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28 de nov de 2012

Cartazes Oficiais da Copa do Mundo 2014.


As doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 já tem seus cartazes oficiais. 

Depois de escolher o nome da bola, chamada de Brazuca e o nome do mascote, Fuleco, a FIFA divulgou os cartazes das cidades-sede da Copa.
















Gabriele Nery

13 de nov de 2012

80 anos em 10 personagens: relembre as criações de Ziraldo


24/10/2012 11h36 - Atualizado em 24/10/2012 11h36


80 anos em 10 personagens: relembre




as criações de Ziraldo



Especial do G1 revela curiosidades sobre algumas obras do autor.
Desenhista celebra oito décadas nesta quarta-feira (24).





Em entrevista ao G1, Ziraldo confessa não saber quantos desenhos já fez. Como segue produzindo, diz que deixará tudo guardado em seu estúdio. “O dia que eu morrer, se alguém se interessar, conta tudo que tenho", brinca. Somadas as publicações da editora Globo e Melhoramentos, ele tem quase uma centena de livros. Arrisca afirmar que fez mais de 600 ilustrações para camisetas, e uma infinidade de cartazes.
Para celebrar os 80 anos do desenhista, a editora Globo reuniu os desenhos dos “Zeróis”, caricaturas dos super-heróis norte-americanos que o autor fez em 1967, publicados na revista “Fatos e Fotos", e lança pela primeira vez os quadrinhos em versão livro. O G1 preparou um especial com os 10 personagens clássicos de Ziraldo, e os mais citados no “Almanaque Ziraldo”, escrito por Luis Saguar e Rose Araujo. 
Lívia MachadoDo G1, em São Paulo
Arte Ziraldo 80 anos (Foto: Arte/G1)


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5 de nov de 2012

Calango deu! Os causos da Dona Zaninha estreia SÁBADO (10/nov.) no Teatro Café Pequeno, embalado pelo humor "sem vergonha" do interior mineiro.


O espetáculo inédito é fruto de pesquisa iniciada em 2007 pela atriz Suzana Nascimento, sobre a cultura popular mineira. Um apanhado de causos, calangos e expressões, crenças e superstições, provérbios, hábitos e benzeções, embalados pelo humor sem vergonha do interior.

Calango é um gênero musical, construído a partir de rimas, que pode significar cantos, músicas instrumentais ou danças. Acontecem mais no âmbito rural, forte em Minas Gerais, mas também tem no estado do Rio, por exemplo. O nome “Calango deu” é um início de alguns calangos: "Calango deu! Calango dá! Tico-tico jogou pedra no gogó do sabiá" e por aí vai. É uma das formas de começar o calango, assim como o “Era uma vez” nas histórias.

A personagem Dona Zaninha (Suzana Nascimento) é inspirada nas simpáticas senhorinhas mineiras – muito religiosas, com seu “pezinho” na benzeção e conhecimentos baseados em suas vivências –, mas é ferina com sua língua que sabe da vida de todo mundo, mas não gosta de “ispaiá”, só “proseia um cadim pruque causo a gente tem que contá”.

Entre um cafezinho e um pedacinho de broa, ou entre uma música e outra, Dona Zaninha recebe os convidados em sua casa e conta causos, como os apertumes dos três Pedros Bós enganados pela prima e assombrados dentro da Igreja; ou do homem unha-de-fome que deixou cair uma nota de 5 reais dentro da privada; ou do padre abismado com os pecados dos paroquianos; ou ainda da mulher que sumiu com um rato embaixo da saia... E assim, com muito humor, ela convida a plateia a cantar – Dona Zaninha toca bandolin, pandeiro e outros pequenos objetos sonoros, como sino, um instrumento artesanal que faz som de trovão, outro que faz som de passarinho – e a contar junto, enquanto ensina uma receitinha de “Môi de Repôi nu ái e ói”, por exemplo, ou uma simpatia que cura qualquer “mau oiado, feiura ou nervo trucido”, conduzindo as visitas a lugares como a fazenda, o cemitério, a vendinha do seu Besouro, sempre com uma adivinhação ou uma simpatia na ponta da língua.
Com seu sotaque do interior, Dona Zaninha costura histórias de amor, de assombração, de “bestagens”, de padres e beatas, de “semvergonhice”, enfim, de aprontação daquele povo da sua terra.

“Dona Zaninha nasceu da saudade, de um amor por Minas Gerais e por isso essa vontade tão grande de trazer, de registrar esses causos, essas crenças, esses cantos, que em boa parte só estão na memoria daquelas pessoas, daquele contador, daquela benzedeira, daquele contador. E por isso esse trabalho é uma celebração a essa memoria. É como se a gente pegasse uma compota de doce de leite e trouxesse de lá para cá, para distribuir as colheradas para todo mundo que quisesse”, conta Suzana.

Serviço
Calango deu! Os causos da Dona Zaninha | Concepção, texto e atuação: Suzana Nascimento | Direção: Isaac Bernat | Teatro Municipal Café Pequeno. Avenida Ataulfo de Paiva 269, Leblon. Tel. 2294-4480 | 100 lugares | Estreia dia 10 de novembro | Sábados e domingos às 20h | 30 reais (inteira) | Comédia | 80 minutos | 18 anos | Até 9 de dezembro

Sinopse
Com seu sotaque do interior, Dona Zaninha costura histórias de amor, de assombração, de “bestagens”, de padres e beatas, de “semvergonhice”, enfim, de aprontação daquele povo da sua terra.

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