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27 de fev de 2018

“Para onde ir” “Uma performance extraordinária. Yashar Zambuzzi consegue criar uma unidade entre textos tão diversos a ponto de conferir verossimilhança ao contexto em que se dá, de forma brilhante.


Sucesso de crítica, em sua 5ª temporada, a peça “Para onde ir” inspirada em livros de Dostoiévski e Rimbaud reestreia dia 23/2 no Teatro Laura Alvim, 19h
Monólogo se aprofunda sobre as aflições na vida de um alcoólatra e traz a literatura para o teatro transformando o palco numa taberna. Foto: Lu Valiatti

“Uma performance extraordinária. Yashar Zambuzzi consegue criar uma unidade entre textos tão diversos a ponto de conferir verossimilhança ao contexto em que se dá, de forma brilhante.

Quanto à direção de Viviani Rayes, esta merece ser considerada primorosa.”. - Lionel Fischer

“Para onde ir” reestreia dia 23/2, sexta-feira, às 19h, no Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso da Casa de Cultura Laura Alvim - espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ - com sessões sextas e sábados, 19h e domingos, 18h, até 18/03. Alcoolismo, desemprego, pobreza, miséria, violência contra a mulher, prostituição infantil, infanticídio e autodestruição são temas pelos quais passeia a bem-sucedida adaptação de Yashar Zambuzzi.


Construído a partir do personagem Marmieládov, do romance Crime e Castigo, escrito pelo russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881), e da obra Uma temporada no inferno, do francês Arthur Rimbaud (1854-1891), em homenagem à poesia crítica do jovem poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956), o monólogo, com adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi, marcou a estreia da atriz e produtora Viviani Rayes na direção. Ambos são fundadores da Te-Un TEATRO e, entre vários trabalhos juntos, atuaram e produziram a aclamada Blackbird (David Harrower).

Drama conta a história de Marmieládov, funcionário público, que após perder o emprego, entrega-se ao vício do álcool. Numa taberna ele acompanha a chegada dos fregueses e aproxima-se ora de um, ora de outro, para contar-lhes as dificuldades que passa por conta do vício, a necessidade de sustentar sua família e as desventuras de sua vida. A peça dialoga com o público numa linguagem dinâmica e coloquial, promovendo um contato direto e desmistificador com dois grandes autores da literatura universal cujas obras têm, em comum, as situações extremas da vida.

O público ao entrar na sala de espetáculo, ou melhor, na taberna, recebe uma dose de cachaça e/ou café, para serem consumidos com porções de amendoim presentes nas mesas, onde podem apoiar o jogo americano que recebem na entrada, que nada mais é que o programa da peça. Só um gole é o ponto de partida para a encenação. Tudo pensado e conduzido para tornar a experiência cênica num momento de grande interação.

Saiba Mais

SERVIÇO:
Reestreia: 23 de fevereiro de 2018
Temporada até 18 de março
Horários: Sexta e sábado às 19h, domingo às 18h.
Local: Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso – Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema - Tel: 2332-2015
Bilheteria: terça a domingo, das 16 às 19h
Duração: 50 min
Gênero: Drama
Lotação: 53 lugares
Classificação indicativa: 14 anos
Preço R$30,00 (inteira) R$15,00 (meia)

Agenda Cultural RJ
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp
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18 de fev de 2018

Rio Open - 19 a 25/02 - Ingressos a partir de R$30,00





Rio Open - 19 a 25/02 - Ingressos a partir de R$30,00

Já começou a contagem regressiva para o maior torneio de tênis da América do Sul. Em sua quinta edição, o Rio Open deve receber 50 mil pessoas, de 19 a 25 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro. Para 2018, o público verá a estreia de dois grandes jogadores do circuito mundial: o croata Marin Cilic, terceiro colocado no ranking mundial e finalista do Australian Open, e o francês Gael Monfils, um dos jogadores mais carismáticos do circuito. Eles se juntam ao austríaco Dominic Thiem, atual campeão do maior torneio e ao espanhol Pablo Carreño Busta. O evento também confirmou os brasileiros Rogério Dutra Silva e Thomaz Bellucci. Nas duplas, Marcelo Melo, número um do mundo e Bruno Soares. já estão confirmados.

Apelidado carinhosamente de “Grand Slam” brasileiro, o evento conta uma programação completa de música, com shows de bandas como Bossacucanova, Rodrigo Santos & os Lenhadores, além do ator e cantor André Frateschi. Alta gastronomia com pratos exclusivos e chefs renomados como Claude Troisgros e Pedro Benoliel. Serão 10 mil m2 de área com bons restaurantes, bares e food trucks. O espaço ainda conta com um super bar da Stella Artois, com cerveja gelada, telão gigante para acompanhar os jogos e ainda uma belíssima vista para o Cristo. O público ainda encontra na loja oficial – a La Boutique - variedade de produtos, contemplando todas as gerações de admiradores do tênis. Carlos Vergara, um dos maiores artistas brasileiros, assina o pôster oficial do torneio e pelo primeiro ano, teremos uma exposição de jovens artistas no espaço Rio Open Arte. O mais legal é que os ingressos custam a partir de R$ 30 reais.
Serviço: Rio Open
www.tudus.com.br

De R$ 30 a R$550 *
Jockey Club Brasileiro - Rua Mario Ribeiro, 410
De 19 a 25 de fevereiro

De segunda-feira a quinta-feira, serão duas sessões: Sessão 1 com início às 16h, e Sessão Noite, 19h.

*Qualquer ingresso dá acesso ao complexo que será montado no Jockey Club, não importa a sessão. O público também consegue assistir aos treinos, duelos das quadras externas, além de aproveitar o Leblon Boulevard.

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos.
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17 de fev de 2018

Cauby! Cauby! Uma Lembrança

Espetáculo Cauby! Cauby! Uma Lembrança – em cartaz no Teatro Carlos Gomes no RJ


Sob a interpretação de Diogo Vilela e texto de Flavio Marinho, Cauby Peixoto ganha vida nos palcos, no musical Cauby! Cauby! Uma Lembrança – numa homenagem ao saudoso e um dos mais populares cantores do Brasil. Cauby! Cauby! Uma Lembrança, estreia no dia 11 de Janeiro noTeatro Municipal Carlos Gomes, na Praça Tiradentes (RJ). Apresentado pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, o musical fica em cartaz sempre de quinta a sábado às 19H e Domingo às 18 Horas. A produção terá em cena nove atores Diogo Vilela, Sylvia Massari, Sabrina Korgut, Paulo Trajano, Aurora Dias, Luiz Gofman, Ryene Chermont, Luiz Menezes e Rafael de Castro além de banda com cinco músicos.

Após dez anos de sua montagem, Diogo Vilela e Flavio Marinho, que dividem a direção do espetáculo, revisitaram o texto e vão levar novamente ao público um extrato da vasta trajetória do artista-ícone dos anos de ouro do rádio nacional. Em duas horas de espetáculo, o musical narra a história do menino pobre de Niterói, que sonhava em ser príncipe, e acabou se transformando em “uma das figuras mais especiais do show-business brasileiro, dono de estilo e voz inconfundíveis”, como define Flavio Marinho. “Cauby contrapõe a exuberância de sua presença cênica com uma discretíssima vida pessoal. O que ele extravasa no palco, contém num dia a dia muito sóbrio, vivendo para a voz, o canto e o trabalho”, completa. O espetáculo será realizado com adereços do próprio Cauby como parte do cenário e uma peça do vestuário do cantor exposta na entrada do teatro cedidas especialmente para esta grande homenagem.

Conduzida por uma entrevista da secretária pessoal do cantor com alunos aspirantes a jornalistas, a peça vai e volta no tempo, remontando os grandes sucessos musicais de Cauby, para contar as cenas da vida do artista. O musical tem Direção Musical de Liliane Secco, Cenário e Figurinos de Ronald Teixeira, Luz de Maneco Quinderé, Coreografia de Tania Nardini, Caracterização Mona Magalhães, Fotos Lenise Pinheiro e relembra grandes amigos e cantores, fundamentais na carreira do “mestre” – como Ângela Maria, Emilinha Borba, Lana Bittencourt, Maysa Matarazzo e o empresário e compositor, Di Veras, que ajudou a construir a imagem emblemática de Cauby Peixoto.

Cauby! Cauby! Uma Lembrança fica em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes até o dia 11/03. Após este período o espetáculo passa a ser apresentado no Imperator, também no Rio de Janeiro do dia 16/03 até 01/04.


Uma homenagem a Cauby e comemoração de 47 anos de carreira do Diogo

Para viver a personagem plenamente e comemorar seus 47 anos de carreira, Diogo Vilela voltou a assistir diversos DVDs de shows e entrevistas e investe em aulas de canto regulares com o professor Victor Prochet. Diogo Vilela tem experiência com musicais biográficos, onde fez com sucesso a interpretação de Nelson Gonçalves, em Metralha (1996), Prêmio Shell de Melhor intérprete masculino. “Sinto que reviver Cauby no palco seja a necessidade de elevar o nível do meu trabalho de intérprete, criando a semelhança cênica, nunca a imitação, de um dos maiores astros da música brasileira”, revela Diogo. O ator também já viveu Ary Barroso no teatro, em 2013.

Com o texto do dramaturgo Flavio Marinho, que teve a oportunidade de dirigir Cauby no show “Conceição”, em 1992, e algumas observações do próprio artista, quando vivo, o espetáculo pretende ir além da homenagem e revelar um pouco do homem por trás do cantor – “sem pudor do kitsch ou do glamour, sem medo da melancolia ou da auto-crítica”, acrescenta o dramaturgo. Flavio e Diogo, porém, fizeram questão de manter a liberdade poética e de criação e respeitar os mistérios da vida de um artista que já marcou a história da música popular brasileira. No rastro dos musicais biográficos, que remontam, no teatro ou no cinema, a história de grandes mestres da música, atraindo multidões de fãs, Cauby! Cauby!vai além e promete emocionar e seduzir desde admiradores eternos às novíssimas gerações. “Com o empenho de profissionais gabaritados, tentaremos dar mais um passo em direção à memória musical do nosso país”, acredita Diogo Vilella. E conclui: “Querer fazer Cauby talvez seja para nós uma ousada tentativa de metamorfosear sua figura já tão carismática em personagem teatral, para que sua imagem possa assim ficar marcada não só no canto, mas também na palavra”.

Serviço:
Espetáculo: Cauby! Cauby! Uma Lembrança
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes
Data: 11/01 até 11/03
Endereço: Praça Tiradentes, s/n – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20060-050
Dias e Horários: Quinta a Sábado 19H e Domingo 18H

Preços: De R$ 50,00 a R$ 80,00 valores de inteiras, meias de R$ 25,00 a R$ 40,00. OBS: Aceita Vale Cultura

Classificação: 10 anos
Duração: 2h com intervalo
Capacidade do Teatro: 685 Lugares

04 Sessões com Acessibilidade na temporada carioca ( Essas sessões dispõem de suporte para todos os portadores de necessidades especiais. Favor consultar com antecedência as sessões que possuem Acessibilidade).

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. 
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16 de fev de 2018

ANDRÉ FRATESCHI no Teatro Rival Petrobras Cantor volta à casa de show para um novo tributo ao rock nacional

ANDRÉ FRATESCHI no Teatro Rival Petrobras

Cantor volta à casa de show para um novo tributo ao rock nacional



Crédito das Fotos: Brunno Dantas

AndréFrateschi é dono de carisma, tem presença de palco e arrebanha multidões em seus shows. Cantando rock nacional e internacional ele sagrou-se como Popstar ao sair vencedor do reality musical da TV Globo. Agora, atendendo ao pedido do público, ele volta ao palco do Teatro Rival Petrobras, no dia 23 de fevereiro, às 21h, para uma nova apresentação do show “BRock is Back - Tributo ao Rock Nacional”. O show inclui a nova música de trabalho, a balada pop “Love Love Love” e participações especiais.

O repertório de BRock is Back passeia pelas décadas de 80/90 trazendo ao palco o essencial do rock vigoroso e contestador da época, exaltando artistas e bandas como Cássia Eller, Cazuza, Nação Zumbi, Barão Vermelho, Plebe Rude, Titãs, Paralamas e, claro, Legião Urbana.

SAIBA MAIS

Serviço

Teatro Rival Petrobras - Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 23 de fevereiro (Sexta). Horário: 21h. Abertura da casa: 20h. Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.br.

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) - Pista. Venda antecipada pela Eventim - http://bit.ly/Ingressos2z0P23j

Bilheteria do Teatro Rival - Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Metrô: Estação Cinelândia

Teatro Rival Petrobras nas redes sociais:

www.facebook.com/teatro.rival

Instagram: @teatro.rival

Twitter: @teatro_rival

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Amarildo Silva volta ao Rio no show "Mariana", com canções inspiradas em livro de Guimarães Rosa.


Amarildo Silva volta ao Rio no show "Mariana", com canções inspiradas em livro de Guimarães Rosa.

As canções inéditas do disco foram escritas baseadas no livro "Grande Sertão Veredas"e compostas em parceria com o poeta Wander Lourenço

Amarildo Silva, cantor, poeta e compositor mineiro está de volta ao Rio apresentando seu quarto trabalho solo, após passar pelas cidades de São Paulo e Brasília. O show de lançamento do CD “Mariana” acontece dia 22/02 (quinta), à partir das 21:00 no charmoso espaço Lapa Café.

O show é uma grande homenagem à Guimarães Rosa, que sempre influenciou as canções e as poesias de Amarildo. No ano de 2018 lembramos 51 anos da morte de um dos principais autores da literatura nacional.

A canção “Realejo”, interpretada no CD “Mariana” pela cantora Cátia de França, foi a grande vencedora no Festival de Música da das rádios MEC e Nacional em 2017 na categoria Música Regional Nordestina.

Todas as canções do trabalho são inéditas e foram compostas em parceria com o poeta Wander Lourenço. Gravado e produzido pelo maestro Maurício Barreto, o CD conta com diversas participações especiais dos músicos, André Santos, Marcelo Bernardes, Saba Tuk, André Sena, Rodrigo Santiago, Kiko Continentino e Flavia Ventura Tyguel, que se revesam em diversas faixas.

Amarildo Silva também é membro do Cambada Mineira e com o grupo já gravou 6 CDs, um DVD em mais de 10 anos de carreira. Em 1995, lançou seu primeiro trabalho solo, "Rios Afluentes", somente com canções inéditas no Teatro Rival (RJ) . Atualmente viaja o país apresentando as canções de "Mariana" em um show com muita poesia, música e “causos”.

Show Amarildo Silva - Lançamento do CD Mariana no Rio de Janeiro

Data: 22/02/2018
Horário: 21:00
Ingressos: R$ 30,00
Local: Lapa Café

Endereço: Avenida Gomes Freire, 453/457 - Lapa - Rio de Janeiro

Link evento Facebook:
https://www.facebook.com/events/1560760124044589/

Visite as redes sociais e conheça o trabalho de Amarildo Silva

Site: http://www.amarildosilvacantor.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/rildopocona/


Youtube: http://bit.ly/2iVVFk4


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Missa para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus

Missa para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus



Um ritual cênico que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Eduardo Wotzik e a música de Henryk Góreck
A atmosfera do Sagrado é um tema que pulsava na obra de Clarice Lispector, por isso a Missa
De 23 de fevereiro a 18 de março, no Teatro Laura Alvim, em Ipanema

O Teatro Laura Alvim, em Ipanema, recebe de 23 de fevereiro a 18 de março, sextas e sábados as 20h, domingo as 19h, o aclamado “Missa para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus”, do diretor e ator Eduardo Wotzik, uma aventura por dentro da notável produção literária de Clarice Lispector, que tem como temática o Sagrado. Reflexivo, divertido, comovente, Missa para Clarice é um espetáculo onde um Arauto e duas Beatas claricianas procuram fazer do espaço do Teatro um Templo de Reflexão. Uma Missa como jamais se viu. Um ritual cênico que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Eduardo Wotzik e a música de Henryk Górecki.

A matéria prima do espetáculo é a obra de Clarice Lispector, mas o público se surpreende com a forma como os textos são apresentados. Como uma missa: o público senta, levanta, reza e canta, as palavras de Clarice formam um ritual cênico e religioso que nos faz pensar na nossa própria vida. A atmosfera do Sagrado é um tema que pulsava na obra de Clarice Lispector, por isso a Missa.

“Missa no sentido de missão, de levar através de um ritual a obra de Clarice ao espectador e produzir uma reflexão”, declara Eduardo Wotzik, que passou os últimos 20 anos preparando-se para esta montagem.

Quando o público entra no Teatro encontra um lugar tranquilo. A iluminação, o cenário minimalista e a música do compositor polonês Henryk Górecki (1933-2010) juntos formam uma atmosfera propícia a celebração do sagrado. Nesse ambiente, um Arauto (Wotzik) e duas Beatas claricianas (Cristina Rudolph e Natally do Ó) dão voz a trechos da vasta obra de Clarice Lispector que retratam o Sagrado, a relação do homem com Deus. O Arauto proclama a sabedoria e a todo momento o público é aclamado a participar. A duas Beatas recebem afetuosamente cada pessoa oferecendo um Missal (alguns em Braille, para os deficientes visuais) que contém as partes interativas do espetáculo. Assim todos mergulham nas profundezas de Clarice Lispector.


SAIBA MAIS



Serviço

Missa para Clarice - Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus
Da obra de Clarice Lispector
Direção: Eduardo Wotzik
Com Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik
Sinopse: Um Arauto e duas Beatas claricianas transformam o espaço do Teatro num Templo de Reflexão que une a palavra de Clarice Lispector, o teatro de Wotzik e a música de Górecki.
Local: Teatro Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro (tel. 21 2332-2015)
Temporada: 23 de fevereiro a 18 de março, sextas e sábados as 20h, domingo as 19h
Capacidade de público: 186 lugares + 4 lugares para cadeirantes
Ingresso: R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia)
Vendas pela internet: https://www.ingressorapido.com.br
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj Instagram

PROJETO TRANSVERSAIS DO TEMPO UNE SHOWS E DEBATES NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

PROJETO TRANSVERSAIS DO TEMPO UNE SHOWS E DEBATES NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO



Terceira edição do evento discute o lugar do artista como pensador da cultura e inclui apresentações de Iara Rennó, Zé Miguel Wisnik e Makely Ka

Após edições de sucesso em 2012 e 2014, o projetoTransversais do Tempo retorna ao Rio de Janeiro para quatro dias de shows e debates na CAIXA Cultural, entre os dias 22 e 25 de fevereiro (quinta a domingo), sempre às 19h. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O evento aposta na mistura de talentos para discutir e repensar as tradições e as renovações da música popular brasileira, promovendo encontros entre Passo Torto e Ilessi (22, quinta); Pedro Sá Moraes e Dexter (23, sexta); Makely Ka e Iara Rennó (24, sábado); e Zé Miguel Wisnik e Kristoff Silva (25, domingo), com curadoria de Marcos Lacerda (Doutor em Sociologia, editor da revista Polivox e diretor do Centro de Música da Funarte) e Thiago Thiago de Mello (compositor, Doutor em Ciências Sociais pela UERJ e locutor/roteirista do Rádio Chama, na Roquette Pinto FM).



Em cada dia, os artistas dividirão o palco e participarão de acalorados debates mediados pela apresentadora Roberta Martinelli, idealizadora do programa Cultura Livre (TV Cultura). Entre uma música e outra, Roberta lançará perguntas e questionamentos, promovendo uma reflexão sobre o encontro dos artistas, suas carreiras e suas relações com a música e o mercado. Assim, as apresentações tornam-se ricas e únicas, possibilitando que o público reflita sobre todas essas questões, além da fruição estética.

“Há uma diversidade temática e estética que é representativa em vários aspectos: temos, por exemplo, Dexter, representando o hip-hop, artistas representando o indie rock e outros relacionados à tradição da MPB”, aponta o curador Marcos Lacerda.

Os quatro encontros serão gravados, editados e disponibilizados num canal apropriado na internet sob o formato de uma web-série (em 4 episódios).

O projeto:

Transversais do Tempo é um projeto idealizado por Pedro Sá Moraes (compositor, Mestre em Ciência da Literatura pela UFRJ e um dos criadores do programa Rádio Chama), que também assina a direção artística. Seu nome foi inspirado no disco homônimo de Elis Regina, servindo como uma espécie de metonímia para representar toda a grande tradição da música popular brasileira que, naquele período, foi entronizada como a grande forma artística brasileira por excelência.

“O Transversais do Tempo vem buscando refletir que tipo de relevância e importância a canção popular tem diante das questões contemporâneas da nossa sociedade, cultura e arte”, lembra Pedro.

Em suas edições anteriores - realizadas em 2012, no Sesc-RJ, e em 2014, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília e Salvador - o projeto contou com nomes como Vladimir Carvalho, José Jorge Carvalho, Leonardo Lichote, Eduardo Losso, Antonio Jardim e Paulo da Costa e Silva, além da presença de artistas como Armando Lobo, Thiago Amud, Pedro Sá Moraes e Escambo.

Programação:

22 de fevereiro (quinta)

Passo Torto e Ilessi

23 de fevereiro (sexta)


Pedro Sá Moraes e Dexter

24 de fevereiro (sábado)

Makely Ka e Iara Rennó

25 de fevereiro (domingo)
Zé Miguel Wisnik e Kristoff Silva


Sobre os artistas:

Passo Torto

A banda é a união dos músicos e compositores Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos e Romulo Fróes. Com referências distintas, partem do samba - influência decisiva no trabalho pessoal de cada um, experimentando novas possibilidades para o gênero e a própria música brasileira. O quarteto paulistano conta com três discos lançados: Passo Torto (2011), Passo Elétrico(2013) - estes dois, vencedores do Prêmio da Música Brasileira, e o mais recente Thiago França(2015), em que dividem o disco com a cantora Ná Ozzetti, influência declarada do grupo.

Dexter

Conhecido pelos fãs como 8° Anjo, Dexter é referência no hip hop nacional desde os anos 90, quando fundou o grupo 509-E. O apelido foi inspirado no filho de Martin Luther King Jr, Dexter Scott King, e significa: destro, direito, correto, sagaz e ligeiro, qualidades que, segundo Dexter, são indispensáveis para sobreviver na periferia.

Com 26 anos de carreira, suas primeiras composições foram inspiradas pelos grupos Public Enemy, NWA, Kool Moe Dee e Racionais MC’s. Para ele, a música é uma ferramenta de disseminação de cultura, conhecimento e valores, e é graças a ela que, há 5 anos em liberdade, tem visto sua vida mudar. Já lançou três DVDs em uma série chamada Dexter & Convidados, em que contou com participações mais que especiais como: Ed Motta, Vanessa Jackson, Rappin Hood, dentre muitos outros.

Makely Ka

Um dos mais requisitados compositores de sua geração, Makely Ka pode ser ouvido em dezenas de discos gravados por intérpretes no Brasil e no exterior. Já tocou nos principais palcos nacionais e excursionou por Portugal, Espanha, Dinamarca, Lituânia, Turquia, Grécia e México.

Como intérprete de suas próprias canções destaca-se pela sua voz grave e uma pegada peculiar no violão, além da auto-ironia e sarcasmo sempre presentes nas apresentações ao vivo. Atualmente prepara o lançamento de seu novo álbum, intitulado Triste Entrópico, resultado de suas viagens e experiências multiculturais nos últimos anos.

Kristoff Silva

É compositor, professor de teoria musical e autor de trilhas para teatro, poesia e dança. Possui três CDs lançados:Deriva (2013), Em Pé No Porto(2007) e A Outra Cidade (este em parceria com Makely Ka e Pablo Castro- 2003), além do DVD Ao vivo na Casa da Ópera, com participação de Ná Ozzetti (2008). Dentre os prêmios recebidos e seleções mais importantes estão Petrobrás Cultural e Natura Musical.

Escreveu o Livro de Partituras de Zé Miguel Wisnik e é um dos violonistas responsáveis pelo Cancioneiro Elomar, com 14 cadernos de partituras do compositor. Apresentou-se em espaços e eventos internacionais como: Casa da Música (Porto, Portugal), Mercat Musica Viva (Vic, Espanha), Le Poisson Rouge (New York, USA), South by Southwest, (Austin, USA), Erupt Lake Festival, (Taupo, Nova Zelândia), dentre outros.

Zé Miguel Wisnik

José Miguel Wisnik é ensaísta, músico e professor aposentado de Literatura brasileira na USP. É autor, entre outros livros, de Osom e o sentido – Uma outra história das músicas (1989) eSem receita – Ensaios e canções(2004). Compôs música para cinema (Terra estrangeira), teatro (As Boas, Hamlet eMistérios Gozozos, para o Teatro Oficina) e dança (Nazareth,Parabelo, Onqotô e Sem Mim, para o Grupo Corpo). Lançou cinco CDs de canções de sua autoria (José Miguel Wisnik; São Paulo, Rio; Pérolas aos poucos;Indivisível e Ná e Zé).

Iara Rennó

Cantora, instrumentista, produtora musical, performer, atriz, poeta e compositora, Iara Rennó tem hoje 86 músicas gravadas e lançadas em álbuns físicos, seus e de terceiros, tendo entre seus interprétes Elza Soares, Ney Matogrosso, Gaby Amarantos, Jaloo, entre outros.

Durante o ano de 2017, fez o lançamento do primeiro mini-doc sobre seu trabalho, Afiando a Flecha; circulou com diferentes formatos de shows pelo Brasil; iniciou o projeto #Feminística; estreou no cinema com uma participação no filmeA Moça do Calendário (de Helena Ignez); gravou pela TV Rá Tim Bum o programaPratinho da Iaiá, seu primeiro trabalho na TV direcionado ao público infantil (estreia prevista para março de 2018); e encerrou o ano cantando com Elza Soares – a cantora do milênio e musa de ARCO e FLECHA,álbuns gêmeos lançados por Iara em 2016.

Pedro Sá Moraes

Com 38 anos, Pedro Sá Moraes é um cantor, compositor e multi-instrumentista natural do Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Profissionais da Música de 2016 (PPM) na categoria Melhor Cantor, o artista começou sua carreira musical no início dos anos 2000 como intérprete de samba. Membro da geração que renovou o gênero a partir do bairro carioca da Lapa, Pedro compartilhou, ao longo de vários anos, o palco, a estrada e os estúdios com mestres do gênero, como Nelson Sargento, Wilson Moreira, dentre outros.

Seu primeiro álbum solo,Claroescuro, foi eleito um dos dez melhores discos de World Music de 2010 pelo Boston Globe. Ao longo da última década, vem criando e promovendo uma série de eventos, festivais e mostras que dão visibilidade a uma talentosa nova geração de artistas brasileiros.

Ilessi

Original de Campo Grande, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Ilessi (nome Iorubá, originalmente escrito “Ilé Si”, significa “Casa do ser, do existir”) é cantora e compositora. Atua como cantora desde 1998, se apresentando em todo Brasil e em países como França, Suécia e Inglaterra.

Tem produzido e participado de vários eventos relacionados a temática da mulher na música, como o Sonora - Ciclo Internacional de Compositoras e a mostra Essa Mulher. É integrante do grupo LUA - Livre União de Autoras, junto com Carla Capalbo, Iara Ferreira, Milena Tiburcio e Luana Dias, e do Coletivo Essa Mulher, com Aline Gonçalves, Carol Panesi e Marcela Velon. Em fevereiro de 2017 gravou seu segundo CD,Mundo Afora: Meada, com músicas de novos compositores de todas as regiões do Brasil. O álbum tem direção musical de Thiago Amud e lançamento previsto para abril de 2018.

Serviço:
Transversais do Tempo III
Data: de 22 a 25 de fevereiro de 2018 (quinta a domingo)
Horário: 19h
Duração: 90 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Sítio do Picapau Amarelo



EM CARTAZ

Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea

Sítio do Picapau Amarelo


Adultos que levarem crianças fantasiadas ganham desconto no ingresso

No final do espetáculo, a criançada pode tirar fotos com o elenco gratuitamente

Peça infantil celebra obra de Monteiro Lobato

Pegando carona na magia que o espetáculo teatral infantil Sítio do Picapau Amarelo exercer sobre adultos e crianças, a Tambores Produçõese Cia. Teatral Sassaricando lançaram a promoção “Bailinho do Sítio” que promete transformar o Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, no lugar mais fofo da Zona Sul: quem levar a criança fantasiada de personagem do Sítio ganha 50% de desconto no valor do ingresso (inteiro). A promoção é válida apenas para 1 acompanhante. A peça também lançou uma lista amiga na sua página no Facebook que oferece preços especiais para os participantes. No final do espetáculo, a criançada pode tirar fotos com o elenco gratuitamente.

Uma grande aventura começa quando a boneca de pano Emília ganha vida e se mete em muitas trapalhadas ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Rabicó e do Príncipe das Águas. Será que eles vão conseguir escapar das travessuras do Saci e das armações da Cuca, junto com sua mascote Graulina? E qual será o bolo que a Tia Nastácia preparou para servir durante as histórias contadas por Dona Benta? Tudo isso acontece sob os embalos das canções do “Sítio do Picapau Amarelo” executadas por uma banda ao vivo.

O espetáculo fica em cartaz até o dia 04 de março, sempre aos sábados e domingos, às 17h.A direção geral é de Ricardo Silva, que leva ao palco os atores Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa) dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por banda com música ao vivo com os músicos Camila Ferolla (percussão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta).

Saiba Mais


SERVIÇO

SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 - Gávea, Rio de Janeiro). Dias e horários: Sábados, Domingos e Feriados, às 17 horas. Temporada até 04 de março de 2018. Duração: 60 minutos. Gênero: Infantil. Informações: (21) 2274-9895. Contato: tamboresproducoes@gmail.com. Ingressos: Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia). Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD

Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamarelogavea

Como chegar: carro (estacionamento no shopping), ônibus, Metrô na Superfície (Botafogo-Gavea|Estação Marquês de São Vicente)

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Golden Boys – Sucesso garantido no Imperator O grupo se apresenta no dia 28 de fevereiro no Imperator

Golden Boys – Sucesso garantido no Imperator

O grupo se apresenta no dia 28 de fevereiro no Imperator


Os Golden Boys prometem lotar, mais uma vez, o Imperator – Centro Cultural João Nogueira com o show “Alguém na multidão” dentro do consagrado projeto Quartas Brasileiras, no dia 28 de fevereiro, às 16h. As apresentações do grupo fazem sempre muito sucesso com uma deliciosa viagem no tempo através de canções gravadas desde a Jovem Guarda até hoje.

Os Golden Boys perderam Roberto ano passado, mas Renato e Ronaldo Corrêa chamaram outro irmão para fazer parte do grupo: Mário, que foi integrante do Trio Ternura. É o talento da família que há décadas arrasta multidões em seus shows!

Além da música que dá nome ao espetáculo, estão no repertório outros sucessos dos Golden Boys como “Andança”, “Erva venenosa” e “Fumacê”. Isso sem falar nas composições dos irmãos Corrêa que viraram hits em gravações de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, Roupa Nova e muitos outros grupos e artistas.

Sobre os Golden Boys

Dona Nazareth e Seu Moacyr não podiam nunca imaginar que daquelas tardes de crianças brincando de cantar, nasceriam os Golden Boys e, mais tarde, o Trio Esperança e a carreira solo de Evinha. Eles eram pais de uma família de sete filhos e todos com talento para cantar e que talento!

Foi no ano de 1958 que, numa brincadeira de cantar na escola Roberto, Renato e Ronaldo resolveram participar de um programa de calouros. Ganharam o primeiro prêmio e o convite para gravar um disco. E assim tudo começou. E vieram muitos sucessos: “Meu romance com Laura”, “Pensando nela (Bus stop)”, “Alguém na multidão”, “Mágoa”, “Ai de mim” e tantos outros.

Mais tarde, já adultos, os Golden Boys ousaram voos mais altos, gravaram muitas trilhas de novelas, vinhetas e prefixos de programas para o rádio e a TV, participaram de festivais e diversos movimentos da música popular brasileira e viajaram por diversos países, sempre representando o Brasil.

No final de 2001, estiveram na Europa fazendo shows com grande sucesso, em Paris (França) e Lausanne (Suíça). No ano seguinte, participaram da gravação do especial acústico de Jorge Benjor para TV, CD e DVD.

Os Golden Boys continuam fazendo sucesso, sobretudo no Imperator, onde batem ponto todo ano, para a alegria dos fãs que sempre lotam a casa.

Sobre o projeto Quartas Brasileiras

Pelo palco do Quartas Brasileiras, já passaram grandes nomes da nossa música como Zezé Motta, Áurea Martins, Golden Boys, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Ivan Lins, Eduardo Dussek, The Fevers, Leny Andrade e Miele.

“Quero parabenizar ao Imperator por esse projeto maravilhoso em que tive a honra de me apresentar por três vezes com o meu eterno parceiro Luiz Carlos Miele. Projetos como o Quartas Brasileiras nos motivam a continuar nos apresentando com tanta dignidade! Com o esse projeto, o Imperator prova com números que o povo precisa da verdadeira cultura musical e não de movimentos que passam rapidamente", elogia Leny Andrade, entusiasta do projeto.

A curadoria do Quartas Brasileiras é de Fernanda Santos e Flávio Loureiro, que estão felizes com a missão cumprida. "O grande medidor do projeto é o balcão da bilheteria. Lá ficamos escutando o que estão querendo os espectadores. Eles dão sugestões de artistas, pedem para comprar os ingressos com mais antecedência, reivindicam uma segunda sessão ou mesmo um bis de uma atração que já se apresentou na casa. Foi ouvindo o público que pleiteamos junto ao Imperator liberar as vendas dos ingressos para todos os shows com bastante antecedência!", explica a produtora Fernanda Santos.

Serviço

Golden Boys em “Alguém na multidão”
Projeto Quartas Brasileiras
Dia 28 de fevereiro de 2018 (quarta-feira)
Horário: 16 horas
Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier. Tel: 2597-3897
Classificação etária: Livre
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Lotação da casa: 724

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Rio Open Qualifying conta com entrada gratuita - 17 e 18/02


Rio Open Qualifying conta com entrada gratuita - 17 e 18/02



O Rio de Janeiro começa a respirar tênis já neste fim de semana, dias 17 e 18, quando começa o Rio Open Qualifying. A competição, com entrada gratuita, vale vaga para a chave principal do Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul. O evento acontece nas quadras do Jockey Club Brasileiro, na Gávea, e é uma oportunidade única para público conhecer a estrutura utilizada no ATP 500 - o Rio Open. Os jogos acontecem neste sábado e domingo a partir das 16h. Destaque para a participação do espanhol Tommy Robredo e para os brasileiros João Souza (Feijão) e Thiago Wild. A fase classificatória premia os quatro melhores tenistas da chave com as últimas vagas para a chave principal de jogos do Rio Open.


Rio Open Qualifying
ENTRADA GRATUITA
Jockey Club Brasileiro - Rua Mario Ribeiro, 410
Dia 17/Fev (sáb) – A partir das 16h
Dia 18/Fev (dom) – A partir das 16h


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Rio Open - 19 a 25/02 - Ingressos a partir de R$30,00

Já começou a contagem regressiva para o maior torneio de tênis da América do Sul. Em sua quinta edição, o Rio Open deve receber 50 mil pessoas, de 19 a 25 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro. Para 2018, o público verá a estreia de dois grandes jogadores do circuito mundial: o croata Marin Cilic, terceiro colocado no ranking mundial e finalista do Australian Open, e o francês Gael Monfils, um dos jogadores mais carismáticos do circuito. Eles se juntam ao austríaco Dominic Thiem, atual campeão do maior torneio e ao espanhol Pablo Carreño Busta. O evento também confirmou os brasileiros Rogério Dutra Silva e Thomaz Bellucci. Nas duplas, Marcelo Melo, número um do mundo e Bruno Soares. já estão confirmados.

Apelidado carinhosamente de “Grand Slam” brasileiro, o evento conta uma programação completa de música, com shows de bandas como Bossacucanova, Rodrigo Santos & os Lenhadores, além do ator e cantor André Frateschi. Alta gastronomia com pratos exclusivos e chefs renomados como Claude Troisgros e Pedro Benoliel. Serão 10 mil m2 de área com bons restaurantes, bares e food trucks. O espaço ainda conta com um super bar da Stella Artois, com cerveja gelada, telão gigante para acompanhar os jogos e ainda uma belíssima vista para o Cristo. O público ainda encontra na loja oficial – a La Boutique - variedade de produtos, contemplando todas as gerações de admiradores do tênis. Carlos Vergara, um dos maiores artistas brasileiros, assina o pôster oficial do torneio e pelo primeiro ano, teremos uma exposição de jovens artistas no espaço Rio Open Arte. O mais legal é que os ingressos custam a partir de R$ 30 reais.
Serviço: Rio Open
www.tudus.com.br

De R$ 30 a R$550 *
Jockey Club Brasileiro - Rua Mario Ribeiro, 410
De 19 a 25 de fevereiro

De segunda-feira a quinta-feira, serão duas sessões: Sessão 1 com início às 16h, e Sessão Noite, 19h.

*Qualquer ingresso dá acesso ao complexo que será montado no Jockey Club, não importa a sessão. O público também consegue assistir aos treinos, duelos das quadras externas, além de aproveitar o Leblon Boulevard.

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15 de fev de 2018

Obras fazem parte da Coleção Cinema Brasileiro Contemporâneo, da Ancine, e serão exibidas neste mês nas unidades de Madureira, Ramos e Engenho de Dentro


Sesc RJ apresenta filmes pouco conhecidos de grandes diretores brasileiros em unidades da Zona Norte

Obras fazem parte da Coleção Cinema Brasileiro Contemporâneo, da Ancine, e serão exibidas neste mês nas unidades de Madureira, Ramos e Engenho de Dentro

Em fevereiro, as unidades do Sesc RJ no Engenho de Dentro, em Madureira e em Ramos irão apresentar filmes brasileiros dirigidos por cineastas de grande destaque, mas que ainda permanecem pouco conhecidos pelo grande público. São obras de Suzana Amaral, Walter Carvalho, Júlio Bressane, Lucia Murat e Lúcio Kodato e Murilo Salles. O público terá mais uma chance para assistir filmes que fizeram grande sucesso de crítica, como “A Erva do Rato”, “Hotel Atlântico”, “Budapeste”, “Maré, nossa história de amor” e “Nome Próprio”. A entrada é franca.

No primeiro semestre de 2018, a programação audiovisual do Sesc RJ investe na difusão do cinema nacional com a exibição de filmes que fazem parte da Coleção Cinema Brasileiro Contemporâneo, editada pela Ancine. Serão seis recortes curatoriais, que agrupam os filmes por afinidades estéticas ou temáticas que apresentam ao público um panorama diversificado da produção cinematográfica nacional.

Filmes

Saiba Mais

Programação completa:

GRANDES DIRETORES
SESC ENGENHO DE DENTRO
07/02. 15h - Hotel Atlântico
17/02. 15h - Hotel Atlântico
21/02. 15h - Budapeste
24/02. 15h - Budapeste
28/02. 15h - Nome Próprio

SESC MADUREIRA

01/02. 18h30 – Hotel Atlântico
08/02. 18h30 – Maré, nossa história de amor
15/02. 18h30 – Budapeste
22/02. 18h30 – A erva do rato
28/02 - 15h30 - Nome Próprio

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EXPOSIÇÃO REÚNE FOTOS INÉDITAS DE PIERRE VERGER NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO




EXPOSIÇÃO REÚNE FOTOS INÉDITAS DE PIERRE VERGER NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Mostra Dorminhocos exibe série de imagens com trabalhadores descansando em espaços públicos ao redor do mundo

O antropólogo e fotógrafo francês Pierre Verger rodou o mundo com um olhar apurado e uma câmera nas mãos, sempre fugindo dos clichês e se interessando por temas pouco comuns. Na exposição Dorminhocos, em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 20 de janeiro a 18 de março de 2018, uma série de imagens retrata o modo como as pessoas descansavam em lugares públicos. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Com curadoria de Raphael Fonseca, a mostra reúne 145 fotografias que exibem o ponto de vista característico do fotógrafo, produzidas entre as décadas de 1930 e 1950, em vários países como Argentina, Peru, Congo, China, Polinésia Francesa, Guatemala e México. No Brasil, Verger fotografou os dorminhocos na Bahia, onde viveu por 50 anos, e também em Pernambuco e no Maranhão.

As fotos reunidas na mostra fazem parte do acervo da Fundação Pierre Verger, em Salvador. A maior parte dessas imagens nunca foi revelada. Geralmente banhados pela luz solar, são corpos de trabalhadores anônimos e fatigados pela recente rotina modernizadora estabelecida pelos processos de expansão industrial e urbana. Os tons de preto e branco, constantes na fotografia de Pierre Verger, criam uma ambiência em que o trabalho é contemplado como uma atividade permeada de melancolia e distante de qualquer discurso construtivo.

“Neste momento em que estamos cada vez mais conectados e acelerados, a mostra contribui com as discussões contemporâneas a respeito de uma superaceleração do cotidiano, já naturalizada no Brasil e no mundo. É um recorte inusitado da obra de Pierre Verger, mas ao mesmo tempo provoca reflexões muito interessantes nos visitantes”, explica Raphael Fonseca.

Dorminhocos é uma oportunidade para o público conhecer outro aspecto da obra de Verger, que é marcada pelo tema afro-brasilidade. Além disso, a mostra provoca questões como a relação entre a estafa que o trabalho gera no corpo humano e a necessidade de descanso (pertinente às discussões atuais dos trabalhadores brasileiros); a relação entre classe, raça e contrastes sociais; o lugar da mulher no mercado de trabalho e no espaço público (são poucas as fotos com presença feminina na exposição); e a relação das pessoas com esse espaço. Os visitantes também poderão conhecer um aspecto comum ao olhar do artista que é a exploração fotográfica do corpo masculino.

A exposição convida o público para uma viagem no tempo com destino às sutilezas e peculiaridades do universo interpretado pelo fotógrafo, seja como caderno de viagem, obra de arte ou documento histórico. São várias as maneiras como se dá a observação da seleção de imagens.

No dia 03 de fevereiro (sábado), às 16h, o público terá a oportunidade de participar de uma visita guiada com o curador Raphael Ferreira. A visita tem entrada franca e marca o lançamento do catálogo da exposição, que será distribuído gratuitamente.

Serviço:
Exposição “Dorminhocos”
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 4
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 20 de janeiro (sábado), às 16h
Visitação: de 21 de janeiro a 18 de março de 2018
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Visita guiada com o curador e lançamento do catálogo: 03 de fevereiro (sábado), às 16h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

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"Os Monólogos da Vagina", de Eve Ensler Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis e Cacau Melo

Os Monólogos da Vagina
de Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis e Cacau Melo 

Comemorando 17 anos de sucesso absoluto de crítica e público, a comédia Os Monólogos da Vagina continua encantando e emocionando plateias de todo Brasil. Depois de 2 anos em cartaz em São Paulo (Teatro Gazeta) iniciará sua turnê pelo Brasil em 2018, a começar pelo Rio de Janeiro.

Produzido em mais de 150 países e traduzido para mais de 50 idiomas o espetáculo tornou-se fenômeno mundial. Depoimentos verídicos de mais de 200 mulheres colhidos pela autora em todo o mundo abordam de maneira extremamente bem-humorada, direta e livre de preconceitos uma reflexão sobre a relação da mulher com sua própria sexualidade.(sinopse)

A estreia brasileira desse fenômeno teatral aconteceu em 07 de abril de 2000, no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, com incrível sucesso de público e crítica. A genialidade de Miguel Falabella na adaptação e direção do texto o tornou o primeiro diretor no mundo a escalar três atrizes para, ao mesmo tempo, encenarem as narrativas das entrevistas originais colhidas por Eve Ensler. Essa concepção, a pedido da própria autora que esteve presente na estreia brasileira, foi adotada mundialmente em todas as produções e assim permanece até hoje.


Com ingressos esgotados em todas as apresentações, o espetáculo transformou-se em fenômeno de público e crítica no BRASIL, ganhando 5 prêmios Qualidade Brasil: Melhor Espetáculo (Rio e SP), Melhor Direção (Rio e SP) e Melhor Atriz (Zezé Polessa).

No elenco atual Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo, Rebeca Reis e Sônia Ferreira. Atrizes consagradas, como Zezé Polessa, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Fafy Siqueira, Totia Meirelles, Bia Nunes, Lucia Veríssimo, Tânia Alves, Elizângela, Mara Manzan, Maximiliana Reis, Chris Couto e Claudia Alencar, dentre outras, se orgulham de um dia ter tido a oportunidade de encenar, com muito carinho e respeito, os depoimentos reais de todas as mulheres que tornaram essa obra possível. Todas já participaram do elenco do espetáculo, juntas ou separadamente em outras formações.

Muito mais que um espetáculo teatral, Os Monólogos da Vagina tornou-se um Movimento Mundial. Segundo Charles Isherwood, do The New York Times,“provavelmente a mais importante obra de teatro da última década”.

OS MONÓLOGOS DA VAGINA
Teatro Grandes Atores - Shopping Barra Square, Av. Américas 3555 bl 02 loja116/117
Texto: Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Direção de elenco: Maximiliana Reis
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo
Standing: Rebeca Reis e Sônia Ferreira
Data da estreia: 05 de janeiro (sexta às 21h)
Temporada: de 05 de janeiro à 25 de fevereiro de 2018
Dias e horários: Sexta e sábado às 21 horas / Domingo às 20 horas
Preço: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00
(estudantes e aposentados)
Informações: (21) 3325.1645
Capacidade: 336 lugares
Gênero: comédia
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Vendas online: www.divertix.com.br

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ÁFRICA CONTEMPORÂNEA É TEMA DE GRANDE Exposição no CCBBRJ

ÁFRICA CONTEMPORÂNEA É TEMA DE GRANDE Exposição no CCBBRJ




O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) recebe Ex Africa, a maior mostra sobre arte africana contemporânea já realizada no Brasil, com trabalhos de 20 artistas, de oito países, numa cuidadosa seleção de mais de 80 obras; a entrada é gratuita e a exposição pode ser visitada por pessoas de todas as idades até 26/03/18

à Fotos, vídeos, lista de obras, catálogo digital e outras informações:www.agenciagalo.com/exafrica

Rio de Janeiro, dezembro de 2017 - Feições hipnotizantes estampam autorretratos que ironizam vultos de um passado barroco. Metrópoles desoladoras são observadas através de janelas virtuais. Painéis e instalações de dimensões colossais, vídeo-arte e performances sonoras chamam atenção para conexões culturais profundas e permanentes de um continente com o resto do mundo. Essa é a África de hoje. A partir de 20 de janeiro de 2018, o CCBB do Rio de Janeiro sedia Ex Africa, a maior exposição de arte contemporânea africana realizada no Brasil. Em cartaz até 26 de março, a mostra pode ser vista, gratuitamente, de quarta a segunda-feira, entre 9h e 21h. O patrocínio é do Banco do Brasil, com apoio da BB DTVM.

Dezoito artistas de oito países africanos e dois brasileiros - Arjan Martins e Dalton Paula - assinam 80 obras que apresentam uma espécie de microcosmo da África. Fotografias, pinturas, esculturas, performances, vídeos e uma gigantesca instalação assinada pelo ganês Ibrahim Mahama (em cada cidade ele vai construir uma instalação particular, com materiais usados e doados por trabalhadores locais) se relacionam na exposição por meio de quatro eixos distintos: Ecos da História, Corpos e Retratos, O Drama Urbano e Explosões musicais.

A interseção desses eixos mostra que o continente africano vive um contínuo e efervescente processo de renovação criativa e artística, sublinha o curador da exposição, Alfons Hug. Ele conta ainda que esse raciocínio, que está por trás do conceito e do nome da exposição, partiu da frase Ex Africa semper aliquid novi, (da África sempre há novidades a reportar), cunhada há mais de 2 mil anos pelo escritor romano Caio Plínio.

“A arte contemporânea africana deu as costas a dois preconceitos longamente estabelecidos: de um lado o estigma do artesanato e da 'arte de aeroporto' e de outro as referências etnológicas. Ainda que não possam ser ignorados os efeitos do colonialismo, não deve ser subestimada a importância do intercâmbio artístico verificado na passagem do período colonial ao pós-colonial e, nesse contexto, a reação dos artistas em relação ao período que antecedeu a independência”, afirma o curador.

De acordo com ele, não causará surpresa, portanto, que as obras que integram Ex Africa apresentem uma relação com suas raízes na cultura nativa, no cristianismo e no islamismo; assim como fortes conexões com elementos da cultura inglesa, francesa, portuguesa, hispânica e árabe. “Em contraste com a arte ocidental, a arte contemporânea africana tem a vantagem de não precisar atender a nenhum cânone e poder orientar-se unicamente pelo aqui e agora”.



Tradição e modernidade
Uma crítica ácida ao colonialismo e ao tráfico de escravos estão em Ecos da História, primeira parte da exposição. Nela, destaca-se uma instalação formada por objetos do tempo do comércio de escravos (algemas, ferros de marcar, moedas, mandados de captura). Assinada pela artista nigeriana Ndidi Dike, a obra propõe uma obscura viagem no tempo, época impiedosa, marcada pelo sofrimento humano e pela cobiça.

As obras sugerem ainda uma reflexão amarga sobre a relação entre a pobreza, o desemprego, as recentes migrações e aspectos relacionados aos tempos dos navios negreiros. Não deixam de lembrar as imposições de uma cultura religiosa ocidental e herança colonial, evidenciada na série de fotografias de Leonce Raphael Agbodjélou, artista do Benim. Em parte de sua obra, ele evoca o Code Noir, decreto em que a administração colonial francesa da África Ocidental regulava a escravatura.

Cosmópoles

Paisagens desoladoras, ordem e caos, modernidade e ruínas. Esses e tantos outros contrates das metrópoles africanas estão nas obras de O Drama Urbano. Um dos destaques vai para a videoinstalação Ponte City, nome de um arranha-céu no centro de Joanesburgo. Assinada pelos artistas sul-africanos Mikhael Subotsky e Patrick Waterhouse, a obra é composta por 12 janelas digitais que simulam a vista do edifício marcado por histórias de decadência e gentrificação.

Karo Akpokiere, nascido em Lagos (maior cidade da Nigéria e uma das maiores do mundo) assina ilustrações, com fortes elementos da cultura pop, que fazem uma sátira à miríade de anúncios publicitários que invadem diariamente a megalópole e refletem modismos, o mercado e suas desigualdades, a política e negociatas de toda natureza.


Expressões do corpo

Cabelos trançados que lembram delicadas esculturas; retratos com ares ironicamente pomposos remetem a notáveis africanos que atuaram na Europa entre os séculos XVI e XIX. A força expressiva da estética corporal está nas fotografias, vídeos e instalações de Corpos e Retratos, recorte que traz os famigerados autorretratos do senegalês Omar Victor Diop e a série Hairdo Revolution(revolução do penteado), com fotografias em preto e branco do nigeriano Okhai Ojeikere.

Outro destaque do eixo Corpos e Retratos é a arte multifacetada do angolano Nástio Mosquito. Por meio de vídeos, performances, música experimental, instalações e poesia, o artista levanta questões em torno da fé, identidade, herança colonial, entre outros temas. “Para onde queremos ir? O que queremos construir?”, ele pergunta. “Não seja cool, seja relevante. E se conseguir ser cool de maneira relevante, melhor ainda”, diz. Na mostra ele apresenta uma videoinstalação da música Hilário.

Galerias musicais 

Do afrobeat de Fela Kuti, ao pop nigeriano, Explosões Musicais transforma uma das galerias de “Ex Africa” no “Clube Lagos”. Poder, sexo, riqueza e religião são temas habituais da música africana e ganham relevância nesta sala onde os clichês da world music dão lugar à autenticidade do Naija Pop. O New Afrika Shrine, de Femi Kuti, muito popular na cena nigeriana, também está entre os destaques.

*Integrando a programação da exposição Ex Africa, também será realizada no CCBB, no dia 22 de janeiro, uma mesa redonda sobre a produção artística e os caminhos entre Brasil e África. Mediado pelo curador Alfons Hug, o debate terá a participação do artista egípcio Youssef Limoud e do brasileiro Arjan Martins, que participou de uma exposição no Brazilian Quarter de Lagos (Nigéria).

à Fotos, vídeos, lista de obras, catálogo digital e outras informações:www.agenciagalo.com/exafrica


Ex Africa

CCBB Rio de Janeiro (Rua Primeiro de Março, 66 - Centro)

De 20 de janeiro a 26 de março | quarta a segunda-feira, 9h às 21h.

Informações: www.bb.com.br/cultura

Entrada gratuita
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14 de fev de 2018

O SHOW DO BITA “NOSSO MUNDO DA IMAGINAÇÃO” ENCERRA COM CHAVE DE OURO O CARNAVAL DO SHOPPING BOULVARD



O SHOW DO BITA “NOSSO MUNDO DA IMAGINAÇÃO” ENCERRA COM CHAVE DE OURO O CARNAVAL DO SHOPPING BOULVARD

Você sabia que o Bita também entende de carnaval? Para encerrar com chave de ouro a folia da criançada, o show do Bita “Nosso Mundo da Imaginação” se apresenta pela primeira vez no Shopping Boulevard nos dias 17 e 18 (sábado e domingo) de fevereiro. A show acontece às 16h na Praça de Eventos 1º piso. GRÁTIS.

Bita, Dan, Lila e Tito estarão no clima de carnaval, dando início a uma grande festa que terá como atração uma série de atividades lúdicas e músicas do Mundo Bita.

O show “Nosso Mundo da Imaginação” tem aproximadamente 60 minutos de duração com Bita e sua turma – Lila, Dan, Tito e Flora – cantando e dançando grandes sucessos dos cinco álbuns. “Bita e os Animais”, “Bita e as Brincadeiras”, “Bita e o Nosso Dia”, “Bita e o Corpo Humano” e do mais recente “Bita e a Natureza”. Diversão garantida para toda a família!

SERVIÇO:
SHOW DO BITA “NOSSO MUNDO DA IMAGINAÇÃO”
Dias: 17 e 18 (sábado e domingo) de fevereiro de 2018
Horário: 16h
Local: Praça de Eventos 1º piso do Shopping Boulevard: Rua Barão de São Francisco, 236 – esquina com Teodoro da Silva - Vila Isabel. Tel.: 2577-8777.

Evento Gratuito
Censura: Livre
Estacionamento no local

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13 de fev de 2018

Monólogo se aprofunda sobre as aflições na vida de um alcoólatra e traz a literatura para o teatro transformando o palco numa taberna.




Sucesso de crítica, em sua 5ª temporada, a peça “Para onde ir” inspirada em livros de Dostoiévski e Rimbaud reestreia dia 23/2 no Teatro Laura Alvim, 19h
Monólogo se aprofunda sobre as aflições na vida de um alcoólatra e traz a literatura para o teatro transformando o palco numa taberna. Foto: Lu Valiatti

“Uma performance extraordinária. Yashar Zambuzzi consegue criar uma unidade entre textos tão diversos a ponto de conferir verossimilhança ao contexto em que se dá, de forma brilhante.

Quanto à direção de Viviani Rayes, esta merece ser considerada primorosa.”. - Lionel Fischer

“Para onde ir” reestreia dia 23/2, sexta-feira, às 19h, no Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso da Casa de Cultura Laura Alvim - espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ - com sessões sextas e sábados, 19h e domingos, 18h, até 18/03. Alcoolismo, desemprego, pobreza, miséria, violência contra a mulher, prostituição infantil, infanticídio e autodestruição são temas pelos quais passeia a bem-sucedida adaptação de Yashar Zambuzzi.


Construído a partir do personagem Marmieládov, do romance Crime e Castigo, escrito pelo russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881), e da obra Uma temporada no inferno, do francês Arthur Rimbaud (1854-1891), em homenagem à poesia crítica do jovem poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956), o monólogo, com adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi, marcou a estreia da atriz e produtora Viviani Rayes na direção. Ambos são fundadores da Te-Un TEATRO e, entre vários trabalhos juntos, atuaram e produziram a aclamada Blackbird (David Harrower).

Drama conta a história de Marmieládov, funcionário público, que após perder o emprego, entrega-se ao vício do álcool. Numa taberna ele acompanha a chegada dos fregueses e aproxima-se ora de um, ora de outro, para contar-lhes as dificuldades que passa por conta do vício, a necessidade de sustentar sua família e as desventuras de sua vida. A peça dialoga com o público numa linguagem dinâmica e coloquial, promovendo um contato direto e desmistificador com dois grandes autores da literatura universal cujas obras têm, em comum, as situações extremas da vida.

O público ao entrar na sala de espetáculo, ou melhor, na taberna, recebe uma dose de cachaça e/ou café, para serem consumidos com porções de amendoim presentes nas mesas, onde podem apoiar o jogo americano que recebem na entrada, que nada mais é que o programa da peça. Só um gole é o ponto de partida para a encenação. Tudo pensado e conduzido para tornar a experiência cênica num momento de grande interação.


Após percorrer 1 ano em cartaz nos teatros do Rio de Janeiro, PARA ONDE IR reestreia sua 5ª temporada no Teatro onde fez a sua estreia, brindando suas mais de 50 apresentações e a repercussão positiva da crítica:

“Performance extraordinária. Direção primorosa”. Lionel Fischer.
“Perfeito, Irretocável, Emocionante”. Gilberto Bartholo
“É o tipo de peça que o espectador vai carregar na memória por onde andar”. Brunno Vianna
“Uma taberna viva se transforma em teatro”. Branca Salgueiro
“Abre as janelas para a compreensão do espectro humano”. Renato Mello
“Realizado com maestria”. Paulo Oliveira
“Apurada e reveladora manipulação cênica de Viviani Rayes”. Wagner Correa de Wagner Correa de Araujo


Link Divulgação: https://youtu.be/aAX-0YoG3cA

Teaser Divulgação: https://www.youtube.com/watch?v=aAX-0YoG3cA&feature=youtu.be

Trechos da peça para livre edição: https://www.youtube.com/edit?o=U&video_id=-dXkYlOVjWE


SERVIÇO:
Reestreia: 23 de fevereiro de 2018

Temporada até 18 de março

Horários: Sexta e sábado às 19h, domingo às 18h.

Local: Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso – Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema - Tel: 2332-2015

Bilheteria: terça a domingo, das 16 às 19h

Duração: 50 min

Gênero: Drama

Lotação: 53 lugares

Classificação indicativa: 14 anos

Preço R$30,00 (inteira) R$15,00 (meia)

“Uma envolvente proximidade presencial do público numa taberna viva, onde um alcóolatra solitário compartilha seu ácido desabafo no diálogo afetivo com alguns espectadores. Apurada e reveladora manipulação cênica de Viviani Rayes”. - Wagner Correa de Araújo.


'Para onde Ir' é uma experiência teatral que carrega toda uma densidade dramatúrgica que abre as janelas para a compreensão do espectro humano de um personagem soterrado pelas suas próprias misérias pessoais, que largou-se em algum ponto de sua estrada de vida". Renato Mello

O Elenco
YASHAR ZAMBUZZI é ator formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP) e filósofo pela mesma universidade. Trabalhou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) com Antunes Filho, um dos mais renomados diretores brasileiros. Em 33 anos de carreira teatral, atuou em mais de 30 produções. Seus últimos trabalham foram o musical Um Violinista no Telhado direção de Möeller & Botelho, Blackbird direção Bruce Gomlevsky, A Tempestade direção de Vik Sivalingam, da Royal Shakespeare Company, Silêncio de Renata Mizrahi, entre outros.



A Direção
VIVIANI RAYES é pós-graduada em Direção Teatral pela CAL (Casa de Artes Laranjeiras/ RJ). Cursou Direção Teatral com José Renato, fundador do Teatro de Arena de São Paulo. É formada pela Escola de Teatro Ewerton de Castro e Escola de Atores Wolf Maya, ambas em São Paulo. Trabalhou com importantes diretores e tem vários espetáculos no currículo, em 19 anos de carreira. Protagonista do sucesso Blackbird, com Direção de Bruce Gomlevsky. É diretora e produtora executiva da Rayes Produções Artísticas e curadora da Ocupação Glauce de Portas Abertas.


FICHA TÉCNICA:
Elenco: Yashar Zambuzzi

Texto: Dostoiévski e Rimbaud, em homenagem a Brecht.

Adaptação e atuação: Yashar Zambuzzi

Direção: Viviani Rayes

Figurinos: Rogério França

Iluminação: Elisa Tandeta

Trilha Original: Chico Rota

Cenário: Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi

Programação Visual: Thiago Ristow
Ilustrações: Raphael Jesus
Fotos de Cena: Lu Valiatti
Idealização: Te-Un TEATRO
Produção Executiva e Realização: Rayes Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias


Agenda Cultural RJ
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp
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