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16 de dez de 2017

Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira




ÚLTIMO FINAL DE SEMANA – TEMPORADA 2017
Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea

Sítio do Picapau Amarelo

Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato é homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV
A peça infantil Sítio do Picapau Amarelo faz sua última apresentação da temporada neste final de semana, dias 16 e 17 de dezembro, às 17h, no Teatro dos Quatro - Shopping da Gávea. Emília, Narizinho, Pedrinho, D. Benta, Tia Nastácia, Rabicó, Visconde de Sabugosa, Saci e a Cuca farão uma pausa para comemorar o Natal e o Ano Novo no “Sítio” e voltam aos palcos nos dias 06 e 07 de janeiro para reiniciar a temporada 2018.

O Sítio do Picapau Amarelo, série de livros infantis do escritor brasileiro Monteiro Lobato entre 1920 e 1947, virou um clássico aclamado mundo afora. Os personagens saltaram das páginas dos livros para os quadrinhos, foram parar na TV. O espetáculo dedicado as crianças tem duração de 60 minutos, é uma grande homenagem aos 40 anos da primeira exibição do Sítio do Picapau Amarelo, na TV Globo, e também ao centenário de Monteiro Lobato, que faria 135 anos neste ano, se fosse vivo.

Monteiro Lobato (1882-1948) foi o primeiro a escrever para crianças. Falar da literatura infantil no Brasil é reviver as travessuras e reflexões da boneca de pano Emília, ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e Dona Benta; entre tantos outros personagens. Agora, adultos, vovôs e vovós poderão levar seus pequenos para conhecer a fábula que marcou a vida de muitos deles, promovendo o encontro com a literatura brasileira, tão rica e reconhecida mundialmente.

A adaptação e direção geral de Ricardo Silva leva ao palco os atores Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa) dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por banda com música ao vivo.

Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria. Na direção musical Victor Salzeda comanda osmúsicos Camila Ferolla (percusssão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta). As coreografias são de Cristina Guimarães. A homenagem recebeu programação visual e pinturas em aquarela de Bianca Oliveira. Já a produção executiva é deLuciana Vieira, da Tambores Produção.

“Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira, trazendo à tona, um sentimento de resgate da nossa infância, de brincadeiras antigas de criança, de lembranças dos nossos avós e de suas histórias, e de um Brasil com seus rios, suas árvores frutíferas e sua fauna valorizados e preservados. Por isso, estamos certos de que, através de uma vasta pesquisa realizada pela companhia, da experiência da nossa equipe envolvida, e do amor pela obra de Monteiro Lobato, realizaremos uma montagem digna, alegre e divertida, que agradará tanto as crianças, quanto os pais, avós e familiares que irão ao teatro”, afirma Ricardo Silva, responsável pela adaptação e direção geral da peça Sítio do Picapau Amarelo.

Muito mais do apenas entreter por meio do teatro, a Cia. Teatral Sassaricando busca com a peça Sítio do Picapau Amarelovalorizar a cultura brasileira, seus autores e suas obras; resgatar a leitura e o contato com o livro físico; estimular o contato das crianças com brincadeiras de roda, soltar pipa, tomar banho de rio, brincar com peão, entre tantas outras que fizeram parte, durante anos, da infância de muitas crianças. A peça teatral nasce no resgate lúdico, no folclore, na imaginação e na importância que ela nos oferece dentro do contexto social, político e econômico.

“Monteiro Lobato não economizou em retratar o nosso Brasil de forma rica, detalhada e lúdica, onde a criança pudesse entender com simplicidade a matemática, geografia, história, usando da própria literatura para falar do amor a natureza e sua preservação, e a alegria de viver. Como dizia ele, ‘Um país se faz com homens e livros’. A adaptação desta história permeia entre a fantasia e a realidade levando as crianças a revelar-se bem dotados de senso crítico, julgando as histórias de “vó” com muito critério e segurança. É um trabalho que deseja promover o reencontro dos avós, pais e familiares que irão ao assistir à peça de teatro, com as lembranças que possuem da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, que foi um grande sucesso de 1977 a 1986, nos noves anos que ficou no ar”, destaca a produtora executiva Luciana Vieira.

FICHA TÉCNICA

.Adaptação, Direção Geral e Cenografia: Ricardo Silva

.Direção Musical: Victor Salzeda

.Elenco: Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa).

.Músicos: Camila Ferolla (Percusssão), Juan Paz (Violão) e Natan Figueiredo (Flauta)

.Stand-Ins: Matheus Lana, Giovanna Sassi, Luiza Lewicki, Bianca Pontes e Fernanda Guerreiro

.Coreografias: Cristina Guimarães

.Design de Luz: Ricardo Lyra Jr.

.Progr. Visual e Pinturas em Aquarela: Bianca Oliveira

.Elaboração do Projeto: Raquel Penner

.Camareira, Contra-Regra e Assist. de Produção: Eloisa Guimarães

.Operação de Som: Alexandre Magalhães

.Produção Executiva: Luciana Vieira (Tambores Produções)

.Realização: Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando

.Fotos de cena: Brunno Dantas

.Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra (FECON Comunicação Estratégica)

SERVIÇO

SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 - Gávea, Rio de Janeiro). Dias e horários: Sábados, Domingos e Feriados, às 17 horas. Temporada até 04 de março de 2018. Duração: 60 minutos. Gênero: Infantil. Informações: (21) 2274-9895. Contato: tamboresproducoes@gmail.com. Ingressos: Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia). Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD

Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamarelogavea

Como chegar: carro (estacionamento no shopping), ônibus, Metrô na Superfície (Botafogo-Gavea|Estação Marquês de São Vicente)

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. 
#agendaculturalrj

  

15 de dez de 2017

Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato é homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV A peça infantil Sítio do Picapau Amarelo faz sua última apresentação da temporada neste final de semana, dias 16 e 17 de dezembro, às 17h, no Teatro dos Quatro - Shopping da Gávea.



ÚLTIMO FINAL DE SEMANA – TEMPORADA 2017
Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea

Sítio do Picapau Amarelo

Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato é homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV
A peça infantil Sítio do Picapau Amarelo faz sua última apresentação da temporada neste final de semana, dias 16 e 17 de dezembro, às 17h, no Teatro dos Quatro - Shopping da Gávea. Emília, Narizinho, Pedrinho, D. Benta, Tia Nastácia, Rabicó, Visconde de Sabugosa, Saci e a Cuca farão uma pausa para comemorar o Natal e o Ano Novo no “Sítio” e voltam aos palcos nos dias 06 e 07 de janeiro para reiniciar a temporada 2018.

O Sítio do Picapau Amarelo, série de livros infantis do escritor brasileiro Monteiro Lobato entre 1920 e 1947, virou um clássico aclamado mundo afora. Os personagens saltaram das páginas dos livros para os quadrinhos, foram parar na TV. O espetáculo dedicado as crianças tem duração de 60 minutos, é uma grande homenagem aos 40 anos da primeira exibição do Sítio do Picapau Amarelo, na TV Globo, e também ao centenário de Monteiro Lobato, que faria 135 anos neste ano, se fosse vivo.

Monteiro Lobato (1882-1948) foi o primeiro a escrever para crianças. Falar da literatura infantil no Brasil é reviver as travessuras e reflexões da boneca de pano Emília, ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e Dona Benta; entre tantos outros personagens. Agora, adultos, vovôs e vovós poderão levar seus pequenos para conhecer a fábula que marcou a vida de muitos deles, promovendo o encontro com a literatura brasileira, tão rica e reconhecida mundialmente.

A adaptação e direção geral de Ricardo Silva leva ao palco os atores Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa) dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por banda com música ao vivo.

Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria. Na direção musical Victor Salzeda comanda osmúsicos Camila Ferolla (percusssão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta). As coreografias são de Cristina Guimarães. A homenagem recebeu programação visual e pinturas em aquarela de Bianca Oliveira. Já a produção executiva é deLuciana Vieira, da Tambores Produção.

“Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira, trazendo à tona, um sentimento de resgate da nossa infância, de brincadeiras antigas de criança, de lembranças dos nossos avós e de suas histórias, e de um Brasil com seus rios, suas árvores frutíferas e sua fauna valorizados e preservados. Por isso, estamos certos de que, através de uma vasta pesquisa realizada pela companhia, da experiência da nossa equipe envolvida, e do amor pela obra de Monteiro Lobato, realizaremos uma montagem digna, alegre e divertida, que agradará tanto as crianças, quanto os pais, avós e familiares que irão ao teatro”, afirma Ricardo Silva, responsável pela adaptação e direção geral da peça Sítio do Picapau Amarelo.

Muito mais do apenas entreter por meio do teatro, a Cia. Teatral Sassaricando busca com a peça Sítio do Picapau Amarelovalorizar a cultura brasileira, seus autores e suas obras; resgatar a leitura e o contato com o livro físico; estimular o contato das crianças com brincadeiras de roda, soltar pipa, tomar banho de rio, brincar com peão, entre tantas outras que fizeram parte, durante anos, da infância de muitas crianças. A peça teatral nasce no resgate lúdico, no folclore, na imaginação e na importância que ela nos oferece dentro do contexto social, político e econômico.

“Monteiro Lobato não economizou em retratar o nosso Brasil de forma rica, detalhada e lúdica, onde a criança pudesse entender com simplicidade a matemática, geografia, história, usando da própria literatura para falar do amor a natureza e sua preservação, e a alegria de viver. Como dizia ele, ‘Um país se faz com homens e livros’. A adaptação desta história permeia entre a fantasia e a realidade levando as crianças a revelar-se bem dotados de senso crítico, julgando as histórias de “vó” com muito critério e segurança. É um trabalho que deseja promover o reencontro dos avós, pais e familiares que irão ao assistir à peça de teatro, com as lembranças que possuem da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, que foi um grande sucesso de 1977 a 1986, nos noves anos que ficou no ar”, destaca a produtora executiva Luciana Vieira.

FICHA TÉCNICA

.Adaptação, Direção Geral e Cenografia: Ricardo Silva

.Direção Musical: Victor Salzeda

.Elenco: Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa).

.Músicos: Camila Ferolla (Percusssão), Juan Paz (Violão) e Natan Figueiredo (Flauta)

.Stand-Ins: Matheus Lana, Giovanna Sassi, Luiza Lewicki, Bianca Pontes e Fernanda Guerreiro

.Coreografias: Cristina Guimarães

.Design de Luz: Ricardo Lyra Jr.

.Progr. Visual e Pinturas em Aquarela: Bianca Oliveira

.Elaboração do Projeto: Raquel Penner

.Camareira, Contra-Regra e Assist. de Produção: Eloisa Guimarães

.Operação de Som: Alexandre Magalhães

.Produção Executiva: Luciana Vieira (Tambores Produções)

.Realização: Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando

.Fotos de cena: Brunno Dantas

.Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra (FECON Comunicação Estratégica)

SERVIÇO

SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 - Gávea, Rio de Janeiro). Dias e horários: Sábados, Domingos e Feriados, às 17 horas. Temporada até 04 de março de 2018. Duração: 60 minutos. Gênero: Infantil. Informações: (21) 2274-9895. Contato: tamboresproducoes@gmail.com. Ingressos: Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia). Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD

Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamarelogavea

Como chegar: carro (estacionamento no shopping), ônibus, Metrô na Superfície (Botafogo-Gavea|Estação Marquês de São Vicente)

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Até dia 17/12 acontece na Caixa Cultural RJ, A RETROSPECTIVA DE DIRETORAS NEGRAS DO CINEMA BRASILEIRO. Mostra reúne 46 filmes nacionais de consagradas cineastas e promove debates sobre as obras

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE RETROSPECTIVA DE DIRETORAS NEGRAS DO CINEMA BRASILEIRO

Mostra reúne 46 filmes nacionais de consagradas cineastas e promove debates sobre as obras




A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça a domingo), a mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro, que reúne uma retrospectiva cinematográfica empreendida por diretoras negras expoentes do cinema nacional. Serão apresentados 46 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, além de dois debates sobre a participação da mulher negra na cinematografia brasileira. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Com curadoria de Kênia Freitas e Paulo Ricardo de Almeida, a mostra percorre trabalhos desde as pioneiras Adélia Sampaio e Danddara, até nomes contemporâneos, como Carol Rodrigues, Elen Linth, Juliana Vicente, Lilian Solá Santiago, Renata Martins, Sabrina Fidalgo, Viviane Ferreira, Yasmin Thayná, entre outras. Dentre os destaques selecionados, estão Amor Maldito (1984), de Adélia Sampaio; Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara; Graffiti (2008), de Lilian Solá Santiago; Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente; Um filme de Dança (2013), de Carmen Luz; O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira; Kbela (2015), de Yasmin Thayná; Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo; e Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento.

Considerada pioneira, Adélia Sampaio começou no cinema em 1969. Filha de empregada doméstica, a cineasta dirigiu quatro curtas-metragens: Denúncia Vazia, Um Deus dança em Mim, Adulto não brinca e Na poeira das ruas. Em 1984, Adélia dirigiu o filme Amor Maldito, tornando-se a primeira diretora negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além disso, a produção também é considerada a primeira com temática inteiramente lésbica no cinema nacional.

Nos anos 1990, a realidade do cinema feminino negro no Brasil pouco se alterou. Danddara, umas das resistências do período, ingressou no cinema profissional fazendo assistência para Paulo Rufino (Canto da Terra, 1991). No entanto, seu primeiro curta, Gurufim na Mangueira (2000), foi recusado três vezes pelo Ministério da Cultura antes de ser aprovado. Ainda assim, a diretora usou de diversos subterfúgios para driblar o racismo institucional, como assinar o projeto com um pseudônimo francês (Mônica Behague) e relevar para segundo plano a sua autoria do roteiro.

“Falar das trajetórias das mulheres negras no cinema brasileiro é remontar uma história de invisibilidade e apagamentos. Até por isso, o que é impactante na produção atual é a sua coletividade e a pluralidade de projetos e obras. Uma série de iniciativas das próprias cineastas marcam esse cenário de transformação e afirmação, propondo novas formas de viabilizar e divulgar o cinema feito pelas mulheres negras. Entre tantas, podemos destacar: a plataforma de exibição online Afroflix (www.afroflix.com.br/), criada por Yasmin Thayná, e a websérie Empoderadas, criada e dirigida por Renata Martins, que se desdobrou em encontro e festival de cinema feminino negro” destaca a curadora Kênia Freitas.

“Houve o barateamento dos equipamentos de produção, sobretudo com a entrada em cena do digital, que aumentou o acesso a uma arte (ainda cara) para um número maior e mais diverso de realizadores. O estabelecimento do sistema de cotas nas universidades públicas, assim como o ProUni e o Fies, trouxe para o ensino superior – incluindo os cursos cinema e audiovisual - alunos e alunas pobres e negros, antes excluídos. A abertura de uma linha de financiamento específica na Ancine para afrodescendentes significa o reconhecimento da falta de diversidade pela instância máxima de fomento do cinema brasileiro”, complementa o também curador Paulo Ricardo de Almeida.

Sessão inclusiva e debates:

No dia 09 de dezembro (sábado), às 17h30, haverá sessão inclusiva do filme Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, com audiodescrição e closed captions, para pessoas com necessidades especiais.

Fazem parte da programação, ainda, duas mesas de debates. No dia 07 de dezembro (quinta), às 19h, a mesa O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro recebe as cineastas Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo, com mediação da curadora e doutora em Comunicação e Cultura, Kênia Freitas. Este debate terá tradução em Libras.

Já no dia 14 de dezembro (quinta), também às 19h, será realizada a mesa Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, da qual participam as cineastas Janaína Oliveira (Re.Fem) e Yasmin Thayná, com mediação do co-curador Paulo Ricardo.


A entrada para ambos os seminários é franca, com ingressos distribuídos 1h antes do início.
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Serviço:
Mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
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Hoje, dia 15/12 Tem DO AMOR + RUBINHO JACOBINA no Teatro Ipanema

DO AMOR + RUBINHO JACOBINA
“Do Amor” foi formado em 2006 por Gabriel Bubu (guitarra e voz), Gustavo Benjão (guitarra e voz), Ricardo Dias Gomes (baixo e voz) e Marcelo Callado (bateria e voz).

Em 2010, entrou em estúdio novamente para gravar seu primeiro disco, “Do Amor”, produzido por Chico Neves e mixado por Tchad Blake. Com esse disco a banda abriu portas para que fizesse um grande giro por vários estados do Brasil, e por países da America Latina e Europa. Três anos depois veio o album duplo “Piracema” produzido por Daniel Carvalho (Adriana Calcanhoto e Los Hermanos), lançado pelo selo Maravilha8, através de recursos da empresa de telefonia Vivo captados via Lei Rouanet.


Agora a banda está Lançando no Teatro Ipanema seu terceiro álbum, “Fodido demais”, gravado e produzido por Igor ferreira e pela banda em seu próprio estúdio, o “Estudio Do Amor”, no Rio de janeiro, depois de testar o repertório nos festivais internacionais Primavera Sound, em Barcelona e no Mexefest em Lisboa.

Rubinho Jacobina ingressou cedo na música iniciado pelo irmão Nelson Jacobina. Começou a atuar profissionalmente na cena musical carioca dos anos 90 dentro do circuito CEP 20.000, evento que se tornou referência para a cultura jovem do Rio de Janeiro a partir dos anos 90.

Participou ativamente do processo de revitalização cultural do bairro da lapa cantando samba de gafieira em apresentações semanais. Seu disco de estreia “Rubinho e Força Bruta” recebeu em 2005 o prêmio de revelação pela Associação Paulista de Críticos de Arte. O mesmo disco foi listado pela revista Bravo em 2010 como um dos 10 melhores da década. Como integrante da Orquestra Imperial, suas canções marcantes embalaram suas performances com o grupo em concertos pelo Brasil, Europa e Estados Unidos. O segundo álbum "Andando no Ar" lançado em final de 2014 pelo selo Joia Moderna mistura de forma pessoal gêneros tradicionais do universo musical brasileiro. O disco foi listado entre os melhores do ano por diversos blogs de crítica especializada.

Suas músicas tem sido gravadas por intérpretes como Roberta Sá, Nina Becker, Pedro Miranda, Ana Cláudia Lomelino. Silvia Machette, Katia B, Alfredo Del- Penho, Zabelê, Camila Costa, Ciara Civello e grupos como Banda Metrô, Autoramas e Orquestra Imperial. No momento encontra-se em fase de gravação do seu terceiro disco com canções inéditas.

Sexta, 15 de dezembro
20h
R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia e Lista amiga).
Classificação: Livre
Curto Circuito
TEATRO IPANEMA 
Rua Prudente de Morais, 824A - Ipanema
Bilheteria do Teatro: (21) 2267-3750
Horário de funcionamento: 14h às 22h – fechado normalmente às quartas-feiras.
Capacidade: 193 (cento e noventa e três) lugares

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Oficina Matisse e seu tempo, national Caixa Cultural RJ

PROGRAMA EDUCATIVO GENTE ARTEIRA LEVA JAZZ À CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EM DEZEMBRO

Último mês do ano também terá oficina de história da Arte e nova edição de atividade que apresenta as obras de Matisse para crianças.


Nas festas de dezembro, o Programa Educativo Gente Arteira presenteia os frequentadores da CAIXA Cultural Rio de Janeiro com muita música e conhecimento na atividade gratuita Jazz no Foyer, no dia 20 (quarta-feira), às 18h30, apresentando um passeio lúdico pela história do jazz e suas vertentes. O evento terá participação da cantora Loren Vandal.

Do estilo musical a um dos livros mais belos do século XX, a exposição Henri Matisse – Jazz (em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até 22 de dezembro), inspira a oficina Matisse e seu tempo, nos dias 13, 14 e 15 de dezembro (quarta, quinta e sexta), às 18h30. Na atividade, os participantes poderão aprender mais sobre o contexto social europeu, os movimentos artísticos que se desdobraram entre o final do século XIX e a primeira metade do século XX, além das diferentes fases da produçao do artista.

Após grande sucesso no mês de novembro, a atividade Um passeio com Henri Matisse retorna em uma nova edição na qual crianças de 1 a 3 anos poderão se encantar com o mundo de cores, formas, texturas e ritmo das obras de um dos maiores nomes da arte moderna. Durante o evento, que ocorre no dia 9 de dezembro (sábado), às 11h, os participantes serão apresentados a uma experiência única que aborda a arte contemporânea de maneira totalmente adaptada ao público infantil, incluindo ações práticas.

Atividades mensais:
A programação também traz as atividades que ocorrem mensalmente, incluindo a ação Você gosta de poesia?, todas as sextas do mês, das 10h às 20h. A atividade incentiva o público a redigir um poema e deixá-lo nos varais existentes no Espaço de Leitura. A proposta é que cada um deixe um poema e leve outro, num gesto de troca e continuidade.

Enquanto isso, as Ações de Galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.

O programa educativo CAIXA Gente Arteira tem como objetivo explorar diversas linguagens artísticas, possibilitando ao público a experimentação prática e teórica sobre artes visuais, música e dança, através de oficinas, vivências e bate-papos. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo telefone (21) 3980-4898 e pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br.

Programação CAIXA Gente Arteira:
Pequena Gente Arteira – Um passeio com Henri Matisse
Datas: 9 de dezembro (sábado)
Horário: 11h
Local: Foyer
Público-alvo: Crianças de 1 a 3 anos

Oficina Matisse e seu tempo
Datas: 13, 14 e 15 de dezembro (quarta, quinta e sexta)
Horário: de 18h30 às 20h30
Local: Sala de oficina 1
Classificação indicativa: Livre

Jazz no Foyer
Datas: 20 de dezembro (quarta-feira)
Horários: 18h30
Local: Foyer
Classificação indicativa: Livre
 
Serviço:
Programa educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Você gosta de poesia?: sextas-feiras, das 10h às 20h
Ações de galeria: de terça a sexta-feira, de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: Consultar programação
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 | agendamento@gentearteirarj.com.br

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Vem curtir o último final de semana das Férias no CCBB RJ

FÉRIAS NO CCBB
O CCBB RJ dá a largada para as férias e ocupa a nova Esplanada da Candelária durante três finais de semana de dezembro com atividades artísticas e culturais dedicadas particularmente às crianças.

À partir do dia 01/12, espetáculos musicais em palco especialmente montado para a ocasião, oficinas artísticas e atividades lúdicas, acontecem na área externa e também dentro do prédio do CCBB Rio. 
O evento gratuito apresenta duas “happy hours” às sextas; oito espetáculos musicais variados (orquestras, corais, grupos musicais) e nove oficinas, seis ao ar livre e três na área interna do CCBB Rio, aos sábados e domingos.

A programação de qualidade conta com atrações como Nicolas Krassik, Zé Renato, Nilze Carvalho, os corais Palavra Cantada e da Escola de Música Villa Lobos, Orquestra Bem Me Quer Paquetá, Filarmônica do Rio de Janeiro, sessões de observação do céu (astronomia para crianças), oficinas de percussão, pernas de pau, teatro de bonecos, trocas de livros, Farra dos Brinquedos e Cantoria de Reis Céu na Terra.

Espetáculos musicais, corais juvenis e adultos; orquestras de projetos sociais formadas por jovens; grupos musicais de samba, choro e forró; oficinas de percussão de escola de samba para crianças com instrumentos disponibilizados pela produção e de confecção de instrumentos musicais a partir de material reciclável; sessões de observação do céu para crianças, que chamdas de ‘Olhai pro Céu’, serão desenvolvidas em parceria com o Museu de Astronomia e Ciências Afins. Brincadeiras, quiosques e tendas dedicadas à alimentação complementam o evento.





Mais do que um programa para toda a família, o ‘Férias no CCBB’, por seu caráter plural e democrático, é um programa para todas as famílias. Programe-se e aproveite!




15/12 – Sexta-feira

19h – Happy Hour com Nilze Carvalho
Cantora, instrumentista, compositora apresenta o cd "VERDE 

AMARELO NEGRO ANIL", indicado ao Grammy Latino 2015 pela categoria melhor álbum de samba e reflete muito da vivência que adquiriu ao longo dos anos de carreira nacional e internacional, além de mostrar toda a versatilidade musical da artista diante da riqueza da música popular brasileira.
O cd registra além de composições próprias, grandes releituras que mesclam samba com outros ritmos do cancioneiro popular.
Hoje Nilze dedica-se quase que exclusivamente a sua carreira solo com o os shows "VERDE AMARELO NEGRO ANIL" e seu mais recente trabalho de palco chamado "CHORO CANÇÃO" onde ela desfila clássicos do choro vocal desde Callado à Marisa Monte. Além de cantora, instrumentista, compositora e produtora ela fez licenciatura em música pela UNI-RIO e foi apresentadora do programa CENA MUSICAL da TV BRASIL.

16/12 –Sábado

14h as 21h - Feira de troca de livros e brinquedos

16h - Mestre Riko Oficina de percussão, serão disponibilizados instrumentos para que as crianças tenham contato seguido de um cortejo.
A Bateria Feminina Fina Batucada nasceu com o professor e um dos fundadores da Escola de Música Villa-Lobos, Mestre Riko. Em 1998, ele criou um grupo de percussão exclusivamente de mulheres. O pouco tempo de apresentações rendeu ao grupo, já no carnaval de 2002, o prêmio de melhor bateria de Escola de Samba (Grupo Mirim), cedido pela Liga das Escolas Mirins.
Em 2003, a Fina Batucada ganhou o Estandarte de Ouro, cedido pelo Jornal O Globo. Tal premiação abriu portas para que o grupo fosse responsável, a convite da Prefeitura do Rio, pela abertura do desfile das escolas de samba campeãs do carnaval carioca daquele ano.
Pela sua qualidade técnica e carisma, a Fina Batucada é convidada para tocar em diversos eventos além das passarelas de onde desfilam escolas de samba.

18h - Show Farra dos Brinquedos

O Grupo Farra dos Brinquedos desperta no público infantil o encanto pela música entre pais e filhos. Os músicos investem na variedade de ritmos, na qualidade dos arranjos e
interpretação, no caráter educativo e na dimensão cênica da música.
Criado por cantores e instrumentistas consagrados do cenário carioca, o Farra dos Brinquedos é formado por Pedro Miranda (voz e percussão), Elisa Addor (voz), Marcelo Caldi (acordeom e voz), Daniela Spielmann (saxofones e flautas), Nando Duarte (violão de 7 cordas e contrabaixo acústico), Carlos Cesar Motta (bateria e percussão) e Bebel Nicioli (flauta e clarinete).
O grupo faz um passeio lúdico por canções que retratam o dia-a-dia da relação entre pais e filhos, seus dramas e alegrias; e são inspiradas pela convivência dos jovens artistas com os pequenos. Estão presentes gêneros como samba, choro, tango, polca, salsa, marcha, baião, xote, maxixe, jazz e rock n’ roll. O colorido dos instrumentos e a variedade dos intérpretes visam estimular a interação da garotada.
Algumas canções possuem caráter pedagógico, sem perder a leveza, como é o caso de “Tira o dedo”, que relata a agonia dos pais em ensinar os pequenos a não colocar o dedo na tomada, no pudim ou no nariz. Outras despertam a ludicidade, ao falar da formiguinha, que “corre apressadinha / sai de manhã cedo / e só volta de noitinha”, e do elefante, cuja tromba é imitada por um sax tenor. Os trechos inspirados no blog frases de crianças, os figurinos de Maria Hermeto, a programação visual de Emílio Rangel
e a iluminação de Renato Machado corroboram para a atmosfera poética, fazendo o espectador navegar por diversos ambientes, de acordo com o clima de cada canção.

17/12 – Domingo

14h as 21h - Feira de troca de livros e brinquedos

16h ás 18h e 19h as 21h (Externa) - Oficina Olhai para o Céu - Observação do sol e do céu em parceria com o Museu de Astronomia, com oficinas e telescópios.

18h - Show - Folia de Reis Céu na Terra

A Cantoria de Reis do Céu na Terra visita presépios domésticos e públicos desde 1999, louvando musicalmente o sagrado nascimento de Jesus em ruas, praças e casas do Rio de Janeiro e outyros locais como Niterói, Rio das Flores, Friburgo, Duas Barras, Visconde de Mauá, Cabo Frio, Duas Barras, Teresópolis e Lumiar, no Estado do Rio de Janeiro; de Januária, Juiz de Fora, Aiuruoca, Ibitipoca e Montes Claros, no Estado de Minas Gerais; e em Maceió no estado de Alagôas. O grupo, formado a partir de relações familiares e vínculos de amizade tem visitado dezenas de domicílios há mais de uma década, beneficiando centenas de pessoas com suas preces, cantos e desejos de prosperidade a cada início de ano. No seu repertório, além de canções próprias, cantos aprendidos com grupos tradicionais com quem, inclusive têm se realizado visitações mútuas que fortalecem os vínculos de reciprocidade e manutenção das práticas ligadas a louvação pelo Sagrado Nascimento de Jesus. A jornada consiste na visita e celebração de presépios, todos integrantes vestidos de branco, e tendo à frente a bandeira que simboliza a própria estrela-guia, e que indicaria, miticamente, os caminhos a serem percorridos. O evento guarda semelhanças fundamentais com as Folias de Reis, como na ordem ritual de entrada e saída das casas, com cantos para anunciar a chegada, para entrar na
residência, e para louvar santos, cantadores, donos da casa e o presépio. A Cantoria de Reis foi homenageada recebendo placa comemorativa em 2014 na Gruta dos Santo Reis, município de Rio das Flores pelos seus 17 anos de atividade e conjunto da obra.


FÉRIAS NO CCBB 

Serviço: 

1) Datas: 01, 02, 03 (sexta-feira, sábado e domingo); 09, 10 (sábado e domingo); 15, 16 e 17 (sexta-feira, sábado e domingo) de dezembro de 2017.

2) Horários: sextas-feiras, shows às 18:30h (“happy hour”); sábados e domingos, oficinas a partir das 14h e espetáculos musicais a partir das 18h.

3) Grátis

Agenda Cultural RJ
 ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
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Ate dia 22 de dezembro, Mostra A Construção do Patrimônio apresenta reflexão sobre a preservação do patrimônio no Brasil na Caixa Cultural RJ

 CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REÚNE MAIS DE 150 OBRAS DE IMPORTANTES ACERVOS BRASILEIROS EM EXPOSIÇÃO

Mostra A Construção do Patrimônio apresenta reflexão sobre a preservação do patrimônio no Brasil


A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, de 25 de outubro e 22 de dezembro de 2017, a exposição A Construção do Patrimônio, que apresenta mais de 150 obras entre documentos raros, quadros e esculturas, montando um panorama de importantes momentos da história das políticas públicas de preservação do Brasil, além dos desafios que envolvem a expansão do conceito de patrimônio. O projeto tem curadoria de Luiz Fernando de Almeida, ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Realizado pelo Instituto Pedra, a mostra faz parte da programação das comemorações dos 80 anos de existência do IPHAN, uma das mais longevas instituições públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação e promoção do patrimônio cultural na América Latina.
A exposição é dividida em 12 ambientes. Dentre o acervo exposto, destacam-se registros e obras de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Lúcio Costa, Marcel Gautherot, Germano Graeser, Eric Hess, Oscar Niemeyer, Pierre Verger, Mestre Vitalino e uma réplica de Aleijadinho. Além de importante acervo documental do IPHAN do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, a exposição conta ainda com obras do Museu Histórico Nacional, Música Nacional de Belas Artes, Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP), MASP, Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Casa Juscelino Kubitschek, entre outros.

“Uma reflexão sobre a ideia de patrimônio poderá ser uma das mais potentes metáforas dos brutais desafios que vivemos no nosso tempo, diante da dificuldade e necessidade de projetar o nosso futuro”, afirma o curador Luiz Fernando de Almeida.

No dia 26 de outubro (quinta-feira), às 18h, Luiz recebe o público para uma visita guiada à exposição seguida de um debate com a ex-presidente do IPHAN Jurema Machado. Após a temporada no Rio, a CAIXA Cultural de São Paulo receberá itinerância da mostra a partir de janeiro de 2018.

Instituto Pedra:
O Instituto Pedra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos baseada em São Paulo. Fundado em fevereiro de 2013, o instituto desenvolve projetos no campo do patrimônio cultural.  Seu objetivo é realizar intervenções e leituras que valorizem este patrimônio, gerando conhecimento com enfoque integrado e considerando as suas dimensões simbólica, material e territorial. Para mais informações, acesse o site www.institutopedra.com.br.

Ficha técnica:
Realização: Instituto Pedra
Curadoria: Luiz Fernando de Almeida
Curador-adjunto: Henrique Lukas
Expografia: José Luiz Favaro
Produção executiva: TZM Entretenimento (Marione Tomazoni)
Apoio: IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
A Construção do Patrimônio
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galerias 2 e 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 25 de outubro (quarta-feira), às 19h
Visitação: de 26 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

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14 de dez de 2017

ESPETÁCULO O BLÁ BLÁ BLÁ


ESPETÁCULO O BLÁ BLÁ BLÁ
Uma mulher vive intensamente em busca de suas plenas satisfações biológicas, antes de desembarcar totalmente de sua vida a personagem conta sua saga ao viver o conflito entre o biológico e o social.
DURACÃO: 50 MIN
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 ANOS

Temporada
TEATRO CÂNDIDO MENDES
Terça Quarta e Quinta às 20h00 horas
até 21 de Dezembro de 2017
Teatro Cândido Mendes

Rua Joana Angélica ,63 Ipanema ,

Próximo ao metrô (estação) Nossa Senhora da Paz
Ingressos : 40 inteira
20 Meia
Bilheteria de segunda a segunda de 13 as 20horas
Tel: 25233663/ 968685855

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O Mundo em Múltiplos Olhares

A exposição coletiva O Mundo em Múltiplos Olhares, que será aberta no dia 14 de dezembro, marca a volta a exposições do grupo Multiplo Olhar, que congrega artistas com formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. São eles: Daruich Hilal, Helio Vianna, Laura Lucia Limongi, Márcio Sá e Marlene Blois.

O evento traz o conceito de mundo, que tem sido objeto da filosofia ocidental e de outras áreas do conhecimento, entendido como tudo aquilo que constitui a realidade, um mundo consistido da totalidade dos fatos, independentemente das interpretações que os indivíduos possam fazer deles.

Portanto, “O mundo circundante é diferente para cada um de nós, não obstante nos movimentarmos num mundo comum”, argumentou Martin Heidegger. A visão de mundo – ou visão da vida- pode ser interpretada como a nossa posição no mundo e o modus do nosso agir. Vale destacar que, em meio à ruína de áreas vitais como a social, econômica e política, a produção artística segue vigorosa, criada por personalidades distintas, que, segundo Leirner, revelam-se como materializações transcendentais do eu, do mundo, da vida e das complexas relações entre eles. Arte contemporânea é arte viva.

A exposição coletiva O mundo em múltiplos Olhares se funda na amplitude de visões de mundo dos cinco artistas que compõem o GRUPO MÚLTIPLO OLHAR, que se expressam por meio de reflexões estéticas sobre o mundo. Pela pintura nos mostram o mundo contemporâneo e como o sentem em suas inquietações e realidades. Como grupo, entendem que não é preciso destruir o que já existe para construir o novo, mas sim aprender a relacionar as coisas de maneira mais harmônica.

SERVIÇO:
Exposição O Mundo em Multíplos Olhares
Local: Galeria de Arte MBlois – R. Visconde de Pirajá, 111 – galeria lj. E
Ipanema
Temporada: 15 de dezembro a 9 de janeiro de 2018
Abertura: 14 de dezembro das 19-21h
Horário de Visitação: Segunda à sexta das 11h às 12h, 14h às 18h e sábados
das 10h às 13h. Domingos e feriados a galeria não abre.
Ingresso: Grátis.
Classificação Indicativa: Livre.

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Leoni faz show no Sesc Nova Iguaçu nesta sexta, 15/12 Espetáculo terá hits como “Só pro meu prazer”, “Double de corpo” e “Garotos II”, além de canções feitas em parceria com Cazuza, Herbert Vianna, Léo Jaime, Paula Toller, Frejat, Ney Matogrosso e Vinícius Cantuária.

Leoni faz show no Sesc Nova Iguaçu neste sexta, 15/12

Espetáculo terá hits como “Só pro meu prazer”, “Double de corpo” e “Garotos II”, além de canções feitas em parceria com Cazuza, Herbert Vianna, Léo Jaime, Paula Toller, Frejat, Ney Matogrosso e Vinícius Cantuária.

O cantor e compositor Leoni estará em Nova Iguaçu nesta sexta, dia 15/12, onde faz show em voz e violão com canções que marcaram sua trajetória. O espetáculo “Multiversos” será no Sesc local, com início às 19h, e ingressos a R$ 5 (associado Sesc), R$ 10 (meia entrada) e R$ 20 (inteira).

No repertório, hits como “Só pro meu prazer”, “Double de corpo” e “Garotos II”, uma das mais tocadas do cantor. Também fazem parte do setlist consagradas parcerias que incluem nomes como Cazuza, Herbert Vianna, Léo Jaime, Paula Toller, Frejat, Ney Matogrosso e Vinícius Cantuária, com sucessos da música pop como "Fixação", "Como eu quero", "Exagerado", "A fórmula do amor", entre outros.

Leoni iniciou a carreira na década de 80, fundando o Kid Abelha, onde atuou como baixista e principal compositor da banda Kid Abelha. Depois de quatro discos de ouro (mais de 500 mil discos vendidos), deixou a banda em 1986, para fundar os "Heróis da Resistência".

Acumulando a função de vocalista em seu novo projeto, rodou o país e ganhou outros discos de ouro. Com os "Heróis da Resistência" lançou três discos. Em 1993, partiu para a carreira solo que resultou no lançamento de sete álbuns. Entre seus mais recentes trabalhos estão o CD e DVD ao vivo “A Noite Perfeita”, que reuniu sucessos e inéditas num show gravado no Circo Voador, no Rio de Janeiro, o EP “Parcerias” e o álbum “Notícias de mim”, financiado pelo público via Catarse.

Show Leoni - Multiversos
Dia 15/12 – 19h / SEXTA!!!


Sesc Nova Iguaçu: Rua Dom Adriano Hipolito, 10 - Moquetá

Informações: (21) 2797-3001
Ingressos: R$ 5 (associado Sesc), R$ 10 (meia entrada para casos previstos em Lei) e R$ 20 (inteira)
Classificação etária: Livre

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“A História de Nós 2” – ÚLTIMA SEMANA no Teatro Vannucci Até 17 de dezembro Sextas e sábados às 21h e domingo às 20h

“A História de Nós 2” – ÚLTIMA SEMANA no Teatro Vannucci
Até 17 de dezembro
Sextas e sábados às 21h e domingo às 20h


O espetáculo “A História de Nós 2” se despede do Teatro Vannucc, no Shopping da Gávea neste final de semana. A peça é uma comédia romântica e foi um dos maiores sucessos da temporada teatral carioca dos últimos tempos. Estrelado pelos atores Alexandra Richter e Bruno Garcia, o espetáculo conta as aventuras e desencontros de um casal já separado, que revê a sua própria história na noite em que o marido vai buscar seus pertences no apartamento.

Edu é um homem dividido entre o desejo de ascender profissionalmente, a vontade de manter um casamento e o sonho de se manter eternamente livre. Já Lena é uma mulher ‘partida’ entre carreira, maternidade e paixão. Dois personagens que, em cena, transformam-se literalmente em seis: Edu, Duca, Carlos Eduardo, Lena, Mammy e Maria Helena, dando corpo e voz às diferentes ‘facetas’ de um mesmo homem e uma mesma mulher.

A comédia que estreou em 2009, já foi vista por mais de 1 milhão espectadores e eleita no mesmo ano pelo público, leitores do O Globo, como a melhor peça teatral.

O espetáculo transcorre na noite em que Edu separado de Lena há algum tempo, vai buscar seus últimos pertences no apartamento. O derradeiro encontro do casal converte-se num ajuste de contas a um só tempo cômico e emocionante, onde tentam descobrir quem afinal causou a separação: a mulher, a mãe, a advogada bem-sucedida ou o marido, o adolescente eterno, o publicitário workaholic?

Por meio de humorados e reflexivos flashbacks, os seis personagens ocupam a cena, enquanto no palco é tecida essa “História de nós 2”. Conteúdo de imediata identificação do público e a forma como a história é abordada, pelo viés da comédia, são os principais fatores do sucesso da peça.

Ficha Técnica


Autor: Licia Manzo
Diretor: Ernesto Piccolo
Elenco: Alexandra Richter e Bruno Garcia
Assistente de direção: Neuza Caribé
Cenógrafo: Clívia Cohen
Figurinista: Cao Albuquerque e Kiara Bianca
Direção de movimento: Marcia Rubin
Trilha sonora: Rodrigo Penna
Iluminador: Maneco Quinderé
Fotografia: Dalton Valério
Programador Visual: Zé Luiz Fonseca
Marketing: Mauricio Tavares
Designer: Julliana Della Costa
Produção Executiva: Glauce carvalho
Coordenação de Produção: Helber Santa Rita
Diretor de produção: Gustavo Nunes
Produção: Turbilhão de Idéias
Realização: Alexandra Richter e Gustavo Nunes

SERVIÇO

Teatro: “A História de Nós 2”
Temporada: De 08 de setembro a 17 de dezembro de 2017
Local: Teatro Vanucci

Endereço: Rua Marques de São Vicente 52 - lj 371, Rio de Janeiro - RJ, 22451-040 Telefone: (21) 2274-7246

Horários: sextas e sábados às 21h e domingo às 20h

Ingressos: sextas R$ 80,00 (inteira) e sábado e domingo R$90,00 (inteira)
Duração: 65 minutos
Classificação: 12 anos
Gênero: Comédia

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Acho Que Algo Deu Errado No Mundo Encantado'


Acho Que Algo Deu Errado No Mundo Encantado'
de Caren Vieira, com direção de Caren Vieira. É um espetáculo comovente, engraçado e cheio de conflitos. Desenvolve-se no quarto de um adolescente, onde ele descobre que foi escolhido pela profecia do reino encantado: Um Portal Mágico abre e seu quarto e atravès desse portal os seres do mundo encantado conseguem se comunicar com ele deixando o quarto repleto de príncipes, princesas, fadas e muitas outras criaturas encantadas.
São 60 minutos de diversão e suspense, com um texto divertido que agrada adultos e crianças , que nesta montagem dirigida pele Dona do Studio de Artes Ritmos Caren Vieira, pretende entreter a todos e mostrar que é possível e essencial a arte ser acessível a todos. São 09 crianças, 12 adolescente e 02 adultos no elenco, que fazem as personagens com muito carinho e de forma divertida, para que assim possam cativar a todos.
Venha se divertir com esta engraçada história.

SERVIÇO
Acho Que Algo Deu Errado No Mundo Encantado
Texto: Caren Vieira
Direção: Caren Vieira
Dia 15/12 - Sexa - 20 horas
Areninha Carioca Hermeto Pascoal - Praça Primeiro de Maio, s/nº - Bangu - 3463-4945
Ator convidado: Gustavo Carvalho
Elenco: Matheus Vieira,João Nascimento, Lívia Marques, Nicole Ribeiro, Fernanda Elias,Thiago Alves,Gabriella Mouzinho,Júlia Bonella,Kayllane Mendonça,Laryssa Ribeiro,Pedro Gaze,Duda Machado,Milena Ribeiro,Ana Marcela,Thaís Neves,Camilla Gomes,Priscila Nogueira,Maria Clara,Isabelle Amaral,Cadu Silva e Caren Vieira.

Bailarinos: Davi Alves,Dayse Duarte,Caren Vieira, Melissa Quézia,Raquel Barbosa, Michel Barrinha,Maria Vitória, Maria Eduarda, Beatriz Antunes,Márcia Andreza,Letícia Mesquita,Alfredo Freitas,Adriana Salgado, Ana Carla, Neide Ribeiro, Regina Roseira,Vivian Correia,Flavia Roberta,Simone Oliveira, Emanuelly Luiz, Yasmim, Luiz Santiago e Mariana Barros.
Cantores: Flavio Acácio e Marcia Andreza
Músicos: Daniel Basílio, Fred e Thomas Paiva.
Ingresso: R$15,00
Duração 60 minutos
Classificação livre
Informações Studio de Artes Ritmos: 21-3734-8507 / 21-99347-7856

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‘O Natal da Bela e a Fera’ promete animar o projeto Domingo é Dia de Teatrinho no Madureira Shopping Espetáculos gratuitos acontecem aos domingos, sempre às 16h




‘O Natal da Bela e a Fera’ promete animar o projeto Domingo é Dia de Teatrinho no Madureira Shopping

Espetáculos gratuitos acontecem aos domingos, sempre às 16h




O projeto ‘Domingo é Dia de Teatrinho’ tem nova atração no Madureira Shopping. Dando continuidade à programação, no dia 17 de dezembro, ‘O Natal da Bela e a Fera’ apresenta um clássico dos contos infantis, em uma história repleta de amor, aventuras e desafios. E, para fechar o mês com chave de ouro, no dia 24/12, o ‘Festival de Canções Natalinas’ promete emocionar o público com belas músicas.

As atrações são gratuitas e acontecem sempre às 16h, no 3º piso do empreendimento, ao lado da loja Game Point. Os clientes que forem ao shopping de carro ou moto poderão utilizar o serviço de estacionamento com tarifa única de R$ 5,00 durante todo o horário de funcionamento do empreendimento.

Serviço:

Domingo é dia de Teatrinho
Período: Domingos, dias 17 e 24 de dezembro
Local: 3º piso, ao lado da loja Game Point
Horário: 16h

Endereço: Estrada do Portela, 222 - Madureira


Evento gratuito


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Exposição “Abismo”, de José Tannuri, em cartaz na Tramas Arte Contemporânea (RJ) Individual do artista vai até o dia 16 de dezembro


Exposição “Abismo”, de José Tannuri, em cartaz na Tramas Arte Contemporânea (RJ)

Individual do artista vai até o dia 16 de dezembro


A Tramas Arte Contemporânea está em cartaz com a individual ‘Abismo’, exposição do artista carioca José Tannuri. Com trabalhos realizados em cores chapadas sobre páginas de jornal, ele investiga a borda que contorna os abismos, aqueles que construímos. Realizada entre 2016 e 2017 em seu ateliê em Santa Teresa, 'Abismo' apresenta trampolins e plataformas projetadas sobre o vazio, além de outras arquiteturas ambivalentes em pinturas sobre jornal, material que Tannuri domina já que é especialista em papel reciclado.

“Ao menos desde 2003, quando realizou a instalação ‘Muros’, no Centro Cultural Sérgio Porto, o artista aponta criticamente a dominação e o homogêneo. Tannurimanipula o jornal literal e, simbolicamente, suas páginas são como território de países, limites de suas fronteiras físicas, culturais, sociais e econômicas", escreve Luiza Interlenghi, curadora da exposição.

Sobre o artista:

Nascido no Rio de Janeiro, José Tannuri fez sua primeira exposição em 1998. Participou de mostras internacionais como a 10a Bienal de Havana e uma individual na Frederico Seve Gallery, em Nova York. Atualmente trabalha com projetos instalativos, performance, fotografia, pintura e desenho sobre jornal. Em seu eixo temático, objetos como arquitetura, cidade, construção de paisagens, abismos e passagens são relevados em seu processo.

Sobre a Tramas Arte Contemporânea:

Desde a sua fundação, em 2009, no bairro de Copacabana (RJ), a Tramas Arte Contemporânea vem atuando na difusão de artistas contemporâneos buscando a valorização de suas diversidades estéticas e conceituais. A galeria tem como objetivo propiciar o diálogo entre artistas e público, acreditando na intensa parceria construída ao longo dos últimos anos entre os mesmos, promovendo assim um espaço de discussão e reflexão da arte contemporânea brasileira. Sua programação norteia-se na pluralidade artística, apontando e incentivando a criatividade e aprofundamento conceitual no que tange as produções artísticas de seus artistas representados. Artistas representados: Evandro Prado, Fernando Ribeiro, Geraldo Melo, Henrique Pontual, José Tannuri, Leonardo Ramadinha, Marcelo Catalano, Osmar Dillon, Renan Cepada, Renato Sant’Ana e Yara Dewachter.

Serviço:

Exposição ‘Abismo’, de José Tannuri
Encerramento: dia 16 de dezembro de 2017
Curadoria: Luiza Interlenghi
Local:
Tramas Arte Contemporânea
Shopping Cassino Atlântico
Av. Atlântica 4240, Loja 219. Copacabana, Rio de Janeirocontato@tramasgaleriadearte.com.br | Tel: 55 21 2287-2036
Funcionamento: de segunda à sexta, das 10h às 19h. Sábados, das 12h às 18h.

Entrada gratuita

Links:

https://www.instagram.com/tramasartecontemporanea/
https://www.facebook.com/TramasGaleriaDeArte
https://issuu.com/tramasgaleriadearte
https://www.linkedin.com/in/tramas-arte-contempor%C3%A2nea-b86917141/

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Natal dos Porquinhos, o musical Devido ao sucesso de público, o espetáculo Natal dos Porquinhos, O Musical esta de volta ao Teatro Oi Casa Grande para duas apresentações, sábado dia 16 às 16h e domingo, dia 17 Às 15h.



Natal dos Porquinhos, o musical
Devido ao sucesso de público, o espetáculo Natal dos Porquinhos, O Musical esta de volta ao Teatro Oi Casa Grande para duas apresentações, sábado dia 16 às 16h e domingo, dia 17 Às 15h.

A mágica data do natal se aproxima e a floresta do "era uma vez" recebe novos moradores, os já conhecidos dos clássicos infantis, os três porquinhos. Pela primeira vez "Os Porquinhos" irão passar essa data tão festiva em uma floresta aonde terão que construir suas casinhas para prepararem uma grande ceia e aguardar a chegada do Papai Noel. A notícia sobre o natal dos porquinhos se espalha pela floresta e todos os animais ficam sabendo, inclusive o lobo Mamau, que irritado por não ter sido convidado, planeja fazer dos três porquinhos o prato principal da sua ceia. O lobo parece não acreditar na magia do natal e por isso pretende acabar com toda a festa derrubando cada uma das casinhas dos três porquinhos. Será que o lobo Maumau nunca teve um natal feliz?

Descubra nessa cômica adaptação de natal uma história cheia de lições para toda a família!

A concepção de Leandro Bispo cria uma versão original e bem humorada, mas também com uma mensagem educativa para as crianças: “Tudo alcança aquele que trabalha duro enquanto espera.” Thomas Edison.

Os números musicais passam por gêneros como o jazz, blues, pop e o rock. O texto de Dharck Tavares traz uma linguagem infantil e interativa, fazendo com que a platéia participe ativamente do espetáculo. A direção geral de Allan Ragazzy consegue transformar a obra em um musical para toda família, com a presença de bailarinos e estética visual de grandes musicais. Já a produção de Deise Reis e Leandro Bispo enriquece a qualidade do espetáculo, devido aos longos anos de sucesso e experiência dedicados ao público infantil, levando a sério o que é “coisa de criança”.

Serviço

Teatro Oi Casa Grande

Endereço: Av. Afrânio de Melo Franco, 290 - a - Leblon, Rio de Janeiro - RJ, 22430-060

Telefone: (21) 2511-0800

Data: 16 e 17 de dezembro 2017

Horário: Sábado às 16h e Domingo às 15h

Valor: R$ 70 (Inteira) R$ 35 (Meia entrada para estudantes e idosos)

Vendas nos sites: www.tudus.com.br

Duração: ​60​ minutos

Classificação: Livre para todos os públicos

Elenco:

Clara Castanheira

Debora Regina

Hugo Faro

Ingrid Maia

Paulo Eduardo Campos

Rafaella Gutierrez

Raí Valadão

Rayssa Bentes

Rodrigo Fernando

Thainá Tavares

Twigg

Willian Braga

Yago Custódio

Ficha Técnica:

Concepção: Leandro Bispo

Direção geral: Allan Ragazzy

Texto e coreografias: Dharck Tavares

Direção musical: Thiago Garcia

Direção de produção: Deise Reis e Leandro Bispo

Canções originais: Bruno Camurati

Produção Musical e arranjos instrumentais: Wagner Monaco

Guitarras: Rodrigo Kazui

Assistente de coreografias: Thainá Tavares e Rayssa Bentes

Cenário: Mario Pereira

Figurino: Leandro Bispo

Operador de Som: ​Jorge Batista​

Microfonista: ​Natalia Petrutes​

Produção Executiva: Susana Cardoso e Fernando Lomba

Assistente de produção: ​Fernando Junior, ​Sam Gutierrez e Felipe Meneses

Produtor Executivo Temporada​:​ Oi Casagrande: Rodrigo Mosquito

Co-produção: Mosquito Produções

Direção de Produção: Leandro Bispo e Deise Reis

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NUM PISCAR DE OLHOS, É NATAL A 7ª edição do Janelas do Natal encerra o ano de muitas ações e atividades da Igreja Batista do Méier



NUM PISCAR DE OLHOS, É NATAL

A 7ª edição do Janelas do Natal encerra o ano de

muitas ações e atividades da Igreja Batista do Méier

Durante todo o ano, é tanto trabalho na Igreja Batista do Méier, que “Num piscar de olhos, é Natal”! É dessa percepção – de que o tempo passa voando quando se está ocupado – que veio a inspiração para a 7ª edição do projeto Janelas do Natal, um dos mais tradicionais eventos da Zona Norte do Rio. Serão quatro apresentações na rua Dias da Cruz, em frente à Praça Agripino Grieco: no domingo e na segunda-feira, dias 17 e 18, respectivamente, às 20h; e na terça-feira, dia 19, às 20h e às 21h.

O momento é propício para a reflexão. Afinal de contas, o Natal pode promover muito mais do que apenas um tempo de solidariedade e comoção. A ideia é de que as festas de fim de ano sejam um tempo de mudanças, trazendo o amor de Deus, revelado em Jesus, desde seu nascimento.

A Igreja Batista do Méier atua justamente para que o amor de Deus floresça o ano inteiro. São várias as ações voltadas para a comunidade, desde a assistência religiosa em presídios e hospitais à arrecadação de doações e encaminhamentos para internação em casas de recuperação de adictos. Assim como também o apoio a instituições de acolhimento de idosos ou que oferecem cursos profissionalizantes. Além disso, a Igreja Batista do Méier mantém o Instituto Transformar, ONG que acaba de se transformar em Utilidade Pública Municipal.

Para os membros da comunidade há atendimento social, com auxílio de alimentação, remédios e para funerais, distribuição de cestas básicas, visitas a enfermos e idosos, e até casamento comunitário, com assistência na obtenção de documentos junto a cartórios, cerimonial e festa de celebração.

Por tudo isso, o projeto Janelas do Natal funciona como uma celebração de agradecimento a um ano de muito trabalho e amor compartilhado.

Este ano, as Janelas do Natal serão abertas com novidades que exigirão muita atenção para acompanhar as inovações e a profundidade da mensagem cantada com todos os seus detalhes. Alguns músicos se apresentarão pela primeira vez no evento. Sem querer fazer spoiler, é possível revelar apenas que o espetáculo terá uma dose extra de erudição.

Ano passado, depois de encantar um público de quase 5 mil pessoas com o tema “Jesus, a glória de Deus para todos os povos”, o coral de 150 vozes, incluindo o coro infantil, a igreja Batista do Méier inova e promete surpreender ainda mais em 2017: “ Vamos desafiar os olhos mais atentos com a iluminação e também com surpresas no alto do prédio e no solo. E num piscar de olhos tudo vai acontecer”, diz Jeanni Purin, idealizadora do Janelas do Natal e membro da executiva da igreja, que se empolga ainda mais: “Tudo isso totalmente de graça e livre para todas as faixas etárias, incluindo a acessibilidade para os surdos, porque teremos tradução para Libras em todas as apresentações!”.

O grande coro, com aproximadamente 150 pessoas, cantará músicas de Natal, e o coral infantil, como sempre, contagiará, com delicadeza e emoção, o público que estiver no asfalto ou nas sacadas dos prédios.

Sobre o Janelas do Natal

Tudo começou com a ideia de presentear o Méier, bairro onde está localizada a quase centenária Igreja Batista do Méier, com um Natal cheio de música, som, luzes e, acima de tudo, amor. O público que assistiu à inauguração do Janelas do Natal em 2011 não é mais o mesmo. A emoção do evento já ultrapassou a Cidade do Rio de Janeiro e o Brasil, e teve uma grande repercussão mundo afora, atraindo turistas de todas as partes.

O evento Janelas do Natal já reuniu mais de 25 mil espectadores no único evento natalino da Zona Norte. O coral figura entre as dez imagens natalinas mais visualizadas no mundo, segundo o site da NBC News (http://www.nbcnews.com/news/world/sparkling-holiday-lights-brighten-season-n271151)

Ficha Técnica:
Realização: Igreja Batista do Méier

Maestro: Paulo dos Santos Queiroz Júnior

Som e Iluminação: Carlos Eduardo Som, Luz e Imagens
Figurino: Prazer em Receber
Solistas: Jussara Chieregato, Flávia Lopes, Karla Araujo, Bruna Nunes
Participações: Grande Coro Janelas 150 vozes, Coro Janelas Kids e Grande Orquestra



PROGRAMAÇÃO DE DEZEMBRO

Dia 10 – Dia da Bíblia

· Das 9h às 11h – Coro Edson Paschoal

· 19h – Coro Jovem e grupo de Dança

Dias 17,18 e 19 – Janelas do Natal

Dia 24 – Celebre o Natal –

· 10h – 99 anos da IBMéier – Coro Madrigal

Dia 31 – Ano Novo –

· 19h – Culto da Vitória

Serviço:

JANELAS DO NATAL
Endereço: Rua Dias da Cruz em frente à Praça Agripino Grieco – Méier
Dias: 17 e 18 de dezembro, domingo e segunda-feira, às 20h; 19 de dezembro, terça-feira, às 20h e 21h.
Duração do espetáculo: 1 hora
Classificação: Livre
Entrada franca
Telefone para Informações: (21) 2599-3000
Facebook: @janelasdonatal

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. 
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Dia 14 de dezembro (quinta), às 19h, será realizada a mesa Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, da qual participam as cineastas Janaína Oliveira (Re.Fem) e Yasmin Thayná, com mediação do co-curador Paulo Ricardo.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE RETROSPECTIVA DE DIRETORAS NEGRAS DO CINEMA BRASILEIRO

Mostra reúne 46 filmes nacionais de consagradas cineastas e promove debates sobre as obras




A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça a domingo), a mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro, que reúne uma retrospectiva cinematográfica empreendida por diretoras negras expoentes do cinema nacional. Serão apresentados 46 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, além de dois debates sobre a participação da mulher negra na cinematografia brasileira. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Com curadoria de Kênia Freitas e Paulo Ricardo de Almeida, a mostra percorre trabalhos desde as pioneiras Adélia Sampaio e Danddara, até nomes contemporâneos, como Carol Rodrigues, Elen Linth, Juliana Vicente, Lilian Solá Santiago, Renata Martins, Sabrina Fidalgo, Viviane Ferreira, Yasmin Thayná, entre outras. Dentre os destaques selecionados, estão Amor Maldito (1984), de Adélia Sampaio; Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara; Graffiti (2008), de Lilian Solá Santiago; Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente; Um filme de Dança (2013), de Carmen Luz; O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira; Kbela (2015), de Yasmin Thayná; Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo; e Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento.

Considerada pioneira, Adélia Sampaio começou no cinema em 1969. Filha de empregada doméstica, a cineasta dirigiu quatro curtas-metragens: Denúncia Vazia, Um Deus dança em Mim, Adulto não brinca e Na poeira das ruas. Em 1984, Adélia dirigiu o filme Amor Maldito, tornando-se a primeira diretora negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além disso, a produção também é considerada a primeira com temática inteiramente lésbica no cinema nacional.

Nos anos 1990, a realidade do cinema feminino negro no Brasil pouco se alterou. Danddara, umas das resistências do período, ingressou no cinema profissional fazendo assistência para Paulo Rufino (Canto da Terra, 1991). No entanto, seu primeiro curta, Gurufim na Mangueira (2000), foi recusado três vezes pelo Ministério da Cultura antes de ser aprovado. Ainda assim, a diretora usou de diversos subterfúgios para driblar o racismo institucional, como assinar o projeto com um pseudônimo francês (Mônica Behague) e relevar para segundo plano a sua autoria do roteiro.

“Falar das trajetórias das mulheres negras no cinema brasileiro é remontar uma história de invisibilidade e apagamentos. Até por isso, o que é impactante na produção atual é a sua coletividade e a pluralidade de projetos e obras. Uma série de iniciativas das próprias cineastas marcam esse cenário de transformação e afirmação, propondo novas formas de viabilizar e divulgar o cinema feito pelas mulheres negras. Entre tantas, podemos destacar: a plataforma de exibição online Afroflix (www.afroflix.com.br/), criada por Yasmin Thayná, e a websérie Empoderadas, criada e dirigida por Renata Martins, que se desdobrou em encontro e festival de cinema feminino negro” destaca a curadora Kênia Freitas.

“Houve o barateamento dos equipamentos de produção, sobretudo com a entrada em cena do digital, que aumentou o acesso a uma arte (ainda cara) para um número maior e mais diverso de realizadores. O estabelecimento do sistema de cotas nas universidades públicas, assim como o ProUni e o Fies, trouxe para o ensino superior – incluindo os cursos cinema e audiovisual - alunos e alunas pobres e negros, antes excluídos. A abertura de uma linha de financiamento específica na Ancine para afrodescendentes significa o reconhecimento da falta de diversidade pela instância máxima de fomento do cinema brasileiro”, complementa o também curador Paulo Ricardo de Almeida.

Sessão inclusiva e debates:

No dia 09 de dezembro (sábado), às 17h30, haverá sessão inclusiva do filme Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, com audiodescrição e closed captions, para pessoas com necessidades especiais.

Fazem parte da programação, ainda, duas mesas de debates. No dia 07 de dezembro (quinta), às 19h, a mesa O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro recebe as cineastas Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo, com mediação da curadora e doutora em Comunicação e Cultura, Kênia Freitas. Este debate terá tradução em Libras.

Já no dia 14 de dezembro (quinta), também às 19h, será realizada a mesa Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, da qual participam as cineastas Janaína Oliveira (Re.Fem) e Yasmin Thayná, com mediação do co-curador Paulo Ricardo.


A entrada para ambos os seminários é franca, com ingressos distribuídos 1h antes do início.
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Serviço:
Mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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