Programação por tema

Caixa Cultural RJ / Programação

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PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA TRAZ O MUNDO DE FAZ DE CONTA PARA A CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Atividades abordam o tema da fantasia com foco em diferentes públicos

O mundo de faz de conta está na programação educativa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro em duas atividades oferecidas pelo Programa Educativo Gente Arteira, no mês de agosto. Para os universitários, um bate-papo que relaciona aspectos psicológicos ao tema de fantasia; para os pequenos, uma viagem lúdica e sensorial a um lugar de personagens inesquecíveis, tudo inspirado pelos bonecos e marionetes da Mostra Mundo Giramundo(em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até o dia 27 de agosto).



No dia 25 de agosto (sexta-feira), às 19h, a Conversa sobre psicologia e o mundo do faz de conta abordará a fantasia a partir do viés psicológico, desvendando como as lendas e fábulas podem refletir valores e comportamentos de cada época. A atividade é voltada para estudantes dos cursos de psicologia, ciências sociais, antropologia, pedagogia, história, letras e afins, com classificação indicativa de 18 anos.

Já no dia 27 de agosto (domingo), às 15h, será a vez dos pequenos adentrarem o espaço fantástico durante a atividade Pequena Gente Arteira – No mundo de faz de conta. O evento oferece uma imersão no universo da Mostra Mundo Giramundopara crianças com idade entre 1 e 3 anos, onde música e teatro proporcionarão experiências sensoriais, artísticas e educativas.

Da fantasia para as artes, a Roda de Conversa Gente Arteira do mês de agosto terá como tema o questionamento Quem tem medo de arte contemporânea? O evento, que acontece no dia 19 (sábado), às 15h, propõe uma discussão acerca de aspectos estéticos, intencionais e formais da produção artística contemporânea, buscando compreender uma concepção comum de que este tipo de arte seria algo distante e de difícil apreciação. O bate-papo se destina ao público universitário a partir dos 18 anos e é inspirado nas exposições In Memoriam e Retroperformance (em cartaz nas galerias 2 e 3, respectivamente).


Programação:

Conversa sobre psicologia e o mundo do faz de conta

Data: 25 de agosto (sexta-feira)

Horário: das 19h às 20h

Local: Cinema 2

Classificação indicativa: 18 anos

Pequena Gente Arteira – No mundo de faz de conta

Data: 27 de agosto (domingo)

Horário: às 15h

Local: Galeria 4

Classificação indicativa: Livre

Roda de Conversa Gente Arteira - Quem tem medo da arte contemporânea?

Data: 19 de agosto (sábado)

Horário: das 15h às 17h

Local: Cinema 2

Classificação indicativa: 18 anos

Serviço:

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira

Entrada franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Data e horário: Consultar programação

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Classificação Indicativa: Consultar programação

Agendamento e informações: (21) 3980-4898 |agendamento@gentearteirarj.com.br


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INSTALAÇÃO INTERATIVA UNE REALIDADE VIRTUAL COM ANIMAÇÃO 3D NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO







Desenvolvida pela dupla VJ Suave, O Essencial é invisível aos olhos convida o público para a experiência de imersão em uma floresta encantada

A instalação interativa O essencial é invisível aos olhos, da dupla VJ Suave, formada por Ygor Marotta e Ceci Soloaga, ocupa a Galeria 1 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 15 de agosto a 15 de outubro de 2017. A abertura acontece na terça-feira (15), às 19h. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Na obra, o duo investiga uma nova tecnologia: a realidade virtual, recurso que está ganhando espaço no mundo todo. Misturando animação 3D, programação, áudio espacializado e uma ferramenta de criação de games, os artistas transportam o espectador para o ambiente de uma floresta, onde ele é livre para escolher seus caminhos e ações. Lá ele pode se relacionar com o cenário, pegar objetos, interagir com personagens e também com seu próprio corpo. A cada escolha que faz, o ambiente se relaciona de maneira diferente com ele, resultando em uma jornada única e surpreendente.

A partir da imersão, o público é convidado ao autoconhecimento e à reflexão ao mesmo tempo em que se faz um resgate da sabedoria dos povos indígenas: as medicinas ancestrais, a cura pelas plantas, as trocas de energia e as sutilezas que não se consegue enxergar nem explicar.




“As florestas são espaços energéticos fortes e poderosos. A natureza nos lembra quem somos nós e que somos parte dela. É preciso ampliar a percepção que vai além da vista. Experimentar o ambiente com todos os sentidos, aguçar as sensações, e descobrir as forças que são invisíveis aos olhos” contam os artistas Ygor Marotta e Ceci Soloaga.

Workshop:

No dia 16 de agosto (quarta-feira), às 19h, Ceci Soloaga realiza o workshop Desenho em realidade virtual. Utilizando a tecnologia de realidade virtual (VR) e programas inovadores como Tilt Brush, os alunos participarão de uma vivência onde poderão desenvolver experiências em técnicas de pintura e desenho 3D. A tela é a própria sala, e a paleta de cores é a imaginação do aluno. O resultado do workshop pode ser compartilhado com outras pessoas e os participantes poderão levar para casa suas pinturas virtuais em imagem e vídeo.

 A atividade é voltada para artistas e estudantes de artes visuais acima de 10 anos de idade. As inscrições devem ser realizadas entre 7 e 13 de agosto pelo e-mail essencialvjsuave@gmail.com. A participação é gratuita.

VJ Suave:

Ygor Marotta e Ceci Soloaga formam o duo de artistas que trabalha com arte digital, projeção em movimento e animação 2D quadro a quadro projetada na superfície urbana. Com suas obras, VJ Suave propõe um momento único de conexão entre o espectador e a cidade, misturando história animada com vida real. As animações projetadas em movimento fazem a narrativa ganhar vida, onde os personagens correm e voam colorindo os ambientes em um conceito de arte chamado graffiti digital, que mescla tecnologia com street art.

Mais informações em http://vjsuave.com
Ficha técnica:
Direção: Ygor Marotta e Ceci Soloaga
Roteiro: VJ Suave e Roberta Nader
Direção de Arte: Ygor Marotta
Programação: Roger Sodré
Level Design: Paulo Stoker e VJ Suave
Character Design: Ygor Marotta e Paulo Stoker
Animação 3D: Leo Campasso
Modelagem: Bruno Saber
Rigging: Vivi Adade
Texturas: Ygor Marotta, Paulo Stoker, Ricardo Riamonde
Viagem Astral: VJ Vigas, Paulo Stoker, VJ Suave
Paisagem sonora:
Roda de luz e Viagem astral: Bmind
Cachoeira e Lagoa: Barrio Lindo
Cristais: Gama
Cogumelos: Psilosamples
Efeitos sonoros: Bmind
Vozes: Txuã Pakamayte - Índio
Cristais Luminosos: Ygor Marotta, Pascal Champagne, Ramon Porteiro, Yves Marotta
Assistente de Produção: Yves Marotta
Edição dos Vídeos da TV: Roberta Nader
Pesquisa em Tecnologia: Ceci Soloaga
Curadoria e Desenvolvimento: VJ Suave

Curadoria e Desenvolvimento: VJ Suave
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany
Coordenação e Produção Executiva: Cida Gonçalves e Casa do Batuque Produções Artísticas
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
O essencial é invisível aos olhos
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 15 de agosto (terça-feira), às 19h
Visitação: de 15 de agosto a 15 de outubro de 2017
Horário: terça-feira a domingo, das 9h às 12h e das 13h às 21h
Classificação indicativa: 10 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Workshop gratuito Desenho em realidade virtual, com Ceci Soloaga, da dupla VJ Suave
Data: 16 de agosto (quarta-feira)
Horário: 19h
Duração: 2h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Vagas: 20
Inscrições: de 7 a 13 de agosto, pelo e-mailessencialvjsuave@gmail.com .
Classificação indicativa: 10 anos
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PROGRAMA EDUCATIVO GENTE ARTEIRA PROMOVE APRESENTAÇÃO GRATUITA DE ÓPERA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


Ópera no Foyer reúne os cantores líricos Loren Vandal e Rafael Siano e a pianista Eliara Puggina

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, no dia 12 de agosto de 2017 (sábado), às 17h, o evento gratuito Ópera no Foyer, com apresentação dos cantores líricos Loren Vandal e Rafael Siano acompanhados pela pianista Eliara Puggina. A atração é uma iniciativa do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira e será aberta a todos os públicos.

Inspirada na Mostra Mundo Giramundo, a atividade possibilitará a apreciação de árias (trechos de óperas) pertencentes ao universo operístico de algumas das peças já montadas pelo grupo de teatro de bonecos Giramundo. O público pode esperar histórias de amor, fantasia, drama e alegria em trechos de obras como A Flauta Mágica, de Mozart; e O Guarani, de Carlos Gomes.

Além da audição, o evento inclui um bate-papo a respeito da história da ópera no Brasil e no mundo, em um verdadeiro passeio lúdico pelo universo da música. Mais informações pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br .
Serviço:

Ópera no Foyer, com Loren Vandal, Rafael Siano e Eliara Puggina

Entrada franca

Data: 12 de agosto de 2017 (sábado)
Horário: às 17h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Foyer
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação indicativa: Livre

Informações: 3980-4898/

E-mail agendamento@gentearteirarj.com.br
 Acesso para pessoas com deficiência.
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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO RECEBE MONTAGEM DA MUNDANA COMPANHIA PARA TEXTO DE BRECHT

Indicada ao Prêmio Shell de Teatro de São Paulo na categoria Inovação, Na Selva das Cidades – Em Obras terá temporada com apresentações gratuitas





A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, a partir de 11 de agosto (sexta-feira), às 19h, a montagem deNa Selva das Cidades – Em Obras, com a mundana companhia. Escrito em 1927 pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), o texto Na Selva das Cidades continua atual, quase um século depois, ao alinhar exclusão social aos poderes da vida em sociedade. Em cartaz até o dia 26 de agosto, a temporada conta com apresentações gratuitas nas terças, quartas e sextas, às 19h, e sábados e domingos, às 18h.

Dirigido por Cibele Forjaz, Na Selva das Cidades - Em Obras foi indicada na categoria Inovação para o Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, no primeiro semestre de 2017, e narra a luta entre dois homens numa metrópole americana. Nas extremidades desta luta, encontramos dois tipos opostos: um rico comerciante de madeiras malaio versus um pobre balconista que migrou com sua família do campo para a cidade grande. No enredo, não ficam claros os motivos que levam os dois homens ao embate, porém, tudo (família, amores, parceiros, amigos, justiça, polícia e negócios) em torno deles vai sendo envolvido até que a narrativa acaba por englobar toda a cidade.

Interessa aos criadores a transitoriedade: a cada nova ocupação, tudo se transforma em função da relação com o espaço ocupado, sua história, economia, política e as várias relações sociais implicadas no trabalho, a cada momento. Desta forma, o cenário propõe sempre uma nova intervenção, com novas configurações de luz, vídeo, figurinos e objetos de cena. O trabalho dos atores também não tem marcas fixas, mas regras que determinam a movimentação e o desenho da cena. “Tem um jogo entre o teatro e a antropologia urbana. A imersão por São Paulo durante a pesquisa de linguagem nos deu um eixo. Cada nova paragem da peça nos exige um estudo de campo, colocando uma lente de aumento nas questões e contradições do lugar”, explica a diretora Cibele Forjaz.

À direção soma-se sempre uma equipe propositiva, isto é, componentes do grupo assumem uma espécie de curadoria. No Rio, Aury Porto, Cibele Forjaz e Luiza Lemmertz assumem a função. Eles determinarão os rumos que a peça tomará a partir de um storyboard criado em conjunto com, por exemplo, artistas da cenografia e figurino.

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro é a primeira parada da peça fora de São Paulo desde a sua estreia, e os cariocas terão a oportunidade de assistir a uma montagem especialmente criada para o Teatro de Arena do espaço. “Nesta ocupação pegaremos toda nossa experiência direta com a cidade e colocaremos no ambiente artificial de um teatro de arena. O cenário será composto de um platô em forma de octógono que nos remete às lutas de MMA e de alguns aparelhos de TV que contêm informações sobre cada quadro da peça. Nesta versão daremos ênfase especial ao desafio inicial que detona a luta dentro do texto de Brecht: ‘Quanto custa sua opinião?’”, contextualiza Aury Porto, fundador da mundana companhia com Luah Guimarãez.

A pesquisa para a montagem da peça ainda resultou em um livro distribuído gratuitamente para escolas e instituições de teatro de todo o país. A temporada do espetáculo no Rio tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Ficha técnica:
Equipe propositora da Ocupação: Aury Porto, Cibele Forjaz e Luiza Lemmertz

Elenco: Aury Porto, Guilherme Calzavara, João Bresser, Luah Guimarãez, Luiza Lemmertz, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Vinícius Meloni e Washington Luiz Gonzales

Texto: Bertolt Brecht

Tradução: Christine Röhrig

Direção/Treinamento Cênico: Cibele Forjaz

Assistente de Direção: Gabriel Máximo

Direção de Cena: Renato Banti

Treinamento Corporal: Lu Favoreto

Treinamento Vocal Interpretativo: Lucia Gayotto

Arte/Cenografia: Flora Belotti

Assistente de Arte/Cenografia: Júlia Reis

Figurinos: Diogo Costa, Joana Porto e Rogério Pinto

Camareiro: Rogério Pinto

Luz: Alessandra Domingues

Assistência/Operação de Luz: Laiza Menegassi

Criação Musical: Guilherme Calzavara

Músico: Marcelo Castilha

Videos: Yghor Boy

Fotos: Renato Mangolin e Yghor Boy

Programação Visual: Mariano Mattos Martins

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Manutenção do Site: Yghor Boy

Idealização do Projeto/Coordenação de Produção: Aury Porto

Assistente de Produção: Mariana Oliveira e Lucas Cândido

Produção Executiva: Bia Fonseca

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Lotação: 200 lugares (mais 4 para cadeirantes)

Classificação indicativa: 14 anos

Acesso para pessoas com deficiência

Serviço:

Na Selva das Cidades – Em Obras
Entrada Franca (Ingressos distribuídos na bilheteria 1h antes de cada apresentação)
Datas: de 11 a 26 de agosto (de terça a domingo, exceto nas quintas-feiras)
Horários: Terças, quartas e sextas-feiras, às 19h; sábados e domingos, às 18h
Duração: 150 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj




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COMPOSITOR RIACHÃO COMEMORA 95 ANOS COM SHOWS NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


Sambista baiano toca seus maiores sucessos acompanhado pelo grupo Os Bambas de Sampa

Um dos maiores compositores do samba nacional e responsável por mais de 500 canções, o baiano Riachão sobe ao palco da CAIXA Cultural Rio de Janeiro para quatro apresentações, de 3 a 6 de agosto (quinta a domingo), às 19h. A série de shows é uma homenagem aos 95 anos do sambista, completados no final de 2016, e tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Riachão foi o primeiro compositor da Bahia a ser gravado no Rio de Janeiro após Dorival Caymmi, ainda na década de 50. Acompanhado pelo grupo paulistano Os Bambas de Sampa, o artista apresentará os maiores sucessos de sua carreira, além de músicas inéditas feitas no decorrer dos anos. O público poderá esperar canções de renome, como Eu vou chegando; Vá morar com o diabo, famosa na voz de Cássia Eller; e Cada macaco no seu galho.
“Se o samba tem 100 anos, Riachão só perdeu cinco deles. Aos 95 anos de idade, rei Riachão ainda esbanja vitalidade. Com seu jeito único de compor e cantar, ele vem há mais de sete décadas encantando o povo brasileiro”, comenta Paulinho Timor, um dos Bambas de Sampa.


Depois de passar pelas unidades da CAIXA Cultural em Curitiba e, agora, no Rio, o projeto segue para São Paulo, com apresentações nos dias 27, 28 e 29 de outubro de 2017.
Riachão:

Considerado uma lenda viva do samba da Bahia, é um dos sambistas da velha guarda mais reconhecidos do país, ao lado de Nelson Sargento (92 anos) e Dona Ivone Lara (95 anos). Ganhou o apelido na infância. Quando menino, Clementino Rodrigues gostava muito de brigar e sempre ouvia dos mais velhos que era um “riachão que não se podia atravessar”. Começou a se apresentar na década de 30, aos 9 anos, e seguiu o caminho artístico de sambista irreverente, compondo sambas como Retrato da Bahia, Bochechuda e Papuda. Ao longo de
sua carreira, suas canções foram gravadas por artistas como Jackson do Pandeiro, Jamelão, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Cássia Eller, Zélia Duncan e muitos outros nomes consagrados.
Os Bambas de Sampa:

Em 2013, a nata do samba paulistano se reuniu para formar o grupo Os Bambas de Sampa e realizou um projeto de pesquisa intensa da obra de Riachão. O projeto foi batizado como Valeu Riachão, em agradecimento à valiosa contribuição que o sambista baiano vem dando à Musica Popular Brasileira, e rendeu diversos shows.

Atualmente, Os Bambas de Sampa reúnem sambistas de diversos grupos paulistanos sob a direção musical de Paulinho Timor, percursionista, compositor e integrante de grupos como Inimigos do Batente, Gafeira São Paulo, Picafumo dentre outros.

Tendo acompanhado artistas de renome, a exemplo de Elza Soares, Paulinho da Viola, Monarco, Paulo Moura e Wilson Moreira, seus integrantes tentam resgatar e preservar a cultura popular, bebendo diretamente da fonte.
Ficha técnica:
Voz: Riachão
Os Bambas de Sampa:
Batucada e voz: Paulinho Timor
Voz: Paula Sanches
Violão e voz: Renato Enoki
Pandeiro e voz: Cadu Ribeiro
Cavaquinho e voz: Gregory Andreas
Coordenação geral: Trevo Produções (Marcos Clement e Vanessa Vieira)
Produção local: Michelli Giovanelli e Ludmila Teixeira

Serviço:
Riachão - 95 anos de Samba
Data: 3 a 6 de agosto de 2017 (quinta-feira a domingo)
Horário: 19h
Duração: ​80 minutos
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro, Rio de Janeiro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h.
Realização: Trevo Produções
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Lotação: ​176 lugares (mais 4 para cadeirantes)
Classificação indicativa: ​12 anos




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Exposição coletiva traz performances da década de 80 
para a Caixa Cultural Rio de Janeiro 

Mostra “Retroperformance” reúne materiais de arquivo raros 
e inéditos de 14 artistas do eixo Rio-São Paulo
 
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 5 de agosto a 8 de outubro de 2017, a exposição “Retroperformance”, que abarca a surpreendente produção artística da década de 1980 de alguns dos nomes mais representativos da performance do eixo Rio-São Paulo em vídeos, fotografias, filipetas, jornais, cartazes, cadernos, croquis e storyboards. Com curadoria de Grasiele Sousa, Lucio Agra, Joanna Barros e Samira Br, do grupo Brasil Performance, a mostra conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
 
A abertura, no dia 5 de agosto (sábado), às 15h, será marcada por um debate com os curadores, seguida de uma apresentação de performances ao vivo com os artistas Guto Lacaz, Otávio Donsaci, Ricardo Basbaum, Alexandre Dacosta, Mauricio Ruiz e Alex Hamburger.
 
Na seleção dos trabalhos expostos, constam arquivos raros e alguns ainda inéditos de nomes como Lenora de Barros, Aimberê Cesar, Renato Cohen, Otávio Donasci, Guto Lacaz; das duplas Alex Hamburger e Márcia X, Lucila Meirelles e José Roberto Aguilar, Dupla Especializada (Ricardo Basbaum e Alexandre Dacosta) e do coletivo 3NÓS3 (Mário Ramiro, Rafael França e Hudnilson Jr). Para o time de curadores, “esses artistas tensionavam o limite, se rebelavam e usavam todos os recursos disponíveis naquela época, inclusive a performance, para fazer da sua vida, arte”.

Essa indistinção entre obra e documentação aparece em diversos artistas da época, quando casas noturnas promoviam atrações com bandas de garagem acompanhadas de performances de pintores, atores e bailarinos que partiam para alguma coisa diferente do que sempre se fazia. Estátuas eram ensacadas, triciclos invadiam concertos musicais, e mesmo os circuitos mais “caretas” – as livrarias e poucas galerias de arte – eram literalmente invadidos por “Interversões”, “Videocriaturas” (Otávio Donasci), “Eletroperformances” (Guto Lacaz), praticantes de “Zen-Nudismo” (Aimberê Cesar) e outras comunidades de poetas, músicos e “malucos” em geral. “Era possível performar na rua, na praia, no bar, na boate, mas também na galeria, no teatro, no cinema, no show”, acrescentam.
 
Em um dos destaques, “Ícones do Gênero Humano” (1988), de Márcia X e colaboração de Alex Hamburger, há todos os elementos presentes numa exposição profissional de artes visuais como galeria, iluminação, convites, divulgação, coquetel, livro de assinaturas, mas o que se consideraria "mais importante" não está presente: a obra. Os artistas tornam nítido que a “obra” é tudo ali e não somente o que se “vê” na galeria. É, de certo modo, a aparição da herança conceitual presente num ato de performance: performance dos artistas, do público, da galeria, dos objetos e das pessoas, é a situação pondo-se à prova dela mesma. “O garçom performa. Os convites performam”.

Com um distanciamento de quase 40 anos, o conjunto de obras de “Retroperformance” resgata esse espírito de “do it yourself”, quando as soluções técnicas de registro de performance em suportes como Betamax e VHS, a divulgação das mostras com lambe-lambes e filipetas e, sobretudo, a produção dos trabalhos, eram feitas pelos próprios artistas ou pelos grupos a que se associavam. “Naquele momento de urgência criativa, lançava-se mão dos recursos técnicos disponíveis, por isso o que se vê na mostra são recortes e fragmentos ‘low-tech’ de algo cujo frescor original é irrecuperável”, arrematam os curadores.
 
Como parte da programação, a mostra apresenta, no dia 23 de setembro (sábado), às 14h, a oficina “Retroperformance”, voltada para artistas e interessados na linguagem da performance. A atividade, ministrada pela curadora Grasiele Sousa, é gratuita, e as inscrições devem ser realizadas pelo e-mail oficina@espacoliquido.com.br.
 


“Retroperformance”
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 5 de agosto (sábado), às 15h
Visitação: 6 de agosto a 8 de outubro de 2017
Horário: terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Produção: Espaço Líquido
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
 
Oficina “Retroperformance”
Data: 23 de setembro (sábado)
Horário: das 14h às 17h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Sala de oficina 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Vagas: 20


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GRUPO GIRAMUNDO ENCENA PEÇA INFANTIL NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO




Grupo de teatro de bonecos promove lançamento do catálogo da Mostra Mundo Giramundo e fará apresentações gratuitas da clássica história Pedro e o Lobo

O grupo de teatro de bonecos Giramundo apresenta, neste sábado e domingo (29 e 30), às 16h, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, a clássica peça infantil Pedro e o Lobo, com entrada franca. A encenação do espetáculo, no sábado, marca também o lançamento do catálogo da Mostra Mundo Giramundo em evento aberto ao público.

A peça Pedro e o Lobo é baseada no conto sinfônico do maestro russo Sergei Prokofiev e apresenta às crianças a estrutura elementar de uma orquestra, seus instrumentos e timbres. A obra narra a história do menino Pedro e de seus amigos que, ao contrariarem os conselhos do avô, se veem às voltas com um grande e feroz lobo da floresta. A simplicidade e a mobilidade do espetáculo fizeram dele a montagem mais encenada da história do grupo Giramundo.

Exposição:
A Mostra Mundo Giramundo, em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até o dia 27 de agosto, cobre parte da rica trajetória do grupo mineiro, apresentando 160 marionetes de confecção própria. Além de conhecer as marionetes, o público pode aprender sobre seu processo de criação e assistir a flashes em vídeo de muitos momentos da trajetória do Giramundo.

Ficha Técnica:
Direção: Álvaro Apocalypse
Música: Sergei Prokofiev
Construção De Bonecos: Beatriz Apocalypse, Marcos Malafaia, Gustavo Noronha. Ulisses Tavares
Figurino: Beatriz Apocalypse E Endira Drumond
Marionetistas: Andrea Baruqui, Beto Militani, Leo Campos
Técnica: Tito Fernandes

Serviço:

Apresentação da peça “Pedro e o Lobo” e lançamento do catálogo da Mostra Mundo Giramundo

Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Foyer
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Data: 29 e 30 de julho de 2017 (sábado e domingo)

Horário: às 16h
Telefone: (21) 3980-3815
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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MOSTRA DE CINEMA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA PANORAMA DA PRODUÇÃO CUBANA RECENTE



Programação de Por dentro da Ilha — Cinema em Cuba nos anos 2000 inclui a exibição de nove longas-metragens, além de 13 médias e curtas

Um panorama dos últimos 15 anos da produção cinematográfica em Cuba chega à CAIXA Cultural Rio de Janeiro na mostra Por dentro da Ilha — Cinema em Cuba nos anos 2000, que acontece de 1º a 13 de agosto de 2017. Serão exibidos 22 filmes - nove longas-metragens e os demais médias ou curtas - em uma seleção que prima pela diversidade de gênero e de olhares. Embora a maioria dos filmes seja de diretores cubanos, há espaço também para estrangeiros que possuem estreita relação com o país, como os brasileiros Gustavo Vinagre e Janaína Marqués e a espanhola Irene Gutiérrez. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A programação inclui filmes bem recebidos em festivais em Cuba, como Digna guerra (2013), de Marcel Beltrán, ganhador do prêmio de melhor direção e melhor edição na Mostra Jovem de 2013; e também trabalhos já reconhecidos, como o longaVeneza (2014), de Kiki Álvares, selecionado em festivais em Toronto, Miami e Guadalajara. Também haverá uma sessão em homenagem a Nicolás Guillén Landrián, importante documentarista cubano ainda pouco conhecido no mundo.

Landrián produziu, nos anos 60, documentários marcados por forte crítica ao regime, o que levou à sua expulsão do órgão estatal onde trabalhava e posterior exílio nos Estados Unidos. Sua obra revela uma visão de vanguarda, ainda transgressora nos dias de hoje. A sessão traz dois curtas do cineasta,Coffea Arabiga (1968) e Los del Baile (1965), seguidos de um documentário sobre sua vida, Cafe con Leche (2003), dirigido por Manuel Zayas.

"Há temas que são recorrentes, como a imigração, o envelhecimento arquitetônico de Havana e questões relacionadas ao sistema político. Mesmo assim, escuto muito de novos autores que querem falar de outras coisas, mas que, como cubanos, se sentem pressionados a sempre girar em torno dos mesmos temas. Por isso, nessa mostra buscamos diversidade de formas e temas, além de privilegiar a exibição de filmes de ficção ou híbridos", explica a curadora Denise Kelm, que atualmente vive em Cuba.

O cinema cubano sempre teve papel importante na história do país, que realiza o Festival de Havana e abriga, desde 1986, a Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, onde estuda a curadora da mostra. Tomás Gutierrez Alea e Fernando Pérez são exemplos de cineastas reconhecidos, porém, a rica produção atual é pouco conhecida fora da Ilha.

A mostra, aliás, só se torna possível graças ao intercâmbio pessoal entre a curadora e os realizadores locais, já que a troca de informações com o resto do mundo segue sendo difícil para quem está na ilha. Denise descobriu que o cinema independente cubano tem ganhado cada vez mais força, o que é curioso quando se trata de um país com difícil acesso à tecnologia e com rigoroso controle dos meios de produção pelo estado — todos os filmes são obrigados a passar pelo Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos (ICAIC), órgão oficial do governo.

Debate:

A mostra promove também o debate Em épocas de mudanças, o que falar sobre o cinema cubano?, no dia 4 de agosto (sexta-feira), às 19h10, com a presença dos cineastas Iana Cossoy Paro e Víctor Alexis Guerrero Stoliar, e mediação do crítico de cinema e produtor da mostra Aristeu Araújo. Já no dia 12 (sábado), também às 19h10, Denise Kelm ministra a palestra A experiência de filmar dentro da Ilha. Ambas as atividades acontecem no Cinema 1 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro, com entrada franca e ingressos distribuídos uma hora antes do início.

Programação:

01 de agosto (terça-feira)

19h - Veneza (2013), de Kiki Álvares, 74 min, Digital, 14 anos


02 de agosto (quarta-feira)

17h10 – Sessão Curtas Documentários

Abecé (2013), de Diana Montero, 15 min, Digital, Livre

La carga (2015), de Víctor Alexis Guerrero Stoliar, 24 min, Digital, Livre

Nos quedamos (2009), de Armando Capó, 14 min, Digital, Livre

O inimigo (2015), de Aldemar Matias, 26 min, Digital, Livre

19h - La obra del siglo (2015), de Carlos Quintela, 100 min, Digital, 16 anos



03 de agosto (quinta-feira)

17h10 – Hotel Nueva Isla (2014), de Irene Gutiérrez, 71 min, Digital, Livre

19h10 – Sessão Marcel Beltrán

Cuerda al Aire (2011), de Marcel Beltrán, Digital, Livre

Digna Guerra (2013), de Marcel Beltrán, Digital, Livre



04 de agosto (sexta-feira)

16h30 – Memorias del desarrollo (2010), de Miguel Coyula, 113 min, Digital, 16 anos

19h10 – Debate Em épocas de mudanças, o que falar sobre o cinema cubano?, com a presença dos cineastas Iana Cossoy Paro e Víctor Alexis Guerrero Stoliar e mediação do crítico de cinema Aristeu Araújo



05 de agosto (sábado)

15h40 – Sessão Homenagem a Nicolás Guillén Landrián

Coffea Arabiga (1968), de Nicolás Guillén Landrián, 18 min, Digital, Livre

Los del baile (1965), de Nicolás Guillén Landrián, 6 min, Digital, Livre

Cafe con Leche (2003), Manuel Zayas, 28 min, Digital, Livre

17h - Soy Cuba, o Mamute Siberiano (2005), de Vicente Ferráz, 90 min, Digital, 10 anos

19h10 – Juan de Los Muertos (2012), de Alejandro Brugés, 92 min, Digital, 12 anos



06 de agosto (domingo)

14h30 - La piscina (2011), de Carlos Quintela, 65 min, Digital, Livre

16h – Sessão Curtas Ficções/Híbridos

Los Anfitriones (2011), de Miguel Ángel Moulet, 16 min, Digital, 12 anos

Polski (2015), de Rubén R. Cuauhtemoc, 20 min, Digital, Livre

Sirenas (2015), de Maryulis Alfonso, 20 min, Digital, Livre

Los Minutos, Las Horas (2009), de Janaína Marqués, 11 min, Digital, Livre

La llamada (2014), de Gustavo Vinagre, 19 min,Digital, Livre

18h – Jirafas (2013), de Kiki Álvarez, 90 min, Digital, 16 anos



08 de agosto (terça-feira)

17h - Sessão Curtas Ficções/Híbridos

Los Anfitriones (2011), de Miguel Ángel Moulet, 16 min, Digital, 12 anos

Polski (2015), de Rubén R. Cuauhtemoc, 20 min, Digital, Livre

Sirenas (2015), de Maryulis Alfonso, 20 min, Digital, Livre

Los Minutos, Las Horas (2009), de Janaína Marqués, 11 min, Digital, Livre

La llamada (2014), de Gustavo Vinagre, 19 min,Digital, Livre

19h – Hotel Nueva Isla (2014), de Irene Gutiérrez, 71 min, Digital, Livre



09 de agosto (quarta-feira)

17h - Soy Cuba, o Mamute Siberiano (2005), de Vicente Ferráz, 90 min, Digital, 10 anos

19h - Memorias del desarrollo (2010), de Miguel Coyula, 113 min, Digital, 16 anos



10 de agosto (quinta-feira)

17h - Juan de Los Muertos (2012), de Alejandro Brugés, 92 min, Digital, 12 anos

19h10 - La piscina (2011), de Carlos Quintela, 65 min, Digital, Livre



11 de agosto (sexta-feira)

17h - Jirafas (2013), de Kiki Álvarez, 90 min, Digital, 16 anos

19h10- Sessão Homenagem a Nicolás Guillén Landrián

Coffea Arabiga (1968), de Nicolás Guillén Landrián, 18 min, Digital, Livre

Los del baile (1965), de Nicolás Guillén Landrián, 6 min, Digital, Livre

Cafe con Leche (2003), Manuel Zayas, 28 min, Digital, Livre



12 de agosto (sábado)

15h10 - Sessão Curtas Documentários

Abecé (2013), de Diana Montero, 15 min, Digital, Livre;

La carga (2015), de Víctor Alexis Guerrero Stoliar, 24 min, Digital, Livre

Nos quedamos (2009), de Armando Capó, 14 min, Digital, Livre

O inimigo (2015), de Aldemar Matias, 26 min, Digital, Livre

17h - Sessão Marcel Beltrán

Cuerda al Aire (2011), de Marcel Beltrán, 33 min, Digital, Livre

Digna Guerra (2013), de Marcel Beltrán, 57 min, Digital, Livre

19h10 – Palestra A experiência de filmar por dentro da Ilha, com curadora da mostra Denise Kelm



13 de agosto (domingo)

16h15 - Veneza (2013), de Kiki Álvares, 74 min, Digital, 14 anos

18h - La obra del siglo (2015), de Carlos Quintela, 100 min, Digital, 16 anos




Serviço:

Por dentro da Ilha — Cinema em Cuba nos anos 2000

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Data: de 1º a 13 de agosto de 2017

Horários: Consultar programação

Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Lotação: 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Classificação Indicativa: Consultar programação

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal



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PROGRAMA EDUCATIVO CAIXA GENTE ARTEIRA OFERECE MINICURSO GRATUITO SOBRE ACESSIBILIDADE

A atividade aborda aspectos teóricos e práticos da inclusão e diversidade no contexto dos espaços culturais




A acessibilidade tem se tornado ponto de pauta presente em diversas discussões no âmbito social, especialmente em espaços educacionais e culturais. Interessados em integrar o público em tais tendências, o Programa Educativo CAIXA Gente Arteira oferece, nos dias 26, 27 e 28 de julho (quarta, quinta e sexta-feira), sempre das 18h30 às 20h30, oMinicurso sobre acessibilidade, inclusão e diversidade.

Voltado para estudantes e profissionais das áreas de educação, museologia e afins, o minicurso fará, em um primeiro momento, uma contextualização sobre a acessibilidade, tratando de questões acadêmicas e legais e traçando um panorama nacional e internacional sobre o tema. Além disso, os participantes serão estimulados a elaborar soluções práticas para questões de acessibilidade, inclusão e diversidade no contexto dos espaços culturais. A atividade será ministrada por Renata Andrade, especialista em Universal Design e Gestão Inclusiva da Diversitas Soluções Inclusivas.
Também com foco no público universitário, a Roda de Conversa Gente Arteira de julho abordará, no dia 22 (sábado), às 15h, o tema O corpo nos espaços expositivos: uma leitura pelo viés educativo. A proposta é criar um espaço de fala e interação de maneira a discutir a formação dos sujeitos na contemporaneidade, entendendo os espaços da cidade como potencialidades que se conectam, intercruzam, entram em conflito e dialogam.

E aproveitando o Dia Nacional do Escritor (25 de julho), a CAIXA Cultural Rio de Janeiro se inspira na exposição Poesia Agora e convida o público a refletir sobre a palavra e a escrita no bate-papo Diálogos entre poesia e literatura. O evento será realizado no dia 27 de julho (quinta), às 19h, sendo voltado para todos os públicos. Serão abordados diferentes aspectos da poesia, literatura e música no cotidiano ao mesmo tempo em que se desevolverá uma discussão sobre o papel da palavra no cenário conectado no qual estamos inseridos. A exposiçãoPoesia Agora exibe trabalhos de mais de 500 poetas contemporâneos e permanece em cartaz no espaço até 6 de agosto.

Atividades mensais:


A programação também apresenta atividades que ocorrem mensalmente, incluindo a ação Você gosta de poesia?. A atividade ocorre todas as sextas do mês de julho, das 10h às 20h, e incentiva o público a redigir um poema e deixa-lo nos varais existentes no Espaço de Leitura. A proposta é que cada um deixe um poema e leve outro, num gesto de troca e continuidade.

Durante todos os sábados, das 14h às 15h, e domingos, das 15h às 16h, são promovidos os ateliês criativos, atividades para as quais os visitantes são convidados depois de apreciarem as exposições em cartaz, estimulando sua criatividade. Enquanto isso, as ações de galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.

O programa CAIXA Gente Arteira tem, como objetivo, explorar diversas linguagens artísticas, possibilitando ao público a experimentação prática e teórica sobre artes visuais, música e dança, através de oficinas, vivências e bate-papos. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo telefone (21) 3980-4898 e pelo e-mailagendamento@gentearteirarj.com.br

Programação Julho:

Minicurso sobre acessibilidade, inclusão e diversidade
Com: Renata Andrade, especialista em Universal Design e Gestão inclusiva da Diversitas Soluções Inclusivas
Data: 26, 27 e 28 de julho (quarta, quinta e sexta-feira)
Horário: de 18h30 às 20h30
Local: Cinema 1
Classificação indicativa: 18 anos

Roda de Conversa Gente Arteira - O corpo nos espaços expositivos: uma leitura pelo viés educativo
Data: 22 de julho (sábado)
Horário: das 15h às 17h
Local: Sala Margot
Classificação indicativa: 18 anos
Bate-papo Diálogos entre poesia e literatura

Data: 27 de julho (quinta)
Horário: das 19h às 20h
Local: Cinema 1
Classificação indicativa: Livre

 Serviço:
Programa educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Ateliê Criativo: sábados, das 14h às 15h; e domingos, das 15h às 16h
Você gosta de poesia?: sextas-feiras, das 10h às 20h
Ações de galeria: de terça a sexta-feira, de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: a partir dos 5 anos
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 |agendamento@gentearteirarj.com.br