosões que ocorrem no interior das estrelas; o mecanismo da visão é entendido a partir das propriedades físicas da água; o surgimento da internet vem à tona pelo caso de um cientista que, imerso na era da comunicação global, enfrenta dificuldades para trabalhar em uma universidade brasileira; e o próprio teatro serve como metáfora para a compreensão dos buracos negros e da curvatura do tempo-espaço. Assim foi se formando um texto que passa pelo elenco, como alguém que foi atingido pelo assunto. Desse processo surgiu o espetáculo “Imagina esse palco que se mexe”, com iluminação de Paulo César Medeiros, figurinos de Inês Salgado e direção musical de Tato Taborda, que reestreia dia 17 de janeiro no Sesc Copacabana.

A peça compartilha com o público o questionamento de uma noção de felicidade calcada no pretenso sucesso e na competição com o outro, seja ele um país, uma classe, um concorrente. E lança a pergunta: Que importância tem isso, diante da nossa transitoriedade material e da nossa fragilidade no universo, algo que o pouco de ciência que conhecemos já nos permite saber?

Considerado uma autoridade na transposição de textos não teatrais para o palco, entre eles “Sermão da Quarta-Feira de Cinza” (1994 a 2001), do Padre Antônio Vieira, estrelado por Pedro Paulo Rangel, e “Inutilezas” (2003 e 2016), de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes –, Moacir Chaves comenta a sua nova montagem:

– A peça é em caráter experimental, como na realidade qualquer teatro é experimental e essa é uma relação que a gente tem que entender em teatro principalmente. Para fazer experiência tem que aprender. Quem faz experiência não é quem está começando. Se o estudante de Física entrar no laboratório e for querer fazer experiência ele vai explodir tudo. Quem faz experiência é quem está lá na ponta: Antunes, Zé Celso, Aderbal. Tem que ter conhecimento, preparação, mergulho. Quando eu dirigi o espetáculo “Dom Juan” (com Edson Celulari, Cacá Carvalho e grande elenco), com 30 e poucos anos, o Abujamra foi assistir e quis me conhecer. Quando me viu me achou muito jovem e dizia “Você tem que pirar mais! Você tem que pirar mais!” e eu falei para ele “mas Abujamra eu tenho tempo, eu tenho muito tempo pra pirar, eu preciso entender mais coisas primeiro”. Porque é esse o percurso. E os cientistas estão correndo atrás do sentido da vida, então vamos fazer teatro sobre isso. Uma experiência de teatro.

Durante as conversas com o elenco, o astrofísico e professor criou uma metáfora que pode nos indicar o sentido da peça em questão: “Na física newtoniana o palco tá lá, os atores tão lá, interagem uns com os outros, mas o palco não se mexe. Na física einsteiniana o palco tá se mexendo. Então o buraco negro é o que? Imagina esse palco que se mexe, um monte de ator que se junta e distorce muito o palco, e esse palco se fecha em torno dos atores. Seria uma peça muito louca, porque a presença do ator no palco modificaria o palco. Essa metáfora tem a ver porque o buraco negro é uma região intransponível onde tudo que entra não sai mais.”

A investigação do grupo foi guiada pelo interesse em observar o mundo que nos cerca e pelo questionamento daquilo que, nele, é tido como dado e evidente, motivado por entender as leis físicas que governam o espaço e cujo conhecimento, por si só, desmistifica a estabilidade aparente do universo e o suposto lugar de destaque nele ocupado pela humanidade. As conexões entre o micro e o macrocosmo induzem a um questionamento da importância do homem na natureza e a um reposicionamento, ou fragmentação, da noção de sujeito na sociedade: o macro está no micro, e vice-versa. O espetáculo se dá no contraponto entre a pequenez do ser humano diante da imensidão cósmica e o profundo respeito à experiência da vida, cuja compreensão ganha novos significados e horizontes através da ciência. Sendo assim, a peça aponta para as seguintes perguntas: Qual é o sentido de uma noção de felicidade calcada no pretenso sucesso e na competição com o outro, seja esse um continente, um país, uma classe, um concorrente? Que importância tem isso, diante de nossa transitoriedade material e da fragilidade de que nos sabemos possuidores, com base no pouco que a ciência conhece sobre o universo? Questões da Física Quântica que fazem parte do conceito da Cosmovisão.

Ficha técnica

Direção: Moacir Chaves
Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel
Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurinos: Inês Salgado
Direção Musical: Tato Taborda
Direção de Produção: Luísa Pitta e Monica Biel
Assistência de Direção: Francisco Ohana
Fotos de Divulgação: Bruna Thimotheo
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Serviço
Nome do espetáculo: “Imagina esse palco que se mexe”
Direção: Moacir Chaves
Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel
Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Local: Sesc Copacabana (Cine-teatro) – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro Informações: 21 2547-0156
Temporada: 17 de janeiro a 22 de fevereiro. Terças e Quartas às 20h
Valor do ingresso: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia) e R$ 5,00 (associados Sesc)
Horário de funcionamento da bilheteria: terça a sábado das 13h às 21h e domingos das 13h às 20h
Capacidade de público: 35 lugares
Gênero: Contemporâneo ou Experimental
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
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60 - Década de Arromba - Doc. Musical







Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” do documentário musical “60! Década de Arromba”, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960, e fica em cartaz quinta e sexta às 21h, sábado às 17h30 e 21h30 e domingo às 18h, no Theatro Net Rio.

“60 foi uma década muito importante em vários aspectos: nas artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Descobri durante o processo da peça que estávamos fazendo um documentário musical, em que cantamos toda a história sem utilizar nenhum personagem real. A única personagem que trazemos para a cena é a Wanderléa, interpretando ela mesma. Um luxo”, conta o diretor Frederico Reder.

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira o amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música É o Tempo do Amor.

Ícone pop da década de 1960, a cantora sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

“Fiquei muito emocionada em receber esta homenagem justamente quando a Jovem Guarda completa 50 anos. Ainda mais estreando neste palco, onde fiz shows memoráveis como ‘Maravilha’ e ‘Feito Gente’. Nunca havia imaginado integrar um grande musical”, diz Wanderléa.

Sobre o espetáculo

Produzido pela Brain+ em parceria com a Reder Entretenimento e a Estamos Aqui, “60! Década de Arromba” é uma superprodução com 20 cenários, 10 toneladas de material cênico e mais de 300 figurinos, e além dos 24 atores, conta também com uma orquestra de 10 músicos.

O espetáculo inicia com um prólogo em 1922 contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960. A partir daí a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

Um doc.musical construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mistura humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine, I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma verdadeira viagem no tempo!

THEATRO NET RIO
SALA TEREZA RACHEL
Qui e Sex 21h Sáb 17h30 e 21h30 Dom 18h
Quintas e Sextas - Plateia e Frisas: R$160,00 | Balcão I: R$120,00 | Balcão II: R$50,00
Sábados e Domingos - Plateia e Frisas: R$180,00 | Balcão I: R$140,00 | Balcão II: R$50,00
Classificação: 12 Anos
Duração: 150 minutos

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“DOROTÉIA”, DE NELSON RODRIGUES, FAZ TEMPORADA
NO SESC COPACABANA
– de 13 de janeiro a 19 de fevereiro –


Espetáculo traz Rosamaria Murtinho como Dona Flávia, Letícia Spiller como a prostituta Dorotéia e Jorge Farjalla na direção
Críticas:
“Sem dúvidas, uma das montagens mais potentes da obra rodriguiana e um retrato cru das mazelas do patriarcado”.
– Jornal do Commércio/Recife - Márcio Bastos
 “Dorotéia surgiu como um tsunami no panorama teatral do primeiro trimestre de 2016, com retumbante sucesso...” .
– Gilberto Bartholo
“Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller brilham no palco com Dorotéia.” – Lionel Fischer

Depois de estrear no Teatro Tom Jobim em fevereiro de 2016, com enorme sucesso e prorrogação de mais um mês na temporada, passar pela Cidade das Artes na Barra, por Minas Gerais (Uberlândia e Araxá) e pelo o Nordeste (Salvador, Recife e Maceió), o espetáculo “Dorotéia” reestreia dia 13 de janeiro no Arena Sesc Copacabana, com apresentações as sextas, sábados e domingos.

Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller estão juntas em cena, como a fera e a bela, nesta montagem de “Dorotéia”, texto de Nelson Rodrigues, com direção e encenação de Jorge Farjalla. Rosa interpreta a protagonista Dona Flávia, uma mulher feia, frustrada e infeliz que faz de tudo para destruir a beleza da prima Dorotéia, ex-prostituta, uma pecadora incorrigível, porém arrependida, vivida por Letícia. Ambas encenam pela primeira vez um texto de Nelson Rodrigues.

E esta parceria é vitoriosa não só de publico, mas também de prêmios: Rosamaria ganhou os Prêmios Cenym e Nelson Rodrigues como melhor atriz, este último concedido também a Letícia Spiller e a Jorge Farjalla, como melhor direção.

 “Sempre interpreto mulheres ricas e sofisticadas. Queria uma personagem que me desconstruísse completamente, e pedi isso ao Farjalla”, revela Rosamaria, que idealizou o projeto junto com o diretor, dentro das comemorações de seus 60 anos de carreira.

Letícia Spiller se descobriu apaixonada por “Dorotéia”. “Logo que comecei a estudar teatro, o meu desejo era fazer essa peça”, lembra ela que, mais de 20 anos depois, enfim recebeu o convite do diretor Jorge Farjalla e de Rosamaria Murtinho para encená-la.

“Sou um privilegiado por trabalhar com duas gerações de grandes atrizes, com personagens de peso e no texto de Nelson. A energia que a Letícia tem é exatamente o que eu queria para a Dorotéia e Rosinha traz a visceralidade peculiar à Dona Flávia”, diz Farjalla.

“Dorotéia”, escrita em 1949, fechou o ciclo das obras do teatro desagradável de Nelson Rodrigues, classificado pelo crítico Sábato Magaldi como “peças míticas”. O texto é uma ode à beleza da mulher onde a heroína, título da obra, segue em busca da destruição de sua própria beleza para se igualar à feiúra de suas primas: Dona Flávia, Maura e Carmelita. Numa casa só de mulheres, sem quartos e onde há mais de 20 anos não aparece um homem, chega Dorotéia, uma ex-prostituta arrependida, que quer se redimir de seus pecados. Procura abrigo na sua família e é, em alguns momentos, questionada por Dona Flávia, a prima mais velha, que, mesmo com sua raiva, implicância e orgulho, faz de tudo para removê-la da idéia, às vezes com uma nesga de afeto, de fragilidade e disfarçados gestos de acolhimento, mas contando que ela aceite as condições de viver naquela casa e se tornar tão feia quanto o resto da família.

É uma mistura de sonho, pesadelo, desatino e destino irremediável. Por um momento paira a esperança de que a maldição não se cumprirá, mas ela é irrecorrível. As imagens e símbolos da obra de Nelson Rodrigues são um espelho irônico do desespero do autor expondo sua visão desencantada do espírito humano e, ao mesmo tempo, enfeitiçada por suas contradições, além da exposição sobre a histeria e sobre o amor impossível recorrentes do início do século.

Ancorada na obra de um dos maiores dramaturgos do Brasil, a montagem de “Dorotéia” faz uma releitura desse clássico e traz à cena uma leitura particular da única farsa escrita por Nelson Rodrigues, mantendo e ampliando o diálogo com questões contemporâneas, através do olhar de Jorge Farjalla e do trabalho do elenco que conta, além de Rosamaria e Letícia, com Alexia Deschamps (Maura), Dida Camero (Dona Assunta), Anna Machado (Maria das Dores) e Jaqueline Farias (Carmelita).

Outro ponto alto do espetáculo – e que o diferencia das demais encenações – é o coro masculino, não presente na obra, batizado pela direção como “Homens Jarro” que representa tanto a aparição do signo “jarro”, símbolo que está no texto, como os homens que passaram pela vida da ex-prostituta. Esse coro permeia a encenação executando ao vivo os sons e a trilha do espetáculo.

Com cenografia de Zé Dias, figurinos de Lulu Areal e direção musical de JP Mendonça, a peça tem ainda, como Homens Jarro, os atores/músicos André Américo, Daniel Martins, Du Machado, Fernando Gajo, Pablo Vares e Rafael Kalil.

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Sinopse
Dona Flávia, a matriarca da família, recebe Dorotéia, ex-prostituta, que largou a profissão após a morte do filho e vai buscar abrigo na casa de suas primas, onde, junto com Dona Flávia, vivem Maura e Carmelita, num espaço sem quartos e onde há 20 não entra homens. Três viúvas puritanas e feias que não dormem para não sonhar e, portanto, condenadas à desumanização e à negação do corpo, dos sentimentos e da sexualidade.

Arrependida, Dorotéia procura abrigo na sua família e é, em alguns momentos, questionada por Dona Flávia, a prima mais velha, que, mesmo com sua raiva, implicância e orgulho, faz de tudo para removê-la da idéia, às vezes com uma nesga de afeto, de fragilidade e disfarçados gestos de acolhimento, mas contando que ela aceite as condições de viver naquela casa. Dorotéia, linda e amorosa, nega o destino e entrega-se aos prazeres sexuais. Este é seu crime, e por ele pagará com a vida do filho e buscando a sua remissão.

Na história desta família de mulheres, o drama se inicia com o pecado da avó, que amou um homem e casou-se com outro. É neste momento que recai sobre todas as gerações de mulheres da família a “maldição do amor”. Elas estão  condenadas a ter um defeito de visão que as impede de ver qualquer homem, se casam com um marido invisível e sofrem da náusea nupcial – único sinal de contato que teriam em toda vida com o sexo masculino. Dorotéia, em troca de abrigo, aceita se tornar tão feia e puritana como as primas.

Ficha Técnica
Texto: Dorotéia
Autor: Nelson Rodrigues
Direção e encenação: Jorge Farjalla
Assistente de direção: Diogo Pasquim e Raphaela Tafuri
Elenco: Rosamaria Murtinho, Letícia Spiller, Alexia Deschamps, Dida Camero, Anna Machado e Jaqueline Farias
Homens jarro (músicos): André Américo, Daniel Martins, Du Machado, Fernando Gajo, Pablo Vares e Rafael Kalil
Direção de arte e espaço cênico: Zé Dias
Figurinos: Lulu Areal
Iluminação: Jorge Farjalla, Jessica Catharine, José Dias e Patrícia Ferraz
Direção musical: João Paulo Mendonça
Maquiagem e visagismo: Anderson Calixto
Preparação vocal: Patrícia Maia
Fotografia: Carol Beiriz
Produção executiva: Sandra Valverde
Direção de produção: Lu Klein
Transportadora oficial: Avianca
Realização: Sesc
Produção: MRM Produções Artísticas

Serviço
Espetáculo: “Dorotéia”
Texto: Nelson Rodrigues
Categoria: Farsa irresponsável
Direção e encenação: Jorge Farjalla
Elenco: Rosamaria Murtinho, Letícia Spiller, Alexia Deschamps, Dida Camero, Anna Machado e Jaqueline Farias
Local: Arena Sesc Copacabana (Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, RJ - 2547-0156)
Temporada: de 13 de janeiro a 19 de fevereiro/2017
Horário: sexta e sábado: 20h30; e domingo: 19hs
Preço: R$ 6,00 (Associados Sesc) R$ 12,00 (estudantes e idosos) e R$ 25,00 (inteira)
Bilheteria: de terça a sábado das 13h às 21h e domingos das 13h às 20h
Classificação: 16 anos
Duração: 90 min.
Capacidade: 242 pessoas
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VISTO POR MAIS DE CINCO MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO,
O GRUPO ARGENTINO FUERZA BRUTA DESEMBARCA NO VERÃO CARIOCA


Espetáculo garante uma experiência única por ser apresentado em 360 graus com música,
dança, acrobacias e interatividade com o público

Em cartaz de 06 de janeiro a 19 de fevereiro de 2017, no Metropolitan

Após passar por 29 países e 56 cidades, Fuerza Bruta chega ao Brasil no dia 06 de janeiro de 2017 no Metropolitan, Rio de Janeiro. Grande sucesso de público e crítica, o espetáculo argentino é apresentado em 360 graus e mistura música, dança, efeitos visuais e muitas acrobacias. A companhia mantém shows fixos em Buenos Aires, onde o espetáculo foi criado e fica em cartaz no Brasil até 19 de fevereiro.

A venda para o público em geral estará disponível a partir do dia 27 de outubro. Os ingressos podem ser adquiridos pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de venda espalhados pelo Brasil e na bilheteria do Metropolitan.

Fuerza Bruta é apresentado por Ministério da Cultura, Cielo e Multiplus. A produção no Brasil é deTIME FOR FUN e Ozono Producciones.




Sobre o Fuerza Bruta
Sucesso no mundo todo, o grupo já passou por Portugal, Inglaterra, Escócia, Colômbia, Estados Unidos, Alemanha, França, México, Venezuela, Rússia, Porto Rico, Taiwan, Espanha, Bélgica, Uruguai, Grécia, Holanda, China, Coréia do Sul, Chile e Irlanda.

O projeto nasceu em 2003, como um braço da companhia De La Guarda, que fazia algo semelhante. Diqui James, um dos fundadores, e Gaby Kerpel, compositor musical do grupo, se uniram e começaram a formação. Mais tarde, Alejandro Garcia, direção técnica, e Fábio D´Aquila, coordenador geral, ambos ex-integrantes do De La Guarda, se uniram à aposta. Fuerza Bruta se tornou uma realidade e segue tendo a criatividade, inovação e a experimentação como suas prioridades, entregando isso com maestria.


Tudo evoca rapidez e uma animação excitante, como o nosso dia a dia, em meio a uma estética moderna. A performance é assumidamente inspirada em festivais de rua, como o Carnaval. Para James, a motivação maior de tudo isso é ver as pessoas celebrando. Toda essa inserção do público faz com que haja uma transformação na atmosfera do ambiente.

Sucesso na off-Broadway por nove anos seguidos, foi visto por mais de 500.000 pessoas em Nova York.“Não é à toa que a tradução seria ‘Força Bruta’. Felizmente, para os jovens de coração e de corpo, a mostra oferece uma abundância de prazeres teatrais e sensoriais deslumbrantes”, Frank Scheck, crítico do jornal The New York Post.

Curiosidades
- Números grandiosos: Fuerza Bruta já passou por mais de 29 países, 56 cidades, foram feitas mais de 5.800 performances pelo mudo e mais de cinco milhões de espectadores.
- Não há diálogos: Para envolver o espectador e aumentar ainda mais a conexão entre ele e o ator, não existe nenhuma fala. Dessa maneira, a barreira mais importante é quebrada, a do idioma.
-Famosos: Quando ainda estava na off-Broadway, no Daryl Roth Theater, Fuerza Bruta constantemente tinha famosos como espectadores. Não era difícil encontrar pessoas como Leonardo Di Caprio, John Legend, Neil Patrick Harris, Kanye West, Beyonce, Jay-Z, Bradley Cooper, Usher, Jim Carey e muitos outros por lá!
-Famosos²: O cantor Usher ficou tão impressionado com o espetáculo que teve a ideia de gravar o videoclipe da música “Scream”, sucesso no Youtube com mais de 34 milhões de visualizações, no show.
-Famosos³: Quando Usher desceu da esteira, Justin Bieber estava por lá prestigiando e logo após receber um isopor na cabeça, fizeram uma disputa de dança.

Sobre Diqui James - Criador e Diretor Artístico
Nasceu em 1965, em Buenos Aires, Argentina. Em 1985 fundou sua primeira companhia de teatro, La Organizacion Negra (1985-1992), um grupo de teatro independente que criava suas próprias peças. Em 1996, com Pichón Baldinu e Gaby Kerpel, amigos do Conservatório de Arte Dramática de Buenos Aires, criou o DE LA GUARDA, com o qual transformou Villa Villa num dos maiores sucessos mundiais do teatro latino americano.

Gaby Kerpel - Compositor e Diretor Musical
Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 18 de março de 1964. Durante sua adolescência foi encorajado pelo seu irmão mais velho, Aníbal, a fazer aulas de música. Depois, tocou jazz e rock em várias bandas pop. Em 1985, entrou para La Organizacion Negra e compôs músicas para três espetáculos: U.O.R.C.(1986), La Tirolesa (1988) e Almas Examinadas (1992). Em 1993, o grupo se dissolveu e dois membros, Diqui James e Pichón Baldinu, formaram o DE LA GUARDA. Gaby começou a trabalhar em vários outros projetos, incluindo vídeos, filmes e dança, mas o DE LA GUARDA sempre foi a sua prioridade. Em 2008, Gaby começou a trabalhar com Diqui James em seu novo show, Fuerza Bruta.

“FUERZA BRUTA”
MINISTÉRIO DA CULTURA, CIELO E MULTIPLUS APRESENTAM
PRODUÇÃO: TIME FOR FUN E OZONO PRODUCCIONES
Local: Metropolitan – Rio de Janeiro (RJ)
Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca.
Sessões: Quintas às 21h30, Sextas às 22h30, Sábados às 19h e 22h30, Domingos às 17h e 20h
Capacidade: 1.150 lugares.
Classificação etária indicativa: Livre: permitida a entrada acompanhado dos pais ou responsáveis legais.  De 12 anos em diante: permitida a entrada desacompanhados.
Temporada: de 6 de janeiro a 19 de fevereiro; de quarta a domingo.
Acesso para deficientes
Ar-condicionado
Estacionamento do Shopping: R$ 9 (pagamento antecipado).
Venda a grupos: grupos@t4f.com.br
Ingressos: De R$ 80 a R$ 180.

DIAS   e
VALORES
Meia-entrada
Inteira
Quinta-feira
R$ 80 \  R$ 160
Sexta-feira, Sábado e Domingo
R$ 90 \ R$ 180

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).

- A venda para o público em geral estará disponível a partir do dia 27 de outubro de 2016.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Metropolitan: Segundas -feiras: Fechada
Terças-feiras a sábados, das 12h às 20h
Domingos e feriados, das 13h às 20h
Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv
Pela Internet:  www.ticketsforfun.com.br
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega

FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN
Internet:
- Cartões de crédito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club e Hipercard.

Bilheteria e Pontos de Venda:
- Dinheiro;
- Cartões de Credito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club e Hipercard;
- Cartões de Débito Visa Electron, MasterCard débito, Elo Débito e Hipercard.
- Vale Cultura

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SUCESSO ABSOLUTO COM MAIS DE 700 MIL ESPECTADORES, COMÉDIA “PÃO COM OVO” ANUNCIA NOVA TEMPORADA CARIOCA EM 2017 NO TEATRO MIGUEL FALABELLA

“Um dia sem risada é um dia desperdiçado”. A frase atribuída a Charles Chaplin bem que poderia servir de lema para o elenco de “Pão Com Ovo”, espetáculo de comédia que definitivamente caiu nas graças do público carioca. O riso venceu a crise e o sucesso de sua última e lotada temporada no Teatro Clara Nunes no segundo semestre de 2016 foi tanto que o espetáculo está de volta com força total em 2017, desta vez no Teatro Miguel Falabella, no Norte Shopping, de 12 de janeiro a 5 de março, de quinta a sábado, às 21h e aos domingos, às 20h.

            “Pão Com Ovo” nasceu há cinco anos através da Cia. Santa Ignorância. É um grande sucesso de público no Maranhão e em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Piauí e Rio Grande do Norte, somando mais de 700 mil espectadores, além de uma temporada em Portugal. Seu elenco é formado por artistas maranhenses e atribui o êxito ao fato de o espetáculo ter comunicação direta e simples, às vezes beirando o nonsense, com humor escrachado, mas sem apelação. Com linguagem popular e carisma de seus personagens, a peça cumpre o prometido: desopilar o fígado de cada espectador que saiu de casa na esperança de dar boas gargalhadas, ao se identificar de alguma forma com os personagens devido a temáticas que retratam de forma cômica os problemas comuns à sociedade brasileira.

            A peça narra história de duas personagens, Dijé (vivida por Adeílson Santos), moradora de bairro da periferia e Clarisse, (interpretada por César Boaes), uma emergente alpinista social, amigas de escola que se reencontram anos depois e comentam o cotidiano das suas vidas, retratando de forma bem humorada os hábitos e costumes de determinadas classes sociais. A montagem também traz o ator Charles Jr, revezando-se no palco em vários personagens. De forma irreverente e dinâmica, os três atores levam a plateia à reflexão ao fazer sátira aos estereótipos humanos e situações do cotidiano, com humor peculiar e inteligente.

Ficha Técnica:
Direção César Boaes
Texto: César Boaes e Adeílson Santos
Elenco: César Boaes, Adeílson Santos e Charles Junior


SERVIÇO:
Espetáculo: “PÃO COM OVO”
Local: TEATRO MIGUEL FALABELLA
Endereço: Norte Shopping - Av. Dom Hélder Câmara, 5332 - Cachambi,
Rio de Janeiro – RJ.
Telefone: (21) 2597-4452
Dias e horários: quinta a sábado, às 21h e aos domingos, às 20h.
Temporada: 12 de janeiro a 05 de março de 2017.
Valores: R$ 60,00 (Inteira) R$ 30,00 (meia)
Classificação: 12 anos.
Duração: 1h20m
Capacidade do teatro: 435 lugares
Produção: Animart Produções
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"A história de nós 2"
Alexandra Richter e Bruno Garcia em
A HISTÓRIA DE NÓS 2
de Licia Manzo
Direção: Ernesto Piccolo
estreia 5 de janeiro no Teatro Vannucci

"A história de nós 2" é uma comédia romântica, merecendo a definição da categoria por ser alegre, divertida e respeitadora da inteligência da plateia. Realmente um espetáculo muito agradável." Bárbara Heliodora

A nova montagem do espetáculo “A História de Nós 2” retorna ao Rio de Janeiro para temporada de verão no Teatro Vanucci, Shopping da Gávea. A comédia foi um dos maiores sucessos nos últimos tempos. Estrelada pelos atores Alexandra Richter e Bruno Garcia, conta as aventuras e desencontros de um casal já separado, que revê a sua própria história na noite em que o marido vai buscar seus pertences no apartamento.

A comédia que estreou em 2009, foi vista por mais de 800 mil espectadores e eleita no mesmo ano pelo público, leitores do O Globo, como a melhor peça teatral. 'A História de Nós 2' também tem no currículo, indicações para os prêmios Shell e APCA de Melhor texto e APTR - Texto e Produção.

Edu é um homem dividido entre o desejo de ascender profissionalmente, a vontade de manter um casamento e o sonho de se manter eternamente livre. Já Lena é uma mulher ‘partida’ entre carreira, maternidade e paixão. Dois personagens que, em cena, transformam-se literalmente em seis: Edu, Duca, Carlos Eduardo, Lena, Mammy e Maria Helena, dando corpo e voz às diferentes ‘facetas’ de um mesmo homem e uma mesma mulher.

"A história mistura essa mudança de fases dos personagens e mostra um casal com opiniões divididas”, resume a atriz ”Todo mundo tem problema no casamento, mas é um tema abordado com muita graça, as pessoas se identificam com o texto. Os casais se cutucam a cada cena, eles se veem nos personagens. Todos se divertem muito e no final eles se emocionam, inclusive os homens”, garante Alexandra.

Bruno completa, “O Edu é muito diferente de mim na vida real. Ele é jovem e imaturo, tem um lado meio bagunçado que entra em conflito com a mulher. Ele é apaixonado por futebol mas não se esforça para trocar a fralda do filho e conquistar a mulher."

O espetáculo transcorre na noite em que Edu separado de Lena há algum tempo, vai buscar seus últimos pertences no apartamento. O derradeiro encontro do casal converte-se num ajuste de contas a um só tempo cômico e emocionante, onde tentam descobrir quem afinal causou a separação: a mulher, a mãe, a advogada bem-sucedida ou o marido, o adolescente eterno, o publicitário workaholic?

Por meio de humorados e reflexivos flashbacks, os seis personagens ocupam a cena, enquanto no palco é tecida essa “História de nós 2”. Conteúdo de imediata identificação do público e a forma como a história é abordada, pelo viés da comédia, são os principais fatores do sucesso da peça.

É a primeira vez que Alexandra Richter e Bruno Garcia trabalham juntos no teatro e no cinema. A peça vai virar filme que começa a ser rodado no segundo semestre de 2017.
Serviço:
A Historia de Nós 2
temporada de 05/01 a 26/03
Teatro Vannucci Shopping da Gávea
Quinta a Sábado 21h30, Domingo 20h
Classificação: 12 anos
Ingressos:
Quinta e sexta R$ 70,00 (inteira) R$ 35,00 (meia)
Sábado e Domingo R$ 80,00 (inteira)  R$ 40,00 (meia)
Formas de pagamento
cartão - tudus.com.br
bilheteria do teatro - somente em dinheiro
Bilheteria: de terça a domingo, das 14h até o horário de início do espetáculo
Capacidade:  427 lugares.
Gênero: Cómédia
Duração: 70 minutos
 Site: www.ahistoriadenos2.com.br
Fanpage: https://www.facebook.com/ahistoriadenosdois/?fref=ts

foto: Dalton Valério

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EXPERIÊNCIAS DOS ESPECTADORES GANHAM 
FORMA NA PEÇA "A MINHA PRIMEIRA VEZ", QUE ESTREIA NO TEATRO FASHION MALL EM JANEIRO

Projeto de Ken Davenport, com versão brasileira dirigida por Isser Korik, costura depoimentos reais sobre a iniciação sexual de internautas

Emiliano d’Avila, Gabriella Vergani, Ian Soffredini, Natália Rosa, Ronny Kriwat e Tammy Di Calafiori estão no elenco

Temporada marca a estreia do grupo paulista Conteúdo Teatral no Rio de Janeiro

Crédito: Christiane Ceneviva.
Encenada na América, Europa e Ásia, a peça A minha primeira vez, de Ken Davenport, tem versão brasileira dirigida por Isser Korik e estreia no dia 6 de janeiro, no Teatro Fashion Mall. A temporada será às sextas e sábados, às 23h30, até 18 de fevereiro.

O produtor e autor americano comprou os direitos da página myfirsttime.com em 2007, com 40 mil depoimentos na época, e transformou seu conteúdo em um espetáculo de sucesso. No Brasil, o diretor Isser Korik fez a tradução e a adaptação da peça, usando depoimentos do texto original e outros de brasileiros, que foram colhidos do site (http://www.aminhaprimeiravez.com.br), criado no começo de 2012 pela produtora Conteúdo Teatral, responsável pela realização da montagem, que estreou em São Paulo no mesmo ano. O site brasileiro recebeu mais de mil depoimentos de internautas.

Em cena, os atores Emiliano d’Avila (que atuou na novela “Avenida Brasil”, da TV Globo, e no programa “Vai que Cola”, do Multishow), Ronny Kriwat (“Avenida Brasil” e “Em Família”), Gabriella Vergani, Ian Soffredini, Natália Rosa ("Magnífica 70”, série da HBO) e Tammy Di Calafiori (“Haja Coração”, TV Globo e "Magnífica 70”, série da HBO) mergulham em depoimentos reais e picantes sobre a primeira experiência sexual, num caleidoscópio de emoções para todas as idades.

“A escolha do elenco foi feita para que a energia em cena compreendesse a gama de sentimentos da primeira relação sexual vivida por pessoas comuns de todos os tipos (periguetes, malandros, gays, voyeurs e últimos românticos)”, destaca Isser Korik. “A peça fala de um tema universal, por isso a importância da identificação do público com os personagens e intérpretes”, conclui o diretor.

Antes de cada apresentação, será entregue para o espectador um questionário sobre a sua iniciação sexual (idade, local, se foi planejado). Nos bastidores, as informações serão tabuladas. As estatísticas mais interessantes sobre os espectadores presentes na plateia serão reveladas ao longo do espetáculo.

As lembranças e narrativas do público ganham forma no palco, com personagens de gerações e universos culturais diversos, que certamente farão o público se identificar com as situações encenadas. “Esquetes românticos, cômicos, violentos ou dramáticos conduzem o público a desmistificar a primeira relação sexual e pensar no que importa: a próxima vez”, conclui Korik.

A encenação, que tem um site como fio condutor, utiliza recursos de video mapping para reproduzir diferentes cenários virtuais no fundo do palco. Criado por Osvaldo Gonçalves, a cenografia brinca com a criatividade do espectador: módulos brancos viram moita, cama, carro.

Para compor o visual jovem dos personagens, o figurinista Luciano Ferrari optou pelo básico, buscando realçar a beleza física dos atores, em sintonia com a atmosfera sexy da encenação.

FICHA TÉCNICA
Direção e adaptação: Isser Korik
Elenco: Emiliano d’Avila, Gabriella Vergani, Ian Soffredini, Natália Rosa, Ronny Kriwat e Tammy Di Calafiori
Cenário: Osvaldo Gonçalves
Concepção de figurinos: Luciano Ferrari
Produção de figurinos: Elen Zamith
Iluminação: Isser Korik
Fotografia: Christiane Ceneviva
Produção e Administração/RJ: Cris Fraga
Assistência de direção e trilha sonora: Eduardo Leão
Realização: Conteúdo Teatral / Jornaleiro Participações

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SERVIÇO TEATRO FASHION MALL
Espetáculo: A minha primeira vez
Temporada: 6 de janeiro a 18 de fevereiro de 2017
Dias e horários: Sextas e sábados, às 23h.
Local: Teatro Fashion Mall – Sala I
Endereço: Estrada da Gávea 899 - Shopping Fashion Mall – São Conrado.
Informações: (21) 2422 9800
Capacidade: 450 lugares
Classificação indicativa: 16 anos
Gênero: Comédia
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)
                    R$ 60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)
Duração: 90 min.
Bilheteria: funciona de terça-feira a domingo, a partir das 15h. Não aceita cheques, aceita cartões de crédito e débito Mastercard e Visa.
Vendas na internet: https://www.tudus.com.br
O teatro tem acesso aos cadeirantes e estacionamento no Shopping Fashion Mall.

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A PAIXÃO SEGUNDO ADÉLIA PRADO 

Com Elisa Lucinda
Direção de Geovana Pires
Participação do músico multi-instrumentista André Ramos 
 “A Paixão Segundo Adélia Prado” marca a reinauguração do Teatro Laura Alvim 

Após mais de um ano fechado para reforma, o Teatro Laura Alvim, no Rio de Janeiro, será reinaugurado no dia 17 de novembro com o espetáculo ‘A Paixão Segundo Adélia Prado’  realizado através do Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e pelo projeto Vivo EnCena, da Vivo
Comemorando 30 anos de carreira, a atriz Elisa Lucinda se joga num profundo mergulho poético em ‘A PAIXÃO SEGUNDO ADÉLIA PRADO’ e traduz a poeta mineira num roteiro criado para revelar sua noção pagã e sacra do pecado e desnudá-la por obra de sua própria palavra. O momento também celebra os 20 anos do encontro entre a atriz e a diretora Geovana Pires que escolheram Adélia Prado para selar esta festa. As apresentações via Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e projeto Vivo EnCena,  que marcam a reabertura do Teatro Laura Alvim, um espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ, acontecem às quintas, sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 20h.
Na montagem, sob a direção de Geovana Pires, é revelada uma Adélia que muitas vezes não se mostra logo à primeira olhada, mas está essencialmente presente na sua poesia de carne e de sangue. Por conta do sacro véu que parece cobrir a marca de sua obra, não se vê seu particular e escancarado erotismo, seu desejo e muito menos sua disponibilidade amorosa, seu romance, seu olhar por debaixo da própria saia e das da sua geração, regida pela imagem da Virgem e o extremo desejo reprimido. 
Sem tratar do tema na obviedade e sem pretender discursos panfletários, nesta peça, por meio de seus inúmeros elementos cotidiano e femininos, é mostrada a sexualidade desta mulher que traz dentro dela a religiosa pecadora a quem Elisa Lucinda dá vida, com a música de Carlos Malta, a luz de Djalma Amaral, figurino de Madu Penido, cenário de Bia Junqueira e expressão corporal de Duda Maia. 


Sobre Adélia Prado 

Considerada a maior poeta viva da literatura moderna brasileira, Adélia Prado, com elegância e sofisticada linguagem, traça um tear misterioso sobre o simples cotidiano e nos devolve o conteúdo dos dias enriquecidos pelo seu olhar. E assim nos traduz. Pelos seus versos vamos à missa e dela voltamos com mesma fé e a mesma safadeza de tantos seres humanos. Sua noção de pecado é inescapável. Atua em nossa contradição, nos põe diante de nós e muitas vezes, produz alegrias no que seria punição. No entanto sua loucura lúcida, traz a verdade humana, seus segredos, o recato de sua época, a moralidade de uma cidade do interior que tanto fotografa um interior de Minas Gerais, com suas fofocas e vizinhos, como no nosso interior, nossa alma cheia de medos e coragens em volta da própria sorte.
 Elisa Lucinda é uma cantora com um timbre muito peculiar, grave, e devido à sua intimidade com as palavras tornou-se uma excelente intérprete. Na peça “A Paixão Segundo Adélia Prado” é feita uma abordagem da música religiosa e regional de Minas Gerais tão presentes na obra de Adélia Prado, tanto pelas citações nos poemas quanto pela musicalidade de sua poética. 
 A direção musical e arranjo estão sob o comando de Carlos Malta, o músico dos sopros conhecido como O Escultor do Vento. Em cena o músico multi-instrumentista André Ramos toca sax, flauta transversa, piano, pífano e instrumentos de percussão. A música ajuda a contar a história e alguns poemas são musicados por Carlos Malta. 
No espetáculo, o delicado mosaico, cenicamente ancorado na produção de imagem que uma palavra provoca, interage também com as imagens audiovisuais que compõem parte do cenário real e subjetivo onde desfilam o desejo e a fé dessa senhora híbrida. Da mesma maneira em que no palco se expõe em suas profundezas a mulher desejante dentro do fundamento sacro, do mesmo modo, a plateia se vê retratada nos seus bastidores, naquilo que não se conta.

A PAIXÃO SEGUNDO ADÉLIA PRADO
Teatro Laura Alvim  (190 lugares)
Av. Vieira Souto, nº 176, Ipanema, Rio de Janeiro
Informações: (21) 2332-2015
Dias e horários: Quinta, sexta e sábado - 21h / Domingo – 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Vendas: www.ingressorapido.com.br
Classificação etária: 12 anos
Duração: 1h20m
Apresentação para convidados: dia 21 de novembro de 2016, às 21h
Temporada: de 17 de novembro de 2016 a 12 de fevereiro de 2017.

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JOGO ABERTO, COMÉDIA SOBRE RELACIONAMENTOS, ESTREIA NO TEATRO FASHION MALL


Com texto de Jeff Gould, traduzido e dirigido por Isser Korik, peça tem André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues e Nina Morena no elenco
Sucesso em Nova York e Los Angeles, a comédia diverte revelando segredos e desejos dos personagens

Temporada marca a estreia do grupo paulista Conteúdo Teatral no Rio de Janeiro

Para download de fotos em alta resolução acesse este link.
Crédito: João Caldas

Três casais se reúnem para mais um jantar entre amigos e a noite garante muitas surpresas, segredos e emoções. A comédia Jogo Aberto, de Jeff Gould, traduzida e dirigida por Isser Korik, estreia no dia 6 de janeiro, no Teatro Fashion Mall. Sucesso de crítica e de público em São Paulo, onde estreou em 2016, a peça fica em cartaz no Rio de sexta a domingo, até 19 de fevereiro.
A versão brasileira da comédia “Jogo Aberto” (It’s Just Sex) tem no elenco os atores André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Pedro Henrique Moutinho e Nina Morena. Na trama, o que começa como um simples encontro entre amigos, logo se transforma num perigoso jogo de sedução, em que os personagens confessam intimidades e acabam vivendo experiências que vão afetar a ‘estabilidade’ dos casais. Num Jogo da Verdade Alcoólico, eles confessam desejos e sentimentos íntimos e acabam discutindo sobre valores como honestidade e monogamia. O resultado tem efeito cômico, romântico e ao mesmo tempo provocativo.
O diretor Isser Korik comenta sobre a escolha do texto: “Sempre gostei de comédias de situações, de textos em que a força dos acontecimentos é maior que a dos diálogos. Achei o tema muito pertinente e bem tratado. São questões que estão na vida de todos aqueles que vivem um relacionamento de longa duração. Os personagens são muito bem construídos e não há como o público não se identificar com algum deles”.
O ator André Bankoff faz o personagem Paulo, um executivo de finanças que é flagrado numa traição conjugal pela esposa Evelyn, personagem de Nina Morena. Júlia, interpretada por Samara Felippo, é uma massagista sexy que resiste aos avanços sexuais do insaciável marido Milton, personagem de Eduardo Leão. Natallia Rodrigues vive a advogada Lilian, uma mulher controladora, casada com o tenso André, um profissional da informática, personagem de Pedro Henrique Moutinho.
O encontro entre as personagens acontece na casa de Paulo e Evelyn, logo após a mulher o flagrar com outra mulher. O jantar, cujo pretexto era comemorar a liberdade alcançada com a viagem dos filhos para um acampamento, acaba se tornando o momento em que todos revelam as angústias de seus casamentos. Eles tentam esconder sentimentos em conversas descontraídas, mas as altas doses de álcool liberam fantasias e segredos inconfessáveis. Quando a “mágica” desaparece os três casais precisam encarar o resultado de suas ações, provocando uma reflexão sobre o amor e o compromisso conjugal.
Isser Korik diz que para alcançar o a comicidade, concentra a atenção em todas as nuances oferecidas pelo texto e no trabalho dos atores. “É uma comédia que depende muito da química dos atores entre si e de um ritmo preciso. É esse resultado que buscamos para garantir o efeito cômico”, diz o diretor.


FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Jeff Gould
Elenco: André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Nina Morena, Pedro Henrique Moutinho e Gabriella Vergani.
Cenografia: Paula de Paoli
Assistente de Cenografia: Clau Carmo
Cenotécnico: Wagner José de Almeida
Serralheria: José da Hora
Figurinos: Luciano Ferrari
Produção de Figurinos: Elen Zamith
Costureira: Maria de Lourdes Oliveira
Trilha Sonora: Jair Oliveira
Criação gráfica: Agência LAB 212
Fotografia: João Caldas
Assessoria Internacional: Claudio Erlichman
Equipe Técnica: Jardim Cabine
Coordenação de Produção: Isabel Gomez
Assistente de Produção: Felipe Costa
Estagiários: Gustavo  Thompon e Pedro Pó
Produção e Administração/RJ: Cris Fraga
Consultoria em atuação: Márcio Mehiel
Assistentes de Direção: Thiago Ledier e Mariana São João                    
Tradução, Iluminação e Direção: Isser Korik
Realização: RDP Marketing Cultural / Conteúdo Teatral

SERVIÇO TEATRO FASHION MALL
Espetáculo: Jogo aberto
Temporada: 6 de janeiro a 19 de fevereiro de 2017
Dias e horários: Sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 20h.
Local: Teatro Fashion Mall – Sala I
Endereço: Estrada da Gávea 899 - Shopping Fashion Mall – São Conrado.
Informações: (21) 2422 9800
Capacidade: 450 lugares
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Comédia
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$15 (meia-entrada)
                    R$ 50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)
Duração: 90 min.
Bilheteria: funciona de terça-feira a domingo, a partir das 15h. Não aceita cheques, aceita cartões de crédito e débito Mastercard e Visa.
Vendas na internet: https://www.tudus.com.br
O teatro tem acesso aos cadeirantes e estacionamento no Shopping Fashion Mall.

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4 – Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens
Na Casa de Cultura Laura Alvim
11 de janeiro a 1 de fevereiro

4 – Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens é um solo escrito, dirigido e atuado por Duaia Assumpção, que entra em temporada no Teatro Rogério Cardoso, antigo Porão da Casa de Cultura Laura Alvim, no bairro de Ipanema no Rio de Janeiro, após circular por teatros e centros culturais do país. O espetáculo traz quatro personagens: uma mulher, uma velha, uma garota e um homem.
"Quatro vidas, quatro caminhos trançados com delicadeza, emoção, humor e amor", diz Joaquim Assis, que fez a Supervisão de Dramaturgia. A Mulher é professora de matemática e faz trabalhos extras para sustentar a filha e a sogra. A Velha é uma viúva que delira um pouco e sente raiva do seu filho por conta do abandono. Ela revela para a neta que ele vai voltar e é para matá-la. A Garota não acredita, é uma adolescente que amadurece durante a história, ela vende pulseiras na escola e cuida de sua avó quando a mãe vai para o trabalho. O Homem fugiu de casa há 5 anos e realmente volta, pois teve um pressentimento da morte de sua mãe.
“É um filme ? É uma peça? Um filme criado na cabeça do espectador? Duaia faz os dois ao mesmo tempo”, conta Domingos de Oliveira que assina a Supervisão de Direção.
4 - Peça de Câmara leva  o espectador para dentro da  narração. “O  solo brinca com as sensações, cheiros,detalhes que são colocados em destaque. Durante a peça trabalho a mistura de teatro e cinema", revela a atriz Duaia Assumpção.
Duaia Assumpção escreveu  o texto, que recebeu o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia 1996, há 20 anos, o deixou de lado por um tempo, mas recentemente colocou a obra em cartaz. 4 - Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens, já  circulou em vários Festivais e capitais do Brasil. Com um currículo vasto, a atriz, que também é produtora, dirige e escreve, já trabalhou com  Domingos de Oliveira  em Jogos da Paixão, Primeiro Dia de Um Ano Qualquer, Turbilhão, Guerreiras do Amor entre outras obras; com  João Fonseca atuou em O Santo e a Porca; com  Miguel Falabella em Lucia Mc Cartney entre outras obras.
Ficha Técnica
Texto, Direção e atuação: Duaia Assumpção
Supervisão de Dramaturgia de Joaquim Assis
Supervisão de Direção de Domingos Oliveira
Supervisão de Movimento de Jacyan Castilho
Supervisão de Arte de Ronald Teixeira

Serviço
4 - Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens
Local: Casa de Cultura Laura Alvim - Teatro Rogério Cardoso
Temporada:  11/01/2017 a 01/02/2017, 3ªfeira e 4ªfeira, às 20h.
Classificação: 12 anos
Gênero: Monólogo
Duração: 50 minutos
Valor do Ingresso: R$ 40,00
Bilheteria: horário de abertura 16h
Capacidade: 53 lugares

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TABLADO DE ARRUAR OCUPA SESC COPACABANA A PARTIR DE 19 DE JANEIRO
COM “TRILOGIA ABNEGAÇÃO” E “MATEUS, 10”



“Abnegação I” – de 19 a 22 de janeiro


“Abnegação II – O Começo do Fim” – de 26 a 29 de janeiro




“Abnegação III – Restos” – de 02 a 05 de fevereiro






“Mateus, 10” – 09 a 12 de fevereiro

O Sesc Copacabana será ocupado pelo grupo paulistano Tablado de Arruar a partir de 19 de janeiro com a Trilogia Abnegação – composta pelos espetáculos “Abnegação I”, indicado ao Prêmio APCA de Melhor Autor; “Abnegação II – O Começo do Fim”, contemplado pelo Prêmio Funarte Myriam Muniz e indicado ao Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Texto; “Abnegação III – Restos”, finalista do Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Autor e Melhor Elenco – e “Mateus, 10”, premiado com o Shell de Melhor Texto. Inéditos no Rio de Janeiro, os quatro espetáculos serão apresentados de quinta a domingo, no mezanino, com ingressos a R$ 25 (inteira).
                                                                                                                               
Iniciada em 2014, a Trilogia Abnegação, escrita por Alexandre Dal Farra, que assina a direção com Clayton Mariano, trata, com pontos de vista diversos, das contradições e dificuldades da esquerda ao alcançar o poder, a partir de aspectos ligados à trajetória de um partido político. Tendo acompanhado uma fase de declínio dos setores progressistas da sociedade (e do fortalecimento da direita), não só no Brasil, mas no mundo, a trilogia do Tablado de Arruar procura entender e imaginar as várias questões envolvidas nesse contexto. Em “Abnegação I” (de 19 a 22 de janeiro) quatro personagens ligadas ao poder estão em uma reunião e debatem em torno de um acontecimento que nunca chegamos a saber qual é. Em “Abnegação II – O Começo do Fim” (de 26 a 29), ao contrário, desde o princípio torna-se explícito que a morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel serve de ponto de partida para pensar sobre a relação entre a política institucional e a violência no Estado brasileiro. Por fim, em “Abnegação III – Restos” (de 02 a 05 de fevereiro), o grupo Tablado de Arruar lança um olhar sobre a sociedade brasileira como um todo, fruto de governos sucessivos de esquerda (de caráter social, mas de inclusão pela via do consumo) – sociedade esta que entra em colapso, e intui o seu próprio fim, ainda que sem saber disso, e sem ter as ferramentas para pensar sobre o que virá.

Vencedor do Shell de Melhor Autor, indicado ao Prêmio de Melhor Ator e eleito o Melhor Espetáculo em Espaço Alternativo pelo Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro, “Matheus, 10” encerra a ocupação da Cia. Tablado de Arruar no Sesc Copacabana com apresentações de 09 a 12 de fevereiro. Com dramaturgia de Alexandre Dal Farra, que divide a direção com João Otávio, a peça acompanha a obsessão de um pastor pelo texto bíblico que leva o nome da montagem e seu consequente desejo de formar uma nova doutrina religiosa. Com referências a “Bartleby, o escriturário”, de Herman Melville, e “Crime e Castigo”, de Dostoiévski, a peça levanta questões como a culpa, a alienação e a fé por meio da trajetória de um pastor que leva a sério demais o que ele mesmo prega. Na montagem, poucos elementos cênicos valorizam a interpretação dos atores e o texto como principais motores da encenação.

TABLADO DE ARRUAR

“Abnegação I” – de 19 a 22 de janeiro
“Abnegação II – O Começo do Fim” – de 26 a 29 de janeiro
“Abnegação III – Restos” – de 02 a 05 de fevereiro
“Mateus, 10” – 09 a 12 de fevereiro

Apresentações: de quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h.
Sesc Copacabana – Mezanino – Rua Domingos Ferreira 160, Copacabana.
Tel.: (21) 2547-0156. Lotação: 100 lugares. Classificação etária: 16 anos.
Ingressos: R$ 25,00 (inteira), R$ 12 (meia) e R$ 6 (associado Sesc).
Bilheteria: aberta de terça a sábado das 13h às 21h e domingo das 13h às 20h.

SINOPSES E FICHAS TÉCNICAS

ABNEGAÇÃO I

Texto: Alexandre Dal Farra. Direção: Clayton Mariano e Alexandre Dal Farra. Atores: Alexandra Tavares, Vitor Vieira, Antonio Salvador, André Capuano e Clayton Mariano. Cenário: Clayton Mariano, Alexandre Dal Farra e Eduardo Climachauska. Figurinos: Melina Schleder. Luz: Francisco Turbiani

Em uma reunião fechada, cinco integrantes de um partido político discutem um acontecimento do passado que vem à tona. São quatro da manhã, em uma fazenda de um dos membros do partido. Ao longo da madrugada, em meio a muitas garrafas de bebida, os envolvidos discutem e se desesperam, dançam e brigam ao som de hits sertanejos. A reunião segue sem que ninguém, nem o público, tenha certeza do que verdadeiramente se discute. Apenas uma coisa fica clara: o preço de uma atitude pode ser mais alto do que se imagina.

ABNEGAÇÃO II – O COMEÇO DO FIM

Texto: Alexandre Dal Farra. Direção: Clayton Mariano e Alexandre Dal Farra. Atores: Alexandra Tavares, Vitor Vieira, Vinicius Meloni, André Capuano e Gabriela Elias. Cenário e figurinos: Alexandre Dal Farra e Clayton Mariano. Luz: Francisco Turbiani. Provocação: Janaina Leite e Eduardo Climachauska. Operação de Áudio: Natasha Karasek

A partir da construção de dois planos ficcionais que se tensionam mutuamente, a peça expõe com violência a trajetória contraditória de um partido de esquerda que, em um momento de ampliação de seu alcance, ao mesmo tempo em que galga novas posições ampliando o seu horizonte político, cede mais e mais à dinâmica criminosa e cínica que organiza e estrutura o poder no capitalismo em geral, e de forma ainda mais clara na sua versão marginal e periférica.

ABNEGAÇÃO III – RESTOS

Texto: Alexandre Dal Farra. Direção: Clayton Mariano e Alexandre Dal Farra. Atores: Alexandra Tavares, Vitor Vieira, André Capuano, Antonio Salvador, Gabriela Elias e Janaina Leite. Cenário e figurinos: Alexandre Dal Farra e Clayton Mariano. Luz: Wagner Antonio. Provocação: Janaina Leite e Eduardo Climachauska.

A peça mostra cinco cenas paralelas, que se passam em casas de diferentes extratos sociais, no mesmo dia. Todas as cenas possuem conexões indiretas com forças que se ligam, direta ou indiretamente, ao Partido dos Trabalhadores (seja à sua fundação, seja à sua situação atual). Um padre que lutou contra a ditadura revisita a casa onde morou muito tempo atrás; um sindicalista visita a sua amiga rica, e lá encontra um jovem espirituoso e cínico; um advogado do partido conversa com um militante antigo (e sem nenhum cargo); um ex-guerrilheiro discute com a sua filha, bebe e se droga; um antigo operário decide se desfazer da sua vida atual, construída ao lado de uma ex-militante que o conheceu na época dos primeiros anos do partido, quando ela era estudante. A montagem se estrutura a partir da ativação da imaginação do público a partir dos fluxos de pensamento de cada uma das figuras.

MATEUS, 10

Texto: Alexandre Dal Farra. Direção Geral: Alexandre Dal Farra e João Otávio. Elenco: Alexandra Tavares, André Capuano, Amanda Lyra, Clayton Mariano, Gabriela Elias e Vitor Vieira. Direção de Atores: João Otávio. Direção de Arte e Cenografia: Clayton Mariano e Eduardo Climachauska. Figurinos: Melina Schleder. Iluminação: Davi de Brito

Otávio é um pastor em ascensão que entra em crise com sua atividade, quando se apega de forma quase obsessiva a uma passagem da bíblia em que Jesus renega sua família, mãe e irmãos, em função dos seus seguidores e discípulos. A partir de então, passa a desenvolver e a pregar uma nova doutrina. O desejo obsessivo de negar o conhecido em função do novo, a qualquer custo, o leva à beira da loucura. Para instaurar uma nova ordem ele precisa de um fato que mude os rumos da sua vida, e é a partir dessa atitude que a trama se desenrola.

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 Theatro Net Rio

Musical "4 Faces do Amor" estreia no Theatro Net Rio 


Com músicas de Ivan Lins, texto de Eduardo Bakr e direção de Tadeu Aguiar, espetáculo fica de 10 de janeiro a 1 de fevereiro.

História de vida e paixão entre os personagens Duda e Cacau (representados por quatro atores) através do texto teatral original de Eduardo Bakr (prêmio Revelação/autor do FITA 2011 Festival Internacional de Teatro de Angra dos Reis /indicado ao Prêmio Shell-RJ em 2011 e vencedor do Prêmio Bibi Ferreira/2016 como melhor Autor) e das consagradas músicas de Ivan Lins. Este é o espetáculo "4 Faces do Amor", que estará em cartaz no Theatro Net Rio, de 10 de janeiro a 1 de fevereiro, sempre às terças e quartas, às 21h.

Apresentada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da NET CLARO, 4 Faces do Amor tem coordenação de produção de Norma Thiré; realização e produção geral de Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar, da Estamos Aqui Produções Artística.

4 Faces do Amor possui um elenco de primeira grandeza que reúne quatro atores que participaram com destaque de grandes produções musicais no Brasil e que, acompanhados por piano, violino e violoncelo, se desdobram para viver e se apaixonar nas diversas possibilidades de uma relação a dois, resgatando a imagem do amor como eixo principal de uma relação  e que demonstra que existe a vocação de criar e produzir espetáculos teatrais musicais com dramaturgia ficcional original, inteiramente brasileira e de enorme qualidade.

As músicas de Ivan Lins que fazem parte do espetáculo são: Pontos Cardeais; Acaso; O Tempo Me Guardou Você; Vieste; Vitoriosa; Velas Içadas; Doce Presença; Por Toda Minha Vida; Daquilo Que Eu Sei; Bilhete; Iluminados; Choro das Águas; Amor; Começar de Novo; Os Olhos do Meu Amor; O Amor é meu País.

Sinopse - 4 Faces do Amor poderia ser apenas mais uma deliciosa comédia romântica musical, contando os encontros e desencontros, as venturas e desventuras de Duda e Cacau: golpes do destino, ciúmes desmedidos, impulsos, fetiches, briguinhas, alegrias, situações inusitadas e cenas de paixão que nos fazem ver o amor como um sonho a ser alcançado, e que nos fazem pensar (ou repensar) nossas relações como aventuras possíveis e reais. Tudo isso seria muito simples se DUDA não fosse o apelido de Eduardo e, ao mesmo tempo, o apelido de Eduarda. E, ainda, se CACAU não fosse o nome pelo qual Cláudia é chamada, e, também, o nome pelo Cláudio é conhecido.

Nessa gostosa brincadeira que tem inicio no alto de um prédio (em seu heliporto), duas atrizes e dois atores se desdobram para viver os personagens Duda e Cacau, lançando luz sobre quatro das diversas possibilidades do amor, contando e cantando suas próprias histórias através da música e poesia de Ivan Lins e do texto ágil e brilhante de Eduardo Bakr.

Ficha Técnica:

Texto de Eduardo Bakr
Músicas de Ivan Lins
Direção musical de Liliane Secco
Direção de Tadeu Aguiar
Elenco: Amanda Acosta, André Dias/Mauricio Baduh, Cristiano Gualda e Sabrina Korgut
Assistência de direção: ­ Flavia Rinaldi
Cenário: ­ Edward Monteiro
Figurino: ­ Ney Madeira e Dani Vidal
Iluminação: ­ Rogério Wiltgen
Designer de som:­ Gabriel D’angelo
Assessoria de Imprensa:  Meise Halabi
Coordenação de Produção: ­ Norma Thiré
Produção: ­ Estamos Aqui Produções Artísticas.

SERVIÇO:
4 Faces do Amor
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Horário: 21h.
Estreia: 10 de janeiro.
Temporada: De 10 de janeiro a 1 de fevereiro - às terças e quartas.
Classificação: 10 anos.
Gênero: musical.
Gênero: musical.
Duração: 90 minutos.
Ingresso: R$ 60,00.
Direito à meia entrada e descontos :  http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html
Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br

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Espetáculo “Mata teu Pai”, inspirada no mito de Medéia. 

Debora Lamm celebra 20 anos de carreira estrelando seu primeiro solo teatral, “Mata teu Pai”, inspirada no mito de Medéia.

A peça “Mata teu pai”, de Grace Passô (indicada aos Prêmios Shell e Cesgranrio 2016 na categoria Melhor Texto por “Vaga Carne”), é uma livre adaptação do mito de Medéia e foi escrita especialmente para a atriz Debora Lamm. Com direção de Inez Viana e direção de produção de Claudia Marques, este novo projeto da Cia OmondÉ é a primeira parte de uma trilogia, concebida por Inez, que se propôs a fazê-la posteriormente na linguagem da Dança e da Ópera. Entre expatriados e imigrantes, Medéia (Debora Lamm) questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito. Inédito, o espetáculo estreia dia 7 de janeiro de 2017 no Espaço Cultural Sérgio Porto.

– “PRECISO QUE ME ESCUTEM!” diz Medéia em sua primeira fala na peça “Mata teu pai”, de Grace Passô. E ela, aliás, elas, têm muito a dizer sobre nossos dias, nossos tempos tristes, onde imperam o retrocesso e a intolerância. Medéia está em movimento, mas só quer descansar um pouco no meio dos escombros da cidade onde agora está. Encontra mulheres: síria, cubana, paulista, judia, haitiana. Se vê na mesma condição de imigrante, por outros viés, evidente, mas sabe que não é dona de sua vida. Algumas tornam-se suas cúmplices, outras suas algozes. Percorre um caminho interior, onde decide que quem tem que morrer é Ele, que a desprezou e tirou seu direito de ser sua mulher. “Que direitos temos nós?” Pergunta Medéia. Para além de um paralelo sobre o mito, Grace Passô recria a sua feiticeira, não só sobre os dias de hoje, mas também sobre a condição da mulher hoje. Há muitas Medéias com diferentes questionamentos. Mas a todas devemos escutar para que a catarse, através da arte, seja expurgada e então um novo homem, mais justo, possa renascer – explica Inez Viana.

A encenação se baseia no discurso de Medéia, onde o público tem papel fundamental. Junto com a atriz Debora Lamm, também estarão em cena 13 senhoras, moradoras da região da Gamboa, com mais de 65 anos, que formam um coro, espécie de inconsciente de Medéia. Grasse Passô escreveu “Mata teu pai”  especialmente para Debora Lamm.

– Medéia é uma protagonista feminina que desafia o amor romântico. Na tragédia ela ressignifica o sentimento quando na fuga com o ser amado, o que fará dela uma estrangeira, mata o próprio irmão e mais adiante mata seus próprios filhos com Jasão ao se ver traída por ele. A Medéia de “Mata Teu Pai” leva consigo o discurso e angústias do mundo atual. Dar voz a uma personagem milenar será sempre um desafio – comenta Debora Lamm que, além da peça, segue em 2017 como uma das protagonistas do humorístico “Zorra” e filma os longa-metragens “Como é cruel viver assim”, roteiro de Fernando Ceylão com direção de Julia Rezende, e “Chocante”, roteiro de Bruno Mazzeo com direção de Jhonny Araújo.

Com uma ambientação simples, da cenógrafa Mina Quental, um campo minado se desenha no espaço, trazendo toda a sorte de lixo eletrônico, como caixas e mais caixas de carregadores de celular, baterias, teclados de computador, monitores, etc… A luz de Nadja Naira e Ana Luzia De Simoni revela formas, rostos, corpos, de forma transversal, criando contradições nas imagens, para que o espectador possa construir junto, se sentindo parte da história. A direção de movimento de Marcia Rubin recria, a partir do coro de senhoras, uma atmosfera onírica como se elas habitassem apenas o sonho de Medea. A equipe de criação conta ainda com figurinos de Sol Azulay, caracterização de Josef Chasilew,  direção musical de Felipe Storino e programação visual de Felipe Braga.

Sexto espetáculo da Cia OmondÉ, pela primeira vez em forma de monólogo, “Mata teu pai” faz temporada de estreia no Espaço Cultural Sérgio Porto, de 7 a 30 de janeiro de 2017, sábados e segundas às 21h e domingos às 20h. Esta montagem celebra 20 anos de carreira da atriz Debora Lamm.

Debora Lamm, 20 anos de carreira

Atualmente Debora Lamm filma os longas metragens “Como é cruel viver assim”, roteiro de Fernando Ceylão com direção de Julia Rezende (personagem Regina, uma empregada doméstica de caráter duvidoso) e “Chocante”, roteiro de Bruno Mazzeo com direção de Jhonny Araújo (personagem Quézia, presidente do Fã Clube de uma Boy Bands dos anos 80 que tenta resurgir com eles a todo custo), ambos serão lançados em 2017. Cria do O Tablado e com 11 indicações à prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem 4 troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos dentre os mais recentes “5x Comédia” de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jo Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski, “Fatal” de Jô Bilac, Pedro Kosovski e Marcia Zanelatto, “El Pânico” de Rafael Spregelburd, “Infância, Tiros e Plumas” de Jô Bilac, “Cock - Briga de Galo” de Mike Bartlett, “Maravilhoso” de Diogo Liberano, “O Médico e o Monstro” de Georg Osterman, “Os Mamutes” de Jô Bilac e as “Conchambranças de Quaderna de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação. No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a Cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”. No dia 29 de janeiro Debora Lamm completa 39 anos de idade.

Ficha técnica

Texto: Grace Passô | Direção: Inez Viana | Performance: Debora Lamm | Participação: As Meninas da Gamboa | Direção de Produção: Claudia Marques | Iluminação: Nadja Naira e Ana Luzia de Simoni | Cenário: Mina Quental | Figurino: Sol Azulay | Caracterização: Josef Chasilew | Direção Musical: Felipe Storino | Direção de Movimento: Marcia Rubin | Programação Visual: Felipe Braga | Foto e Vídeos: Elisa Mendes | Assessoria de Imprensa: Ney Motta | Produção Executiva: Luísa Barros | Assistente de Direção: Junior Dantas | Realização: Eu + Ela | Produção: Fábrica de Eventos | Um projeto da Cia OmondÉ

Serviço:

“Mata teu pai”.
Texto: Grace Passô.
Direção: Inez Viana.
Com Debora Lamm.
Participação: As Meninas da Gamboa.

Sinopse: Entre expatriados e imigrantes, Medéia questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito.

Local: Espaço Cultural Sergio Porto.
Rua Humaitá, 163, Humaitá, Rio de Janeiro.
Tel.: 21 2535-3846. Temporada: 7 a 30 de janeiro.
Sábado e segunda às 21h.
Domingo às 20h.
Bilheteria: 4ª a 2ª das 17h às 21h.
Vendas pela internet: www.ticketmais.com.br. R$ 40,00 (inteira).
100 lugares. 60 minutos.
Não recomendado para menores de 14 anos.
Até 30 de janeiro.

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“Paco e o Tempo”

Uma reflexão para crianças e adolescentes.
 A peça foi indicada para o 3º. Prêmio CBTIJ de Teatro para crianças (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude) na  categoria Trabalho de Formas Animadas

Crédito: Marcos Felipe

Já se perguntou por que o tempo passa? Por que ele passa? Por onde? Os mistérios do tempo impulsionaram o pequeno Paco, de sete anos, a se aventurar em uma jornada poética e divertida em busca de respostas e levará o público, mais uma vez, a mergulhar no universo de encanto da peça “Paco e o Tempo”. A convite do Centro Cultural da Justiça Federal a peça, que estreou dia 5 de novembro e encerrou 18 de dezembro, vai estender suas apresentações para o próximo ano. Serão mais seis apresentações, três sábados e domingos, às 16 horas, que irão do dia 14 ao 29 de janeiro de 2017.

A montagem do grupo Gestopatas trouxe um texto da atriz Cecíilia Ripoll que está estreando como diretora e autora, contudo, já foi premiada no III Concurso Jovens Dramaturgos 2013 do Sesc. A peça encantou não apenas crianças e adolescentes lhes oferecendo uma nova visão da reflexão teatral como também agradou as críticas teatrais. Como foi o caso da página Botequim Cultural:

“Não é mero acaso que diretora Cecília Ripoll e seus atores Ademir de Souza e Tania Gollnick venham apresentando nos últimos anos outro interessantíssimo trabalho com identidade própria na Companhia do Gesto, como o que pude presenciar este ano em “A Cozinheira, o Bebê e a Dona do Restaurante”. Forma-se assim um núcleo artístico que se preocupa em desenvolver um pensamento de teatro infantil através de um processo que passa a sensação de estar em permanente construção, experimentando, ousando, expandindo seus limites e jamais fechando-se numa fôrma. As comparações entre ambos os trabalhos talvez não sejam pertinentes, pois utilizam recursos diferentes, assemelhando-se apenas na opção pela originalidade para apresentar um trabalho de inegável qualidade.”, elogiou a crítica.

A ideia de falar sobre o tema surgiu em 2013, quando a atriz Cecília Ripoll fez uma substituição, às pressas, na  peça “A cozinheira, o bebê e a dona do restaurante”. Na época, com a intensidade dos ensaios Cecília teve a sensação de como tempo variava de acordo com a expectativa de cada um. De lá pra cá, ela começou a trabalhar a ideia. Em 2014, criou o grupo Gestopatas, com Tania Gollnick e Ademir de Souza.

Cecília dirigiu a primeira peça “Pareidolia – depois do fim”, que combinava várias linguagens, numa encenação em que as máscaras teatrais foram construídas a partir de objetos de uso cotidiano. A peça teve ensaio aberto em curta temporada no teatro Cacilda Becker.  Agora, o grupo realiza o primeiro espetáculo “Paco e o tempo”, cujo texto foi premiado no III Concurso Jovens Dramaturgos 2013 do Sesc, e contou com grupo de jurados, entre eles, a dramaturga Renata Mizrahi, que também escreveu o prefácio de “Paco e o Tempo” para a edição promovida pelo concurso.

“Paco e o tempo”, já teve uma montagem por alunos da Universidade Federal da Bahia (UFBA) no final do ano passado.

Sinopse
O que é o tempo? O tempo está sempre passando? Por onde? Paco vive cheio de perguntas e curiosidades. Angustiado por estar sempre atrasado, nosso protagonista decide que precisa conhecer o tempo, e parte em uma jornada repleta de surpresas, perigos e novidades. Com humor e poesia, a encenação se utiliza de bonecos, máscaras e formas animadas para abordar as relações de afeto que vão sendo estabelecidas ao longo da saga do menino Paco.

Ficha técnica
Texto e Direção: Cecília Ripoll
Atuação: Ademir de Souza e Tania Gollnick
Manipulação de Formas Animadas: Aline Sampin
Cenário, Figurino e Adereços: Gabrielle Windmüller e Alberta Barro
Desenho de Luz: Pedro Struchiner
Trilha Sonora: Ademir de Souza
Visagismo, Criação e Confecção de Próteses e Máscaras:  Tania Gollnick
Criação e Confecção de Bonecos: Ademir de Souza
Design Gráfico: Daniel Reis
Produção Musical: Antonio Paoli.
Visagismo, Criação e Confecção de Próteses e Máscaras:  Tania Gollnick
Criação e Confecção de Bonecos: Ademir de Souza
Design Gráfico: Daniel Reis
Produção Musical: Antonio Paoli
Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes
Olhar de Contribuição: Alice Ripoll
Produção Executiva: Mar Ferreira
Direção de Produção: André Roman
Idealização: Grupo Gestopatas (Ademir de Souza, Cecília Ripoll e Tania Gollnick)
Realização: Grupo Gestopatas e AR Produções

Serviço
“Paco e o tempo”
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro – Tel.: 3261-2550
Sábados e domingos, de 14 a 29 de janeiro
Horário: 16h
Duração: 50 minutos
Capacidade: 142 lugares
Valor do ingresso: R$ 30 inteira / R$15 meia-entrada
Classificação etária: Livre.

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“A Anta de Copacabana” em cartaz no espaço cultural Kult Kolector, na Barra da Tijuca

Adriano Petermann encena monólogo todas as terças-feiras, às 21h30, até o dia 31 de janeiro.

O espetáculo “A Anta de Copacabana”, de Rafael Camargo, com Adriano Petermann, está em cartaz às terças-feiras, às 21h30, até o dia 31 de janeiro no espaço Kult Kolector, na Barra da Tijuca.


A Anta de Copacabana fala sobre a solidão, “loucura”, a existência e sua condição. O dramaturgo Rafael Camargo expõe o trágico e o bizarro humano nessa empreitada. O texto discorre sobre a bela, mágica, e por vezes triste, passagem que se chama viver, deparando-se com pequenas e simples questões, mas que miseravelmente não se tem respostas. É uma espécie de divertimento sádico, um prazer humano, que acha graça da própria ferida tentando, quem sabe, exorcizar estes fantasmas que rondam por toda a vida e por toda a morte, talvez.


A Anta de Copacabana é o surto. Como uma criança, a loucura quebra regras, convenções e revela a estúpida hipocrisia do cotidiano. Obcecado pelo tão carismático bairro do Rio, Copacabana, aprisionado em sua existência, o morador do bairro vive num emaranhado de lembranças e divagações à espera de um sinal que o liberte. Um tanto de filosofia, delírio, poesia e agressividade pontuam o discurso, permeando o universo assustador e mágico que é a loucura, a vida e a morte. Uma metáfora sobre nossas prisões, sobre a falta de coragem de mudar, de partir. Um comentário poético sobre o apego que é viver.

Em 2014, o espetáculo estreou no Rio de Janeiro em um novo momento da Cia. Portátil, que pesquisa a linguagem do Teatro da Inação com o Stand Up Drama, na Casa de Cultura Laura Alvim, em 2015 torna-se uma das maiores sensações da Mostra Fringe do Festival de Teatro de Curitiba, participou com casa lotada no 22º FENTEPP ( Presidente Prudente-SP). Em 2016 repete o mesmo sucesso de críticas em São Paulo, com uma temporada de 5 semanas no SESC Vila Mariana. Agora acaba de circular pelo interior do Paraná, realizando 8 espetáculos em Foz do Iguaçú, Londrina, Ponta Grossa (abrindo o 44 FENATA), e finalizando em Antonina, cidade natal de Rafael Camargo.



SERVIÇO

A Anta de Copacabana
Texto e direção: Rafael Camargo
Com Adriano Petermann
Local: Kult Kolector – Avenida Olegário Maciel, 130 – E – Barra da Tijuca (Próximo ao metrô Jardim Oceânico)
Temporada: 22 de novembro de 2016 até 31 de janeiro de 2017
Horários: Terça-feira às 21h30
Preço: R$ 30,00 (Inteira)
Classificação: 16 anos
Duração: 50 minutos
Gênero: drama
Capacidade: 50 lugares
Realização: Cia Portátil

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