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30 de nov de 2015

Ensaios de verão do Bloco Exagerado - Músicas do Cazuza tocadas em ritmos como samba, frevo e forró, o bloco Exagerado é uma das novidades para o Carnaval carioca de 2016.



 Os cariocas não precisam esperar até fevereiro para cair na folia. Os ensaios abertos do bloco Exagerado, que toca músicas do Cazuza em ritmo de Carnaval, acontecem nos sábados, 05 e 19 de dezembro e 09 e 23 de janeiro, a partir das 21h30, na Taberna do Pura Vida Hostel, em Copacabana.

“Depois do nosso show de estreia, ficamos ainda mais empolgados para botar logo o bloco na rua! A repercussão do público foi ótima”, conta o produtor e idealizador do grupo, Rafael Braga.


Os blocos temáticos inspirados no trabalho de cantores e bandas dos mais diferentes estilos musicais há tempos animam o Carnaval do Rio de Janeiro. Homenageando um legítimo carioca, brincalhão e amante da música brasileira, o Exagerado chega esse ano como uma das boas novidades da cidade, mostrando que Cazuza e a festa de Momo têm muito mais afinidades do que podemos imaginar.
“Por que a gente assim?”, “Brasil”, “Malandragem” e “Codinome Beija-flor” são alguns exemplos dos sucessos que agitam os foliões. Além desses, estão no repertório clássicos de outros compositores que foram imortalizados na voz do poeta, como “O Mundo é um Moinho”, de Cartola e “Vida Louca Vida”, de Lobão.
As versões tocadas pelo bloco foram compostas a partir da base das músicas originais e para dar o clima dos diferentes ritmos, como samba, frevo, reggae e forró, chocalhos, surdos, triângulos e tamborins também dão seu show.
O grupo tem no vocal Helton Alves, na guitarra Bruno Viana, no baixo Victor Matos e na percussão Renan Farias, Thomaz Almeida, André Churros, Marcelle Cabral e Felipe Bruno, que assina os arranjos musicais.



Serviço:
Ensaios de Verão do bloco Exagerado
Dias: 05 e 19 de dezembro e 09 e 23 de janeiro (Sábados)
Hora: 21h30 às 03h30
Local: Taberna do Pura Vida Hostel
Endereço: Rua Saint Roman, 20. Copacabana, Rio de Janeiro
Ingressos: R$ 20,00 
(antecipados – www.sympla.com.br) e R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia). Pagam meia entrada estudantes e todos aqueles que levarem, no dia do evento, uma lata de leite em pó, que serão doadas à Sociedade Viva Cazuza.

Saiba mais sobre o Exagerado:

Redes Sociais

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Facebook.com/blocoexagerado

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Bete Balanço 
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Ideologia - 
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28 de nov de 2015

Alexandre Borges apresenta “Poema Bar” ao lado dos músicos portugueses João Vasco e Sofia Vitória - Recital que homenageia Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa fica em cartaz de quinta a domingo (3 a 6 de dezembro) no Teatro Glauce Rocha e terá toda a renda revertida para a Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST).

 O Teatro Glauce Rocha, no Centro do Rio, recebe de 3 a 6
de Dezembro (quinta a domingo) o recital de música e poesia “Poema Bar”, apresentado pelo ator Alexandre Borges acompanhado pelo pianista português João Vasco e a cantora portuguesa Sofia Vitória. A apresentação faz parte da ocupação Em Cena Para Todos, realizada pela produtora Ymbu Entretenimento e toda renda das apresentações será revertida para a Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (www.caccst.org.br), que há 15 anos atua na cidade do Rio de Janeiro.

A celebração entre a música e a poesia do brasileiro Vinicius de Moraes e do português Fernando Pessoa foi a motivação encontrada pelo pianista João Vasco e o ator Alexandre Borges para criarem o recital POEMA BAR. Enquanto o ator brasileiro declama versos de ambos os poetas, o pianista português interpreta músicas que vão do fado às canções brasileiras. A dupla ainda conta com a participação luxuosa da cantora portuguesa Sofia Vitória. No repertório estão canções como “Amor em lágrimas” e “Acalanto da Rosa”, do aclamado compositor erudito brasileiro Cláudio Santoro e versões para canto e piano de fados portugueses, como “Gaivota” e “Meu Amor, Meu Amor”, arranjados por Jeff Cohen - pianista e professor no Conservatório Superior de Paris.

O cenário idealizado pelo cenógrafo Rogério Marcondes é composto por dois estandartes – painéis fotográficos com imagens trípticos, um recorte da geografia de Brasil e Portugal que permeia a vida e obra de Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa. Duas mesas e três cadeiras também compõem a cenografia, remetendo a um café lisboeta ou um botequim carioca.  O desenho de luz concebido pelo premiado Domingos Quintiliano propicia um ambiente insólito de um bar com traços poéticos.

Espetáculo já foi visto por 16 mil pessoas
POEMA BAR estreou em grande estilo em um dos lugares mais apropriados: a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa – Portugal. Em seguida o recital foi apresentado na Alemanha, no Teatro Bühne der Kulturen, em Colônia. O público brasileiro conheceu POEMA BAR em outubro de 2011, quando o grupo promoveu uma semana em comemoração aos 98 anos de Vinicius de Moraes. Mais uma vez, a estreia não poderia ser em outro lugar, senão no restaurante em que ele e Tom Jobim fizeram história.  A Casa Villarino abriu suas portas para receber o melhor da música e poesia em um encontro regado de emoção. Outro cenário escolhido para apresentação foi a comunidade do Vidigal, onde está a sede do grupo Nós do Morro, criado pelo artista Guti Fraga. POEMA BAR encerrou a semana comemorativa no Teatro do Leblon, em uma bela apresentação. Em novembro de 2012, POEMA BAR abriu o Ano Brasil / Portugal celebrado entre setembro de 2012 e agosto de 2013, no Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, em São Paulo.

A montagem circulou pelos teatros do SESI no interior do estado, nas cidades de São José dos Campos, Sorocaba, Campinas e Itapetininga. Sucesso de público na curta temporada, POEMA BAR retornou aos palcos dos teatros do SESI-SP em 2013 para mais uma turnê pelo interior de São Paulo e uma apresentação na capital. Em maio de 2013, Alexandre Borges, João Vasco, Mariana de Moraes e Sofia Vitória participaram da primeira mostra de teatro Tiradentes em Cenas, em Minas Gerais, apresentando pela primeira vez o recital em praça pública. No mês seguinte, POEMA BAR realizou a apresentação especial em homenagem aos 125 anos de Fernando Pessoa, no Teatro dos Anônimos - Fundição Progresso, no Rio de Janeiro.

SERVIÇO:
POEMA BAR
Direção artística e recitante: Alexandre Borges
Pianista e Idealizador: João Vasco
Cantora Convidada: Sofia Vitória
Desenho de luz: Domingos Quintiliano
Cenografia: Rogério Marcondes
Produção executiva: Fábio Amaral
Produção: Candice Frederico  
Local: Teatro Glauce Rocha - Av. Rio Branco, 179 - (21) 2220-0259.
Data: 3 a 6 de dezembro de 2015
Horário: Quinta a sábado às 19h e Domingo às 18h.  
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) Toda a renda das apresentações será revertida para a Casa de Apoio à Criança Santa Teresa (www.caccst.org.br)
Classificação: Livre
Duração: 75 minutos
Gênero: Recital
Capacidade: 202 Lugares
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27 de nov de 2015

Sesc estreia dois musicais premiados no projeto “Temporadas Infantis do Teatro Sesc Ginástico”, com ingressos a preços populares “Sambinha” estreia dia 28/11 e “Bossa Novinha” no dia 29/11, às 11h - ambos intercalam os sábados e domingos, em curta temporada

 Dois ritmos e muita história através de canções. Entre os dias 28/11 e 13/12, o Sesc realiza uma temporada inédita, intercalada com duas premiadas peças infantis: “Bossa Novinha – A festa do pijama” e “Sambinha”, no Teatro Sesc Ginástico. Retornando o projeto “Temporadas Infantis do Teatro Sesc Ginástico”, os espetáculos serão apresentados aos sábados – “Sambinha” – e aos domingos – “Bossa Novinha” -, sempre às 11h. As montagens, com texto de Ana Velloso e direção de Sergio Módena, são consagradas pela crítica e pelo público e destacam dois dos ritmos mais representativos no Brasil. Em “Bossa Novinha” serão apresentadas canções clássicas do gênero que revolucionou a MPB no final dos anos 1950, como “Minha namorada”, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes; e “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim e Vinícius. Em “Sambinha”, a criançada se agita ao som de clássicos como “Samba da antiga”, de Candeia; e “A voz do morro”, de Zé Keti.

            Vencedor do Prêmio Zilka Salaberry nas categorias Melhor Texto e Melhor Música, “Sambinha” estreia a temporada no dia 28/11. Ao longo do espetáculo, 16 canções apresentam a história através de uma música tema: “Menino brasileiro”. O samba pouco conhecido de Dona Ivone Lara serviu de inspiração para a peça e protagoniza a história através do personagem Júnior. Ele mora em uma comunidade no subúrbio e transborda talento como sambista. A personagem Marilu, por sua vez, foi inspirada na canção “Samba de Maria Luiza”, de Tom Jobim. Na peça, ela é uma menina de classe média da Zona Sul carioca, sempre conectada na internet.


  Os personagens se encontram quando Júnior vai parar na casa de Maria Luiza por acaso. Eles ficam amigos e trocam experiências sobre seus cotidianos. Isso amplia o conhecimento de ambos sobre outros hábitos e realidades opostas. A história trabalha com temas como o respeito às diferenças e à diversidade étnica. De forma lúdica, a montagem se desenrola através das canções de Cartola, Candeia, João da Bahiana, Chico Buarque, Caetano Veloso e uma vasta nata de compositores e baluartes do samba.

            “Bossa Novinha – A festa do pijama”, por sua vez, conta a história da menina Marilu. Em seu aniversário de 10 anos ela convida os melhores amigos para uma festa do pijama. Quando os pais de Marilu vão dormir, as crianças decidem brincar falando baixinho, para não fazer barulho. A aniversariante, que está aprendendo a tocar violão, convida os amigos a cantarem com ela. Eles inventam jogos, criam personagens e mergulham em um universo musical enriquecedor e divertido. Durante as brincadeiras, canções da Bossa Nova conduzem a história através de clássicos, como “Bolinha de sabão”, de Orlandivo e Adilson Azevedo; “Pela luz dos olhos teus”, de Vinícius de Moraes; e “O Barquinho”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.
            Em ambas as montagens que encerram as “Temporadas Infantis do Teatro Sesc Ginástico” este ano, um clima musical mágico e educativo não só para os pequenos, mas também um ótimo entretenimento para os pais e público de todas as idades.


Repertório “Sambinha”:
1)     Pelo telefone – Donga
2)     Batuque na cozinha – João da baiana
3)     Samba de Maria Luiza – Tom Jobim
4)     Lua de São Jorge – Caetano Veloso

5)     Alvorada – Cartola
6)     Shopping móvel – Claudinho Guimarães
7)     Samba lelê – Cantiga popular, versão de Ana Velloso
8)     Pique esconde na internet – Luiz Carlos da Vila e Moacyr Luz
9)     Nó na madeira – João Nogueira
10)  Lamento da lavadeira – Monsueto Menezes
11)  Morena Flor – Toquinho e Vinícius de Moraes
12)  Boas vindas – Caetano Veloso
13)  Feijoada completa – Chico Buarque
14)  Menino brasileiro – Dona Ivone Lara
15)  Samba da antiga – Candeia
16)  A voz do morro – Zé Keti




Repertório “Bossa Novinha”:

1)    O pato - Jaime Silva e Neuza Teixeira

2)    A cachorrinha -  Tom Jobim

3)    A galinha d’angola - Vinícius de Moraes

4)    Só danço samba - Tom Jobim e Vinícius de Moraes

5)    Bolinha de sabão - Orlandivo e Adilson Azevedo

6)    Eu quero um samba - Haroldo Barbosa e Janet Almeida

7)    Lobo lobo - Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli

8)    Minha namorada - Carlos Lyra e Vinícius de Moraes

9)    Pela luz dos olhos teus - Vinícius de Moraes

10) Ela é carioca - Tom Jobim e Vinícius de Moraes

11) Garota de Ipanema – Tom Jobim e Vinícius de Moraes

12) Samba do avião - Tom Jobim

13) O barquinho - Roberto Menescal

14) Pout pourri - Wave (Tom Jobim); Corcovado (Tom Jobim); Samba da benção (Vinícius de Moraes); A felicidade (Tom Jobim e Vinícius de Moraes); Chega de saudade (Tom Jobim e Vinícius de Moraes)



Serviço:
“Sambinha” e “Bossa Novinha” – “Temporadas Infantis do Teatro Sesc Ginástico”
“Sambinha” estreia dia 28/11 (em cartaz aos sábados, até 12/12)
“Bossa Novinha” estreia dia 29/11 (em cartaz aos domingos, até 13/12)
Horário: 11h.
Avenida Graça Aranha, 187, Centro.
Tel.: (21) 2279-4027
Preço: R$2 (associados Sesc), R$4 (estudantes e idosos) e R$8.
Classificação: livre.
Capacidade - 513 lugares
Duração: 50 minutos.
Realização: Sesc.

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26 de nov de 2015

Oficinas gratuitas para a criançada, palestras com o tema ''Mães Empreendedoras'' e muito mais na Expo Party - Um evento focado no mercado infantil. A ideia é reunir em apenas um lugar as melhores empresas e apresentar para o público os serviços de qualidade oferecidos no Rio de Janeiro.

Evento promove o empreendedorismo no mercado infantil 
A Expo Party será um evento focado no mercado infantil. A ideia é reunir em apenas um lugar as melhores empresas e apresentar para o público os serviços de qualidade oferecidos no Rio de Janeiro.

O local escolhido foi o Solar das Palmeiras, que oferece um espaço reservado, com estrutura apropriada para eventos.  Teremos diversas opções de lazer e gastronomia. Como o evento será gratuito a expectativa é de casa lotada. Quer saber mais sobre o nosso evento? Confira as atividades gratuitas que iremos oferecer.

Endereço: Rua das Palmeiras, 35 - Botafogo, Rio de Janeiro - Telefone:(21) 3096-7237



Seguem os horários das oficinas:
05/12 – Gratuito
10:00 h – Oficinas: Cupcake e Super Heróis
14:30h – Teatro e Oficina: Desenho Livre

06/12 - Gratuito
11:00 h – Contando um conto
13:00h – Teatro e Oficina

Palestras:
Blog Mães Empreendedoras - Empreendedorismo: uma carreira para mães

Thais Prado - Comer em Familia - Impacto no comportamento das crianças

 TEATRO:

FROZEN - UMA AVENTURA CONGELANTE 6/12 ÀS 14:30
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Visitantes do Museu de Astronomia aprendem a construir Sistema Solar em escala Confira a programação completa do MAST para o fim de semana, dias 28 e 29 de novembro. A entrada é gratuita!



Neste fim de semana, dias 28 e 29 de novembro, a programação do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) está cheia de atividades de divulgação científica direcionadas a todos os públicos e idades. Quem vier ao MAST terá a oportunidade de aprender a construir um Sistema Solar em escala na oficina “Cozinhando com a Ciência”, participar do Programa de Observação do Céu e ainda fazer uma visita orientada pelo campus do Museu. A entrada é gratuita!

No sábado (28), às 16h, será realizado o Cozinhando com a Ciência com a receitaMassinha Planetária. Nesta atividade, que acontece na sala de atividades do Prédio Sede do Museu, os participantes vão produzir massinha de modelar, com ingredientes do nosso dia a dia, e usá-la para construir um Sistema Solar em escala. E nessa brincadeira, eles vão conhecer melhor os planetas. A atividade é coordenada pela bióloga e bolsista do MAST, Ana Paula Germano.

Na visita orientada, o público irá se deparar com o Sistema Solar em Escala do MAST! Um conjunto de 12 totens instalados a céu aberto ao longo de duzentos metros que mostra o Sol e os planetas em uma escala de um para trinta bilhões, para os diâmetros e distâncias relativas ao Sol. É possível ter uma noção sobre a distância entre os planetas, as especificidades de cada um, a relação entre eles e o Sol. A visita pelo maior conjunto arquitetônico do Brasil na área de astronomia será realizada no sábado (28), às 15h e às 17h, e no domingo (29), às 15h, 16h e 17h.

O Programa de Observação do Céu (POC) acontece no sábado a partir das 18h30, com a exibição de um vídeo sobre astronomia e a apresentação da palestra “O Céu do Mês”, na qual os visitantes têm a oportunidade de descobrir o que está visível no céu do Rio de Janeiro e saber um pouco mais sobre a natureza dos corpos celestes. Em seguida, todos são convidados a observar o céu* através da centenária Luneta Equatorial e do moderno telescópio refletor de 8 polegadasde abertura. A atividade é conduzida por um astrônomo ou um mediador capacitado.

* Nos dias chuvosos e nublados, não há observação do céu através de telescópios.


SERVIÇO

Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão – Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3514-5200

Programação

Sábado, 28 de novembro

Visita orientada
15h e 17h

Cozinhando com a ciência
Receita: Massinha Planetária
16h

Programa de Observação do Céu
18h30 às 21h

Domingo, 29 de novembro

Visita orientada
15h, 16h e 17h.
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No sábado (28), a partir das 8h, a clínica Statera em parceria com o Circuito Da Praia promove Day Fit no CP do Flamengo - em frente a passarela do edifício 200, com lançamento da campanha "Statera Verão 2016". Evento gratuito que contará com atividades sob a orientação de profissionais de educação física e especialistas em nutrição funcional.

Serviço
DAY FIT STATERA
Endereço evento: Circuito da Praia, Praia do Flamengo, em frente a passarela do edifício 200. 
Horário: das 8h às 12h
Informações (21) 2551-0264 / 9-8219-1100 - whatsapp
Evento gratuito

www.staterabemestar.com.br

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Grupo Revelação agita a Mega Black Friday do Shopping Grande Rio

Para animar os consumidores, das 12 às 16h, haverá transmissão ao vivo da Rádio FM O Dia com show do grupo Revelação, das 14h40 às 16h. O grupo cantará seus principais sucessos, prometendo não deixar ninguém parado. A entrada é gratuita.

Sobre a Black Friday:
É o dia no ano com as ‘maiores promoções e descontos’ do comércio. A ‘sexta-feira negra’, conhecida como Black Friday, foi criada por lojistas norte-americanos como uma ação para alavancar as vendas no ano de 2005. No Brasil, a primeira versão do evento aconteceu em 2010, com ações de venda feitas por empresas de comércio online.

Serviço: Grupo Revelação agita a Mega Black Friday do Shopping Grande Rio
Data: 27 de novembro
Horário Rádio FM O Dia: 12h às 16h
Horário Show com Revelação: 14h40 às 16h
Entrada: Gratuita

O Shopping Grande Rio fica na Rua Maria Soares Sendas 111, São João de Meriti – Telefone: (21) 2430-5111

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25 de nov de 2015

FESTIVAL JUVENTUDE DA MARÉ O Parque das Ruínas, em Santa Teresa (RJ), recebe no dia 29 de novembro, domingo, o Festival Juventude da Maré com espetáculos dos grupos teatrais de jovens moradores da comunidade da Zona Norte do Rio de Janeiro, integrantes do Teatro do Oprimido na Maré. ENTRADA FRANCA



Depois de dois anos de atuação no Complexo de Favelas da Maré, já tendo realizado dezenas de apresentações em circulação dentro e fora da Maré, além de três edições do #OcupaJovem, o Projeto Teatro do Oprimido na Maré chega, no dia 29 de novembro, ao Parque das Ruínas, em Santa Teresa, com o Festival Juventude da Maré apresentando das 8h às 18h as produções artísticas e os espetáculos dos três grupos teatrais formados por jovens moradores da Maré. Pela manhã, acontece a abertura da Exposição Visões da Maré sobre a trajetória de dois anos do projeto e um espaço infanto-juventil. Na parte da tarde, os grupos apresentam seus espetáculos cujo argumento, texto e músicas foram concebidos pelos próprios jovens, em processo colaborativo com direção e realização do Centro de Teatro do Oprimido. O Festival prestigia ainda outros artistas da Maré, que foram convidados a apresentarem pequenas cenas nos intervalos entre os espetáculos.


– Essas peças contam histórias de vida, histórias reais desses jovens, como por exemplo o preconceito que existe no mercado de trabalho em relação ao morador de favela, a segregacão espacial, o machismo, a questão de gênero, a exploracão laboral, o castramento de sonhos e tantas outras do dia-a-dia da juventude da Maré  – comenta o sociólogo Geo Britto, coordenador geral e idealizador do Teatro do Oprimido na Maré.

A discussão sobre a temática de cada peça segue mesmo depois do término da apresentação. É nesse momento que inicia o Teatro Fórum, que leva para além do palco as questões da sociedade que precisam ser mudadas. Assim, para fortalecer o diálogo entre o oprimido e o opressor o espectador entra em cena. Uma das principais características do Teatro do Oprimido é essa participação. O Curinga (como Augusto Boal denomina o especialista na metodologia do Teatro do Oprimido) pergunta aos espectadores como eles resolveriam o impasse da peça. Mas não basta o espectador dizer o que faria, ele tem que subir no palco e mostrar. Neste momento um espectador substitui o ator na cena interpretando a alternativa pensada. Em seguida o público discute se aquela alternativa colabora na solução do problema. Muitas alternativas podem existir e outros espectadores entram em cena. Nesse momento a improvisação é que vale.



A trajetória do Teatro do Oprimido na Maré
 As atividades do Teatro do Oprimido na Maré acontecem semanalmente com a participação da juventude local onde esta por meio do teatro faz a leitura estética da realidade em que vive, buscando conhecer, debater, propor e intervir com novas formas de atuação comunitária na Maré a partir da metodologia do Teatro do Oprimido, internacionalmente reconhecido como transformador da realidade social das pessoas envolvidas.

Nos primeiros meses de atuação na Maré, em início de 2014, o Teatro do Oprimido na Maré realizou oficinas demonstrativas do método em toda comunidade. Dessas oficinas jovens, entre 15 e 20 anos, todos moradores da Maré, se candidataram para a formação de três grupos de Teatro do Oprimido (os chamados GTOs). Nos meses seguintes, esses jovens receberam treinamento na metodologia do Teatro do Oprimido, participaram de aulas de musicalização, cenografia, pintura, poesia e de cultura digital. No início de 2015 os grupos Maré 12, Marear e Marémoto, acompanhados de um diretor musical, um cenógrafo e um Curinga, começaram a conceber seus espetáculos cujos temas são ligados ao cotidiano da juventude. A escolha da temática, a concepção do texto e músicas das peças foram dos próprios jovens. Atualmente 36 jovens integram os três grupos.

Realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido, o Teatro do Oprimido na Maré conta com o patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, da SENAD - Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas/Ministério da Justiça por meio do Programa Viva Jovem e da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro por meio do Projeto do Ponto LapaMaré da Rede Carioca de Ponto de Cultura.

Para conhecer mais a respeito do Teatro do Oprimido na Maré acesse www.ctorio.org.br/ctomare.


FESTIVAL JUVENTUDE DA MARÉ
Data: Domingo, dia 29 de novembro, das 8h às 19h
Local: Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas – Rua Murtinho Nobre 169, Santa Teresa - Rio de Janeiro – tels. (21) 2215-0621 e 2224-3922
Classificação: LIVRE

ENTRADA FRANCA

08:00h – Abertura da “Exposição Visões da Maré” (Pátio de Entrada e Ruínas)
Sinopse: A exposição apresenta vídeos do processo de dois anos de atuação do Teatro do Oprimido na Maré e bandeiras confeccionadas pelos jovens do projeto através de traços e cores, estruturando linhas e experimentando matizes, usando como base telas de tecido. Em ‘Bandeiras da Realidade’ o Complexo da Maré, de origem nordestina e expressividade carioca, de grande extensão territorial e disputa política, com conflitos de diferentes níveis em contraste com uma festividade inerente, foi traduzido pelos jovens cada um criando uma bandeira que representasse a realidade da Maré. Em ‘Bandeira do Desejo’, a partir das bandeiras individuais uma nova reflexão foi gerada e uma nova bandeira criada, desta vez uma bandeira coletiva, contendo os sonhos dos jovens para a Maré do amanhã. De 29 de novembro até 6 de dezembro.

09:00h às 11:00h – Contação de Histórias “A galinha que criava um ratinho” (Lona)
Sinopse: Um galo e uma galinha que não tinham pintinhos começam a criar um ratinho. Um dia, a galinha precisa sair e pede ao galo e ao ratinho para tomarem cuidado com a raposa que ronda o lugar. A raposa faminta bate à porta, e o galo, distraído e preguiçoso, pede para o ratinho atender. Ainda bem que a mamãe galinha usa a cabeça em vez de arrancar as penas para resolver a confusão que se forma.
Com a contadora de histórias Mariana Rosa, a partir do texto de Maria Clara Machado.
13:45h – Performance “Não a Redução da Maioridade Penal” (Entrada do Parque das Ruínas)
Sinopse: A performance discute a redução pela maioridade penal.
Com o elenco do Centro de Teatro do Oprimido e convidados
14:00h – Espetáculo do GTO Marear “A resposta só é não?” (Teatro)
Sinopse: Diogo, morador da Maré consegue um emprego numa multinacional. Porém, ao descobrirem sua origem, é demitido. A peça aborda o preconceito que existe no mercado de trabalho em relação ao morador de favela e a segregação especial.
Elenco/GTO Marear: Carina Santos, David Carvalho, Gabriel Horsth, Gabriel Affonso, Gustavo Glauber, Jessica Vasconcelos, Joyce Vasconcelos, Kamyla Galdeano, Kíscila Tasciane, Luciana Nunes, Guta Almeida, Matheus Affonso, Luiz Fernandes, Rodrigo Machado, Tailane Santos, Lene Santos e Dayane Souza | Texto e Músicas: Criação coletiva do GTO Marear | Direção: Janna Salamandra e Alessandro Conceição / Centro de Teatro do Oprimido | Direção Musical: Roni Valk | Direção de Imagem e Cenário: Cachalote Mattos | Figurino: Nivea Nascimento | Maquiagem: Wellington Leão | Adereços: Mauro Soh
15:00h – Cena “Verniz: Mataram meu filho” (Galeria)
Sinopse: Resultado de uma pesquisa com mulheres negras do Complexo da Maré, todas marginalizadas num contexto violento e nada democrático que é a favela, o monólogo é baseado em fatos reais e inspirado na trajetória de vida da mãe do ator. A cena apresenta um conto que descreve o genocídio do jovem negro e favelado e as relações familiares que passam por esse contexto.
Direção, texto e atuação: Gabriel Horsth
15:30h – Espetáculo do GTO Maremoto “Marcha Borboleta” (Lona)
Sinopse: Depois do ensaio, Léo e Duda se despedem com o combinado de convidarem seus pais para a grande estreia da peça. Mas Léo se depara com a irredutível ideia do pai de que somente o trabalho de mecânico garantirá seu futuro e na casa de Duda, todas as tarefas domésticas devem ser feitas e refeitas impedindo que ela possa sair. Mas e o sonho de Léo e Duda fazerem teatro? A peça aborda a exploracão laboral e o castramento de sonhos.
Elenco/GTO Maremoto: Kyara Elane, Bárbara Assis, Max Waldorf, Nanny Cunha, Patrick Torres, Jeferson Luciano, Anderson Oliveira, Lucas Brynner, Cynara Farias, Milena Vital e Vinicius Alves | Texto e Músicas: Criação coletiva do GTO Marémoto | Direção: Claudete Felix e Flavio Sanctum / Centro de Teatro do Oprimido | Direção Musical: Roni Valk e John Silva | Direção de Imagem: Cachalote Mattos | Assistente de Curinga: Marcela Farfan | Cenário: Zitto Bedat | Figurino: Kelly Régis | Maquiagem: Wellington Leão | Adereços: Mauro Soh |Assistentes de Produção: Aislan Loyola e Thaynara Oliveira | Camareiras: Luana Silva, Sandra Mendes e Vânia Florisbela.
16:30h – Cena “Vai” (Ruínas)

Sinopse: A descoberta de que nossos pais, avós e bisavós tem codificado o nordeste em suas histórias nos levou a um questionamento: Por que nós, moradores da Maré e filhos de nordestinos, nos esquecemos daquela região de nosso país? Vai é o resultado de uma pesquisa cênica a fim de problematizar os caminhos que nos constroem, porém nos perdemos neles. Numa narrativa fantástica, uma família nordestina vai em busca de um lugar chamado Maré.
Direção de Arte e Musical: Rodrigo Sousa e Wallace Lino | Elenco/Grupo Trocas Marginais: Paulo Victor Lino, Marcos Diniz, Marllon Araújo, Gabriel Affonso, Gabriel Hortsh, Guirlherme Sousa, Barbara Assis, Matheus Mello, Kamylinha Galdeano, Juliana Targino, André Souza e Romário Zodic.
17:00h – Espetáculo do GTO Maré 12 “Em uma família” (Área superior do Parque das Ruínas)

Sinopse: Ana tem 15 anos e sonha jogar futebol e tocar berimbau. Porém seu pai diz que futebol é pra homem. Ela quer sair e se divertir, o pai responde que filha tem que ajudar a mãe na faxina, ser boa dona-de-casa para ser uma verdadeira mulher. A peça aborda o machismo que uma jovem sofre dentro da própria família.
Elenco/GTO Maré 12: Aparecida dos Anjos, Gabriela Guedes, Nara Gomes Freire, Nayla Gomes Freire, Maiara Mendonça, Jhenifer Melo, Maiara Fernandes e Kissila Tasciane | Texto e Músicas: Criação coletiva do GTO Maré 12 | Direção: Monique Rodrigues, Alessandro Conceição e Claudete Felix / Centro de Teatro do Oprimido | Direção Musical: Roni Valk | Direção de Imagem e Cenário: Cachalote Mattos | Figurino e Maquiagem: Wellington Leão | Adereços: Mauro Soh | Assistentes de Produção: Aislan Loyola e Thaynara Oliveira | Camareiras: Luana Silva, Sandra Mendes e Vânia Florisbela.

18:00h – Coquetel de encerramento com música e maculelê (Área superior do Parque das Ruínas)

Apoio: Agenda Cultural RJ 
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Ficha técnica

Coordenação Geral: Geo Britto
Coordenação Artística: Helen Sarapeck
Curingas: Alessandro Conceição, Claudete Félix, Flávio Sanctum e Monique Rodrigues
Assistente de Curinga: Janna Salamandra
Coordenador de Avaliação: Mario Miranda
Assistentes de Avaliação: Juliana Marques (Estatística) e Paula Beatriz Albuquerque (Documentação)
Facilitadores de Cultura Digital: Adriano Belisário e Surian dos Santos 
Design Gráfico: Alexandre de Castro
Website: Marcelo Paes de Carvalho
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Produção: Amaury Silva
Patrocínio: Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental; SENAD - Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas/Ministério da Justiça por meio do Programa Viva Jovem; Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro por meio do Projeto do Ponto LapaMaré da Rede Carioca de Ponto de Cultura
Realização: Centro de Teatro do Oprimido

Espetáculo Labirinto estreia dia 27 de novembro no Oi Futuro - O espetáculo entrecruza as vozes jamais ouvidas dos 13 jovens que acompanharam Teseu ao labirinto de Creta com a do próprio herói (Teseu), de seu pai (Egeu), de sua namorada (Ariadne) e de seu algoz (o Minotauro). “A peça brota da necessidade de dar voz àqueles que nunca tiveram. Ela problematiza a ideia de heroísmo e joga luz sobre a importância dos coletivos na construção da história”



Elaborada a partir de uma ideia da atriz Paula Calaes, a peça tem dramaturgia de Alexandre Costa e Patrick Pessoa e direção de Daniela Amorim

Em cena, além de Paula, estão os atores Alcemar Vieira e Otto Jr.

Os antigos mitos gregos oferecem várias versões do célebre embate entre Teseu e o Minotauro, consolidando um enredo que desde a sua origem vem sendo sucessivamente transmitido e reinventado e, mais recentemente, inspirou obras de autores como Nietzsche, André Gide, Gilles Deleuze, Julio Cortázar, Jorge Luis Borges e Sarah Kane. Com dramaturgia inédita de Alexandre Costa e Patrick Pessoa, o espetáculo Labirinto subverte inteiramente o enredo original do mito, dando voz aos personagens anônimos dessa história. Com direção de Daniela Amorim e codireção de Patrick Pessoa, a peça estreia no dia 27 de novembro, no Oi Futuro no Flamengo. A temporada seguirá até 20 de dezembro de 2015 e retornará em 2016, de 7 a 31 de janeiro, sempre de quinta a domingo. 



Em 2013, a atriz Paula Calaes e o dramaturgo Pedro Kosovski deram início à ideia de realizar no teatro uma leitura contemporânea do mito do Labirinto. “Meu interesse pelo universo grego antigo vem de longe, do entusiasmo que os textos de Nietzsche e de tantos outros que foram inspirados por ele me despertam”, conta a atriz. Um primeiro esboço do projeto foi apresentado à diretora Daniela Amorim, que também se interessou pela ideia e convidou para integrar o grupo os atores Alcemar Vieira e Otto Jr., além dos filósofos Patrick Pessoa e Alexandre Costa, que assumiram a dramaturgia.

Dotado de corpo humano e cabeça de touro, o Minotauro é fruto indireto da desobediência de Minos, rei de Creta, perante o deus do mar, Poseidon: tendo-o favorecido na sua ascensão ao trono, o deus não vê Minos cumprir a retribuição exigida, o que desperta a sua ira. Com o auxílio de Afrodite, deusa do amor, Poseidon faz com que Pasífae, esposa de Minos, se apaixone irremediavelmente por um touro, com quem ela concebe o Minotauro. Filho da traição, a criatura torna pública a vergonha de Minos, que ordena, sob comando de Dédalo, a criação de um inextrincável labirinto para abrigá-la. A vitória obtida na guerra contra Atenas dá a Minos a oportunidade de sustentar o Minotauro: derrotados, os atenienses deveriam enviar anualmente 14 jovens como alimento para o monstro, símbolo da dominação política. Em uma dessas oportunidades, Teseu, filho do rei de Atenas, decide fazer parte da expedição com a intenção de matar o Minotauro e libertar sua cidade do jugo de Creta. 


O espetáculo entrecruza as vozes jamais ouvidas dos 13 jovens que acompanharam Teseu ao labirinto de Creta com a do próprio herói (Teseu), de seu pai (Egeu), de sua namorada (Ariadne) e de seu algoz (o Minotauro).  “A peça brota da necessidade de dar voz àqueles que nunca tiveram. Ela problematiza a ideia de heroísmo e joga luz sobre a importância dos coletivos na construção da história”, destaca Patrick. “A questão da legitimidade das dívidas públicas (o caso grego não poderia ser mais atual) e da irracionalidade de juros que sacrificam toda uma juventude se articula, em nosso texto, com uma reflexão sobre as múltiplas possíveis reações humanas diante de uma situação da qual aparentemente não há saída”, complementa Alexandre Costa.

A peça não tem a intenção de transpor integralmente para o palco o enredo do mito original, mas sim a de construir um ensaio teatral sobre a atualidade de suas questões. Assumindo o labirinto como uma grande metáfora da vida, a concepção da peça articula o viés político do mito com o existencial e apresenta diversos comportamentos possíveis – medo, dor, erotismo, lucidez – diante de uma situação extrema como aquela vivida por esses anônimos. O que pensamos, o que sentimos, como agimos quando convictos da iminência da morte?  

O figurino do espetáculo é assinado por Paula Ströher. Para a ambientação cênica, Daniela Amorim convidou a artista Brígida Baltar, parceira criativa há muitos anos e responsável pela cenografia dos últimos espetáculos da diretora.  Com iluminação de Renato Machado, o espaço cênico é indeterminado e claustrofóbico, servindo como suporte para os labirintos criados pela cena: “A palavra, a luz e a música formam uma teia de leituras e vozes, onde cada espectador precisará encontrar seus próprios caminhos”, explica Daniela. Rômulo Fróes, que assina a direção musical junto com Cadu Tenório, compôs canções inéditas para a montagem e para uma obra audiovisual que Brígida criou especialmente para o projeto, que estará em exposição no Oi Futuro no Flamengo durante a temporada.


SERVIÇO
Espetáculo: Labirinto
Estreia para convidados: 26 de novembro
Temporada: 27 de novembro a 20 de dezembro de 2015.
7 a 31 de janeiro de 2016.
Local: Oi Futuro (R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo)
Informações: (21) 3131-3060
Dias e horários: Quinta a domingo, às 20h.
Capacidade: 63 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Gênero: Drama
Ingressos: R$10 (meia) e R$20 (inteira)
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Os criadores do fenômeno “Como Passar em Concurso Público” estão de volta ao Rio de Janeiro, após 7 anos, com seu novo sucesso: “Manual de Sobrevivência ao Casamento” Novidade nos palcos cariocas!


A Cia. de Comédia G7 está de volta ao Rio de Janeiro, em curta temporada, no Teatro dos Grandes Atores na Barra da Tijuca, com o
espetáculo “Manual de Sobrevivência ao Casamento”. Os criadores do mega-sucesso “Como Passar em Concurso Público” voltam a cidade
maravilhosa para mostrar seu novo repertório e chacoalhar o cenário do humor brasileiro de uma vez por todas.
Criada em 2012, “Manual de Sobrevivência ao Casamento” se tornou a peça mais complexa e divertida do grupo. Utilizando-se de estéticas
premiadas em festivais de teatro, o G7 formulou o guia definitivo para casais apaixonados sobreviverem a esta instituição tão antiga e ao mesmo tempo
tão na moda. 
A trupe já criou e apresentou mais de sete novas peças após conquistar 1 milhão de espectadores contando a vida dos concurseiros e retorna aos palcos cariocas para firmar-se ainda mais como uma das
maiores companhias de comédia do Brasil, com um humor refinado, provocativo, dinâmico e Revolucionário. Além de interpretar, os atores cantam
e tocam instrumentos ao vivo, dançam, interagem com a plateia e passam
Página 2 de 3 uma mensagem positiva que visa provocar a reflexão e quiçá tocar o coração
das pessoas.
Os números não mentem: são 14 anos de Cia. de humor, sete novas peças, mais de 1,5 milhões de espectadores em todo país, duas vezes no
programa do Jô e agora de volta ao Rio. Pode comemorar, o G7 voltou! E agora é só gol de placa.
Sobre o espetáculo “E se tudo der errado, ainda vai ser bem melhoro do que morrer queimado…”
O espetáculo de teatro que vai resolver todos os seus problemas, "Manual de Sobrevivência ao Casamento" é uma comédia que todos precisam assistir
antes, durante e depois de se casar - se quiserem sobreviver é claro. Por meio de um manual de regras sobre a boa convivência no casamento o
grupo conta a história de duas pessoas que decidem se casar no ardor da paixão e depois sofrem as consequências da vida a dois. Morar junto, dividir
o banheiro, ronco, TPM, traição, gerência dos trabalhos domésticos, falta de elogios, toalha molhada em cima da cama, são milhões de oportunidades
que ele, o casamento, cria para ameaçar a sua sobrevivência. Com muito bom humor o G7 prova que casar é uma ciência e que depende de boa
vontade, respeito e diálogo, mas também propõe a reflexão sobre a necessidade quase instintiva do ser humano de ser feliz com outra pessoa, diferente de outros exemplos encontrados na natureza. Será possível ser feliz sozinho?

Serviço:
Página 3 de 3
Teatro Grandes Atores - Barra da Tijuca
( Temporada de 06/11 a 20/12 )
Estréia - Dia 06/11 - 21 hs
Sexta e Sábado - 21 hs e Domingo - 20 hs
FICHA TÉCNICA
Elenco:
Benetti Mendes
Felipe Gracindo
Frederico Braga e
Rodolfo Cordón
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O Teatro Cacilda Becker recebe os espetáculos "Fios do Tempo" e ''Somos'' - dias 26, 27 e 28 de novembro

Teatro Cacilda Becker recebe os espetáculos “Fios do Tempo” e “Somos” 
Nos dias 26, 27 e 28 de novembro o Teatro Cacilda Becker recebe "Fios do Tempo". O espetáculo da Cia da Ideia é dirigido por Sueli Guerra e engloba duas coreografias inéditas: “Fios do Tempo” e “Um botão e Duas Rosas”. Na primeira parte, a coreografia “Um botão e Duas Rosas”, traz à tona as lembranças da infância, bem como as esperanças e anseios sobre o que o futuro reserva ao jovem artista. A coreografia faz uma viagem no tempo para trazer de volta temas como o primeiro amor, os medos, as ilusões, as dúvidas e angústias sobre as incertezas do futuro. 

FIOS DO TEMPO
A segunda parte traz a coreografia “Fios do Tempo” de Edney D´Conti,  que aborda questões como: "É o tempo que passa ou somos nós que passamos?”; “O desejo acaba?”; “O que está dentro não é o mesmo que está fora?"; "O que ou pra onde devemos seguir?”, além de tantas outras dúvidas que constantemente surgem e colocam em "xeque" essa nova-velha sociedade que está despontando.

No dia 29 de novembro o Projeto EluzArtes (Vitoria, ES) leva para o Cacilda a montagem “Somos”. O espetáculo tem como ponto de partida composições de Dori Sant’Ana, as quais utilizam elementos e estilos musicais brasileiros. A obra cênica explora, ou “brinca”, com questões de identidade, ou seja, quem “somos” nós – integrantes do Projeto EluzArtes – em nosso aqui e agora?

Espetáculo ''Fios do Tempo''

FICHA TÉCNICA
- Fios do Tempo
Coreografia: Sueli Guerra
Performance: Sueli Guerra, Rafaela Amado, Edney D’conti, Alessandro Brandão

- Um Botão e Duas Rosas
Coreografia: Edney D’conti

Performance: Edney D’conti, Olívia Vivone, Andréia Pimentel, Carlos Magno
e Mery Horta
Direção e Idealização: Sueli Guerra
Iluminação: Paulo César Medeiros
Cenografia: Heloísa Bulcão
Trilha Sonora Original: Rodrigo Russano
Assistente de Produção: Silvana Didonet
Direção de Produção: Canteiro de Ideias e Ana Carbatti Produções

SERVIÇO
Data: 26, 27 e 28 de novembro
Local: Teatro Cacilda Becker
Endereço: Rua do Catete 338, Largo do Machado, RJ (Acesso ao palco facilitado para deficientes físicos. Próximo a Estação Largo do Machado do Metrô)
Dias e horários: sexta e sábado às 20h e domingo às 19h
Informações: 2265-9933
Ingresso: R$20,00 – meia R$10,00
Capacidade: 70 lugares
Duração: 60 min
Classificação etária: Livre

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SOMOS
Espetáculo  ''Somos''

FICHA TÉCNICA
Criação coletiva e apresentação:  Projeto EluzArtes – Eluza Santos, Maria Helena Braga, Dori Sant’Ana
Direção: Eluza Santos
Música: Dori Sant’Ana
Assistência Técnica: Edgard Barbosa

SERVIÇO

Data: 29 de novembro
Local: Teatro Cacilda Becker
Endereço: Rua do Catete 338, Largo do Machado, RJ (Acesso ao palco facilitado para deficientes físicos. Próximo a Estação Largo do Machado do Metrô)
Dias e horários: domingo às 19h
Informações: 2265-9933
Ingresso: R$20,00 – meia R$10,00
Capacidade: 70 lugares
Duração: 40 min
Classificação etária: Livre

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CCPJ Rio traz os imperadores bizantinos Justiniano, o Grande, e Teodora nas visitas teatralizada

Neste sábado (28/11), o Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ Rio) apresenta nova visita teatralizada, desta vez, com os imperadores bizantinos Justiniano, O Grande, e sua esposa, Teodora (interpretados pelos atores Andrêas Gatto e Amanda Grimaldi Lerias). A proposta é, através de personagens do passado, contar a história do Antigo Palácio da Justiça e do Direito e transformar um passeio turístico em uma experiência lúdica e divertida.

O roteiro é indicado para todas as idades, tem entrada gratuita, e as senhas são distribuídas 15 minutos antes da visita, às 16h, na entrada do Antigo Palácio da Justiça (Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio, RJ. Tels.: 21 3133-3366, 3133-3368).

O roteiro

No passeio, os visitantes têm a oportunidade de conhecer algumas das áreas nobres do Palácio e descobrir suas antigas funções, tais como: o Salão dos Passos Perdidos, o Tribunal Pleno, a Câmara Isolada e o I Tribunal do Júri. Além das áreas históricas, eles também têm a oportunidade de conhecer as instalações do Centro Cultural, como a Sala Multiuso, projetada para receber peças de teatro, recitais de música e projeções de vídeos construída onde era o calabouço do Antigo Palácio.

As visitas teatralizadas fazem parte do programa Por Dentro do Palácio, do CCPJ Rio, e desde sua criação, em 2011, exibiu mais de 400 apresentações, assistidas por cerca de 12 mil espectadores.  



Serviço:
Dia 28/11, às 16h, Visita Teatralizada com Justiniano e Teodora
Antigo Palácio da Justiça (Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio, RJ. Tels.: 21 3133-3366, 3133-3368).
Entrada franca, com senhas distribuídas 15 minutos antes do início da visita, na entrada do Antigo Palácio)
Classificação etária: Livre
Duração: 50 minutos

Foto: Marcelo Carnaval

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