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29 de abr de 2015

O Parque das Ruínas em Santa Teresa recebe o projeto ‘Circo no Parque’ com a apresentação de ‘Eureka!!! Show Circense da Banda-trupe Irmãos Brothers Band’, aos sábados e domingos às 18h, até dia 31 de maio.

O Parque das Ruínas em Santa Teresa recebe o projeto ‘Circo no Parque’ com a apresentação de ‘Eureka!!! Show Circense da Banda-trupe Irmãos Brothers Band’, aos sábados e domingos às 18h, de 18 de abril a 31 de maio.

Com direção de Claudio Mendes, a apresentação tem a marca registrada da Irmãos Brothers Band: muita cor, efeitos visuais, acrobacias, malabarismo, trapézio, contorcionismo e principalmente humor, tudo isso com os artistas se revezando entre os instrumentos musicais, os vocais e os números circenses.

As apresentações dão sequência à temporada de lançamento do primeiro CD autoral da banda-trupe intitulado ‘Eureka!!!’, composto por 12 faixas. O disco apresenta uma miscelânea de estilos, passando pelo rock, reggae, ska, pop, baião, marchinha de carnaval e música brega. “É para todas as idades! As composições abordam temas como a velhice, direitos autorais, rebeldia da adolescência e até o descaso social. Tudo de forma crítica, porém, bem humorada e divertida”, destaca Alberto Magalhães, que teve como fontes de inspiração as bandas Blitz, Língua de Trapo, Rumo, Lume, Premeditando o Breque, Ultraje a Rigor, Vexame e os inesquecíveis Mamonas Assassinas. O projeto foi patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura.

A banda-trupe

A Irmãos Brothers Band é uma trupe de atores, cômicos, acrobatas e músicos que desde 1993 desenvolve uma pesquisa de linguagem que busca a integração entre o circo, a música, o teatro e a dança. Nos últimos anos, os artistas passaram a investir para valer na música, transformando a companhia em uma banda-trupe, cujo repertório de espetáculos e shows é embalado por música ao vivo tocado pelos próprios integrantes.



Crédito Foto: Fernanda Tomaz

Data de início: 18/04/2015

Data de término: 31/05/2015

Horário: 18:00

Local do evento: Rua Murtinho Nobre, 160 – Santa Teresa

Telefone:(21) 2224-3922

Valor do Evento: Gratuito

Local do Evento: Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas – Área externa

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O ciclo Ato Criador traz Léo Bassi e sua aula-espetáculo “Gran Misa Patólica” para o Oi Futuro do Flamengo no dia 5 de maio, terça-feira, às 19h30, com entrada gratuita.

No dia 5 de maio, terça-feira, o ciclo Ato Criador traz Léo Bassi e sua aula-espetáculo “Gran Misa Patólica” para o Oi Futuro do Flamengo, às 19h30, com entrada gratuita.
Logo após uma roda de conversa no pátio do Oi Futuro Flamengo é aberta com o público, mediada pelo artista circense João Artigos, do Teatro de Anônimo.


Venha e convide os amigos!


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SERVIÇO
CICLO DO ATOR CRIADOR, 5ª edição
Dia 05 de maio, terça-feira, às 19h30
Oi Futuro Flamengo
R. 2 de Dezembro, 52 – Flamengo
Entrada gratuita. Retirada de senhas a partir das 19h.



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O livro “A saga de um andarilho pelas estrelas” - Utopia pós-moderna, “A saga de um andarilho pelas estrelas” conta a história de um homem que abandona a Terra e viaja pelas estrelas, onde conhece civilizações extraordinárias. Mas o universo guarda infinitas surpresas e alguns planetas podem ser muito perigosos. O enredo é repleto de momentos cômicos e desconcertantes que acabam por inspirar reflexões sobre a vida e a existência. O livro é escrito em prosa em dez capítulos. Oito sonetos também acompanham a narrativa. (Editora Multifoco)


“A saga de um andarilho pelas estrelas”

Disponível no site da Livraria Cultura, Livraria da Travessa, Editora Multifoco.

Andarilho da estrela cintilante
Por onde vai sozinho em pensamento,
Fugindo dessa terra de tormento,
Sem paradeiro certo, triste errante?

E procurar o que no firmamento,
Que aqui não encontrou sonho distante
Nenhum outro arrojado viajante?
Volta! Nada se perde com o tempo...

“Felicidade quis, sim, encontrar
Nesse vasto universo, de numerosas,
Infinitas estrelas, não hei de errar!

Mas ilusão desfez-se em nebulosas,
Tão longe descobri tarde demais:
Meu amor deste lugar partiu jamais!”

PARTE 1
                                                                           
Num amplo salão azul, de uma única porta cor de abóbora e nenhuma janela, muitos jornalistas se amontoavam.


- Por favor, conte-nos como foi sua viagem ao espaço?
- Diga-nos como ficou tanto tempo sem comida e água?
- Disseram que você não se alimenta. É verdade?
- E o relógio? Por que você não se separa de um relógio?
- Como foi viajar pelas estrelas?
- Me desculpem, mas eu preciso fazer um apelo à humanidade.
- Apelo? Depois o senhor faz. Responda primeiro às nossas perguntas.
- Eu preciso contar a todos o que eu vi. É muito importante.
- Haverá muito tempo para isso. As autoridades estão preparando para amanhã a ocasião para que você dê uma declaração pública, que será em praça pública e transmitida para todo o mundo. Mas antes nos responda!
- As autoridades, sempre as autoridades! Por que não me deixam falar logo de uma vez! Começo a duvidar de que as autoridades estejam sendo sinceras.
- Você acabou de sair da quarentena. Depois dessa entrevista, você terá sua chance de falar o que você bem entender para a humanidade. Por isso, conte-nos agora como foi sua viagem pelo espaço. Além do mais, tudo o que você disser será publicado e televisionado!
- Você disse tudo o que eu falar será publicado e televisionado?
- Sim. E ao vivo!
- Bom, então eu respondo. O que vocês querem saber?
- Tudo. Tim-tim por tim-tim.
- Então, sou todo ouvidos.
- Desde que voltou ao planeta Terra, você se tornou muito famoso. O que você acha das pessoas que se manifestaram por sua liberdade.
- Eu queria agradecê-las.
- Sim, você é muito popular, pensa em se candidatar a algum cargo político?
- Não, de modo algum!
- Desculpa-me, mas farei uma pergunta um pouco indelicada. Você é mesmo um ser humano?
- Em partes. Depende do que você entende por ser humano. O que é um ser humano?
- Como assim, o que é um ser humano? Um ser humano é um ser... é um ser... é um ser humano! Sei lá, um indivíduo pertencente à nossa espécie... Na verdade, gostaria de saber se você é daqui ou se é um alienígena, essas coisas... Você é da Terra, um terráqueo como nós?
- Tudo indica que sim, até que me provem o contrário. Sou um terráqueo, porque nasci na Terra.
- Qual é o seu nome?
- Por favor, sou apenas o Andarilho das Estrelas.
- Andarilhos das Estrelas?!
- Sim. Sou um andarilho, das estrelas.
- Você não tem nome? (Todos riem).
- Não importa, sou o Andarilho das Estrelas apenas. E isso é tudo o que vocês devem saber sobre mim. O Universo é maior.
- Disso ninguém tem dúvidas. (Risos). Como é então lá em cima, no Universo?
- Lá em cima? O entrevistado fez um gesto de incompreensão, e depois acrescentou: O senhor já viu estas fotos coloridas de nebulosas, galáxias, supernovas etc., tiradas por telescópios espaciais?
- Sim.
- Eu diria que é muito mais maravilhoso.
- É mesmo? E o que você viu de tão maravilhoso, exatamente?
- É difícil dizer o que é mais maravilhoso. Tudo é muito bonito. Para não deixar você sem resposta, eu diria que as imensas cataratas de estrelas cadentes são lindas demais. No entanto, como não mencionar a música que toca entre as estrelas ou os versos do multiverso?... Na verdade, é difícil escolher o mais maravilhoso. Lamento, sua pergunta não pode ser respondida.
- Ainda não entendo qual o problema de falar seu nome? Afinal, todos nós queremos chamar você por seu nome!
- Que importa um nome? Eu continuaria o mesmo independente do nome que tenho. Além disso, a minha vida aqui na Terra, como a da maioria das pessoas, sempre foi tão vulgar e encoberta pelo anonimato das multidões, que meu nome é também indiferente. A diferença é que um dia eu deixei nossa querida Terra para viajar pelo espaço sideral. Então eu me tornei um andarilho, errando pelas estrelas do Universo. Vejam bem, por que vocês jornalistas, ciosos que são, estão me entrevistando? Qual o interesse das emissoras de televisão, que pagam os seus salários, senão fatos? Não é sobre mim que vocês querem saber. É sobre o Universo. Sinceramente, a vida banal de um cidadão comum não vende jornais.
- Antes dessa sua viagem espacial, você já havia viajado muito por outros lugares do mundo?
- Não. Nunca saí de minha cidade.
Todos os jornalistas, que eram centenas, se admiraram com essa resposta.
- Nunca saiu de sua cidade?
- Nunca.
- E por que saiu do planeta?
Essa pergunta provocou risos também.
- Porque eu quis abstrair de mim a minha humanidade, ou melhor, quis me tornar abstrato.
A resposta do Andarilho das Estrelas provocou uma reação de surpresa e incompreensão.
- Me perdoa, mas não entendi o que você quis dizer. Como assim, se tornar abstrato? Isso não faz sentido. Em primeiro lugar, o que você entende por “abstrato”?
- Ora, o sentido que se dá a palavra abstração, isto é, um elemento reduzido, separado, e que é generalizado.
- O quê? Por favor, explique melhor, está muito confuso.
- Significa abstrair de uma abstração...
O embaraço aumentava conforme o Andarilho das Estrelas respondia as questões dos jornalistas ávidos por notícias e não por respostas demasiadamente vagas. Afinal, quem é este Andarilho das Estrelas? Ele esteve onde nunca nenhum outro ser humano sonhou um dia chegar e ainda assim não sabemos nada sobre ele, nem o seu nome. Depois justifica uma viagem sem precedentes históricos e de proporção interplanetária com uma explicação, no mínimo, sem sentido!
 Analisemos mais detidamente a fisionomia desse estranho personagem para ver se descobrimos algum traço notável de sua personalidade. Aparentemente, nada indica algo incomum nele. Porém, se prestarmos bastante atenção em seu olhar... No seu olhar pode se observar alguma coisa do Universo, um pouco do brilho das estrelas, uma substância, talvez, de origem melancólica, o próprio éter, cuja essência infinita é o imponderável.
De fato, nenhum dos jornalistas duvidava de sua jornada no espaço; sobretudo, quando os telescópios detectaram sua presença no limiar do sistema solar em rota direta de colisão com a Terra. Notícia alarmante, que provocou verdadeiro pavor, porque o Andarilho das Estrelas foi inicialmente confundido com um asteroide. Quando, entretanto, os astrônomos declararam que o corpo celeste detectado não era senão um corpo humano, o mundo então respirou aliviado. Na ocasião, inclusive, um cientista saiu de um observatório dançando e pulando tão enlouquecido, que acabou por cair em um bueiro de esgoto que alguém imprudentemente esqueceu aberto. Para sua felicidade, os ferimentos foram leves. Mas passado o susto inicial da confusão com um asteroide, o mundo inteiro se perguntava intrigado como podia um ser humano estar nos limites do sistema solar. As hipóteses se multiplicavam. Alguns questionavam, não sem fundamentos, se o Andarilho das Estrelas não seria antes um extraterrestre. Alarmados, outros anunciaram uma invasão alienígena iminente. E os adeptos das teorias da conspiração afirmavam que o caso expunha provas concretas de um experimento científico realizado com cobaias humanas lançadas ao espaço e desenvolvido por organizações que almejavam dominar o mundo. Logo, sabichões de todos os cantos do planeta se reuniram emergencialmente num congresso internacional onde passaram a discutir e analisar as evidências por dias a fio. Por fim, vieram a publico apresentar suas conclusões. Declaravam que, em primeiro lugar, “o objeto espacial que se localiza nos confins do sistema solar é realmente um ser humano do gênero e da espécie homo sapiens sapiens” e, em segundo lugar, “que ignoravam completamente como um indivíduo da referida espécie havia parado num ambiente inapropriado à vida humana”.
Ao se aproximar o Andarilho das Estrelas da estratosfera terrestre, o resgate não podia causar mais comoção. Maravilhado, o mundo inteiro parou para assisti-lo entrar na Terra como uma estrela cadente, riscando o céu de ponta a ponta num rastro luminoso para, em seguida, descer suavemente no mar. A operação de busca, que se procedeu, assemelhou-se a uma verdadeira mobilização de guerra. Nunca se viu tantos helicópteros, jatos, tanques, navios porta-aviões e tantas outras geringonças juntas rumando para um só lugar. As emissoras de televisão suspenderam toda a programação diária para noticiar integralmente o acontecimento extraordinário. Nos telejornais, os repórteres relatavam o sucedido: “Nesta manhã, o homem que estava no espaço aterrissou sem maiores transtornos no meio do oceano Pacífico e foi resgatado para a terra em segurança”. Outros reportavam a seu estado de saúde: “O homem do espaço passa bem, apesar de visivelmente abatido”. E alguns descreviam sua aparência: “Ele tem barbas longas, cabelos compridos e desgrenhados, roupas puídas e rasgadas... mais parece um náufrago, um náufrago das estrelas”. Notícias como essas se intercalavam ao longo das horas, ininterruptamente, e, no dia seguinte, a humanidade ainda estava de ressaca pelos acontecimentos da véspera. Finalmente, a fisionomia do Andarilho das Estrelas, com expressão assustada e olhos esbugalhados, estampou, numa foto memorável, a primeira página dos grandes jornais do mundo inteiro.
Neste ínterim, uma agência secreta de algum governo deteve o Andarilho das Estrelas e o transportou para uma dessas bases ainda mais secretas, onde o submeteram a intenso interrogatório. De acordo com informações extraoficiais, o viajante espacial portava consigo apenas uma bagagem de mão, com alguns pertences pessoais, como um livro, um caderno, um espelho, uma lanterna, uma caneta e uma bituca de cigarro, além de uma estranha máquina portátil, construída com uma tecnologia desconhecida, e que foram expostos a testes de radiação. Depois disso, durante dias não se teve notícias dele. E as pessoas movidas, talvez, pela curiosidade, passaram a se interrogar por que o prenderam e não o soltavam. Nas ruas, na linha de produção, nos escritórios, nas escolas, nos botecos, nos restaurantes, nas casernas, enfim, na sala de jantar, todos queriam saber do paradeiro daquele que ocupou por um curto lapso de tempo a atenção do planeta. Mesmo diante de tanta repercussão, a tal agência secreta mostrava-se irredutível à opinião pública e sonegava a menor informação. Entretanto, estava em andamento um fenômeno sociológico inexplicável – do qual será explicitado adiante – que foi decisivo para a libertação condicional do Andarilho das Estrelas. Aliás, decisão bastante ardilosa, pois, diante do silêncio do prisioneiro, a agência secreta poderia obter as informações, por meio da imprensa e de uma declaração pública, desejada pelo próprio Andarilho das Estrelas, que em vão tentavam pela força.
E aqui chegamos ao salão azul, com uma porta cor de abóbora e sem janelas, de onde, como vimos, transcorria a coletiva de imprensa. Quando os jornalistas foram finalmente autorizados a entrevistar o Andarilho das Estrelas, houve um verdadeiro frenesi, semelhante a estas liquidações de começo de ano. Jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos e outros profissionais de imprensa corriam freneticamente carregados de uma parafernália de equipamentos, fios, microfones, pelos corredores de acesso ao referido salão. É bem verdade também que o local escolhido para a entrevista era completamente inadequado, pela ausência de ventilação. Mal cabia tanta gente lá dentro, que, devido à superlotação, ficava apertado, apesar de amplo. Muitas discussões tomaram lugar, pois os jornalistas disputavam cadeiras, e, na falta delas, sentavam no chão. Não foram poucas as pessoas que passaram mal, sufocadas. Houve ainda quem foi nocauteado durante o tumulto, provavelmente, por um microfone afoito. Além disso, os jornalistas reclamavam, às vezes, aos gritos, do tratamento concedido à imprensa, alegando que as autoridades agiam intencionalmente com extrema truculência no intuito impedir a livre balbúrdia informativa. Ou seja, denunciavam um flagrante desrespeito à liberdade de expressão. Fato que foi amplamente desmentido pelas mesmas autoridades! Para complicar ainda mais a situação já complicada, um dos jornalistas ouviu, segundo ele próprio, de uma de suas fontes, um funcionário do governo, que o Andarilho das Estrelas não era humano. Informação que surtiu o efeito de um verdadeiro estouro de boiada, tumultuando ainda mais as condições em si caóticas. Lá dentro, todos falavam ao mesmo tempo, e foi muito difícil estabelecer o silêncio no local. Jornalistas foram retirados à força por apresentarem conduta inadequada, de acordo com nota divulgada pela organização da coletiva de imprensa. Outros caíram e foram pisoteados. Alguém desacatou alguma autoridade e foi preso. Quando, na medida do possível, a confusão foi finalmente contida, o Andarilho das Estrelas foi conduzido até o centro de uma mesa coberta por microfones. Quase não se via seu rosto, a essa altura barbeado e com os cabelos raspados, atrás de uma pilha de microfones amontoados. Ao seu lado, sentaram-se os famigerados agentes secretos, todos vestidos de modo idêntico, com terno preto, gravata preta e óculos escuros. Enfim, deram início à entrevista. As primeiras palavras do viajante espacial foram impactantes. Disse ele calmamente: “Bom dia a todos. Eu viajei por todos os rincões deste Universo; travei contato com seres obscuros, muito embora conheci civilizações que fazem da humanidade parecer um formigueiro de formigas desmioladas!” Foi uma algazarra total, os repórteres gritavam: “Conte-nos sobre eles!”; “Eu quero saber!”; “Como eles eram?”, “Se parecem conosco?” etc., etc., etc.
Mas deixemos a coletiva de imprensa por enquanto. Nada se compara ao caos que tomou lugar nas ruas durante o período de “quarentena” e que denominamos de “fenômeno sociológico inexplicável”. Diante do mal-estar causado pelo episódio relatado anteriormente ao parágrafo acima, pessoas que não se conheciam passaram a se reunir em grupos manifestando repúdio à prisão do Andarilho das Estrelas, considerada, por elas, “arbitrária, ilegal e um atentado aos direitos individuais da pessoa humana”, exigindo assim a soltura imediata do prisioneiro. A princípio, era apenas meia dúzia mas, com o passar dos dias e por meio das redes sociais de computadores conectados à internet, tornou-se uma bola de neve. Em pouco tempo, se formou uma grande multidão, munida de cartazes, bandeiras, faixas, a entoar canções de guerra, gritos de ordem, que se espalhou pelas ruas como uma epidemia incontrolável. Assembleias eram organizadas nas ruas, ocasião em que oradores de plantão, sob aplausos intensos, incendiavam os ânimos já bastante exaltados. Anônimos viraram celebridades de um dia para outro e concediam, envaidecidos, entrevistas para a televisão, embora muito poucos expusessem argumentos dignos de nota. Nessa toada, porém, o movimento só crescia e depois de muitos debates, os manifestantes decidiram se agrupar diante das sedes dos principais governos envolvidos com a operação de resgate e lá permaneceram acampados. À medida que o tempo passava, sem o menor sinal de boa vontade das autoridades responsáveis, que fingiam nada acontecer e, por isso, não aceitavam discutir uma saída para o impasse, as circunstâncias se tornaram mais e mais críticas e os protestos, violentos. Mascarados ateavam fogo no que encontravam e jogavam pedras nas forças de segurança, acionadas para conter os excessos e atos de vandalismo. Não foi suficiente, pois estas tiveram de recuar muitas vezes. E assim, os confrontos se repetiram por dias seguidos. De um lado, bombas de gás lacrimogêneo, gás de pimenta, tiros de bala de borracha; e, de outro, paus, pedras, fogo, gritos. Surgiram então os heróis e mártires da repressão. Milagrosamente, apesar da intensidade dos conflitos, ninguém se feriu gravemente.
Por algum mistério, a prisão injustificada do viajante das estrelas serviu de pretexto para aflorar uma grande insatisfação em todos os habitantes do globo terrestre. É bastante provável que aquelas pessoas queriam ouvi-lo e, frustradas com os episódios que se seguiram, sentiram-se afrontadas mais uma vez perante a insolência de uma minoria que toma decisões independentemente da consulta de todos. Porém, não parou por aí. Outros agrupamentos, de pessoas aparentemente indiferentes a demandas relativas à liberdade civil, mas contagiadas pelo calor das passeatas, passaram a caminhar a esmo, arrebanhando outros grupos, que se somavam por onde passavam. De repente, milhares se uniam descontentes com as mazelas do cotidiano e apresentavam uma série de reivindicações contra a carestia, o aumento das passagens de ônibus, a inflação, as péssimas condições da saúde pública etc. Imagens aéreas captavam cenas impressionantes de um mundo de gente avançando como um tsunami em direção das grandes capitais. Um pequeno incidente, definido, talvez, como de segurança nacional ou mundial, transformou-se numa avalanche de revoltas pelo mundo afora. Os governos, surpreendidos, foram obrigados abrir negociações com os líderes dos protestos e deliberaram a libertação do Andarilho das Estrelas e mais a promessa de montarem em praça pública um palco onde aquele poderia emitir suas opiniões a respeito de sua jornada interestelar: o seu “apelo à humanidade”. Enfim, as manifestações foram suspensas. Mas ninguém voltou para casa. Um bater de asas de uma borboleta, e eis um furacão. De fato, e é até estranho, mas quando o Andarilho das Estrelas se chocou na atmosfera terrestre, iluminando o céu, muita gente, secretamente, fez um pedido...
É neste pé em que estávamos antes de explicar os antecedentes da entrevista que está sendo realizada no salão azul, que, como vocês já sabem, tem uma porta cor de abóbora e nenhuma janela. Mas onde havíamos deixado a entrevista mesmo? Ah, sim, no momento em que o Andarilho das Estrelas dizia que queria se tornar uma abstração. Nada mais intrigante, não? Vamos ouvi-lo:
- Como assim, disse um jornalista, não é possível abstrair a humanidade de um ser humano? A menos que você realmente não seja humano. (Risos).
- Em pensamento é possível sim. Não só em pensamento, mas também no mundo real, dos fatos, como se costuma dizer. Somos reduzidos a abstrações diariamente, separados de nós mesmos, através de algo geral que supostamente nos representa. Pode ser uma senha, um número, um registro, uma assinatura, um nome. Tudo no nosso mundo é organizado por noções abstratas e gerais, como o tempo, as normas, os códigos, os prazos, que enchem as nossas cabeças e os papéis nas escrivaninhas. Isto quando não somos apenas estatísticas nos indicadores sociais. Nossa vida inteira é apagada, substituída e representada por uma realidade imaterial mais importante que nossa própria vida! E daí aquilo que parece verdade é dissimulado e falso, porém, efetivo. Então, eu pergunto: o que é ser ser humano ou o que é o humano? Para encurtar a história, eu não sou um ser humano completamente!
- Ah, então você realmente é um ET? Eu sabia!
            - Não, também não sou um ET, porque nasci na Terra e, tecnicamente falando, parceiro, quem nasce na Terra não pode ser um extraterrestre. Vou tentar me fazer entender. Há milhares de anos, os nômades costumavam olhar o céu e sabiam o momento da noite em que caem mais estrelas-cadentes. Também seguiam a rota sinuosa dos planetas e quando a posição de uma constelação significava o dia da partida. Os agricultores, da mesma forma, também conheciam o céu que comunicava a estação do plantio ou da colheita. Ao contrário, hoje, jamais olhamos o céu – poluído, por sinal. Por isso, decidi partir. Queria ver as estrelas de perto, a Lua, os planetas... Então, na verdade, eu me abstraí de minha humanidade abstrata para descobrir se havia alguma coisa real em mim.
- Profundo, mas não entendi nada. (Risos) Você está criticando a modernidade, quer voltar para trás, é isso?
- Não. Na verdade, ir para frente é voltar para trás, descobrir o passado é engendrar o futuro. Por isso, antes de partir, eu sentia uma profunda insatisfação com o mundo do jeito que ele é. Para renunciar totalmente à minha humanidade, eu precisava abdicar totalmente da minha existência no planeta Terra; não da minha vida.
- O que você está querendo nos dizer? Por favor, seja menos evasivo.
- Está bem, preste atenção! O mundo parou para assistir a minha chegada ao planeta Terra, não é? (Eu não esperava tanto, se bem que devo admitir que as pessoas adoram uma novidade). Contudo, quem se preocupa ou muda sua rotina com a notícia de mais uma guerra ou da fome de milhares de seres humanos pelo mundo? Nem parece que todas essas coisas acontecem com nossos vizinhos. Parece mais uma realidade de outro mundo, distante de nós. Tudo é tão banalizado e abstrato. Temos até tribunais para julgar crimes de guerra quando, na verdade, não há guerra que não seja um crime contra a humanidade!
- Não sei se o compreendi. Mas me parece que você é um pacifista.
- Não! Não exatamente. Eu já fui um soldado. Já estive em um campo de batalha.
            - Então você já atirou em alguém?!
- Não de verdade. No mundo em que lutei, as armas não eram letais.
- E quando e como você decidiu ir embora do planeta Terra?
- Como um nômade, eu passava horas à noite olhando o céu, e ficava imaginando – ao andar parado – se numa daquelas estrelinhas não haveria um mundo habitado por criaturas solidárias e que cuidassem melhor de seu planeta. E eu sonhava. E um sonho surgiu na minha frente. Vocês sabem que sonho pode significar duas coisas, não é? Sonho pode ser uma manifestação psíquica inconsciente que ocorre durante o sono. Aqui, sonho é uma ilusão, química. Mas sonho pode ser também um desejo forte, consciente. Aqui, o sonho é uma ilusão diferente, porque pode se realizar. Então, eu vi um sonho chegar ao se tornar real numa viagem intergalática. Não seria fácil, e, a bem dizer, talvez um empreendimento suicida. Passei meses me preparando para partir. Então, uma data foi marcada, no mês de junho, porque o céu fica mais bonito no hemisfério sul. E conforme os dias foram passando e a data se aproximando bem perto de mim, eu fiquei diante de um dilema, pois não podia me despedir de ninguém, senão não me deixariam prosseguir. No dia marcado, eu fiquei triste feliz. Achei que seria bastante conveniente me despedir apenas das coisas e dos animais. Dei um abraço apertado em minha máquina de lavar roupas: “Vou sentir sua falta”, disse-lhe. Depois foi a vez da geladeira: Lágrimas congelantes! E aí fui para o meu quarto e disse adeus para minha cama, meu travesseiro e, confesso, com a condição de vocês não publicarem, para o meu hipopótamo de pelúcia! Também disse tchau para as poltronas, as estantes e o abajur. Em seguida, fui para o jardim e me despedi dos gatos, do cachorro, da galinha e até dos insetos. Enfim, das flores, plantas e árvores. Gostaria, no entanto, que vocês registrassem alguns momentos marcantes: A minha gata Deúda parecia um motorzinho se entrelaçando em minhas pernas, talvez, tentando me convencer a ficar. Ao me deitar na grama, olhei os flocos de nuvens brancas no céu azul e vi minha mão, meu antebraço e braço se ergueram acenando. Também fiz um sinal para um gafanhoto, dizendo: “Soldado, foi um prazer conhecê-lo!” Uma formiga subiu no meu nariz e eu sorri para ela. (Não posso afirmar se ela sorriu para mim, porque não entendo muito de boca de formiga). Um tatu-bolinha gesticulava suas patinhas, que são dezenas – algo que me tocou muito, pela sua veemência. Mas o que mais me partiu o coração foi o meu cachorro Foluke que não tirou seus olhinhos de mim até eu desaparecer totalmente no ar. “Vou sentir saudades, amigão!” gritei lá de cima.
            Tudo isso pode parecer muito bizarro e se alguém me contasse eu juro que não acreditaria... mas se eu não tivesse presenciado todos estes acontecimentos! Eu me lembro de cada detalhe, desde as primeiras notícias nos jornais, à descida do Andarilho das Estrelas, de sua prisão, dos protestos. Fui testemunha, com os olhos de meus próprios pés! E mal posso esperar para assistir seu depoimento na praça da cidade. Antes é preciso esperar a entrevista terminar. Ah, sim, os repórteres, eles ainda fazem perguntas. Não os atrapalhemos!
- Mais uma pergunta!
- Andarilho das Estrelas, como você...
- Diga como você fez...
- E por quê...?
- Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho!...
Neste instante, o Andarilho das Estrelas subitamente parou de falar. Seu olhar atravessara as paredes atrás de suas memórias. Estava longe, muito longe. Ao notarem essa atitude estranha e imprevisível, os jornalistas também se calaram. Uma cena que poderia ser retratada por um pintor de tão estática. O silêncio se arrastava e a situação permaneceu assim por não sei quanto tempo até que os jornalistas incomodados com a falta de informações esboçaram uma reação no sentido de retomarem a carga de perguntas. Não demorou muito para que conversas paralelas, sugerindo interrogação e perplexidade, fossem aos poucos cochichadas no salão. Olhares se encontravam, boquiabertos. Então, um dos jornalistas passou a falar em voz alta, mostrando-se bastante impaciente e, irritado com as condições precárias da coletiva de imprensa, passou a se queixar abertamente dos organizadores. Tal agitação causou certa preocupação aos agentes secretos. Esses se entreolhavam estrategicamente, fazendo sinais táticos, uns para os outros, com cotoveladas significativas e pisadas em toques no pé ou na canela do colega vizinho, indicando, porém, que a situação ainda estava sob controle. Mas diante do burburinho nervoso que se avolumava, um dos agentes secretos, muito provavelmente o comandante, tomou a palavra e solicitou encarecidamente aos repórteres que permanecessem em seus lugares. Em vão. Alguns jornalistas já circulavam livremente pelo salão falando ao telefone celular. Nada, porém, tirava o Andarilho das Estrelas de suas meditações. Por sua vez, os repórteres comentavam ou davam risadas da circunstância um tanto inédita, enquanto fotógrafos tiravam fotos dos mais diversos ângulos. Já os agentes secretos, prevendo que seria impossível segurar um tumulto dentro do salão, passaram a gesticular energicamente os braços, com os quais faziam movimentos variados, ao mesmo tempo em que levantavam os óculos e piscavam os olhos num tipo de código Morse, avisando que chegava o momento de bater em retirada. Tudo indicava problemas à vista. Felizmente, o Andarilho das Estrelas saiu de sua letargia momentânea, arregalou bem os olhos, que se fixaram nos jornalistas, e em seguida ensaiou dizer alguma palavra que não saía. Diante disso, os jornalistas caíram paralisados sobre suas cadeiras como se tivessem sido atingidos pelo olhar petrificante de um górgona.
O que será que está acontecendo?!
(...)

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28 de abr de 2015

Programação Circuito Tiradentes Cultural – Maio 2015 - Dia 2/5, sábado - 14H ÀS 19H - Ocupação ABRAÇAÇO NA PRAÇA


A rede Tiradentes Cultural é uma iniciativa de espaços culturais localizados no entorno da Praça Tiradentes que, com o desejo comum de revitalização social e urbanística da região, se reuniram para estimular a presença dos entes públicos, dar visibilidade às suas atividades e realizar ações em conjunto.

O projeto Circuito acontece desde agosto de 2014 no primeiro sábado de cada mês. Conta com exposições, feiras, performances, apresentações musicais e teatrais, palestras e oficinas onde o público pode percorrer os 15 espaços que abrigam essas atividades, além das ocupações de rua.


CIRCUITO MAIO 2015

14H ÀS 19H - Ocupação ABRAÇAÇO NA PRAÇA

“Quantas vezes a Tiradentes fez parte da sua vida? venha para o circuito maio e faça sua parte na vida da praça”.

14H
Pocket show - FÁBIO NEVES apresenta a VIOLA BRASILEIRA - BEIRA RIO - Neste show o músico apresenta o repertório e sonoridade da viola brasileira.

Piquenique Cultural – Uma forma divertida de ocupação onde a proposta é transformar a Praça que há dois séculos abriga continuamente diversas manifestações artísticas e musicais num grande ponto de encontro e lazer. Traga sua esteira, sua cesta, e vamos ocupar a Praça Tiradentes! Venha de bike, a pé, de carro, de busão, mas venha!

Histórias Reveladas – a partir de imagens escolhidas aleatoriamente pelo espectador, o ator Eduardo Ibraim revela passagens marcantes, documentos, trechos de obras literárias e depoimentos pessoais ligados à Praça Tiradentes e, em especial, ao Teatro João Caetano, traçando um panorama de mais de 200 anos de história. O espectador também será convidado a deixar seu depoimento, que poderá ser lido pelo ator – Performance.

As Ofélias - Coletivo Néctar com suas experimentações cênicas inspiradas em Ofélia de Hamlet - Shakespeare - Performance e poesia.

o tempo, a linha, o objeto - Artista visual, Paula Villa Nova leva suas experimentações poétimagéticas para a praça, misturando tecido e objeto, criando um espaço sensível, visceral, caótico, onde a investigação do processo de contrução e desconstrução cria formas e possibilidades de interação – Instalação | Performance.

Praça Tiradentes - 200 anos de atividade cultural contínua – Aula aberta com o prof. Felipe Berocan (UFF e LeMetro/IFCS-UFRJ). O antropólogo fala um pouco da história da Praça e sua inegável importância para o patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de janeiro.

Oficina de Azulejaria – Ministrada por Cristina Lódi, curadora da exposição Azul Cobalto, Azulejos e Memórias, a oficina será dividida entre conservação de azulejos e criação de azulejos com técnicas de estampilha. Tem como objetivo apresentar aos participantes as técnicas de restauração e conservação em azulejos, bem como promover uma reflexão acerca da importância da preservação através da conservação.

Oficina Luthier de Bambu – A oficina para confecção de violinos de bambu e madeiras reaproveitadas com Federico Klurfan e Welber Valot é um desejo de aproximar estudantes de música na criação de seus próprios instrumentos, com materiais naturais e rústicos. Os oficineiros se inspiram nos instrumentos originais indígenas da região a Chiquitania na Bolívia.

15H - Aula Aberta de Dança Afro com Wanja Bastos e show da cantora Angélica Ventura e convidados nos tambores!

16H - Mestre Rico e Fina Batucada convocam para a grande ciranda do Abraçaço!

17H - Abraçaço na Praça - Ato simbólico “Praça Tiradentes, 200 anos de cultura nos 450 do Rio”. Venha abraçar e ser abraçado pela Praça!

DJ na Praça - DJ Wilson, tradicional vendedor de discos da Praça Tiradentes e DJ Quito da Nuvem Móvel farão o som da festa até às 19h.

14h | 19h – Feira Gastronômica
Feira de Produtores parceiros da Tiradentes Cultural
Comidinhas até R$ 20



PROGRAMAÇÃO DO CIRCUITO NOS ESPAÇOS 

Centro Carioca de Design | STUDIO-X Rio
Praça Tiradentes, 48
As Crônicas Tiradentes - Exposição mapeia redes e clusters culturais na Praça Tiradentes, foi elaborada por Vanessa Monique Smith, Priyanka Jain e Megan Marini, recém-formadas pela Escola de Arquitetura, Planejamento e Preservação da Universidade de Columbia.
CCD - 2976 6611 | centrocariocadesign@gmail.com |facebook.com/cariocadesign
Studio-X Rio - 2507 8505 | studioxrio@columbia.edu |facebook.com/pages/studio-x-rio | arch.columbia.edu/studiox

Centro Cultural Carioca
Rua do Teatro, 37
11h às 20h30 - Espaço Criativo com almoço especial para o Circuito. Petiscos e cerveja gelada!
21 2242 9642 | centroculturalcarioca.ccc@gmail.com

Centro de Arte Maria Teresa Vieira
Rua da Carioca, 85
10h às 20h – Brechó MTV com obras de acervo da galeria a preços acessíveis | Oficina gratuita de desenho e pintura | maiores informações no facebook.
21 2533 8438 | oficinadeartemtv@yahoo.com.br | facebook.com/centrodeartemtv

Refeitório
Gomes Freire, 226
12h às 17hs - Pratos no estilo bistrô e refeições padronizadas com serviço “a la carte” com entrada. Qualidade nos serviços e produtos, rapidez no atendimento e preço acessível. facebook.com/refeitoriorj

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Rua Luis de Camões, 68
Exposições em cartaz
Galerias 1 e 2 – “Enigmas”, de Vera Chaves Barcellos.
Instalação com objetos e fotografias que discute a evolução do homem, e seu gesto, na produção da cultura. Projeto selecionado pelo edital Rede Nacional Funarte. Curadoria Bernardo de Sousa. Galerias 3, 4 e 5 – “Osmar Dillon: não objetos poéticos”. Desenhos, poesias, documentos e objetos do artista e poeta paraense falecido em 2013. As obras, que marcam o período entre sua participação no movimento neoconcreto e os múltiplos produzidos na década de 1970, tensionam a relação entre artes visuais e a poesia. Curadoria Roberto Feitosa e Izabela Pucu.
Novo horário de funcionamento - Segundas, quartas e sextas - 12h às 20h | Terças, quintas, sábados e feriados - 10h às 18h21
2242 1012 / 2232 4213 | centrodearteheliooiticica@gmail.com |facebook.com/cma.heliooiticica

Escola de Música Villa-Lobos
Rua Ramalho Ortigão, 09
Villa-Lobos de Portas Abertas
11h e 12h – Visita Guiada - A Escola abre as suas portas para os interessados em conhecer o seu espaço. Serão formados grupos de até 20 pessoas para cada horário.
Duração de aproximadamente 2 horas.
Reservas para a visita pelo e-mail: contato.emvl@funarj.rj.gov.br.
21 2232 6405 | 2332 9159/9168 | contato.emvl@funarj.rj.gov.br

Galeria Scenarium
Rua do Lavradio, 13 e 15
10h às 19h - Traço Livre - O espaço recebe a exposição “TRAÇO LIVRE - dos limites do humor à liberdade de expressão” com curadoria de Ricky Goodwin e Ana Pinta. São 24 obras de cartunistas, ilustradores e artistas gráficos refletindo sobre o papel do humor no mundo atual onde muitas coisas estão perdendo a graça e o riso pode se transformar num gesto perigoso.
De 4 de março a 25 de abril de 2015.
De terça à sábado de 13h às 19h.
Entrada franca.

Azul Cobalto, Azulejos e Memórias - A mostra traz a Coleção do sócio do Grupo Scenarium Nelson Torzecki, até garimpada, ao longo de mais de 20 anos. A exposição é composta por cerca de 100 painéis estruturados a partir de peças utilizadas dos séculos XVI ao XX, algumas nunca expostas anteriormente.
Até 30 de abril de 2015.   21 2252-9138 | galeria@rioscenarium.com.br | www.galeriascenarium.com.br

Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Largo de São Francisco, 1
12h às 18h - O prédio que geralmente é acessado pelo Largo de São Francisco abrirá suas portas apenas para o Largo Albino Pinheiro. O público poderá conhecer no pátio interno o projeto Sinalização Histórica. Fotografias e placas informativas tornam mais visíveis as marcas materiais e simbólicas que fazem da história do prédio, um valioso patrimônio da cidade do Rio de Janeiro.
21 2224 8125 | 2252 8035 | direcao@ifcs.ufrj.br | www.ifcs.ufrj.br

Real Gabinete Português de Leitura
Rua Luís de Camões, 30
Embora o Real Gabinete não abra nos fins de semana, além do seu acervo, no momento há exposição O Real em Revista: O Rio em destaque, organizada à partir de periódicos do século XIX. Com foco no noticiário sobre a cidade do Rio de Janeiro são apresentados alguns recortes temáticos tratando sobre os transportes, as ruas, o Pão de Açúcar e enfatizando o cotidiano urbano agitado e complexo da capital. Desta forma o Real Gabinete associa-se à comemoração dos 450 anos de fundação da cidade com a qual sempre interage culturalmente.
Segunda a sexta-feira – 9h às 18h - 21 2221 3138 | 2221 2960 | gabinete@realgabinete.com.br | www.realgabinete.com.br

Teatro João Caetano
Praça Tiradentes, s/n
S’imbora, o musical – a história de Wilson Simonal - O cantor que se transformou em ídolo nacional, sofreu acusação de delator da ditadura militar e entrou em um exilio artístico, de onde nunca mais conseguiu sair. A autoria é de Nelson Motta e Patrícia Andrade, e a direção de Pedro Brício. Classificação etária: 12 anos. Mais informações em cultura.rj.gov.br/projeto/banda-larga.
De quinta a sábado às 20h. Domingo às 18h.
Até 31 de maio. 
Ingressos: 5ªfeira: Plateia - R$ 70,00 (inteira) | B.Nobre - R$ 60,00 (inteira) | B.Simples - R$ 50,00 (inteira). 6ªfeira, Sáb, Dom: Plateia - R$ 100,00 (inteira) | B.Nobre - R$ 80,00 (inteira) | B.Simples - R$ 50,00 (inteira).
2332 9166 | 2332 9257 (bilheteria) | tjc@funarj.rj.gov.br |cultura.rj.gov.br/espaco/teatro-joao-caetano

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Palco Petrobras Premmia apresenta Evandro Mesquita e The Fabulous TAB no Theatro Net Rio Show acontece dia 7 de maio, quinta-feira, às 21h.

O Palco Petrobras Premmia recebe no próximo dia 7 de Maio o cantor Evandro Mesquita com a banda Fabulous TAB em uma única no Theatro Net Rio às 21h.

Fabulous TAB (Tropical Acoustic Band) É a nova banda mais antiga das nossas vidas. O resgate das musicas dos anos 70, que tinham e tem o poder de mudar vidas. As canções que inspiraram gerações de músicos em todo mundo.

The Fabulous TAB é lenha dessa fogueira que continuará acesa por puro prazer de conexão com uma época mágica.

The Tropical Acoustic Band interpreta com versões acústicas e arranjos personalizados:

Pink Floyd, Bob Dylan, Rolling Stones, Bob Marley, The Who, Led Zeppelin, Hendrix, Ray Charles, JJ Cale, Otis Redding entre outros do mesmo time.

Um reencontro de amigos com a mesma cumplicidade e sintonia musical. Um disco é um show que estavam na garganta feito com muito prazer.

DOS MÚSICOS:

Evandro Mesquita: Ukulele, Harmônica e vocal.
Arnaldo Brandão: contra baixo e vocal
Billy: teclados e vocal
Rogério Meanda: violão
Ralph: violão, Gaita e vocal
Mafran: Percussão


SOBRE O PALCO PETROBRAS PREMMIA
No dia 2 de julho de 2012, Maria Bethânia subia ao palco do então recém-inaugurado Theatro Net Rio. Um dos palcos mais tradicionais do Rio de Janeiro, fundado por Tereza Rachel em 1971, cravado no coração de Copacabana, acabara de ser reaberto e rebatizado de Theatro Net Rio, mantendo o nome de sua fundadora na sala com capacidade para 623 pessoas. De lá pra cá o teatro recebeu grandes nomes do cenário musical brasileiro como Caetano Veloso, Gal Costa, Lenine, Ney Matogrosso, Ângela Maria, Cauby Peixoto, entre outros. A nova geração também marcou presença em diversos gêneros com nomes como Luiza Possi, Maria Gadú, Roberta Sá, entre outros. Desde a sua reabertura o Theatro NET Rio recebeu mais de 1.267 sessões e um público de cerca de 505.791 pessoas.

Desde 2014 o palco de todas as artes recebe o incentivo do programa Petrobras Premmia  e lança o projeto Palco Petrobras Premmia. Com o programa de fidelidade, os clientes que abastecem nos postos Petrobras participantes, poderão acumular pontos que serão trocados por ingressos no Theatro NET Rio. Além disso, todos os funcionários da Petrobras terão direito a 50% de desconto na compra de qualquer ingresso (limitado a dois ingressos) e os clientes do Cartão Petrobras terão 30% de desconto na compra de até 4 ingressos.

SERVIÇO:

PALCO PETROBRAS PREMMIA

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Ingresso: R$ 150,00 (plateia, frisa) R$ 100 (balcão)
Direito à meia entrada:  Menor ou igual à 21 anos, idosos com 60 anos ou mais, professor da rede pública, estudante, cliente Net (4 ingressos), cliente O Globo (2 ingressos), classe artística com DRT (1 ingresso), cliente Mais Pão de Açúcar, revista Básica (2 ingressos), carteira da Amave (2 ingressos), funcionários da Petrobras (2 ingressos)
Horário: 21h.

Datas: 7 de maio (Quinta-feira)
Classificação: 12 anos.
Duração: 90 Minutos.
Capacidade do Teatro: 623 lugares.
Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br
Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site.
Horário de funcionamento da bilheteria: 10h às 22h.
Formas de pagamento: Todos CC / CB
Acessibilidade Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

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Festa RECIFE-RIO neon acontece sábado dia 02 de Maio no clube do Bola Preta na Lapa


Uma Festa para todos os públicos: Essa é a proposta. Já Pensou num Mix de Forró, Maracatu, Ciranda, Coco, Frevo e demais elementos regionais, unidos a Guitarra Psicodélica do Rock? Tudo isso no clima da pintura Neon? Pois é. Isso existe e chama-se RAVE DE RAIZ. Uma Original Rave de Música Raiz.

A abertura do show fica por conta da roda de coco COCONAMÃ, ainda teremos lançamento do clip "Copacabana Girl" e Dj Furmiga Dub (PB).
Diretamente de Pernambuco o cantor Allen Jerônimo e a banda Rave de Raiz prometem fazer do Rio um pedacinho de Recife.
 A entrada será 10 R$ até 00:00 e após 20 R$.

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TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA O BOM E VELHO SAMBA NOVO COM JOYCE CÂNDIDO Participações especiais de Jorge Aragão e Emanuelle Araújo

Considerada uma das grandes promessas da música brasileira, Joyce Cândido é a nova contratada da Warner Music e se apresentará no Teatro Rival Petrobras, no dia 29 de abril, às 19h30, com o show “O bom e velho samba novo”, comemorando o lançamento do seu primeiro DVD, de mesmo nome. Participações especiais de Jorge Aragão e Emanuelle Araújo.

O projeto, gravado em novembro de 2013, no teatro Maison de France, no Rio, tem as participações especiais de João Bosco, Elza Soares, Toninho Gerais e Carlinhos de Jesus. No repertório estão canções do álbum e músicas inéditas.

Aos 31 anos, a cantora, nascida em Assis, interior de São Paulo, tem uma longa trajetória na música. Graciosa e expressiva, Joyce revela uma experiência de palco difícil de encontrar em uma estreante e não se intimida ao cantar ao lado de grandes nomes. Seu repertório é bem constituído, alternando clássicos de Adoniran, Cartola, Herminio, Chico, João Bosco/Aldir, Caetano e Noel com as outras doze composições inéditas que ela própria escolheu, junto com Alceu Maia: “Prelúdio do dia”, “Joia rara”, “Cê pó pará”, “Tesouro maior”, “Ida sem regresso”, “Beleza Pura”, “À tua espera”, “Mar a fora”, “Regras do jogo”, “Pôr do sol”, “Giramundo” e “Dengo”.



Serviço: Joyce Cândido - Participações especiais de Jorge Aragão e Emanuelle Araújo

Teatro Rival Petrobras
Dia 29 de abril, quarta-feira, às 19h30
Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel.: 2240-4469



Preço:

Setor A / Setor B / Mezanino

R$ 50 (Inteira)
R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 25 (Meia-entrada)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

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27 de abr de 2015

RIO FLOYD MACHINE Tributo a Pink Floyd Especial – Wish You Were Here - Dia 2 de maio ás 19h30.

Em maio, a Rio Floyd Machine volta ao palco do Teatro Rival Petrobras. E para homenagear o aniversário de 40 anos do lançamento do “Wish You Were Here”, a banda tocará o disco na íntegra, além de diversos sucessos da trajetória do Pink Floyd, em mais de duas horas de show.  O evento acontece no dia 2 de maio, sábado, às 19h30.


A Rio Floyd Machine é uma banda com 5 anos de estrada, que tem como objetivo reviver a trajetória do Pink Floyd. Composta por 10 integrantes, entre backing vocals femininas e saxofonista, a Rio Floyd Machine leva os timbres idênticos, os arranjos de álbuns e de shows do grupo inglês aos palcos cariocas. Todas as fases do Pink Floyd estão compreendidas em nossos shows.
É um minucioso trabalho, resultado do esforço individual e da paixão de cada integrante.  Em cada show, a Rio Floyd Machine leva você a uma viagem pela longa estrada que o grupo inglês ainda trilha.  Bem vindo à máquina do tempo “Rio Floyd Machine”. Welcome to the Machine!!!

Serviço: 
Rio Floyd Machine
Teatro Rival Petrobras
Dia: 2 de maio, sábado, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469
R$ 60 (Inteira)
R$ 40 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (Meia-entrada)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

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26 de abr de 2015

1° Concerto da Série “Domingos no Jardim Botânico”- Homenagem ao Dia das Mães – Espaço Tom Jobim –Dia 10/05 as 11h. Entrada Franca!!!



O Projeto Estrada Cultural nasceu da crença de que a música é uma forte aliada na transformação social e cultural de crianças, adolescentes ou jovens.

Diversas pesquisas demonstram isso. Quem já não ouviu falar dos benefícios da música para acalmar as crianças? E o famoso ditado “quem canta, seus males espanta”? Quem já não chorou ouvindo uma bela canção que evoca boas ou más lembranças?

Fato é que a música fala diretamente ao coração, impedindo que barreiras pré-conceituais, estabelecidas no consciente ou subconsciente, impeçam-no de ser tocado por seu apelo e beleza.


Por isso investimos nesta crença. Essa, no nosso entender, é a forma mais rápida e simples de se mudar o mundo. E temos como opção preferencial as comunidades em alto risco social. E temos dedicado a elas nosso melhor.

Hoje estamos na Maré, na Penha, no Caju e em Xerém.


O Projeto Estrada Cultural diferencia-se dos demais projetos sociais por seu objetivo ousado: formar músicos.

Não queremos ser mais um projeto que pretende apenas ocupar o tempo dos pequeninos. Queremos dar a eles um motivo para sonhar, acreditar num futuro melhor.

Concebido após dois anos de preparação e estudos pela equipe da Associação Cultural Armando Prazeres, o Estrada Cultural utiliza a música como ferramenta de transformação social e, consequentemente, profissional.


Suas atividades se dão por:

aulas de iniciação e percepção musical
aulas de cidadania através da harmonia e da participação na música em conjunto
aulas práticas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta doce, flauta transversa e oboé.
O monitoramento de frequência e desempenho é também um forte aliado na formação das crianças e jovens como verdadeiros cidadãos.


O trabalho abrange hoje 300 crianças, na faixa de 8 a 16 anos, todas moradoras de comunidades em risco social. O primeiro fruto de nosso trabalho é a ORQUESTRA MARÉ DO AMANHÃ, que já começa a preparar os jovens para o universo da música clássica profissional.

O projeto, porém, não para por aí. Queremos transformar o Rio de Janeiro e, quem sabe, o Brasil através da música.


Carlos Eduardo Prazeres, Fundador e Diretor Executivo
Fundador do Projeto Estrada Cultural e criador da Orquestra Maré do Amanhã, Carlos Eduardo Prazeres decidiu transformar a dor em caminho para transformação de vidas.
Filho do Maestro Armando Prazeres, sequestrado e assassinado em 1999, Carlos Eduardo escolheu a Maré para iniciar uma revolução transformadora com crianças e adolescentes das escolas públicas da região onde, supostamente, moraria o assassino de seu pai. O projeto vem revelando talentos e mudando vidas, sendo já referência de qualidade e seriedade.

Formado em Jornalismo pela PUC e em Letras pela UFRJ, Carlos Eduardo trabalhou por 16 anos na ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA, levando o grupo a tornar-se a melhor orquestra do Rio de Janeiro e a segunda melhor do país até sua saída, em fevereiro de 2008.

Desde a sua entrada, com ideias inovadoras, a orquestra não parou de crescer. Foi através dele que o conjunto iniciou uma parceria de sucesso com a MPB, numa exitosa gravação/turnê com a cantora Gal Costa, que originou o premiadíssimo “CD Acústico”, e com o cinema nacional – foram diversas trilhas gravadas pela orquestra, tais como “Carlota Joaquina”, “Bela Donna”, “Tainá”, “Aleijadinho”, “O Guarani”, entre outras.

Junto ao maestro Roberto Tibiriçá, criou os três mais importantes concursos de música da história recente do país: Concurso Armando Prazeres para jovens solistas, Concurso Eleazar de Carvalho para jovens regentes e Concurso Cláudio Santoro para jovens compositores, este último em parceria com a Academia Brasileira de Música.

Sob sua liderança, formou-se a mais talentosa equipe de produção do país. Enxuta com apenas 10 integrantes, a equipe de produção da OPES foi referência no I Encontro de Orquestras Sinfônicas, promovido pela OSESP em 2006.

Em ambas as ocasiões, Prazeres destacou-se, tendo, no encontro promovido pela OSESP, liderado os presentes para a criação da Liga das Orquestras Sinfônicas Brasileiras.







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24 de abr de 2015

MINISTÉRIO DA CULTURA, STOMP and GLYNIS HENDERSON PRODUCTIONS apresentam STOMP DE VOLTA AO BRASIL PARA UMA EXTENSA TURNÊ ENTRE ABRIL E MAIO Grupo percussivo que faz sucesso em apresentações na Broadway e na London West End usando instrumentos inusitados Rio de Janeiro, Fortaleza e Natal



Steve McNicholas
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A Opus Promoções confirmou: o Stomp volta ao Brasil neste ano para uma extensa turnê entre abril e maio. O grupo percussivo que faz sucesso em apresentações na Broadway e na London West End usando instrumentos inusitados – como vassouras, baldes e caixas de fósforos – além do próprio corpo dos artistas, começa as apresentações brasileiras com uma curta temporada em Porto Alegre, de 8 a 10 de abril, no Teatro do Bourbon Country, seguindo depois para São Paulo (de 15 a 17 de abril, no Teatro Bradesco), Rio de Janeiro (de 23 a 25 de abril, no Teatro Bradesco), Fortaleza (2 de maio, no Teatro RioMar Fortaleza) e Natal (5 a 7 de maio, no Teatro Riachuelo). A trupe está em excursão há 24 anos e já realizou mais de 20 mil shows, tendo se apresentado para cerca de 12 milhões de pessoas, incluindo celebridades como Bob Dylan, Bruce Springsteen, Liza Minnelli e Tom Waits.
Com uma combinação única de percussão, movimento e comédia visual, o Stomp foi criado em Brighton, na Inglaterra, durante o verão de 1991, como resultado de uma colaboração de dez anos entre os criadores Luke Cresswell e Steve McNicholas. Os dois trabalharam juntos pela primeira vez em 1981 como membros da banda de rua Pookiesnackenburger e
do grupo teatral Cliff Hanger. Juntos apresentaram uma série de musicais de rua no Festival de Edimburgo e ao longo dos anos 1980.
Após dois álbuns, uma série para a TV britânica e uma extensa turnê pela Europa, Pookiesnackenburger ainda produziu o aclamado comercial para a Heineken intitulado Bins (https://www.youtube.com/watch?v=P31iUXt8KyM). O trabalho foi originalmente escrito e coreografado por Luke como parte do show da banda e acabou sendo o ponto de partida para as famosas danças de Stomp com tonéis de lixo.



Em 1986, Luke e Steve criaram um vídeo de percussão de oito minutos para um especial da HBO com Bette Midler chamado Mondo Beyondo. Entre 1987 e 1990, Luke foi diretor musical e artístico de quatro grandes eventos ao ar livre, incluindo Beat The Clyde, que envolveu uma orquestra flutuante no centro de Glasgow, e o Heineken Hove Lagoon Show.
Em 1991, Steve e Luke criavam o Stomp, realizando a pré-estreia no London’s Bloomsbury Theatre e lançando o grupo no Assembly Rooms, em Edimburgo, na Escócia, onde foi o eleito da crítica do The Guardian’s e ganhou o prêmio Fringe do Daily Express. Entre 1991 e 1994, o elenco original de Stomp se apresentou para públicos qualificados ao redor do mundo: de Hong Kong a Barcelona, de Dublin a Sidney. A turnê culminou numa temporada esgotada no London’s Sadler’s Wells Theatre, na Inglaterra, em janeiro de 1994, quando Stomp recebeu uma indicação ao Olivier por Melhor Entretenimento e ganhou a Melhor Coreografia no West End Show.
Uma versão expandida de Stomp, envolvendo um elenco de mais de 30 artistas, foi criada para o Brighton Festival sendo aplaudida mais tarde em Melbourne, na Austrália. O trabalho também foi apresentado em setembro de 1995 ao ar livre, na Acrópole, em Atenas, e no Royal Festival Hall, em Londres. Esta produção quebrou todos os recordes que haviam sido estabelecidos por Frank Sinatra em 1972.
O Stomp iniciou sua jornada no Orpheum Theatre, em Nova York, em fevereiro de 1994 e rapidamente conquistou o Obie e o Drama Desk Award pela Mais Original Experiência Teatral. No verão de 1994, o primeiro elenco americano substituiu o elenco original no Orpheum, liberando-o para turnês esgotadas na América do Norte e Japão. No verão de 1995, mais duas produções americanas foram criadas com o propósito de viajar com apresentações pelos Estados Unidos, e seguem até hoje.

O elenco americano fez a estreia de Stomp no Chile, Brasil e Coreia. Enquanto isso, um quinto grupo de Stomp foi formado no Reino Unido, em 1997, e tem viajado pelo mundo desde então. Essa equipe levou o Stomp pela primeira vez à Escandinávia e à África e tem se apresentado com frequência pela Alemanha, Holanda e França. Uma outra produção de Stomp foi inaugurada em São Francisco, nos Estados Unidos, em maio de 2000 e esteve na ativa por dois anos e meio.
O elenco original de Stomp gravou a trilha sonora para o filme Tank Girl e participou do álbum de Quincy Jones, chamado Q’s Jook Joint. Além disso, fizeram uma trilha sonora gravada por Steve e Luke para o filme Riot, que foi lançado no inverno de 1997. Stomp ainda participou de diversos comerciais, incluindo o da Coca-Cola, Ice Pick, e outros para as lojas Target nos Estados Unidos e a Toyota no Japão.



Stomp também criou a Mr Frears’ Ears, série de pequenos vídeos para a Nickelodeon, enquanto um deles, Brooms, curta-metragem de 15 minutos foi indicado ao Oscar. Brooms ainda foi selecionado para transmissão no Robert Redford’s Sundance Festival e para a disputa do Cannes Film Festival. O grupo fez uma participação especial na cerimônia do Oscar em março de 1996, com uma apresentação original que envolveu a sincronização de clipes de filmes clássicos e performances no palco, com a participação de 20 dançarinos dos cinco elencos.
No verão de 1997, Steve e Luke criaram e dirigiram o Stomp Out Loud, um especial de 45 minutos para o canal HBO, que combinava as performances de palco com novas montagens exclusivas para TV. O trabalho foi premiado nos Estados Unidos em dezembro de 1997 e nomeado a quatro categorias do Emmy por Direção, Mixagem de Som, Edição de Multi-Câmera e Direção de Arte. Em 1998, Stomp Out Loud foi lançado em DVD no mundo todo. Outra união original entre performance ao vivo e filmagem foi criada para o Emmy, onde o grupo se apresentou ao lado de Spike Jones.

A trupe também já se apresentou depois da meia noite nas escadas do Lincoln Memorial na celebração do milênio do Presidente Bill Clinton. Ao longo de 2000, o especial da Vila Sésamo Let’s Make Music, feito em colaboração entre o Stomp e os Muppets, foi lançado na TV e em vídeo na América do Norte.
Luke e Steve iniciaram a produção do filme Imax, Pulse: a Stomp Odyssey no Brasil, durante o carnaval de 2000, e concluíram no verão de 2002 (assista ao trailer em https://www.youtube.com/watch?v=xa5ksr3dZVo). Pulse levou o público do Imax a uma incrível jornada pelo mundo, em performances com Kodo, Timbalada e Eva Yerbabuena. Seu lançamento foi aclamado pela crítica em Nova York no outono de 2002 e o filme ganhou os dois maiores prêmios no International Festival of La Géode, em Paris.
Em 2004, Nova York comemorou 10 anos ininterruptos de apresentações de Stomp no Orpheum Theatre renomeando para Stomp Avenue a 2nd Avenue com a 8th Street. Como extensão da turnê europeia, em 2005, o Stomp retornou a Tóquio para três semanas e ainda foi a Hong Kong, Singapura e Kuala Lampur. Em 2006, a equipe de Stomp de Nova York ultrapassou a marca de 5 mil apresentações. No mesmo ano, Luke e Steve dirigiram um anúncio de serviço público para a televisão chamado Stomp Out Litter, em que o elenco aparecia varrendo pontos conhecidos da cidade.
Além disso, eles foram contratados para criar e produzir The Lost and Found Orchestra, que levaria as ideias por trás de Stomp ao nível sinfônico para celebrar os 40 anos do Brighton Festival. A orquestra depois se apresentou no Sydney Opera House como parte do Sydney Festival, em 2007; no Royal Festival Hall em Londres, no Natal de 2008; e no Theater Carré em Amsterdam, em fevereiro de 2009.
Em 2008, o grupo voltou às suas raízes para gravar um novo DVD na Cúpula de Brighton, reunindo todos os elencos de Stomp pelo mundo. Pela primeira vez, o show completo foi capturado em alta definição de som e vídeo. Em 2008, Steve e Luke expandiram para novas áreas com o lançamento de seu Documentário Imax em 3D Wild Ocean, com uma mistura sinfônica de percussão e orquestra tradicional na trilha sonora. Em setembro do mesmo ano, Wild Ocean ganhou dois prêmios no Giant Screen Cinema Association por Melhor Áudio e Melhor Trilha Sonora na conferência anual realizada em Nova York. A The Lost and Found Orchestra se reuniu mais uma vez em 2012 para um novo show, Pandemonium, que apareceu em várias cidades americana durante o outono.



Em 2011, o Stomp comemorou seu 20º aniversário com uma celebração especial no Ambassadors Theatre. Ainda em 2011, a produção do Stomp nova-iorquino chegou ao seu nono ano, alcançando o recorde do Orpheum, até então do Little Shop of Horrors. A comemoração de seu 10º aniversário aconteceu no West End, no Ambassadors Theatre, ao mesmo tempo em que Steve e Luke davam sequência em seu trabalho no filme 3D. O lançamento do filme The Last Reef, que fala sobre a beleza e a situação de apuros dos recifes pelo mundo, aconteceu em 2012. Como em Wild Ocean, Luke e Steve compuseram a trilha-sonora orquestrada do filme, gravando-a no The Old Market Theatre, na sua cidade natal Brighton & Hove, no Reino Unido.
Em agosto de 2012, a maior de todas as montagens de Stomp reuniu 40 artistas de 12 países diferentes para uma apresentação especial na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. No final do mesmo ano, a The Lost and Found Orchestra se apresentou no Theater Carré, em Amsterdam, antes de retornar ao Reino Unido para o show de Natal na Cúpula de Brighton.
Em maio de 2013 aconteceu o lançamento do Great White Shark 3D, filme sobre o predador que todos amam temer. Mais uma vez, Luke e Steve compuseram a trilha sonora do filme e a gravaram no The Old Market Theatre. Na mesma época a dupla celebrou o aniversário de dois anos da reinauguração do The Old Market Theatre, após sua restauração. O local agora funciona em tempo integral, trazendo música, teatro, dança, comédia e artes visuais à costa sul do Reino Unido.
A formação do elenco original do Stomp é composta por Luke Cresswell, Nick Dwyer, Sarah Eddy, Theseus Gerard, Fraser Morrison, David Olrod, Carl Smith e Fiona Wilkes.

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SERVIÇO
23 a 25 de abril 2015 – Teatro Bradesco Rio (Rio de Janeiro – RJ)
2 de maio 2015 – Teatro RioMar Fortaleza (Fortaleza – CE)
5 a 7 de maio 2015 – Teatro Riachuelo Natal (Natal – RN)
Classificação: 10 anos
Duração: 1h40min
RIO DE JANEIRO (RJ)
De 23 a 25 de abril
Quinta, sexta e sábado, às 21h
Teatro Bradesco Rio
(Avenida das Américas, 3900 – loja 160 do
Shopping VillageMall – Barra da Tijuca)
www.teatrobradescorio.com.br

INGRESSOS 
Setor- Valor
Frisas - R$ 50,00
Balcão Nobre - R$ 50,00
Camarote - R$ 130,00
Plateia Alta - R$ 150,00
Plateia Baixa - R$ 180,00




A peça "Salina (a última vértebra)" faz duas apresentações na Arena Jovelina Pérola Negra Novo espetáculo do grupo Amok Teatro, uma das companhias mais prestigiadas do Rio, terá sessões com entradas gratuitas


A peça "Salina (a última vértebra)" propõe um mergulho numa África ancestral, através de uma história a temporal e universal, sobre exílio ódio e perdão. Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt e texto do autor francês Laurent Gaudé, o espetáculo é a mais nova criação do grupo Amok Teatro. A peça estreou em fevereiro no Espaço Sesc e agora faz turnê nas arenas cariocas. As apresentações na Arena Jovelina Pérola Negra serão nos dias 29 e 30/04, às 14h e, às 19h, respectivamente. A entrada é gratuita. 

A montagem conta a história da personagem Salina, que foi casada à força e violada por seu marido. Seu filho Mumuyê Djimba nasce e ela o detesta tanto quanto o pai. Acusada de deixar o esposo morrer agonizante num campo de batalha, Salina é banida de sua cidade. Exilada no deserto, ela alimenta seu desejo de vingança. Da sua ira, nasce Kwane, que trava uma guerra com seu irmão, Djimba, até que uma reviravolta surpreendente acontece no destino dela.

O espetáculo integra o conto, o jogo, a música e a dança. A música é tocada ao vivo, com instrumentos tradicionais africanos e afro-brasileiros.A obra é composta por elementos da tragédia grega e da epopeia africana, onde o épico, as paixões, o combate e a parte sombria do indivíduo são identificados."A obra de Laurent Gaudé permitiu a criação de um território simbólico, uma África imaginária, construída a partir de uma identidade mestiça, da confluência de diversas culturas de raiz africana e das diferentes visões e trocas que surgiram no decorrer do projeto", explica Ana Teixeira.

Ficha técnica:
Texto: Laurent Gaudé
Direção: Ana Teixeira e Stephane Brodt
Elenco: André Lemos, Ariane Hime, Graciana Valladares, Luciana Lopes, Reinaldo Junior,Robson Feire, Sergio Loureiro, Sol Miranda, Tatiana Tibúrcio e Thiago Catarino
Música: Fábio Simões Soares
Luz: Renato Machado
Assistente de Direção: Vanessa Dias
Coreografias: Tatiana Tibúrcio
Cenário e Figurino: Ana Teixeira e Stephane Brodt
Bonecos: Maria Adélia
Tradução: Ana Teixeira
Pesquisa: Amok Teatro
Produção: Marco Luna

Serviço: 
Dias: 29 e 30/04, às 14h, e, às 19h, respectivamente
Local: Arena Jovelina Pérola Negra
Endereço: Praça Ênio, s/n, Pavuna 
Tel.: (21) 2886-3889 
Entrada gratuita
Classificação: 14 anos
A Arena possui acesso para deficientes físicos e estacionamento gratuito. 


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