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Espetáculos em Cartaz no Rio de Janeiro

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Missa para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus



Um ritual cênico que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Eduardo Wotzik e a música de Henryk Góreck
A atmosfera do Sagrado é um tema que pulsava na obra de Clarice Lispector, por isso a Missa
De 23 de fevereiro a 18 de março, no Teatro Laura Alvim, em Ipanema

O Teatro Laura Alvim, em Ipanema, recebe de 23 de fevereiro a 18 de março, sextas e sábados as 20h, domingo as 19h, o aclamado “Missa para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus”, do diretor e ator Eduardo Wotzik, uma aventura por dentro da notável produção literária de Clarice Lispector, que tem como temática o Sagrado. Reflexivo, divertido, comovente, Missa para Clarice é um espetáculo onde um Arauto e duas Beatas claricianas procuram fazer do espaço do Teatro um Templo de Reflexão. Uma Missa como jamais se viu. Um ritual cênico que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Eduardo Wotzik e a música de Henryk Górecki.

A matéria prima do espetáculo é a obra de Clarice Lispector, mas o público se surpreende com a forma como os textos são apresentados. Como uma missa: o público senta, levanta, reza e canta, as palavras de Clarice formam um ritual cênico e religioso que nos faz pensar na nossa própria vida. A atmosfera do Sagrado é um tema que pulsava na obra de Clarice Lispector, por isso a Missa.

“Missa no sentido de missão, de levar através de um ritual a obra de Clarice ao espectador e produzir uma reflexão”, declara Eduardo Wotzik, que passou os últimos 20 anos preparando-se para esta montagem.

Quando o público entra no Teatro encontra um lugar tranquilo. A iluminação, o cenário minimalista e a música do compositor polonês Henryk Górecki (1933-2010) juntos formam uma atmosfera propícia a celebração do sagrado. Nesse ambiente, um Arauto (Wotzik) e duas Beatas claricianas (Cristina Rudolph e Natally do Ó) dão voz a trechos da vasta obra de Clarice Lispector que retratam o Sagrado, a relação do homem com Deus. O Arauto proclama a sabedoria e a todo momento o público é aclamado a participar. A duas Beatas recebem afetuosamente cada pessoa oferecendo um Missal (alguns em Braille, para os deficientes visuais) que contém as partes interativas do espetáculo. Assim todos mergulham nas profundezas de Clarice Lispector.

Desde sua bem sucedida estreia no CCBB Rio de Janeiro, em fevereiro de 2016, o espetáculo vem arrebanhando plateias de todo o Brasil (Rio, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte etc), passando por 18 teatros, 200 apresentações e assistido por mais de 35 mil pessoas, sempre levando a palavra de Clarice Lispector aos espectadores e comovendo a todos que o assistem. Assim, Missa para Clarice se transformou num daqueles espetáculos necessários. Espetáculo que, nas palavras do diretor Domingos de Oliveira é “Uma aventura transcendental, uma viagem paraíso, pelo estado da Graça” e nas palavras da atriz Fernanda Montenegro é “Uma ideia diabolicamente extraordinária. Um espetáculo que nos põe diante de uma nova religião, de um novo processo de espiritualidade.” 

“A grande qualidade do espetáculo é que ele consegue ser ao mesmo tempo profundamente reflexivo e profundamente divertido, um espetáculo popular, um culto, que fala dessa ideia inteligente que o ser humano teve de criar dois sistemas para suportar a realidade, o sistema religioso e a arte.” juntando as duas coisas em uma missa ecumênica. Tem uma frase da Clarice que diz Em todas as religiões Deus exige ser amado”, comenta Wotzik.

Ao término da Missa o público é convidado para ficar para a Confissão, após um breve intervalo. É o momento do bate-papo com o elenco.

Nas diversas temporadas, o espetáculo foi apresentado em três formatos: Missa de Igreja, quando apresentada em palco italiano; Missa de Capela, em arena; Missa de Catedral, em grandes teatros. Mas ainda falta um formato que Eduardo Wotzik sonha realizar, uma Missa Campal, em um grande espaço aberto.

“O teatro será sempre o lugar onde nos encontramos para lembrarmos uns aos outros de que somos humanos”, conclui Wotzik.


Assista ao Trailer Oficial: https://vimeo.com/254277229 
Assista também ao vídeo-release: https://youtu.be/h8OebTvKXFg


Ficha técnica

Da obra de Clarice Lispector
Edição e Texto final: Eduardo Wotzik
Direção de Arte: Analu Prestes
Iluminação: Fernanda Mantovani
Direção Artística Geral: Eduardo Wotzik
Elenco: Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Direção de Produção: Michele Fontaine
Realização: Wotzik Produções Artísticas Ltda


Serviço


Missa para Clarice - Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus
Da obra de Clarice Lispector
Direção: Eduardo Wotzik
Com Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik
Sinopse: Um Arauto e duas Beatas claricianas transformam o espaço do Teatro num Templo de Reflexão que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Wotzik e a música de Górecki.
Local: Teatro Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro (tel. 21 2332-2015)
Temporada: 23 de fevereiro a 18 de março, sextas e sábados as 20h, domingo as 19h
Capacidade de público: 186 lugares + 4 lugares para cadeirantes
Ingresso: R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia)
Vendas pela internet: https://www.ingressorapido.com.br
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj Instagram
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Curta Temporada
60! Década de Arromba – Doc. Musical segue em cartaz no Theatro Net Rio
Wanderléa brilha à frente de um elenco de 24 atores/cantores/bailarinos.


Em dezembro de 2016, a cantora Wanderléa subia ao palco do Theatro Net Rio para fazer sua estreia em musicais. A expectativa em torno do espetáculo musical que conta os principais fatos da década de 1960 por meio de vídeos, depoimentos e fotos era grande. Uma superprodução com quase três horas de duração, inúmeros cenários, figurinos, perucas e música, muita música. O que ninguém imaginava era o sucesso de público e crítica que o espetáculo alcançaria já em sua estreia no Rio de Janeiro. Depois de repetir o sucesso durante uma temporada de cinco meses em São Paulo, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” retorna ao cenário carioca. Wanderléa e o elenco de 24 atores/cantores/bailarinos ficam em cartaz até o dia 4 de março de quinta a domingo no Theatro Net Rio, em Copacabana.

- Quando eu e o Marcos Nauer (que assina o roteiro e pesquisa) estávamos entendendo como era esse gênero que queríamos apresentar ao público jamais poderíamos imaginar que a peça teria toda essa repercussão de crítica e público. Foi um trabalho feito do coração e com a cumplicidade e parceria da grande Wanderléa, que acreditou nas nossas loucuras e embarcou sem medo. Viva o tempo do amor – diz o diretor Frederico Reder.

Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, 60! Década de Arromba – Doc. Musical começa com um prólogo, em 1922, contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960. A partir desse ponto, a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

Wanderléa brilha em sua estreia em musicais

Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira do amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.

Um espetáculo construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mescla humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine e I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma viagem no tempo!

SINOPSE SUGERIDA

Representante maior do movimento da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa faz sua estreia em musicais num espetáculo que faz um passeio musical pela década de 1960, com seus principais fatos e acontecimentos. Um doc. musical emocionante e divertido para toda a família.

FICHA TÉCNICA:
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Wanderléa, Amanda Döring, Ana Varella, André Sigom, Camilla Brauna, Cássia Raquel, Daniel Lack, Deborah Marins, Erika Affonso, Ester Freitas, Fernanda Biancamano, Fhilipe Gislon, Jade Salim, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Letícia Mamede, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin e Tauã Delmiro.

Músicos:Vagner Meyer - Piano/Regência
Arianna Pijoan - Teclado
Flávia Chagas - Cello
Wallace Cristovão- Violino
Rafael Maia - Bateria
Pedro Aune - Baixo
Vitor de Medeiros - Sax Alto, Sax Barítono, Clarinete, Flauta e Piccolo
Rafael Sant’Anna - Trompete
Gabriel Quinto - Violão, Guitarra e Cavaquinho
Lalo Califórnia - Guitarra
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Daniela Sanchez
Diretora Residente: Roberta Cid e Clara da Costa
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Diretor de Palco: Claudio Roberto
Maquinista: José Claudio
Maquinista Auxiliar: Murilo Alves
Operador de Luz: Sergio Martins
Canhoneiros: Ana Claudia e Leonardo Moura
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Operador de Vídeo: Paulo Oliveira
Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtor Executivo: Alex Felippe
Produtor Assistente: Matheus Castro
Produção de Comunicação: Allan Fernando
Diretor de Comunicação: Léo Delgado
Direção de Arte: Barbara Lana
Assistente de Direção Musical: Alexandre Queiroz
Operador de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Microfonista: Camille Lago
Assistente de Microfonista e Rodie: Bruno Coelho
Chefe de Perucaria: Adriana Almeida
Assistentes de Perucaria: Lucas Azevedo e Glaucia Fausto
Figurinista Assistente: Teresa Abreu
Assistente de Figurino: Karoline Mesquita
Estagiária de Figurinista: Tayane Zille
Estagiária de Figurinista: Jemima Oliveira
Estagiária de Figurinista: Gabriela Silva Fernandes
Coreógrafa Assistente: Clara da Costa
Dance Captain: Rodrigo Morura
Cenógrafa Assistente: Marieta Spada
Assistente de Cenografia: Guilherme Ribeiro
Contrarregras: Filipe Tomochigue e Hevaldo Martins
Camarins: Rose Marie, Nete Benevides, Kaká Silva, Vivi Rocha e Rita Vasconcelos

SERVIÇO:
60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Temporada: 4 de janeiro até 4 de março.
Horário: Quinta a sábado às 20h30 e domingo às 17h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 180 minutos.
Ingresso: Quinta e sexta R$ 160,00 (plateia e frisas) R$ 120,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)
Sábado e domingo R$ 180,00 (plateia e frisas) R$ 140,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)
Direito à meia entrada e descontos : http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html
Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br
Vendas pela internet: www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido - (11) 4003 - 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido - (11) 4003 - 2051
Informações sobre ponto de venda de Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone - (11) 4003 - 1212
Horário de funcionamento - Todos os dias das 10h às 18h.
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Reservas para grupos: Guilherme Romeu - guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 - 0012
Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.
Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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MATHEUS NACHTERGAELE APRESENTA MONÓLOGO NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES



Em Processo de Conscerto do Desejo, ator presta uma homenagem e incorpora o eu lírico da sua mãe, a poetisa Maria Cecília Nachtergaele

O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 25 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018 (quinta a domingo), às 19h, a peça Processo de Conscerto do Desejo. O espetáculo é uma homenagem que o ator Matheus Nachtergaele faz à mãe, Maria Cecília Nachtergaele, que faleceu em 1968. No palco, ele recita os textos da poetisa acompanhado do músico Luã Belik e do violinista Henrique Rohrmann. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A peça teve sua estreia em julho de 2015, quando Matheus e Luã Belik apresentaram, no Festival de Teatro de Ouro Preto e Mariana (MG), um recital com músicas que compuseram juntos, acompanhados dos poemas de autoria da mãe de Matheus, além das canções por ela adoradas. O título mistura as palavras concerto e conserto.


Na segunda etapa do processo, Matheus passa a dizer os textos de Maria Cecília em primeira pessoa, numa operação delicada de possessão e homenagem. Há dois anos na estrada, a peça já passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Paraty, Uberlândia, Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul, entre outras.

A construção desse espetáculo, segundo o ator e diretor, acontecerá diante do público: “Preciso das pessoas como observadores emocionados. Quero ir consertando meu desejo de acordo com essa emoção, dia após dia. Como na vida. Como no teatro. Isso, só o teatro pode nos trazer. Temos um ator, um violão, lindos poemas e a canção. Tudo pequenininho para a grandeza do essencial: artista e espectador em oração profana”, afirma.


Sobre Matheus Nachtergaele

Matheus Nachtergaele é um ator e diretor brasileiro com intensa atuação no teatro, cinema e televisão. Iniciou sua carreira teatral com o cultuado diretor paulista Antunes Filho, em 1989. No ano seguinte, ingressou na Escola de Arte Dramática (USP-SP) e logo estreou nos palcos profissionalmente, participando de diversas montagens com o Teatro de Vertigem e recebendo prêmios como o Shell, Mambembe e APCA.



Estreou no cinema em 1997, com o filme O que é isso, companheiro? e, desde então, atuou em cerca de trinta filmes, destacando-se e sendo igualmente premiado. Em 2008, inicia carreira atrás das câmeras, como roteirista e diretor do longa-metragem A Festa da Menina Morta, exibido na mostra “Um Certain Règard”, na seleção oficial do Festival de Cannes. Pelo trabalho, recebeu o prêmio de melhor diretor nos Festivais do Rio, Chicago e de Gramado. Na televisão atua continuamente em produções da Rede Globo, incluindo as recentes Cordel Encantado e o remake de Saramandaia.

Trailer oficial da peça Processo de Conscerto do Desejo




https://www.youtube.com/watch?v=D0VZANBL4fs

Ficha TécnicaTextos: Maria Cecília Nachtergaele
Direção e Interpretação: Matheus Nachtergaele
Violão: Luã Belik
Violino: Henrique Rohrmann / Bryan Diaz
Coordenação geral de Produção: Miriam Juvino
Direção de Produção: Jéssica Santiago e Rafael Faustini
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Corpo: Natasha Mesquita
Voz: Célio Rentroya
Iluminação: Orlando Schinder
Contra Regra: Cedelir Martinusso
Artes Visuais: Cláudio Portugal e Karina Abicalil
Manutenção de Artes Visuais: Thamires Trianon
Realização: 9MESES Produções e Faustini Produções
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal



Serviço
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca) - Entrada pela Avenida República do Paraguai.
Informações: 21 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 25 de janeiro a 4 de fevereiro, quinta a domingo às 19h
Ingressos: Plateia: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) / Balcão: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) ​
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h.
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: ​16 anos
Duração: 50 min

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Sucesso de crítica, em sua 5ª temporada, a peça “Para onde ir” inspirada em livros de Dostoiévski e Rimbaud reestreia dia 23/2 no Teatro Laura Alvim, 19h
Monólogo se aprofunda sobre as aflições na vida de um alcoólatra e traz a literatura para o teatro transformando o palco numa taberna. Foto: Lu Valiatti

“Uma performance extraordinária. Yashar Zambuzzi consegue criar uma unidade entre textos tão diversos a ponto de conferir verossimilhança ao contexto em que se dá, de forma brilhante.

Quanto à direção de Viviani Rayes, esta merece ser considerada primorosa.”. - Lionel Fischer

“Para onde ir” reestreia dia 23/2, sexta-feira, às 19h, no Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso da Casa de Cultura Laura Alvim - espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ - com sessões sextas e sábados, 19h e domingos, 18h, até 18/03. Alcoolismo, desemprego, pobreza, miséria, violência contra a mulher, prostituição infantil, infanticídio e autodestruição são temas pelos quais passeia a bem-sucedida adaptação de Yashar Zambuzzi.


Construído a partir do personagem Marmieládov, do romance Crime e Castigo, escrito pelo russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881), e da obra Uma temporada no inferno, do francês Arthur Rimbaud (1854-1891), em homenagem à poesia crítica do jovem poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956), o monólogo, com adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi, marcou a estreia da atriz e produtora Viviani Rayes na direção. Ambos são fundadores da Te-Un TEATRO e, entre vários trabalhos juntos, atuaram e produziram a aclamada Blackbird (David Harrower).

Drama conta a história de Marmieládov, funcionário público, que após perder o emprego, entrega-se ao vício do álcool. Numa taberna ele acompanha a chegada dos fregueses e aproxima-se ora de um, ora de outro, para contar-lhes as dificuldades que passa por conta do vício, a necessidade de sustentar sua família e as desventuras de sua vida. A peça dialoga com o público numa linguagem dinâmica e coloquial, promovendo um contato direto e desmistificador com dois grandes autores da literatura universal cujas obras têm, em comum, as situações extremas da vida.

O público ao entrar na sala de espetáculo, ou melhor, na taberna, recebe uma dose de cachaça e/ou café, para serem consumidos com porções de amendoim presentes nas mesas, onde podem apoiar o jogo americano que recebem na entrada, que nada mais é que o programa da peça. Só um gole é o ponto de partida para a encenação. Tudo pensado e conduzido para tornar a experiência cênica num momento de grande interação.


Após percorrer 1 ano em cartaz nos teatros do Rio de Janeiro, PARA ONDE IR reestreia sua 5ª temporada no Teatro onde fez a sua estreia, brindando suas mais de 50 apresentações e a repercussão positiva da crítica:

“Performance extraordinária. Direção primorosa”. Lionel Fischer.
“Perfeito, Irretocável, Emocionante”. Gilberto Bartholo
“É o tipo de peça que o espectador vai carregar na memória por onde andar”. Brunno Vianna
“Uma taberna viva se transforma em teatro”. Branca Salgueiro
“Abre as janelas para a compreensão do espectro humano”. Renato Mello
“Realizado com maestria”. Paulo Oliveira
“Apurada e reveladora manipulação cênica de Viviani Rayes”. Wagner Correa de Wagner Correa de Araujo


Link Divulgação: https://youtu.be/aAX-0YoG3cA

Teaser Divulgação: https://www.youtube.com/watch?v=aAX-0YoG3cA&feature=youtu.be

Trechos da peça para livre edição: https://www.youtube.com/edit?o=U&video_id=-dXkYlOVjWE


SERVIÇO:
Reestreia: 23 de fevereiro de 2018

Temporada até 18 de março

Horários: Sexta e sábado às 19h, domingo às 18h.

Local: Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso – Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema - Tel: 2332-2015

Bilheteria: terça a domingo, das 16 às 19h

Duração: 50 min

Gênero: Drama

Lotação: 53 lugares

Classificação indicativa: 14 anos

Preço R$30,00 (inteira) R$15,00 (meia)

“Uma envolvente proximidade presencial do público numa taberna viva, onde um alcóolatra solitário compartilha seu ácido desabafo no diálogo afetivo com alguns espectadores. Apurada e reveladora manipulação cênica de Viviani Rayes”. - Wagner Correa de Araújo.


'Para onde Ir' é uma experiência teatral que carrega toda uma densidade dramatúrgica que abre as janelas para a compreensão do espectro humano de um personagem soterrado pelas suas próprias misérias pessoais, que largou-se em algum ponto de sua estrada de vida". Renato Mello

O Elenco
YASHAR ZAMBUZZI é ator formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP) e filósofo pela mesma universidade. Trabalhou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) com Antunes Filho, um dos mais renomados diretores brasileiros. Em 33 anos de carreira teatral, atuou em mais de 30 produções. Seus últimos trabalham foram o musical Um Violinista no Telhado direção de Möeller & Botelho, Blackbird direção Bruce Gomlevsky, A Tempestade direção de Vik Sivalingam, da Royal Shakespeare Company, Silêncio de Renata Mizrahi, entre outros. 





A Direção
VIVIANI RAYES é pós-graduada em Direção Teatral pela CAL (Casa de Artes Laranjeiras/ RJ). Cursou Direção Teatral com José Renato, fundador do Teatro de Arena de São Paulo. É formada pela Escola de Teatro Ewerton de Castro e Escola de Atores Wolf Maya, ambas em São Paulo. Trabalhou com importantes diretores e tem vários espetáculos no currículo, em 19 anos de carreira. Protagonista do sucesso Blackbird, com Direção de Bruce Gomlevsky. É diretora e produtora executiva da Rayes Produções Artísticas e curadora da Ocupação Glauce de Portas Abertas.


FICHA TÉCNICA:
Elenco: Yashar Zambuzzi

Texto: Dostoiévski e Rimbaud, em homenagem a Brecht.

Adaptação e atuação: Yashar Zambuzzi

Direção: Viviani Rayes

Figurinos: Rogério França

Iluminação: Elisa Tandeta

Trilha Original: Chico Rota

Cenário: Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi

Programação Visual: Thiago Ristow
Ilustrações: Raphael Jesus
Fotos de Cena: Lu Valiatti
Idealização: Te-Un TEATRO
Produção Executiva e Realização: Rayes Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias


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CLUBE DAS DESAPEGADAS

Devido a paralização das atividades dos funcionários do Teatro Municipal Gonzaguinha, em decorrência do atraso dos seus respectivos salários, nos próximos dias 26, 27 e 28 de janeiro realizaremos as últimas apresentações, aproveitando para realizar também uma campanha de doação de alimentos não perecíveis, destinados aos funcionários do próprio teatro, em forma de apoio e solidariedade. Desejamos, desde já, que o problema seja sanado o quanto antes, através das respectivas Prefeitura e Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, para que estas venham a gerir o numerário destinado à Cultura de forma correta.
Manifestamos a nossa gratidão a todos que nos apoiaram até aqui e convidamos para assistir o último final de semana da temporada, pela metade do preço, e 1 kilo de alimento não perecível.

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Clube das Desapegadas conta a história de um grupo de pessoas que se reúnem para “desapegar” do que não lhes servem mais. Pessoas diferentes, solitárias e em processo de transformação de vida se encontram numa reunião do “clube” que é administrado por Nanashanna, uma mulher “tântrica”, questionadora e singular. Durante a reunião, Nana, com a ajuda do seu assistente e mentor Astolfo Xanadú, sugere que cada participante apresente seu depoimento de vida. No entanto, a coisa acaba saindo do controle, a medida que cada depoimento traz à tona um ser humano dramático e ao mesmo tempo, divertido.

SERVIÇO

Sextas, Sábados e Domingos até 28/01

Local: Teatro Municipal Gonzaguinha

(Centro de Artes Calouste Gulbenkian)

Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça Onze – Rio de Janeiro

CAPACIDADE: 130 lugares

INGRESSO: R$ 40,00 inteira – Meia R$ 20,00 (estudante/terceira idade) Lista amiga

INFORMACÕES: operaprima.teatral@gmail.com

Gênero: Comédia

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"Maldita Carne"

O grande dramaturgo brasileiro Plínio Marcos é homenageado com um espetáculo que une três textos de sucesso numa única história onde o universo desses personagens passa a ser compartilhado entre eles. A Companhia de Teatro Coletivo Incendiário, escolheu adaptar as peças Abajur Lilás, Querô e Navalha na Carne por serem obras que trazem críticas sociais até hoje relevantes. Para esses jovens artistas conectados com o momento em que o país vive é de grande valia promover reflexões políticas e sociais através da arte.

Sinopse
Maldita Carne é uma homenagem ao Universo de Plinio Marcos . No palco personagens de Abajur Lilás, Querô e Navalha na Carne compõem uma nova narrativa e são alvos de uma misteriosa investigação.

Equipe de Criação

Iluminação: Rúbia Vieira
Criação de trilha sonora: Leo Osborne
Cenário e Figurino: Alexandre Cunha e Ana Sandra
Confecção De Cenário: Diego Zimmerman
Confecção de Figurino: Clara Sanpi
Arte Gráfica: Pedro Gonzalez
Assistentes de Direção: Gabriela Garcia e Leonardo Duarte

Serviço"Maldita Carne”
Textos: Plínio Marcos | Adaptação: Ricardo Pereira
Concepção e Direção: Janaina Gaia
Elenco: André Caldas, Carolina Garrana, Clara Sanpi, Cristina Aprieri, Diego Zimmerman, Flavio Santos, Gabriel Rodrigues, Júlio Rasec, Lucas Benâncio, Lucas Da Purificação, Paula Coubeck, Pedro Gonzalez, Rafael Perrotta,
Tássia Bastos e Tatiana Stutz
Local: Cia de Teatro Contemporâneo | R.: Conde de Irajá, 253 – Botafogo
Inf.: 25375204
Temporada: 20 de janeiro a 04 de fevereiro de 2018
Dias e horários: sábados, às 21h e domingos, às 20h
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos
Ingressos R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Capacidade 100 lugares
Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
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"TUBARÕES" em cartaz no Teatro Serrador,  de quinta a sabado, as 19h30


TUBARÕES

Dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho, Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte, Christian Landi, Cirillo Luna e Michel Blois. Com direção de Michel Blois, a peça conta a história de um trio de amigos inseparáveis no passado que se reencontra vinte anos depois numa casa onde viveu suas experiências mais marcantes da juventude.

TEMPORADA: de 11 a 27 de janeiro, quinta a sábado, às 19h30min
LOCAL: Teatro Serrador
ENDEREÇO: Rua Senador Dantas, 13 – Cinelândia, Rio de Janeiro/RJ
FONE: (21) 2220-5033
CAPACIDADE: 276 lugares
INGRESSOS: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) - Horários de funcionamento da bilheteria: de terça a sábado, das 15 às 22h - Vendas online: ticketmais.com.br
GÊNERO: drama
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
DURAÇÃO: 80 min

O espetáculo TUBARÕES é uma criação dramatúrgica coletiva da autora Daniela Pereira de Carvalho com os artistas Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte, Christian Landi, Cirillo Luna e o diretor do espetáculo, Michel Blois. A peça teve sessões esgotadas em 2017 no Sesc Copacabana e volta em cartaz na capital carioca em janeiro, abrindo a programação 2018 do Teatro Serrador. Através da história de um trio de amigos inseparáveis no passado que se reencontra vinte anos depois numa casa onde passou parte da juventude, a peça fala dos impactos causados pelo transbordamento dos desejos reprimidos e dos projetos de vida frustrados.

“Alguma vez você já foi a Jerusalém? À Chapada dos Veadeiros? À Índia? Fez o caminho de Santiago de Compostela? Ou qualquer outra viagem em que o lugar é capaz de, por si só, te proporcionar transformações? Em ‘Tubarões’ uma casa de praia cumpre essa função. Três amigos de adolescência se reencontram 20 anos depois de passarem férias nesta mesma casa e acabam perdendo a noção de realidade se misturando com seu passado, suas projeções de futuro e ponderando seus fracassos. Seus respectivos cônjuges, embora sem lembranças com a casa, também se confrontam com as expectativas que tinham e têm sobre si mesmos.”, explica o diretor, Michel Blois.

SINOPSE - Depois de afastados por vinte anos, os três amigos Stella (Bianca Joy Port/Thiare Maia Amaral), Cícero (Christian Landi) e Murillo (Alexandre Varella) se reencontram para passar um final de semana em uma casa de praia da juventude, onde viveram profundas emoções, amores e descobertas. Cada qual seguiu distintos rumos em suas vidas: Stella é uma advogada poderosa e independente, casada com Bernardo (Alonso Zerbinato); Cícero é professor de cinema e mora fora do Brasil há anos, casado com o biólogo marinho Daniel (Michel Blois); Murillo administra a fortuna que herdou de seu pai e namora Clarisse (Beatriz Bertu), uma menina quase vinte anos mais nova e submissa. Neste reencontro, os amigos estão acompanhados de seus atuais cônjuges, que por sua vez pouco conhecem sobre as histórias vividas pelo trio no passado. O confinamento naquele espaço repleto de memórias torna-se um disparador, deflagra sentimentos represados e precipita acontecimentos que transformarão cada um dos seis personagens.

A MONTAGEM - A luz é de Tomás Ribas e o cenário, de Antônio Guedes e Sandro Vieira, apresenta a casa de praia apenas em seus contornos, através de uma estrutura tubular – não há paredes visíveis. Dentro de casa não há mobiliário algum, somente objetos de uso cotidiano pendurados por ganchos nestas estruturas. E do lado de fora da casa, sacos de areia, cadeiras de praia e tocos de madeira serão utilizados pelos atores para criar a praia e montar uma fogueira.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: Daniela Pereira de Carvalho, Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte, Christian Landi, Cirillo Luna e Michel Blois

Direção: Michel Blois
Elenco: Alexandre Varella, Alonso Zerbinato, Beatriz Bertu, Bianca Joy Porte/Thiare Maia Amaral, Christian Landi e Michel Blois
Iluminação: Tomás Ribas
Cenário: Antônio Guedes e Sandro Vieira
Figurinos: Antônio Guedes
Cenotécnico: Raphael Guedes
Locução em off: Raquel Rocha
Trilha Sonora: Aline Mohamad
Direção de produção: Ana Studart e Luísa Barros
Produção executiva: Chimeny Fransoise
Idealização: Christian Landi e Daniela Pereira de Carvalho

TRECHOS DE CRÍTICAS

"O texto exibe coesão surpreendente para uma obra feita a tantas mãos." Renata Magalhães – Veja Rio
Íntegra: https://vejario.abril.com.br/cultura-lazer/critica-tubaroes-mexe-com-o-intimo-ao-refletir-sobre-o-tempo/

"Estamos diante de uma história de mágoas, de dissonância, de dissabores, rica em múltiplas camadas de sentido." Rodrigo Fonseca – Estadão
Íntegra: http://cultura.estadao.com.br/blogs/p-de-pop/tubaroes-um-texto-que-morde-devora-e-inquieta/

"Ao mesmo tempo que traz um interessante retrato existencial de uma geração, ‘Tubarões’ demonstra como o passado tem a capacidade de se impregnar inexpugnavelmente ao longo do nosso viver." Renato Mello – Botequim Cultural
Íntegra: http://botequimcultural.com.br/critica-tubaroes/

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
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Jefferson Farias, o ceguinho da Praça é Nossa, apresenta seu espetáculo “Ponto de Vista”.

Humorista encena histórias do cotidiano de um deficiente visual.





Destaque no humorístico A Praça é Nossa, o ator Jefferson Farias (o ceguinho da Praça) estará em cartaz até o dia 04 de fevereiro, de sexta a domingo, com o espetáculo “Ponto de Vista” no Teatro Miguel Falabella, no Norte Shopping. O espetáculo, que conta com a direção de Alexandre Régis, reúne inúmeras histórias do cotidiano de um deficiente visual colocadas numa narrativa bem-humorada. Através da comédia teatral, o público passa a participar das vivências e observações relacionadas ao dia a dia de um cego com versatilidade e bom humor sobre temas relacionados à vida.

Relacionamentos, tendências contemporâneas, moda, entre demais assuntos, também são ingredientes do cardápio sobre o qual o jovem artista lança o seu "olhar" particular.

A peça apresenta e faz uma análise crítica sobre as dificuldades ainda enfrentadas pelos deficientes no país atualmente. É um alerta e, através do humor, uma forma mais suave de se mostrar que o número de pessoas com deficiência é expressivo, e que, o completo e satisfatório desejo de todos, é o de serem definitivamente tratados como iguais na sociedade.

Jefferson Farias: há oito anos na estrada.
Jefferson Farias começou a carreira participando de programas de TV. Iniciou em 2008 fazendo com apresentações em ruas e praças públicas e, em pouco tempo, foi convidado a participar dos quadros "Humor na Caneca" do Programa do Jô e "Quem Chega Lá" do Domingão do Faustão, além de participações no humorístico “Zorra Total”. Após ganhar destaque por suas participações, nascia o grupo de humor "Esse Cego É DuCarvalho". Há três anos o ator ganhou um quadro fixo no humorístico "A Praça é nossa".

Formou-se em artes cênicas pelo Centro Universitário da Cidade (UniverCidade/RJ) e também realiza trabalhos como cronista e roteirista para novos artistas, apresentando sua versatilidade artística e, principalmente a perseverança que rompe aos limites que a deficiência lhe impôs.

Sobre o diretor Alexandre Régis
Régis é uma lenda viva do humor brasileiro. Pode-se dizer que todo programa ou especial de humor das últimas décadas contou com sua participação (Trapalhões, ChicoTotal, Viva o Gordo, A Praça é Nossa e Zorra Total). No teatro, firmou-se como diretor e fundador do teatro de Terror, do qual participaram os também convidados do Zenas Improvisadas Alexandra Richter e Charles Paraventi. Hoje em dia, além de atuar em Zorra Total, dirige a dupla de humoristas Marcius Melhem e Leandro Hassum no espetáculo Nós na Fita.

Ficha técnica
Texto e atuação: Jefferson Farias
Direção: Alexandre Régis
Iluminadores: Eduardo Nobre e Fernanda Mattos
Comunicação visual: Thiago Ristow
Assessoria de Imprensa: Paulo Zanon
Assistente de Produção: Mariana Souto
Direção de Produção: Fabrício Chianello
Realização: Smille Produções Artísticas

Serviço
Ponto de Vista
Data: Até 04/02 – De sexta a domingo
Horário: Sexta e Sábado 23h Domingo 22h
Endereço: Teatro Miguel Falabella, 2º piso, Norte Shopping – Av. Dom Hélder Câmara, 5332, Del Castilho, Rio de Janeiro
Ingressos: Sexta – R$ 50,00 (inteira). Sábados e Domingos – R$ 60,00 (inteira)
Classificação: 14 anos
Duração: 60 min

Agenda Cultural RJ 
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5ª Comédia
Bispo Arnaldo, sucesso no Youtube, vai contar seus “causos” na  5ª Comédia no Teatro dos Quatro


O grupo “5 Pra Humor” , formado pelos humoristas  Jeffinho Farias (A Praça é Nossa), Kwesny (Pânico na TV), Matheus MAD (Facebook) e Yuri Marçal ("Quem Chega Lá" - Domingão do Faustão),  estará se apresentando, a partir de janeiro,  todas as quintas-feiras no Teatro dos Quatro, e cada semana eles irão receber um convidado especial, que será o  quinto elemento do grupo. Estes convidados serão nomes de peso do cenário de comédia nacional.

Matheus Ceará da "Praça é Nossa" abre a rodada de convidados no dia 11/1, já no dia 18/1 é a vez do Bispo Arnaldo, sucesso no Youtube, contar seus “causos”. Paulinho Serra, o humorista da TV Globo, se apresenta no dia 25/1 e, fechando a primeira edição do projeto, no dia 1/2 Rafael Portugal do sucesso na internet "Porta dos Fundos".

Netas férias de verão o grupo promete levar muita gargalhada para a zona sul do Rio de Janeiro, e para isto, junto com os humoristas convidados. Os artistas se revezarão entre si, apresentando os melhores textos e situações vivenciadas no dia a dia, afinal de contas, rir das diversas situações que a vida nos proporciona, é sem dúvida a leveza necessária para um bem estar e um viver melhor.

Jefferson Farias: 
Jefferson Farias começou a carreira participando de programas de TV. Iniciou em 2008 fazendo com apresentações em ruas e praças públicas e, em pouco tempo, foi convidado a participar dos quadros "Humor na Caneca" do Programa do Jô e "Quem Chega Lá" do Domingão do Faustão, além de participações no humorístico “Zorra Total”. Após ganhar destaque por suas participações, nascia o grupo de humor "Esse Cego É DuCarvalho". Há três anos o ator ganhou um quadro fixo no humorístico "A Praça é nossa".

Kwesny
 É imitador, músico e humorista/comediante. Começou a carreira em 2011. Fez sua primeira apresentação no Comédia em Pé, foi finalista em 2015 do Risadaria, se apresentou no Domingão do Faustão, Programa do Ratinho, Programa da Xuxa e  participou do Quadro Talk Shows em Pânico do Pânico na Band (2016). Como imitador seu mais recente trabalho foi a paródia do programa The Noite, onde ele imita o apresentador, Danilo Gentili.

Matheus MAD
É roteirista na Flocks.Tv onde escreve para canais do youtube, como Canal Gil Brother, Marcelo Madureira, Canal Passaralho, etc Em 2015, foi finalista do “Festival 10 anos do Comédia em Pé”, onde fez apresentações com o grupo no teatro das Artes, no Shopping da Gávea.
Fez participações no stand up “Segura que eu quero ver”, do humorista Felipe Ruggeri, que também contou com a participação do humorista Marcelo Smigol. Além disso, realizou participações no shows “Comédia de Primeira” e “Sextas de Humor” com Felipe Ruggeri, Marcelo Smigol e convidados, Fez também participações em shows importantes da cena paulistana como “A espetacular hora da comédia”, do humorista Gabe e no bar “Bevery Hills”com os humoristas Luiz França, Robson Nunes e Dinho Machado. Além de diversas apresentações em bares no Rio de Janeiro.

 Yuri Marçal
Yuri Marçal tem 24 anos e é carioca. Formado em teatro e TV pela Escola de Atores Wolf Maya, teve seu início na comédia em fevereiro de 2016 num curso ministrado pelo humorista Fábio Rabin. Desde então coleciona shows em capitais do Brasil, participações em quadros de TV, foi semifinalista do quadro Quem Chega Lá do Domingão do Faustão e tem milhões de visualizações em seus vídeos na sua fan page. Conhecido também pelo seu personagem Michelzinho de Oxóssi. Yuri tem como principal característica o humor crítico já que fala bastante de racismo, intolerância religiosa e homofobia em seu stand up comedy.

Ficha técnica
Elenco: Jeffinho Farias,  Kwesny, Matheus Mad, Yuri Marçal
Convidados: Matheus Ceará, Bispo Arnaldo, Paulinho Serra, Rafael Portugal
Assessoria de Imprensa: Paulo Zanon
Assistente de Produção: Mariana Souto
Direção de Produção: Fabrício Chianello
Realização: Smille Produções Artísticas

Serviço:

5ª Comédia
Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea - Marquês de São Vicente, 52 – Gávea – RJ
Tel.: (21) 22451-041.
Data: de 11/1 a 1/02 – Todas as quintas-feiras
Horário: 21h
Duração: 70m
Classificação: 14 anos
Ingressos: R$ 60,00
Descontos obrigatórios e Promocionais: R$ 30,00

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Espetaculo Inefável 
Experimental, performático, contemporâneo e provocador o espetáculo realiza um mergulho dentro do ser levantando um importante questionamento. E se te virassem do avesso o que sobraria?

Em um festa de gala pessoas comem, bebem e se divertem, até que uma convidada inexplicavelmente perde a visão. A partir de então inicia-se uma experiência indescritível em busca da permanência dos sentidos e da valorização de cada um deles. Experimental, performático, contemporâneo e provocador o espetáculo realiza um mergulho dentro do ser levantando um importante questionamento. E se te virassem do avesso o que sobraria?

Serviço:
Inefável
Temporada: Janeiro
Dias: 17, 24 e 31 (quartas)
Horário: 22h
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) R$ 15,00 (Meia)
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Drama

TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon
Telefone: 21 2294-4480
E-mail institucional: cafepequeno.cultura@gmail.com
Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 15h às 20h.
Não possui estacionamento.

Ficha Técnica :
Texto e direção: Fernando Dias e Sarah Christina Carvalho
Iluminação: Renan Oliveira
Preparação vocal: Dani Vianna
Trilha: Fernando Dias
Figurino: Sarah Christina Carvalho
Maquiagem: Ana Paula Oliveira
Cenografia: Rachel Hope
Produção: Guapoz Produções Artísticas.

Elenco:
Adriana Machado, Alexandra Ayram, Ana Paula Oliveira, Amanda Naíma, Caio Sales, Dani Vianna, Eric Luto, Eva Moreira, Fernando Dias, Glênio Machado, Helissa Santos, Leandro Faustino, Lívia Prado, Rachel Hope, Renan Oliveira, Stephanie Alves, Sarah Christina Carvalho e Suna Mauch

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ALICE MANDOU UM BEIJO

Diretor de “Tom na Fazenda”, Rodrigo Portella reestreia “Alice Mandou um Beijo” em curta temporada no Glauce Rocha a partir de 17 de janeiro

Montagem da Cia Cortejo foi indicada aos prêmios Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Texto Inédito

Terceiro espetáculo da Cia Cortejo, “Alice Mandou um Beijo” volta aos palcos da cidade em 17 de janeiro para curta temporada no Glauce Rocha, com apresentações as quartas e quintas, às19h, até 8 de fevereiro. Indicado ao prêmio Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Texto Inédito, a peça, escrita e dirigida por Rodrigo Portella, que também assina a direção de Tom na Fazenda (em cartaz no Teatro Dulcina de 12 a 28 de janeiro), é um resgate das memórias de infância do autor, nascido e criado no município de Três Rios, no Centro-Sul Fluminense. No palco, Luan Vieira, Marcos Ácher, Ricardo Gonçalves, Suzana Nascimento e Vivian Sobrino vivem uma família que, após a morte da filha caçula, se vê diante de uma inesperada instabilidade em seu convívio. Uma série de acontecimentos revela a fragilidade das relações que se estabeleceram durante toda uma vida dentro de uma casa.


“Quando eu era criança, minha mãe era só a minha mãe. Toda aquela família encharcada de tios e primos de variados graus parecia, aos meus olhos, tipos bem definidos: o tio bonachão, o primo esperto, a avó afetuosa, o pai que me roubava a mãe às madrugadas, o irmão que era o meu avesso, o padrinho e seus extraordinários presentes de aniversário, a prima a quem todos os primos fingiam namorar... Tudo parecia estável, eterno e definitivo. Só mais tarde, bem mais tarde mesmo, fui perceber que aquelas pessoas eram muito mais complexas. Me dei conta que o que eu enxergava antes era só uma pontinha de um volumoso e assustador iceberg. Alice Mandou um Beijo é um resgate ficcional das minhas memórias de infância. Acredito, que só agora, aos 40 anos, é que começo a entender que o sentido de HUMANIDADE está potencialmente relacionado à palavra CONTRADIÇÃO”, reflete Rodrigo Portella.

Quando a peça começa, Alice já está morta. O público não a conhece pelo que ela é, mas pelo que descrevem dela. Paradoxalmente, Alice está viva dentro da casa. Todos falam dela todo o tempo, vestem suas roupas, executam suas tarefas, tentam assumir o seu lugar. O eixo dramático está nas delicadas decisões dos personagens diante da ‘ausência’ de Alice, uma espécie de representação da coerência familiar. Alice é quem dava sentido àquela convivência. Diante de sua morte, as relações se refazem, se transformam instáveis e até mesmo impossíveis.

A respeito da encenação, que Rodrigo divide com o diretor Léo Marvet, pode-se dizer que o essencial continua sendo a mais importante ferramenta estética da Cia Cortejo. A simplicidade da encenação reforça o interesse da companhia em apostar no encontro honesto entre ator e espectador.











SINOPSE: Após a morte da filha caçula, uma família se vê diante de uma inesperada instabilidade no convívio entre eles. A ausência de Alice acaba por disparar uma série de acontecimentos que revelam a fragilidade das relações que se estabeleceram durante toda uma vida dentro daquela casa.



FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Rodrigo Portella. Elenco: Luan Vieira, Marcos Ácher, Ricardo Gonçalves, Suzana Nascimento e Vivian Sobrino.

Co-direção e Trilha Sonora: Leo Marvet. Iluminação: Renato Machado. Figurinos: Daniele Geammal. Cenografia: Raymundo Pesine e Rodrigo Portella.

Projeto Gráfico: Raul Taborda. Fotos: Renato Mangolin e Danillo Sabino.

Produção Executiva: Maria Albergaria. Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela. Produção e Realização: Cia Cortejo e Galharufa Produções Culturais.


SERVIÇO

“Alice Mandou um Beijo”Espetáculo teatral da Cia Cortejo
Temporada: de 17 de janeiro a 8 de fevereiro – apresentações quartas e quintas, às 19h
Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco 179 – Centro. Tel.: 2220 0259
Ingressos: R$ 15 (meia) e R$30 (inteira) – Bilheteria: de 4ª a domingo, das 14h às 19h
Duração: 75 minutos. Classificação: 16 anos.
Capacidade: plateia inferior - 130 lugares | plateia superior - 72 lugares


Agenda Cultural RJ
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Espetáculo Cauby! Cauby! Uma Lembrança – em cartaz a partir do dia 11/01 no Teatro Carlos Gomes no RJ


Sob a interpretação de Diogo Vilela e texto de Flavio Marinho, Cauby Peixoto ganha vida nos palcos, no musical Cauby! Cauby! Uma Lembrança – numa homenagem ao saudoso e um dos mais populares cantores do Brasil. Cauby! Cauby! Uma Lembrança, estreia no dia 11 de Janeiro noTeatro Municipal Carlos Gomes, na Praça Tiradentes (RJ). Apresentado pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, o musical fica em cartaz sempre de quinta a sábado às 19H e Domingo às 18 Horas. A produção terá em cena nove atores Diogo Vilela, Sylvia Massari, Sabrina Korgut, Paulo Trajano, Aurora Dias, Luiz Gofman, Ryene Chermont, Luiz Menezes e Rafael de Castro além de banda com cinco músicos.

Após dez anos de sua montagem, Diogo Vilela e Flavio Marinho, que dividem a direção do espetáculo, revisitaram o texto e vão levar novamente ao público um extrato da vasta trajetória do artista-ícone dos anos de ouro do rádio nacional. Em duas horas de espetáculo, o musical narra a história do menino pobre de Niterói, que sonhava em ser príncipe, e acabou se transformando em “uma das figuras mais especiais do show-business brasileiro, dono de estilo e voz inconfundíveis”, como define Flavio Marinho. “Cauby contrapõe a exuberância de sua presença cênica com uma discretíssima vida pessoal. O que ele extravasa no palco, contém num dia a dia muito sóbrio, vivendo para a voz, o canto e o trabalho”, completa. O espetáculo será realizado com adereços do próprio Cauby como parte do cenário e uma peça do vestuário do cantor exposta na entrada do teatro cedidas especialmente para esta grande homenagem.

Conduzida por uma entrevista da secretária pessoal do cantor com alunos aspirantes a jornalistas, a peça vai e volta no tempo, remontando os grandes sucessos musicais de Cauby, para contar as cenas da vida do artista. O musical tem Direção Musical de Liliane Secco, Cenário e Figurinos de Ronald Teixeira, Luz de Maneco Quinderé, Coreografia de Tania Nardini, Caracterização Mona Magalhães, Fotos Lenise Pinheiro e relembra grandes amigos e cantores, fundamentais na carreira do “mestre” – como Ângela Maria, Emilinha Borba, Lana Bittencourt, Maysa Matarazzo e o empresário e compositor, Di Veras, que ajudou a construir a imagem emblemática de Cauby Peixoto.

Cauby! Cauby! Uma Lembrança fica em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes até o dia 11/03. Após este período o espetáculo passa a ser apresentado no Imperator, também no Rio de Janeiro do dia 16/03 até 01/04.


Uma homenagem a Cauby e comemoração de 47 anos de carreira do Diogo

Para viver a personagem plenamente e comemorar seus 47 anos de carreira, Diogo Vilela voltou a assistir diversos DVDs de shows e entrevistas e investe em aulas de canto regulares com o professor Victor Prochet. Diogo Vilela tem experiência com musicais biográficos, onde fez com sucesso a interpretação de Nelson Gonçalves, em Metralha (1996), Prêmio Shell de Melhor intérprete masculino. “Sinto que reviver Cauby no palco seja a necessidade de elevar o nível do meu trabalho de intérprete, criando a semelhança cênica, nunca a imitação, de um dos maiores astros da música brasileira”, revela Diogo. O ator também já viveu Ary Barroso no teatro, em 2013.

Com o texto do dramaturgo Flavio Marinho, que teve a oportunidade de dirigir Cauby no show “Conceição”, em 1992, e algumas observações do próprio artista, quando vivo, o espetáculo pretende ir além da homenagem e revelar um pouco do homem por trás do cantor – “sem pudor do kitsch ou do glamour, sem medo da melancolia ou da auto-crítica”, acrescenta o dramaturgo. Flavio e Diogo, porém, fizeram questão de manter a liberdade poética e de criação e respeitar os mistérios da vida de um artista que já marcou a história da música popular brasileira. No rastro dos musicais biográficos, que remontam, no teatro ou no cinema, a história de grandes mestres da música, atraindo multidões de fãs, Cauby! Cauby!vai além e promete emocionar e seduzir desde admiradores eternos às novíssimas gerações. “Com o empenho de profissionais gabaritados, tentaremos dar mais um passo em direção à memória musical do nosso país”, acredita Diogo Vilella. E conclui: “Querer fazer Cauby talvez seja para nós uma ousada tentativa de metamorfosear sua figura já tão carismática em personagem teatral, para que sua imagem possa assim ficar marcada não só no canto, mas também na palavra”.

Serviço:
Espetáculo: Cauby! Cauby! Uma Lembrança
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes
Data: 11/01 até 11/03
Endereço: Praça Tiradentes, s/n – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20060-050
Dias e Horários: Quinta a Sábado 19H e Domingo 18H

Preços: De R$ 50,00 a R$ 80,00 valores de inteiras, meias de R$ 25,00 a R$ 40,00. OBS: Aceita Vale Cultura

Classificação: 10 anos
Duração: 2h com intervalo
Capacidade do Teatro: 685 Lugares

04 Sessões com Acessibilidade na temporada carioca ( Essas sessões dispõem de suporte para todos os portadores de necessidades especiais. Favor consultar com antecedência as sessões que possuem Acessibilidade).

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Espetáculo "Insânia" , em cartaz  dias 9, 16 e 23 de janeiro, no Teatro Municipal Café Pequeno



Em um mundo onde existe um padrão social a se seguir, quem é diferente é enviado a um manicômio pois é considerado um perigo social. Neste local insalubre encontra-se internados negros, transexuais, feministas, homossexuais, artistas, sonhadores e pessoas honestas que podem contaminar a população com seus pensamentos revolucionários, questionadores ou poético demais. Neste ambiente questionaremos nossas sanidades e conceito de certo ou errado.



Serviço: 
Temporada: Janeiro
Dias: 09,16, e 23 ( Terça)
Horário: 22h
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) R$ 15,00 (Meia)
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Drama

TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon
Telefone: 21 2294-4480
E-mail institucional: cafepequeno.cultura@gmail.com
Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 15h às 20h.
Não possui estacionamento.

Ficha Técnica :
Texto e direção: Fernando Dias e Sarah Christina Carvalho
Iluminação: Renan Oliveira
Figurino: Valéria oliveira
Trilha: Fernando Dias
Ass. de Figurino: Apoema Aguiar e Emilie Freitas
Cenografia: Alexandra Ayaram
Produção: Guapoz Produções Artísticas

Elenco:

Anna Julia de Léo, Apoema Aguiar, André Luiz de Sá, Amanda Naíma, Abrão Gomes, Bella Lutz, Emilly Vianna, Leandro Faustino, Lívia Prado, Rose Hope, Sarah Christina Carvalho, Vic Versari e Yago Fernandes

Agenda Cultural RJ ▪ 
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Indicado aos principais prêmios de artes cênicas de 2017,

“Tom na Fazenda” começa o ano em curta temporada no Teatro Dulcina, de 12 a 28 de janeiro, a preços populares



Obra do premiado autor canadense Michel Marc Bouchard aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, violência e fracasso

Idealizador do projeto, Armando Babaioff assina a tradução do texto e divide a cena com Camila Nhary, Gustavo Vaz e Kelzy Ecard. Direção de Rodrigo Portella

Peça comemora o marco de 100 apresentações na data da reestreia (12 de janeiro), quando também será lançado o livro pela editora Cobogó


Indicações 2017:

Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.)

Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário, Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal)

Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenário, Iluminação, Música e espetáculo.

Prêmio Cenym (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco,Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora.

Uma das peças mais aplaudidas de 2017 e indicada em 39 categorias dos principais prêmios de teatro, “Tom na Fazenda” começa o ano em sua quarta temporada no Rio de Janeiro, agora no Teatro Dulcina, a partir de 12 de janeiro, data em que comemora sua centésima apresentação e que marca o lançamento do livro da peça, pela editora Cobogó. Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a montagem tem apresentações de sexta a domingo, às 19h, até 28 de janeiro. Dirigida por Rodrigo Portella, a peça traz no elenco Camila Nhary, Gustavo Vaz e Kelzy Ecard, além do próprio Babaioff.

Com cinco indicações ao Prêmio Shell, sete ao Cesgranrio, dez ao Botequim Cultural e 17 ao Cenym, a peça é baseada no original Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), uma adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan (premiado no Festival de Cannes por Mommy, em 2014). Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso.

Na história, após a morte do seu companheiro, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai à fazenda da família para o funeral. Ao chegar, ele descobre que a sogra (Kelzy Ecard) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

“Somos felizardos em poder contar essa história e gratos à trajetória que a peça está realizando sem qualquer recurso vindo de leis de incentivo. Estreamos em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi, mas findada a temporada, ficamos sem apoio. A nossa grata surpresa foi o Teatro SESI Centro, que foi ousado em nos convidar para ficar em cartaz numa sala com mais de 300 lugares e, para nosso espanto, sempre esteve lotada. Tivemos fôlego ainda para uma temporada de outubro a dezembro no Poeirinha, com ingressos esgotados”, comemora Babaioff. “Manter o espetáculo em cartaz enquanto tiver público para nos assistir se tornou uma regra. Temos que resistir neste tempo em que a cultura é atacada de uma forma muito covarde e cruel”, completa. 


A peça conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia. 

“Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias", comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. "Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós", acredita o diretor.

FICHA TÉCNICA
Texto: Michel Marc Bouchard.
Tradução: Armando Babaioff.
Direção: Rodrigo Portella.
Elenco: Armando Babaioff, Camila Nhary, Gustavo Vaz e Kelzy Ecard.
Cenografia: Aurora dos Campos.
Iluminação: Tomás Ribas.
Figurino: Bruno Perlatto.
Direção Musical: Marcello H.
Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.
Preparação Corporal: Lu Brites.
Coreografia: Toni Rodrigues.
Programação visual: Bruno Dante.
Mídias Sociais: Egídio La Pasta.
Hair Stylist: Ezequiel Blanc.
Assistente de cenografia: Manu Libman.
Assistente de figurino: Luísa Marques.
Assistente de produção: Pri Helena.
Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.
Produção executiva: Milena Monteiro.
Produção: Galharufa Produções.
Idealização: ABGV Produções Artísticas

TOM NA FAZENDA
Temporada: de 12 a 28 de janeiro – de sexta a domingo, às 19h.
Local: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara 17, Centro. Tel.: 2240 4879.
Capacidade: 429 lugares. Duração: 110 min.
Classificação indicativa: 18 anos. Gênero: Drama.
Ingressos: R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira)
Lista amiga: R$ 15 (@tomnafazenda)
Horário da bilheteria: de terça domingo, das 14h30 às 19h.

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"Bonitinha, mas ordinária", de Nelson Rodrigues e direção de Eliza Pragrana, estreia na Cia de Teatro Contemporâneo.





A única peça com final feliz em toda obra de Nelson Rodrigues, "BONITINHA, MAS ORDINÁRIA" é uma afirmação da necessidade da ética, do amor e da civilidade. Quando Edgard queima o cheque ao nascer do sol, ao lado de Ritinha, na praia, Nelson está declarando um fio de esperança na humanidade. "BONITINHA, MAS ORDINÁRIA" é uma comédia dramática, ou se quisermos, um drama cômico, tão ao gosto de seu autor, para quem a vida é trágica, mas cheia de graça.

História
Heitor Wernek é um milionário que pede ao genro Peixoto que procure dentre seus funcionários um rapaz para se casar com sua filha caçula de 17 anos, Maria Cecília. A razão é o fato da filha ter sido estuprada por três negros desconhecidos quando estava num automóvel dirigido por Peixoto que sofreu uma pane num local ermo. O escolhido é Edgar, funcionário há onze anos na companhia. Mas num primeiro encontro Heitor humilha Edgar considerando que ele fosse um novo "Peixoto", o genro que se casou com a outra filha apenas pelo dinheiro. Edgar não aceita o compromisso, xinga Heitor e abandona o emprego mas volta atrás por se sentir atraído por Maria Cecília. Mas ele também gosta de outra moça, a vizinha Rita, que trabalha fora para cuidar das três irmãs menores e da mãe doente. Enquanto Edgar luta para provar que não se vendeu, ele terá novas revelações sobre Rita e Maria Cecília, além de conhecer mais de perto a vida decadente de Heitor e Peixoto.

Sinopse
No final dos anos 50, Edgard se encontra em um dilema: o amor verdadeiro, ou o casamento com a filha do chefe rico e manipulador.

Ficha TécnicaDireção e adaptação: Eliza Pragana
Cenografia: Rostand Albuquerque
Figurino: Wanderley do Nascimento
Iluminação: Rubia Vieira
Elenco: Amanda Iglesias, Clarissa Durão, Daniel Cordeiro, Dayse Richffer, Danielle Holanda, Dora Santa Cruz, Francyne Araujo, João Brasil, Luca Picorelli, Nany Gomes e Samira Alves

Serviço
Cia de Teatro Contemporâneo
Rua Conde de Irajá, 253 – Botafogo
Inf.: 25375204
Quintas e Sextas, às 21h
Duração: 90 minutos
Classificação Etária: 14 anos
Ingressos R$ 50,00 e R$ 25,00
Capacidade 100 lugares
Temporada: 11 de janeiro a 02 de fevereiro de 2018

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Os Monólogos da Vagina
de Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis e Cacau Melo 



Comemorando 17 anos de sucesso absoluto de crítica e público, a comédia Os Monólogos da Vagina continua encantando e emocionando plateias de todo Brasil. Depois de 2 anos em cartaz em São Paulo (Teatro Gazeta) iniciará sua turnê pelo Brasil em 2018, a começar pelo Rio de Janeiro.

Produzido em mais de 150 países e traduzido para mais de 50 idiomas o espetáculo tornou-se fenômeno mundial. Depoimentos verídicos de mais de 200 mulheres colhidos pela autora em todo o mundo abordam de maneira extremamente bem-humorada, direta e livre de preconceitos uma reflexão sobre a relação da mulher com sua própria sexualidade.(sinopse)

A estreia brasileira desse fenômeno teatral aconteceu em 07 de abril de 2000, no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, com incrível sucesso de público e crítica. A genialidade de Miguel Falabella na adaptação e direção do texto o tornou o primeiro diretor no mundo a escalar três atrizes para, ao mesmo tempo, encenarem as narrativas das entrevistas originais colhidas por Eve Ensler. Essa concepção, a pedido da própria autora que esteve presente na estreia brasileira, foi adotada mundialmente em todas as produções e assim permanece até hoje.


Com ingressos esgotados em todas as apresentações, o espetáculo transformou-se em fenômeno de público e crítica no BRASIL, ganhando 5 prêmios Qualidade Brasil: Melhor Espetáculo (Rio e SP), Melhor Direção (Rio e SP) e Melhor Atriz (Zezé Polessa).

No elenco atual Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo, Rebeca Reis e Sônia Ferreira. Atrizes consagradas, como Zezé Polessa, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Fafy Siqueira, Totia Meirelles, Bia Nunes, Lucia Veríssimo, Tânia Alves, Elizângela, Mara Manzan, Maximiliana Reis, Chris Couto e Claudia Alencar, dentre outras, se orgulham de um dia ter tido a oportunidade de encenar, com muito carinho e respeito, os depoimentos reais de todas as mulheres que tornaram essa obra possível. Todas já participaram do elenco do espetáculo, juntas ou separadamente em outras formações.

Muito mais que um espetáculo teatral, Os Monólogos da Vagina tornou-se um Movimento Mundial. Segundo Charles Isherwood, do The New York Times,“provavelmente a mais importante obra de teatro da última década”.

OS MONÓLOGOS DA VAGINA
Teatro Grandes Atores - Shopping Barra Square, Av. Américas 3555 bl 02 loja116/117
Texto: Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Direção de elenco: Maximiliana Reis
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo
Standing: Rebeca Reis e Sônia Ferreira
Data da estreia: 05 de janeiro (sexta às 21h)
Temporada: de 05 de janeiro à 25 de fevereiro de 2018
Dias e horários: Sexta e sábado às 21 horas / Domingo às 20 horas
Preço: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00
(estudantes e aposentados)
Informações: (21) 3325.1645
Capacidade: 336 lugares
Gênero: comédia
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Vendas online: www.divertix.com.br

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“Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes” na Sala Baden Powell
Dias 10,11,12,13 e 14/01

           

Há mais de quatro anos circulando pelo Brasil, com cerca de 200 mil espectadores na estrada, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” faz sua 21ª temporada carioca, a primeira delas em Copacabana, na Sala Baden Powell. Motivos para celebrar não faltam: o espetáculo permanece em cartaz por quase meia década sem patrocínio, mas sempre com grande sucesso de público, o que motivou o lançamento de um DVD, com selo da Biscoito Fino, que inclui depoimentos de amigos e familiares da cantora (1942-1983) gravados em sua terra natal: Caetanópolis. Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, o musical, protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, fica em cartaz de 10 a 14 de janeiro, de quarta a domingo, sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) em qualquer sessão, e podem ser adquiridos na hora ou antecipadamente na bilheteria ou pelo site www.ticketmais.com.br. O DVD será vendido na portaria do teatro a R$ 30.

Com direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar o cancioneiro brasileiro e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto formado por João Paulo Bittencourt (violão), Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão), Pedro Paes (clarinete/ sax) e Michel Nascimento (percussão).

No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras. 

Trajetória de sucesso
“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” estreou em outubro de 2013, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em homenagem aos 30 anos de morte de Clara Nunes. Aos poucos, a peça cresceu e chamou a atenção da crítica e do público. Do Leblon foi para o tradicional Teatro João Caetano (onde já fez quatro temporadas), passou pelo Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Teatro das Artes, Teatro Glauce Rocha, Espaço Furnas Cultural e Teatro da Uff, em Niterói. Quando completou dois anos de estrada, fez uma apresentação especial no Teatro SESI Graça Aranha, e doou o lucro da bilheteria para a Creche Clara Nunes, em Caetanópolis (MG). Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e fez uma temporada em São Paulo. Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlandia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD – incentivado pelo SESI Minas e com selo da Gravadora Biscoito Fino. Há também no DVD um minidocumentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes (com depoimentos de pessoas ligadas à sua infância, sua irmã e mãe de criação Dindinha) e na Portela (com depoimentos de integrantes da escola que conviveram com a cantora).

Ficha técnica:
Idealização e atuação – Clara Santhana
Texto – Marcia Zanelatto
Direção – Isaac Bernat
Direção Musical – Alfredo Del Penho
Músicos: João Paulo Bittencourt (violão)
Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão)
Pedro Paes (clarinete/ sax)
Michel Nascimento (percussão)
Direção de Movimento – Marcelle Sampaio
Assistência de Direção – Daniel Belmonte
Iluminação – Aurélio de Simoni
Figurino – Desirée Bastos
Cenário – Doris Rollemberg
Operação de Luz – Brisa Lima
Operação de Som – Fernando Capão
Contrarregra – Cristiane Morilo
Programação visual – Gabriela Zuquim / Leandro Carvalho
Produção executiva – Lucas Oliveira
Direção de Produção – Sandro Rabello
Realização – Diga Sim! Produções

Serviço
Sala Baden Powell: Av. N. Sra. De Copacabana, 360.
Telefone: (21) 2255-1067Temporada: de 10 a 14 de janeiro
Dias e horários: 4ª a domingo, às 20h.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Lotação do teatro: 469 pessoas.
Duração: 1h15.
Classificação indicativa: livre.

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Um bando de ocupação sentimental urbana, invade espaços para levar questionamentos e refletir sobre o que é felicidade pra os que estão a sua volta, com isso acabam tendo que refletir sobre a própria felicidade e existência. Contemporâneo, cômico, dramático, performático e político, o experimento faz um convite a mergulhar neste combustível que move a humanidade chamado FELICIDADE.

Serviço:
Temporada: Janeiro
Dias: 10 e 30
Horário: 22h
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) R$ 15,00 (Meia)
Duração: 50 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Tragicomédia

TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon

Telefone: 21 2294-4480

E-mail institucional:cafepequeno.cultura@gmail.com

Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 15h às 20h.
Não possui estacionamento.

Ficha Técnica :
Texto e direção: Fernando Dias e Sarah Christina Carvalho
Iluminação: Renan Oliveira
Figurino: Núria França
Cenografia e fotos: Alexandra Ayram
Preparação Vocal: Dani Vianna
Produção: Guapoz Produções Artísticas

Elenco:

Adriana Machado, Alexandra Ayram, Ana Paula Oliveira, Amanda Naíma, Caio Sales, Dani Vianna, Eric Luto, Eva Moreira, Fernando Dias, Glênio Machado, Helissa Santos, Leandro Faustino, Lívia Prado, Rachel Hope, Renan Oliveira, Stephanie Alves, Sarah Christina Carvalho e Suna Mauch

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=g5Mm_uiVDHM

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BENEDITA de volta ao Rio de Janeiro

Premiado espetáculo volta ao Rio após circulação por 16 estados e mais de 40 cidades do Brasil. 


Rio de Janeiro recebe de 9 a 31 de Janeiro de 2018 (Terças e quartas), a peça “BENEDITA”. O projeto, com direção de Bruno de Sousa, irá se apresentar na capital carioca no Teatro Municipal Café Pequeno no Leblon as 20hs. A entrada custa R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).


O espetáculo traz à tona a preservação de Patrimônio Imaterial Cultural com humor e densidade quando leva o público a conhecer de perto Benedita, uma misteriosa senhora contadora de histórias. Ela carrega uma gigantesca trouxa na cabeça. Em meio aos panos que traz, existem roupas sujas de cores vivas. Benedita conta a historia dessas indumentárias especiais - peças que marcaram sua vida centenária. Sua apresentação é um ritual de passagem que passeia entre o trágico e o cômico para a construção de uma personagem genuinamente brasileira. Uma mulher-mito, contadora de histórias, lavadeira-curandeira-bruxa-feiticeira, em seu limite de vida. Com uma declarada relação com o misticismo e com o indizível ela perpassa o curandeirismo e a espiritualidade. Benedita tece destinos através dos casos que conta, relatando uma história arquetípica e mitológica.


Em seu primeiro projeto solo o ator e diretor Bruno de Sousa usa a arte para resgatar tradições orais e culturais com a apresentação de uma velha misteriosa. Através de técnicas de Teatro físico e Contações de Histórias o artista revela na cena uma personagem brasileira. Uma mulher amarga que carrega causos, tramas e pessoas da sua vida calejada e revela no palco suas dores, preconceitos e sabedorias. É uma grande homenagem a nossa cultura popular. O espetáculo reúne cerca de 18 prêmios em festivais nacionais e se mantém vivo desde sua estreia em Salvador - Bahia no ano de 2011. Já realizou temporadas na capital baiana e Rio de Janeiro além de festivais pelo país e participou de projetos importantes no cenário cultural nacional tais como Palco Giratorio SESC 2016 e Prêmio Funarte Myriam Muniz 2014.

Ficha Técnica

Texto, direção e atuação: Bruno de Sousa
Orientação: Danilo Pinho e Fábio Vidal
Cenografia: Rodrigo Frota
Figurino: Diana Moreira
Desenho de Luz: Pedro Dultra
Trilha Sonora: Leandro Villa
Maquiagem: Ramona Azevedo
Adaptação e operação de luz: Elton Pinheiro
Produção: Joana D’aguiar
Realização: Cia Sino de Teatro e Sopro Escritório de Cultura.

SERVIÇO
BENEDITA

Onde: Teatro Municipal Café Pequeno | Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon, Rio de Janeiro.
Quando: De 09 a 31 de Janeiro de 2018 ( Terças e Quartas)
Horário: Terças e Quartas às 20h
Entrada: R$ 30,00 (inteira) | R$ 15,00 (meia)
Duração: 60 min
Classificação Indicativa: 12 anos
Gênero: Drama
Informações: Joana Daguiar (21) 98289- 5062
Facebook:  https://www.facebook.com/solobenedita/

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