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25 de abr de 2018

Matheus Nicolau lança Vestígios, seu novo álbum.




Matheus Nicolau lança Vestígios, seu novo álbum.

Aos 27 anos, Matheus Nicolau lança seu segundo disco, Vestígios - O tanto que fica de tudo que vai, álbum conceitual que propõe uma reflexão sobre os resíduos carregados ao longo da vida e como as emoções passadas nos preparam para as que virão.

Nicolau é instrumentista, cantor e um compositor com forte influência de compositores da música popular brasileira, como Moska, Lenine, Zeca Baleiro e Dalto. Nos arranjos do disco também estão presentes as influências de rock, reflexo da trajetória profissional desenvolvida em bandas do gênero.

Recém formado como designer gráfico, Nicolau uniu suas duas profissões neste projeto, que foi objeto de estudo em seu TCC. O trabalho busca, através de um objeto gráfico físico, resgatar o consumo de álbuns fonográficos como obras únicas, formadas por canções em torno de um mesmo conceito. Sem ignorar o mercado de streaming, o projeto foi lançado em livro que conecta o físico e o digital através dos QR Codes, dispensando mídia física.

Emoldurado pelo som de grandes músicos – André Rangel, Maycon Pessanha, Robson Jorge e Sérgio Trindade – o disco promete expor mais e melhor o trabalho do artista. Um álbum forte, que vai fazer o mercado fonográfico brasileiro enxergar que sempre há espaço para os artistas do futuro.

O álbum já está disponível nas plataformas digitais e o artista acaba de lançar um clipe divertidíssimo da música "Se fosse fácil", dirigido por Eduardo Hypolito.

O show de lançamento acontecerá no dia 28 de Abril, Sábado, às 20h no Solar de Botafogo, Rio de Janeiro. E os ingressos já estão disponíveis no site www.tudus.com.br.


Clipe "Se Fosse Fácil": https://youtu.be/iArJo4XzUX8

Deezer: http://www.deezer.com/album/60629502

iTunes: http://itunes.apple.com/us/album/id1367776367

Spotify: http://open.spotify.com/album/20MahPuSmZ4b2fgwL9VZnz

www.matheusnicolau.com.br


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19 de abr de 2018

Sesc realiza fórum no Rio em prol do registro do forró como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro



FÓRUM FORRÓ DE RAIZ RJ – 26 a 28 de abril

Sesc realiza fórum no Rio em prol do registro do forró como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro


Músicos, especialistas e autoridades de diferentes partes do país se reúnem para produzir conhecimento que alimentará o processo de registro junto ao Iphan

Programação envolve audiência pública, mesas de debates e um show-manifesto com artistas influentes

O Sesc RJ realiza de 26 a 28 de abril o Fórum Forró de Raiz RJ, evento que reunirá no Rio de Janeiro personalidades, artistas, pesquisadores e profissionais reconhecidos nacionalmente pela sua atuação na cadeia produtiva do forró. A realização do Fórum – cuja programação envolve uma audiência pública, mesas redondas e um show-manifesto – tem como objetivo promover o debate acerca do registro como patrimônio imaterial das Matrizes do Forró pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan. A audiência pública acontece no Sesc Ginástico, as mesas de debates, no Sesc Tijuca, e o show-manifesto, na Feira de São Cristóvão. A programação completa está em www.forroderaizsescrj.org.br.



Outros fóruns regionais já foram e serão realizados pelo país por iniciativa do Fórum Nacional de Forró de Raiz. Mas o do Rio – onde reside a segunda maior comunidade nordestina fora do Nordeste - promete ser um marco. Além da intensa programação e da presença de nomes influentes da cultura nordestina e forrozeira, o evento carioca marca a adesão oficial do Sesc ao movimento, que agora ganha força institucional.



“Como fomentador da cultura em suas mais diversas manifestações, o Sesc RJ tem o compromisso de se engajar a movimentos que tragam valorização e reconhecimento a expressões artísticas que tenham grande representatividade junto a sociedade do estado do Rio de Janeiro. E o forró é uma delas, por conta da numerosa comunidade nordestina que ao longo da história contribuiu para o desenvolvimento do Estado e também para enriquecer ainda mais a cultura local”, afirma o gerente de Responsabilidade Social do Sesc RJ, Paulo Damasceno.



AUDIÊNCIA PÚBLICA - Uma audiência pública, no Sesc Ginástico, dia 26/4, dará início ao fórum. O encontro reunirá artistas, profissionais do ramo e autoridades para discutir políticas públicas sobre o tema. A comunidade forrozeira encaminhará ao Senado Federal pedido de emendas ao orçamento que viabilizem recursos para atender outras exigências para o reconhecimento como patrimônio imaterial. Entre elas, registros audiovisuais e pesquisas acadêmicas sobre as matrizes do forró. O parlamento brasileiro estará representado pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). Representando o Ministério da Cultura, estarão presentes a secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, Débora Albuquerque, e assessor especial do Ministro, José Mauro Chafic Haddad.



DEBATES - Entre os dias 26 e 28, o Sesc Tijuca vai receber os debates sobre o forró como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Especialistas vão se debruçar sobre todos os aspectos que envolvem a manifestação cultural, e os resultados vão alimentar o processo de propositura do reconhecimento, protocolado junto ao Iphan em 2011 pela Associação Cultural Balaio Nordeste, da Paraíba. Ao fim de cada dia de debates, haverá um show de forró: dia 26, com Del Feliz, e 27, com Sandra Belê. O ingresso é um quilo de alimento não-perecível, e as inscrições podem ser feitas emwww.forroderaizsescrj.org.br



As mesas serão divididas em eixos que discutirão aspectos conceituais sobre o forró. Entre eles estão as suas matrizes e seus ritmos tradicionais, sob o viés da qualidade musical, do mercado fonográfico e da composição; regulamentação profissional; leis de incentivo e arrecadação de direitos; sustentabilidade da nova geração; forró e a mídia; políticas públicas, empreendedorismo e forró como conteúdo pedagógico; e identificações de territórios, comunidades e atividades. Diversas personalidades e especialistas no tema, em música e na cultura nordestina e brasileira já confirmaram presença nos debates. Entre os nomes estão os músicos Kiko Horta, Jadiel Guerra, Sergival e Daniel Gonzaga (filho de Gonzaguinha e neto de Luiz Gonzaga); a cantora, compositora e jornalista Antônia Amorosa; o diretor teatral, documentarista e escritor Marcus Faustini; os pesquisadores Felipe Trotta (UFF) e Elis Ângelo (UFRRJ); o poeta-cantador, músico e militante da cultura nordestina Marcus Lucenna; e o jornalista, cantor e compositor Gilberto Teixeira.



SHOW-MANIFESTO – Para o último dia do Fórum, dia 28/4, está marcado um show-manifesto naFeira de São Cristóvão com a presença de mais de 20 artistas e grupos musicais. A cantora e atrizTânia Alves abrirá o espetáculo com uma performance em que interpretará a cangaceira Maria Bonita. Os músicos Marcelo Mimoso e Chambinho do Acordeon (Nivaldo Expedito de Carvalho), que interpretaram Luiz Gonzaga no teatro e no cinema, respectivamente, fazem um duelo de sanfonas e apresentação do espetáculo. A Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste, grupo da Paraíba que já levou a música nordestina para vários estados brasileiros, Peru e França, promete ser um dos pontos altos do espetáculo. Sobem ao palco também Anastácia Forrozeira, Cassiano Beija Flor, Cris da Maria Filó, Del Feliz de Salvador, Gilberto Teixeira, Igor Konde, Geraldo Junior (Junu), Marcus Lucenna,Antônia Amorosa, Sussu (irmão de Marinês, a Rainha do Xaxado), Marabá da Feira, Zé da Onça, Jadiel Guerra, Caceteiro do Forró, Sergival Silva, Sandra Belê e Oswaldinho, entre outros.



PROCESSO JUNTO AO IPHAN – Para a obtenção do reconhecimento de um bem cultural como Patrimônio Imaterial Brasileiro é preciso comprovar que o mesmo possui continuidade histórica e tem relevância nacional para a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira. No caso do forró, a proponência data de 8 de julho de 2011 e foi encaminhada pela Associação Cultural Balaio Nordeste, da Paraíba.



De lá para cá, a entidade tem realizado fóruns regionais por vários estados brasileiros e tem recolhido insumos importantes para o processo. Em 10 de setembro de 2015, em um Fórum em João Pessoa (PB), foram definidas as diretrizes para a Instrução Técnica do Registro das Matrizes do Forró, uma das etapas do processo. Trata-se dos aspectos sobre o forró de raiz que precisam ser levados em consideração para a correta salvaguarda dessa manifestação cultural. É sobre essas diretrizes que os participantes do Fórum do Rio de Janeiro se debruçarão entre os dias 26 e 28 de abril.



Os resultados das discussões do Rio – adicionadas àquelas realizadas em outras localidades por onde o fórum passará a partir de agora – vão compor um dossiê sobre o forró de raiz. Trata-se de uma vasta documentação que inclui ainda registros audiovisuais, uma pesquisa etnográfica e um inventário, entre outros conteúdos. O material será entregue ao Iphan para análise. Em seguida, caso emita parecer favorável ao registro, o Instituto submete o processo ao seu Conselho Consultivo, que toma a decisão. Se ela for favorável, o forró é inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão do Iphan e recebe o título de “Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil”.



NORDESTE É AQUI – A partir do Fórum Forró de Raiz, o Sesc RJ iniciará um trabalho estadual de valorização da cultura nordestina, o que integra os esforços da instituição pela salvaguarda das matrizes do forró, além do resgate e fortalecimento de tradições e expressões do Nordeste. As unidades do Sesc pelo estado receberão até dezembro uma intensa programação envolvendo a temática. Shows, espetáculos teatrais, artesanato, oficinas e exposições vão jogar luz sobre temáticas associadas à cultura que enriquece todo o cenário brasileiro. Entre as atrações, está uma exposição com documentos e pertences originais de Padre Cícero, o sacerdote nascido em Crato (CE) que teve enorme influência social e política no sertão cearense e em todo o Nordeste.

SERVIÇO

FÓRUM FÓRRÓ DE RAIZ RJ

26 a 28 de abril – Rio de Janeiro

Sesc Ginástico, Sesc Tijuca e Feira de São Cristóvão

Realização: Sesc RJ e Fórum Nacional de Forró de Raiz

Programação e inscrições: www.forroderaizsescrj.org.br

AUDIÊNCIA PÚBLICA

Dia 26 de abril – das 9h às 12h

Local: Sesc Ginástico - Av. Graça Aranha, 187 - Centro

Informações: (21) 2279-4027

Entrada: franca, mediante inscrição

Participantes:
Senadora Fátima Bezerra (PT-RN)
Luiz Gastão Bittencourt – Interventor do Sesc RJ
Regina Pinho – Diretora Regional do Sesc RJ
Débora Albuquerque - Secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, do Ministério da Cultura
José Mauro Chafic Haddad - Assessor especial do Ministro da Cultura,
Hermano Fabrício Oliveira Guanais e Queiroz - Diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan
Magna Justibo Fernandes - Gestora da Feira de São Cristovão
Marcus Faustini – Agência de Redes para a Juventude
André Dias – Globo Rio
Marcus Lucenna – Músico e jornalista

ABERTURA E MESAS REDONDAS
Dias 26 e 27 de abril
Local: Sesc Tijuca - R. Barão de Mesquita, 539 - Tijuca
Informações: (21) 3238-2139
Entrada franca, mediante inscrição

26/04/2018
14h às 15h: Abertura
Joana Alves – Coordenadora Geral do Fórum Nacional
Marcelo Fraga – Coordenador do Fórum RJ
Paulo Damasceno – Gerente de Responsabilidade Social do Sesc RJ
Mônica da Costa - Superintendente do Iphan-RJ
Hermano Fabrício - Diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan
Marcus Monteiro - Diretor Geral do Departamento de Patrimônio Imaterial -

INEPAC

15h às 18h: Mesa Redonda: Aspectos Conceituais - Matrizes do Forró e seus Ritmos Tradicionais

Marcus Lucenna

Daniel Gonzaga

Kiko Horta

Pedro Clerot - Técnico do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan

19h às 20h: Show de Del Feliz

Entrada: 1 quilo de alimento não perecível

17/04/2018

9h às 12h: Mesa redonda: Legislação e Sustentabilidade

Dr. Ricardo Bezerra

Téo Lima

Desembargador Siro Darlan

14h às 17h: Mesa Redonda Forró na Mídia

Sergival Silva

Flávio Leandro

Marcelo Fraga

18h às 19h: Show de Sandra Belê

Entrada: 1 quilo de alimento não perecível

28/04/2018

9h às 12h: Conceito e Sustentabilidade do Forró

Antônia Amorosa

Henrique Sampaio

Jadiel Guerra

Daniel Guerra

14h às 17h: Territórios e Comunidade

Elis Ângelo (UFFRJ)

Felipe Trota (UFF)

Carlos Botelho (Marabá)

Gilberto Teixeira

Dayvesson Israel Alves Gusmão - Coordenador-Geral de Identificação e Registro do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan

SHOW-MANIFESTO

Dia 28 de abril - 20h30 às 01h30

Local: Centro de Tradições Nordestinas (Feira de São Cristóvão)

Ingresso: 2 quilos de alimentos não perecíveis

Atrações:

Tânia Alves

Marcelo Mimoso + Chambinho do Acordeon

Orquestra Sanfônica Balaio do Nordeste

Cassiano Beija Flor

Cris - Maria Filó

Carlos Marins

Flor de Manacá

Gilberto Teixeira

Igor Konde - Caramuela + Geraldo Junior (Junu)

Jadiel Guerra + Caceteiro do forró - Trio Forrobodó

Jurandyr da Feira

Marabá da Feira

Marcus Lucenna

Sandra Belê

Sergival Silva

Severino Ramos Ferreira - Os 3 Amigos do Nordeste

SUSSU - Irmão de Marinês

Trio Xodó – Zé Matias

Zé da Onça – Iris Pontal

Del Feliz de Salvador

Antônia Amorosa

Anastácia forrozeira (Lucinete Ferreira)

Oswaldinho

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Elba Ramalho apresenta nessa quinta-feira, dia 19h, no Imperator, o espetáculo “O Carnaval do Brasil”.


ELBA RAMALHO – O CARNAVAL DO BRASIL




Elba Ramalho apresenta nessa quinta-feira, dia 19h, no Imperator, o espetáculo “O Carnaval do Brasil”.

“O Brasil é um país tão grande que está repleto de outros ‘Brasis’”, destaca a cantora que pretende mostrar um vasto panorama dos ritmos que predominam nas maiores festas do nosso país.

E, embora o Brasil seja mundialmente conhecido como o país do carnaval, o espetáculo também abrirá espaço para as canções e sucessos que marcam a trajetória de uma das maiores artistas da MPB. “Os ritmos, as fusões, as influências e tudo o que significa estar de bem com a música estará no espetáculo “O Carnaval do Brasil”, adianta Elba.

Elba Ramalho é filha do nordeste brasileiro, nascida no alto sertão da Paraíba, teve a sorte de ter um pai músico, que a despertou cedo para a música. Criando-se no Nordeste, Elba teve como cartilha os mais diversos ritmos dessa ensolarada região: baião, maracatu, xote, frevo, pastoril, caboclinhos e forrós. Gêneros musicais que preservam a cultura popular e influenciaram toda a música brasileira.

Banda Elba Ramalho
Tostão Queiroga- bateria
Marcos Arcanjo – violão/guitarra
Rafael Meninão – sanfona
Fofão - contra baixo
Anjo Caldas – percussão


Evento: ELBA RAMALHO – CARNAVAL DO BRASIL
Data: 19 de abril
Horário: Quinta-feira, às 20h | Abertura da casa: 1h antes do evento
Local do Evento: IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA –Teatro
Endereço: RUA DIAS DA CRUZ, 170 – MÉIER
Valor do Ingresso: Pista, Plateia inferior e balcão – R$ 70 (inteira) / R$ 35 (meia)
Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br
Classificação: Livre
Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

www.imperator.art.br

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Eles não usam Black Tie estreia no Teatro Cesgranrio



Eles não usam Black Tie estreia no Teatro Cesgranrio
A peça Eles não usam Black Tie, estreia, nesta quinta-feira (05/04), às 20h, no Teatro Cesgranrio. A obra de Gianfrancesco Guarineri aborda questões ideológicas entre pai e filho, assim como o movimento operário da década de 1950 no Brasil, as difíceis condições de vida dos trabalhadores e a perspectiva realista das favelas dos grandes centros urbanos. O elenco é formado por nove atores cantores.

O espetáculo fica em cartaz às quintas e sextas, até o dia 27 de abril, e conta com canções de Caetano Veloso e Gilberto Gil. A montagem tem o objetivo de proporcionar uma linda apresentação a todos os públicos com ingressos a preços populares.

A adaptação, idealizada por Isabella Villalba, tem direção geral de Julio Angelo, direção musical fica por conta de André Muato, e a preparação vocal é de Maíra Garrido. A direção de movimento é de Jefferson Almeida. A encenação conta com o suporte e interação direta de dois músicos.

Serviço:
Peça Eles não usam black tie
Datas: de 05 a 27 de abril
Horário: quintas e sextas, às 20h
Local: Teatro Cesgranrio
Endereço: Rua Santa Alexandrina, 1011, Rio Comprido
Tel.: (21) 2103-9682
Preços: (R$ 30,00 – inteira; R$ 15,00 – estudantes, professores de qualquer segmento, sênior acima de 60 anos).
Duração: 134min
Classificação indicativa: 12 anos

Ficha técnica
Direção Geral: Julio Angelo
Adaptação e Assistência de Direção: Isabella Villalba
Direção de Movimento: Jefferson Almeida
Direção Musical: André Muato
Preparação Vocal: Maíra Garrido
Assistente de Direção de Movimento e Figurinos: Taísa Magalhães
Designer de Luz: Maurício Fuzyiama
Designer de Som: Andrea Zeni
Cenografia: André Sanches
Elenco: (em ordem alfabética)
Antonia Medeiros
Clara Equi
Isabella Villalba
Jai Gonçalves
Jefferson Almeida
Natália Seibltiz
Pedro Mondaine
Renato Ribone
Yves Baeta
Músicos
Violão: Paulo Ney
Percussão: Marina Chuva

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Comédia romântica ‘O inevitável trem’ faz curta temporada na Sala Baden Powell a partir de 19 de abril

Comédia romântica ‘O inevitável trem’ faz curta temporada na Sala Baden Powell a partir de 19 de abril

Os atores Giuseppe Oristanio e Carla Nagel vivem um chef de cozinha e uma fotógrafa que decidem fazer um balanço do relacionamento. Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo propõe uma reflexão ao espectador:

você sabe como e com quem valorizar o seu tempo?


Você sabe valorizar de verdade o tempo que passa em um relacionamento ou muitas vezes se desgasta com situações que, no fundo, quase não têm importância? O que foi vivido poderia ter sido diferente? E se tudo terminar do nada, de maneira inesperada? Poderia dizer que aproveitou da melhor forma possível? São esses os questionamentos propostos pela comédia romântica O inevitável trem, que volta ao circuito, agora na Sala Baden Powell, de 19 de abril a 18 de maio, sempre às quintas e sextas-feiras, às 20h, depois de duas temporadas no ano passado.

Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo conta a história de um casal que tem uma conversa definitiva e, assim, relembra as histórias de amor e conflito do seu relacionamento. Vitória (Carla Nagel) é uma fotógrafa sonhadora e Jean Paul (Giuseppe Oristanio), um chef de cozinha pragmático. O encontro entre eles sempre foi mais sensorial do que racional, e os dois sempre tiveram discordâncias sobre quase todos os assuntos. Ainda assim, um deles tenta de todas as formas salvar a relação e o outro está convencido de que o ciclo que os unia terminou.

“O espetáculo propõe uma reflexão sobre o tempo que gastamos com situações banais, em vez de valorizarmos os momentos importantes que vivemos com quem amamos. É uma reflexão sobre como gastamos nosso tempo em uma sociedade cada vez mais acelerada”, explica a atriz Carla Nagel, idealizadora do projeto, que convidou o autor e diretor Pedro Jones para escrever uma peça para dois atores. “Quis levar para a cena a linguagem do clown, fazendo o público rir e se emocionar com os personagens” acrescenta Jones.


Convidado pelos dois para viver o chef de cozinha Jean Paul, o ator Giuseppe Oristanio aprendeu a se portar como um cozinheiro profissional com a chef Julia Lothus, consultora do projeto. Em cena, ele inclusive cozinha uma massa ao pesto sob os olhos do espectador. “Admiro muito o trabalho do Pedro Jones. Esta peça nos faz refletir sobre nossas próprias relações e sobre como podemos investir melhor o nosso tempo. Muitas vezes, esquecemos de como tudo é efêmero”, conclui Oristanio.

Ficha técnica:
Texto e Direção: Pedro Jones
Concepção: Carla Nagel e Pedro Jones
Elenco: Giuseppe Oristanio e Carla Nagel
Músicos: Christian Bizzotto e Saulo Vignoli
Iluminação: Ana Luiza de Simoni e João Gioia
Cenário: José Dias
Figurino: Carla Nagel e Maria Stella Bayma
Música original: Betto Serrador e Christian Bizzotto
Preparação corporal: Daphne Madeira
Assistente de direção: Maiko Facci
Consultoria Gastronômica: Julia Lottus
Produção Executiva: Ika Tronco e Jessica Rocha
Direção de Produção: Sandro Rabello
Realização: Les Vents des Anges e Diga Sim! Produções

Serviço:
O Inevitável trem
Temporada: De 19 de abril a 18 de maio.
Sala Baden Powell: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana.
Telefone: 2547-9147
Dias e horários: Quintas e sextas, às 20h.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Lotação: 470 pessoas
Duração: 1h10
Classificação indicativa: Livre

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Criado com o objetivo de homenagear e preservar a memória de grandes nomes da música popular brasileira, o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela Entre Entretenimento, está em temporada Teatro dos Quatro, na Gávea

 

O premiado musical infantil 'O menino das marchinhas - Braguinha para crianças' volta ao cartaz em 7 de abril no Teatro dos Quatro

Espetáculo integra o projeto Grandes Músicos para Pequenos, que está em temporada no Teatro dos Quatro até maio.

Criado com o objetivo de homenagear e preservar a memória de grandes nomes da música popular brasileira, o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela Entre Entretenimento, está em temporada Teatro dos Quatro, na Gávea, com todos os espetáculos do repertório. Depois de ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’, em março, ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’ ocupa o espaço durante o mês de abril (07 a 29/04). Na sequência, será a vez de ‘Bituca – Milton Nascimento para Crianças’ (05 a 27/05), mais recente espetáculo do projeto, voltar à casa onde estreou no ano passado.

“Queremos apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis”, explica Pedro Henrique Lopes, autor, ator e sócio do diretor Diego Morais no projeto. “As crianças se divertem e os adultos sempre se emocionam. E o que buscamos é exatamente isso: um espetáculo que, ao mesmo tempo, aproxime as gerações, valorize a nossa cultura, e desperte a curiosidade”, acrescenta Morais.

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças – Baseado em passagens da juventude do compositor Braguinha (ou João de Barro), o espetáculo, com texto de Pedro Henrique Lopes e direção de Diego Morais, conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. Ao ouvir as músicas compostas pelo filho, Seu Jerônimo se enche de orgulho do menino que se tornou um grande músico. A peça, que transporta o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20 ao som de sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso” e “Chiquita Bacana”, foi vencedora em três categorias na edição passada do CBTIJ: Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), e recebeu outras 12 indicações.

Serviço:

07 a 29/04


O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Cláudia Elizeu. Com Pedro Henrique Lopes, Martina Blink, Augusto Volcato, Jean Pontes e Beto Vandesteen. Baseado em trechos reais da infância e juventude do compositor Braguinha (também conhecido como João de Barro), o espetáculo utiliza os grandes sucessos do compositor para, em forma de fábula, transportar os espectadores para a vida do músico e os divertidíssimos carnavais de rua do Rio de Janeiro de 1920. (55 min).Teatro dos Quatro, Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea. Telefone: (21) 2239-1095. Sáb. e dom., às 17h. R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada). Livre. Capacidade: 402 pessoas.

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18 de abr de 2018

George Iso mostra pinturas abstratas na Galeria Patricia Costa Depois de seis anos sem expor na cidade, artista apresenta 12 telas de 10 a 28 de abril

George Iso mostra pinturas abstratas na Galeria Patricia Costa

Depois de seis anos sem expor na cidade, artista apresenta 12 telas de 10 a 28 de abril

Há seis anos sem expor no Rio de Janeiro, George Iso apresenta a exposição Pinturas Abstratas, de 10 a 28 de abril, na Galeria Patricia Costa, em Copacabana. O artista mostra ao público 12 telas em grandes formatos, impregnadas pelas cores e texturas de cidades como Rio, Londres, Barcelona, Paris, Estocolmo e Washington, onde viveu nas últimas décadas.

Para George Iso, seu trabalho é o resultado de uma procura sem fim. Do azul suave e aquoso de Blues and Jazz ao vermelho vibrante deRed Square, ou o cinza de Urban Traps, sua palheta é convocada a acalmar ou provocar os observadores que viajam pelas telas. Sem se afastar do abstracionismo em 30 anos de carreira, o artista considera seu embate cotidiano com a pintura como um ato de amor e resistência cultural.

“Me deparo com o branco da tela e sinto o vazio e o prazer do espaço e da matéria. Ritual que não se repete porque a pintura abstrata foge a todo controle, cada tela tem sua vida própria, camadas de tinta que se sobrepõem criando a contradição da urbanidade, a ilusão do infinito. De parar o relógio ou dobrar uma esquina, ir e voltar. Como numa relação amorosa”, explica o artista, que em 2019 fará mais uma individual na Caféothèque de Paris.

Depois de duas décadas sem publicar, Iso aproveita a noite de abertura da exposição para lançar seu quinto livro, Paris não é uma festa. A obra tem orelha escrita pelo amigo Fernando Gabeira e contracapa de Alan Riding, correspondente do New York Times em Paris por mais de 20 anos. George Iso é autor também de Anti-inefável, Fragmentos no prato, Ironia e Rio-Paris-Stockholm.

Sobre o artista - George Iso nasceu no Rio de Janeiro, em 1948. Começou a pintar em 1968, sob forte influência do Expressionismo abstrato norte americano, quando estava na faculdade de Arquitetura. Desde então, vem se dedicando às artes plásticas com mais de 60 exposições, individuais e coletivas, realizadas em diferentes países.Sua primeira exposição foi em 1984 na Galeria Saramenha, na Gávea.

Nos últimos cinco anos participou de individuais na Picasso Gallery, em Washington, na Beatrix Roads, em Buenos Aires, e na Galerie Evi Gougenheim, em Paris.

Serviço
George Iso – Pinturas Abstratas
Abertura: 10 de abril, às 19h
Local: Galeria Patricia Costa – Av. Atlântica, 4240, loja 226, Copacabana.
Telefone: (21) 2227-6929.
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 11h às 19h. Sábados, das 12h às 18h.
Período da mostra: 11 a 28 de abril de 2018

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Com o objetivo de popularizar a cultura e o hábito pela leitura, a Piraquê está trazendo ao bairro de Madureira o Projeto “Livros nas Praças”. A iniciativa leva literatura e conhecimento por meio do empréstimo gratuito de livros




PROJETO “LIVROS NAS PRAÇAS” APORTARÁ EM MADUREIRA

Com o objetivo de popularizar a cultura e o hábito pela leitura, a Piraquê está trazendo ao bairro de Madureira o Projeto “Livros nas Praças”. A iniciativa leva literatura e conhecimento por meio do empréstimo gratuito de livros. O evento terá início em 6 de abril, sexta-feira, das 10h às 16h, na Praça Miranda Ribeiro. A itinerância do ônibus biblioteca acontecerá até 23 de junho, neste primeiro semestre. O ônibus biblioteca azul, como é chamado carinhosamente, estará estacionado neste local com cerca de 2 mil livros disponíveis para os moradores da região. Para ter acesso às obras, os interessados devem mostrar a carteira de identidade e um comprovante de residência. Feito isto, eles poderão levar até dois livros emprestados que deverão ser devolvidos em qualquer um dos locais em que o ônibus ficará estacionado.

Além do dia 6 de abril, o ônibus biblioteca azul, patrocinado pela Piraquê, também estará na Praça Miranda Ribeiro, em Madureira, nos dias 20 de abril; 4 e 18 de maio e 1º e 15 de junho. O espaço contará com uma cadeira de transbordo, própria para cadeirantes e idosos que têm dificuldades de subir a escada de acesso, além de banheiro e água mineral para os leitores que utilizarem a biblioteca sobre rodas como espaço de leitura.

“Ficamos profundamente felizes quando fechamos esta parceria com Cristina Figueiredo, idealizadora do projeto.Apostamos fortemente na importância da leitura. Quem começa a ler, geralmente, vai escrever e falar bem. A Piraquê tem orgulho de oferecer às pessoas que moram nesta região e também nas adjacências obras literárias de grande valor cultural,” comenta Alexandre Colombo, diretor de marketing da empresa.

O acervo da biblioteca volante é formado por 70% de títulos de autores brasileiros e 30% de ficção estrangeira entre as categorias infanto-juvenis e adultos. O projeto também aceita doações e mais informações podem ser obtidas no endereço www.facebook.com/LivrosNasPracas

O ônibus biblioteca também oferece 60 livros com ilustrações em braile para crianças, além de livros em fonte ampliada para pessoas com baixa visão,audiobooks para deficientes visuais e 30 livros em braile para adultos.

O Projeto “Livros nas Praças” foi inaugurado em novembro de 2012 e já atendeu a mais de 142 mil moradores/leitores com seus dois ônibus biblioteca azul e vermelho, que foram transformados em unidades móveis de biblioteca.

SERVIÇO:
Evento - Projeto “Livros nas Praças” – patrocínio Piraquê
Data – 6 de abril (sexta-feira)
OBS: O ônibus biblioteca estará em Madureira nos dias 6 e 20 de abril; 4 e 18 de maio e 1º e 15 de junho.
Local - Praça Miranda Ribeiro – Madureira
Empréstimos gratuitos de livros
Horário – das 10h às 16h

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj agendaculturalriodejaneiro.blogspot.com 

Inez Viana dirige Claudio Mendes no espetáculo "Maria!", uma ode a Antônio Maria, cronista admirável e compositor dos mais notáveis Estreia dia 12 de abril, quinta-feira, no Mezanino do Sesc Copacabana


Inez Viana dirige Claudio Mendes no espetáculo "Maria!", uma ode a Antônio Maria, cronista admirável e compositor dos mais notáveis

Estreia dia 12 de abril, quinta-feira, no Mezanino do Sesc Copacabana


“Maria!” chega neste momento em que o primeiro samba-canção completa 90 anos





Na TV Globo, Claudio Mendes está na novela "O Outro Lado do Paraíso" e foi escalado "O Tempo não para”, próxima novela das 19h 
O Mezanino do Sesc Copacabana recebe, de 12 de abril a 6 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, o espetáculo “Maria!”, com dramaturgia e atuação de Claudio Mendes. A peça é uma organização das crônicas e canções de Antônio Maria, costuradas de modo a constituírem um enredo. O tempo cronológico do espetáculo é o de um dia na vida de Maria, o dia de seu aniversário, mas suas lembranças é que dão o tom biográfico que cria o enredo da peça. “Maria!” resgata o poeta e o traz de volta à luz no seu “palco original”, Copacabana, bairro no qual viveu a maior parte de sua vida. Em cena, Claudio Mendes atua em um palco em forma de arena, acompanhado pela violoncelista Maria Clara Valle. A direção é de Inez Viana.

- Falar do Maria hoje é, de certa forma, entrar em contato com um Rio menos ansioso e violento, onde o que reina na noite são os boêmios e os poetas -, comenta Inez Viana.

O espetáculo começa com o artista voltando para casa, um apartamento de quarto e sala em Copacabana, com o dia amanhecendo, vindo de mais uma noitada boêmia. Faz uma ode ao Rio de Janeiro, cidade que escolheu para viver e também critica seu abandono. Antes de dormir fala sobre cansaço, velhice e sua vida irrequieta. Adormece, enfim, e ao acordar entre as várias tarefas que tem para cumprir, escrevendo crônicas para a rádio e para o jornal, conversa sobre feiura, velhice, solidão, amor, trabalho, dívidas, insatisfações. Sem conseguir escrever uma linha, nem sobre si mesmo, ele abre o seu diário e relembra o Carnaval de sua infância no Recife, sua chegada ao Rio de Janeiro, na Lapa dos anos 40, cheio de deslumbramentos. Ao anoitecer ele sai de casa, vai cair no Sacha’s, como sempre, e lá encontra seus amigos: Vinícius, Di Cavalcanti, Maysa e lamenta a perda de sua amiga querida, Dolores Duran, de quem se recorda com muita saudade. Dia amanhecendo, nosso cronista volta para casa pela orla, onde o “colar de pérolas” ainda aceso vai se apagando com a luz da manhã. Ele fala sobre Copacabana, bairro onde morou boa parte de sua vida e onde morreu. Chegando em casa ele só quer o merecido descanso, o sossego. É apenas mais uma noite de sono, mas podemos imaginar que possa ser a última. O Menino Grande deixa-nos um último samba, melancólico, mas cheio de humor, como era o próprio Antônio Maria.

A respeito de sua atuação, Claudio Mendes comenta que “não há uma tentativa de mimetizar o personagem Antônio Maria, reproduzindo sotaques, trejeitos e voz, porém o texto é todo dito em primeira pessoa. Então, é o Antônio Maria na voz do ator Claudio Mendes.” E citando seu envolvimento com este trabalho Claudio diz que “minha alma colou na do Maria desde a primeira leitura. Nesse espetáculo quero tentar traduzir para o teatro, toda beleza, poesia, humor, acidez, ironia, a graça das palavras deste grande cronista, poeta e compositor. Quero emprestar a ele o meu melhor, como ele me deu o melhor que havia nele e fazê-lo chegar às pessoas. Acho o momento perfeito para se ouvir Antônio Maria.”

Pequena biografia de Antônio Maria
Nascido em 17 de março de 1921, no Recife, Antônio Maria foi um dos maiores craques literários de todos os tempos. Cronista admirável, com pleno domínio e intimidade com a sonora língua portuguesa, falava e escrevia com exigência de estilo, beleza poética e técnica de mestre.

Seu primeiro emprego, aos 17 anos, foi o de apresentador de programas musicais na Rádio Clube Pernambuco. Em 1940, se muda para o Rio de Janeiro para ser locutor esportivo na Rádio Ipanema. Em 1947, se torna diretor artístico da Rádio Tupy. Convocado por Assis Chateaubriand foi o primeiro diretor de produção da TV Tupi, inaugurada em janeiro de 1951. Durante mais de 15 anos, escreveu crónicas diárias para O Jornal. Em 1952, Maria foi um dos primeiros contratados da Rádio Mayrink Veiga. Em 1957, com Ary Barroso, apresentou o programa “Rio, Eu Gosto de Você”, na TV Rio. No Jornal O Globo, em 1959, manteve a coluna Mesa de Pista, tendo então se transferido para o Última Hora.

Antônio Maria foi ainda compositor dos mais notáveis da música popular brasileira, também ali seu estilo se fazia presente: sambas, sambas-canção, valsas, frevos e alguns prenúncios da bossa nova, que fizeram muito sucesso no Brasil e no exterior. Maria era, além de poeta da alma humana, um documento vivo dos costumes de sua época, incorporando em suas crônicas a linguagem do povo, enriquecendo os dicionários do nosso idioma. A noite do Rio, os modismos dos anos dourados, os seus “personagens”, alegrias e dissabores de encontros amorosos e sua fascinação pelas mulheres, poesia, música, política, esporte, teatro, restaurantes, moda, vida social, humor, amor, está tudo em Antônio Maria, que é autor de obras-primas da música brasileira como “Valsa de Uma Cidade” e “Manhã de Carnaval”, uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior. Muito conhecido por suas canções dor-de-cotovelo como “Ninguém me Ama” e “Se eu Morresse Amanhã”, Maria tem uma vasta obra que inclui ainda “As Suas Mãos”, “Canção da Volta” e “Frevo nº1 do Recife”.

Antônio Maria, cardiopata desde a infância, faleceu fulminado por um enfarte do miocárdio na madrugada de 15 de outubro de 1964, em Copacabana, quando se dirigiu para o Le Rond Point.

Claudio Mendes, ator

Claudio Mendes é ator com mais de 30 anos de carreira e 70 espetáculos realizados com diretores como Amir Haddad e Aderbal Freire-Filho, seus parceiros mais frequentes e dos quais se considera um discípulo, tendo sido dirigido também por André Paes Leme, Moacir Chaves, Luis Artur Nunes, Bia Lessa e muitos outros. Claudio Mendes está indicado como melhor ator coadjuvante ao Prêmio APTR por seu trabalho em “Agosto”. Está na nova série brasileira da NETFLIX, “O Mecanismo”, direção de José Padilha, que estreia dia 23 de março, e no elenco de três filmes que serão lançados em 2018: “Simonal”, de Leonardo Domingues, protagonizado por Ísis Valverde e Fabrício Boliveira, “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, com Luís Lobianco à frente do elenco, e “Um Animal Amarelo” de Felipe Bragança. Atualmente está na novela "O Outro Lado do Paraíso", da TV Globo e foi escalado para a próxima novela das 19h, "O Tempo não para", também da Globo.

Inez Viana, direção

Inez Viana tem mais de 30 anos de profissão. É atriz, cantora e diretora com várias indicações e prêmios conquistados. Seu talento como atriz é reconhecido entre colegas, público e crítica, a exemplo do sucesso “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, espetáculo de 2007, com o qual tem feito várias temporadas e apresentações, festivais e turnês pelo Brasil. Artista importantíssima no cenário teatral carioca, Inez tem muitas contribuições ao teatro nacional como a participação no Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, grupo consagrado nos anos 90, dirigido por Aderbal Freire-Filho. É fundadora e diretora da Cia OmondÉ que, com 8 anos de trajetória e 6 espetáculos em repertório, atualmente prepara, para junho de 2018, a montagem de “A Mentira”, texto de Nelson Rodrigues, inédito no Teatro.

Ficha Técnica

Autor: Antônio Maria
Dramaturgia: Claudio Mendes
Direção: Inez Viana
Elenco: Claudio Mendes
Instrumentista: Maria Clara Valle
Assistente de Direção: Marta Paret
Direção Musical: Ricardo Góes
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurino: Flavio Souza
Produção: Barbara Montes Claros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Silvana Andrade
Fotos e Vídeo: Elisa Mendes
Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Realização: J.R. Mac Niven Produções Ltda.

Serviço
Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 2547-0156
Temporada: 12 de abril a 6 de maio
Dias: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 7,50 (Associados do SESC) e R$ 30,00 (casos previstos em lei pagam meia)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Lotação: 80 pessoas
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Teatro dos Quatro, dias 07 a 29/04 (O Menino das marchinhas – Braguinha para crianças)

O projeto Grandes Músicos para Pequenos volta ao Teatro dos Quatro, na Gávea, com todos os espetáculos do repertório


Vistos por mais de 150 mil pessoas, os três primeiros musicais infantis do projeto estarão em cartaz de 10/03 a 01/04 (Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para crianças), 07 a 29/04 (O Menino das marchinhas – Braguinha para crianças) e 5 a 27/05 (‘Bituca – Milton Nascimento para crianças’).

Criado com o objetivo de homenagear e preservar a memória de grandes nomes da música popular brasileira, o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela Entre Entretenimento, está de volta ao Teatro dos Quatro, na Gávea, com todos os espetáculos do repertório. Vistos por mais de 150 mil pessoas, ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ (10/03 a 01/04), ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’ (07 a 29/04) e ‘Bituca – Milton Nascimento para Crianças’ (05 a 27/05) retornam em cartaz atendendo a pedidos do público.

“Queremos apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis”, explica Pedro Henrique Lopes, autor, ator e sócio do diretor Diego Morais no projeto. “As crianças se divertem e os adultos sempre se emocionam. E o que buscamos é exatamente isso: um espetáculo que, ao mesmo tempo, aproxime as gerações, valorize a nossa cultura, e desperte a curiosidade”, acrescenta Morais.

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças – Baseado em passagens da juventude do compositor Braguinha (ou João de Barro), o espetáculo, com texto de Pedro Henrique Lopes e direção de Diego Morais, conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. Ao ouvir as músicas compostas pelo filho, Seu Jerônimo se enche de orgulho do menino que se tornou um grande músico. A peça, que transporta o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20 ao som de sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso” e “Chiquita Bacana”, foi vencedora em três categorias na edição passada do CBTIJ: Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), e recebeu outras 12 indicações.

Bituca – Milton Nascimento para Crianças – Com direção de Diego Morais, texto de Pedro Henrique Lopes e direção musical de Guilherme Borges, o musical se inspira na vida e na obra de Milton Nascimento para expor em cena a ternura e os desafios inerentes ao processo de adoção e as dificuldades de inserção de uma criança negra em um ambiente majoritariamente branco. Os atores Udylê Procópio (Milton), Martina Blink (Mãe), Aline Carrocino (Maricota), Anna Paula Black (Mãe Maria), Marina Mota (Professora) e Pedro Henrique Lopes (Salomão) contam a história do pequeno Milton que, ao ficar órfão aos 2 anos de idade, é adotado pelos patrões de sua avó. Chegando a Minas Gerais, o menino precisa lidar com o preconceito da sociedade por seu negro e ter pais brancos. Na trilha sonora, sucessos como “Coração de estudante”, “Travessia” e “Canção da América”. A peça foi indicada em 7 categorias no Prêmio CBTIJ e ganhou 4 estatuetas no Prêmio Botequim Cultural (Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Atriz Coadjuvante).

Serviços:
07 a 29/04

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Cláudia Elizeu. Com Pedro Henrique Lopes, Martina Blink, Augusto Volcato, Jean Pontes e Beto Vandesteen. Baseado em trechos reais da infância e juventude do compositor Braguinha (também conhecido como João de Barro), o espetáculo utiliza os grandes sucessos do compositor para, em forma de fábula, transportar os espectadores para a vida do músico e os divertidíssimos carnavais de rua do Rio de Janeiro de 1920. (55 min). Teatro dos Quatro, Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea. Telefone: (21) 2239-1095. Sáb. e dom., às 17h. R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada). Livre. Capacidade: 402 pessoas.

05 a 27/05
Bituca – Milton Nascimento para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Direção: Diego Morais. Direção Musical: Guilherme Borges. Com Udylê Procópio, Martina Blink, Aline Carrocino, Anna Paula Black, Marina Mota e Pedro Henrique Lopes. Chegando a Minas, o pequeno Bituca enfrenta, com bom-humor e determinação, o bullying dos colegas de escola por ser negro e ter pais brancos. (55 min). Teatro dos Quatro, Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea. Telefone: (21) 2239-1095. Sáb. e dom., às 17h. R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada). Livre. Capacidade: 402 pessoas.

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ELBA RAMALHO – O CARNAVAL DO BRASIL


ELBA RAMALHO – O CARNAVAL DO BRASIL




Elba Ramalho apresenta nessa quinta-feira, dia 19h, no Imperator, o espetáculo “O Carnaval do Brasil”.

“O Brasil é um país tão grande que está repleto de outros ‘Brasis’”, destaca a cantora que pretende mostrar um vasto panorama dos ritmos que predominam nas maiores festas do nosso país.

E, embora o Brasil seja mundialmente conhecido como o país do carnaval, o espetáculo também abrirá espaço para as canções e sucessos que marcam a trajetória de uma das maiores artistas da MPB. “Os ritmos, as fusões, as influências e tudo o que significa estar de bem com a música estará no espetáculo “O Carnaval do Brasil”, adianta Elba.

Elba Ramalho é filha do nordeste brasileiro, nascida no alto sertão da Paraíba, teve a sorte de ter um pai músico, que a despertou cedo para a música. Criando-se no Nordeste, Elba teve como cartilha os mais diversos ritmos dessa ensolarada região: baião, maracatu, xote, frevo, pastoril, caboclinhos e forrós. Gêneros musicais que preservam a cultura popular e influenciaram toda a música brasileira.

Banda Elba Ramalho
Tostão Queiroga- bateria
Marcos Arcanjo – violão/guitarra
Rafael Meninão – sanfona
Fofão - contra baixo
Anjo Caldas – percussão


Evento: ELBA RAMALHO – CARNAVAL DO BRASIL
Data: 19 de abril
Horário: Quinta-feira, às 20h | Abertura da casa: 1h antes do evento
Local do Evento: IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA –Teatro
Endereço: RUA DIAS DA CRUZ, 170 – MÉIER
Valor do Ingresso: Pista, Plateia inferior e balcão – R$ 70 (inteira) / R$ 35 (meia)
Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br
Classificação: Livre
Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

www.imperator.art.br

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A mostra Periferia da Imagem faz temporada gratuita no cinema da CAIXA Cultural Rio de Janeiro entre os dias 17 e 29 de abril de 2018 (terça a domingo)





MOSTRA DE CINEMA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO DISCUTE A EXCLUSÃO NO AUDIOVISUAL NACIONAL
Com 40 filmes de 14 estados na programação, Periferia da Imagem ainda apresenta rodas de conversa e oficina sobre produção em coletivos, tudo com entrada franca

Reunindo produções que constroem resistências ao apagamento, à interdição e ao silêncio, a mostra Periferia da Imagem faz temporada gratuita no cinema da CAIXA Cultural Rio de Janeiro entre os dias 17 e 29 de abril de 2018 (terça a domingo). A programação inclui a exibição 40 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, com presença expressiva de realizadores periféricos, negras e negros de 14 estados do país. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A mostra chega em mais um momento complexo no Brasil, onde, no campo da produção audiovisual, vive-se um cenário alarmante de exclusão. Idealizada por Lucas Andrade (montador), Pedro Lessa e Tomaz Viterbo (realizadores audiovisuais), Periferia da Imagem pretende buscar os imaginários e as formas de todos aqueles que sofrem ataques cotidianos da heteronormatividade, do Estado e do racismo. Para isso, a ideia é entrar em contato com o modo como a periferia, entendida a partir de um sentido que ultrapassa as dinâmicas territoriais, vem ocupando um espaço de produção e invenção no cinema.

Uma seleção de obras contemporâneas alocadas à margem da produção hegemônica será exibida nos doze dias de mostra, afirmando o cinema independente brasileiro e o conceito de “periferia” a partir de outra perspectiva. Trata-se de trabalhos que revelam inúmeros processos emancipatórios, desde questões de gênero a étnico-raciais. Tais filmes permitem considerar e dialogar com o contexto social e a visão de mundo dos seus realizadores, além de fazer da ficção um espaço para invenção de novas práticas políticas e estéticas.

“O que a gente faz é impossível de se apagar. Sempre apagaram muita coisa nossa ao longo da nossa história, mas a gente está aqui, sempre respeitando quem tombou antes da gente, nossos antepassados, nossos parentes, pessoas próximas a nós que estão sofrendo ainda”, explica Lincoln Péricles, cineasta que participa da programação com Filme de Aborto (2016).

Atividades extras:
Para além das exibições, Periferia da Imagem traz uma série de atividades que envolvem temas relacionados e protagonizados pelos realizadores que compõem a programação.

O cineasta Lincoln Péricles ministrará, entre os dias 24 e 28 de abril (terça a sábado), das 10h às 14h, uma oficina gratuita de produção audiovisual em coletivos. Serão oferecidas 20 vagas voltadas para interessados em produção de vídeo com idade acima de 14 anos. As inscrições devem ser realizadas até o dia 20 de abril (sexta) através de um formulário solicitado pelo e-mail periferiadaimagem@gmail.com. O resultado da seleção será divulgado no dia 22.

No dia 21 de abril (sábado), às 18h45, Flaviane Damasceno, Jeckie Brown, Gabriel Martins e Sabrina Fidalgo recebem o público para uma roda de conversa sobre atuação no cinema contemporâneo. Já no dia 28 (sábado), às 17h, Lincoln Péricles e o coletivo Mulheres de Pedra debatem os modos de produção e coletividade no cinema. Ambas as rodas de conversa têm entrada franca, com retirada de senhas no dia do evento.

Enquanto isso, as primeiras sessões dos dias 22 (domingo) e 24 (terça) serão acompanhadas de uma conversa com os realizadores dos filmes exibidos.

Programação:

17 de abril (terca-feira)
18h30 - Estamos todos aqui (2017), de Chico Santos e Rafael Mellim, 19 min, Digital, 16 anos + A Margem (1967), de Ozualdo Candeiras, 96 min, Digital, 12 anos

18 de abril (quarta-feira)
16h - Momento, Vício e Boa Sorte (2011), de Coletivo Pode Crer, 21 min, Digital, 16 anos + Copa Vidigal (2011), de Luciano Vidigal, 75 min, Digital, 12 anos

18h30 - Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, 20 min, Digital, 16 anos + Meu Corpo é Político (2016), de Alice Riff, 72 min, Digital, 12 anos

19 de abril (quinta-feira)
16h30 - RAP, o canto da Ceilândia (2005), de Adirley Queirós, 15 min, Digital, 10 anos + Modo de Produção (2017), de Dea Ferraz, 66 min, Digital, 12 anos

18h30 - Notícia de uma Tragédia Racial Subnotificada (2017), de Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, 14 min, Digital, 18 anos + A Vizinhança do Tigre (2014), de Affonso Uchoa, 95 min, Digital, 16 anos

20 de abril (sexta-feira)
16h - Fantasmas (2010), de André Novais, 11 min, Digital, 10 anos + Filme de Aborto (2016), de Lincoln Péricles, 66 min, 16 anos

18h - Martírio (2016), de Vincent Carelli, 160 min, Digital, 12 anos

21 de abril (sábado)

15h - Dona Sônia Pediu Uma Arma ao Seu Vizinho Alcides (2011), de Gabriel Martins, 18 min, Digital, 16 anos + Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, 20 min, Digital, 16 anos + Momento, Vício e Boa Sorte (2011), de Coletivo Pode Crer, 21 min, Digital, 16 anos + Dia de Pagamento (2015), de Fabiana Morais, 27 min, Digital, 12 anos

17h - Chico (2016), de Irmãos Carvalho, 23 min, Digital, 16 anos + Com o Terceiro Olho na Terra da Profanação (2016), de Catu Rizo, 66 min, Digital, 14 anos

18h45 - Roda de conversa sobre atuação no cinema contemporâneo, com Flaviane Damasceno, Jeckie Brown, Gabriel Martins e Sabrina Fidalgo.

22 de abril (domingo)
15h - Pau de Priscilla (2015), de Bia Leite e Danielle Monteiro, 8 min, Digital, 16 anos + Estamos todos aqui (2017), de Chico Santos e Rafael Mellim, 19 min, Digital, 16 anos + Nunca é noite no mapa (2016), de Ernesto Carvalho, 6 min, Digital, 12 anos + Notícia de uma Tragédia Racial Subnotificada(2017), de Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, 14 min, Digital, 18 anos + Nada (2017), de Gabriel Martins, 27 min, Digital, 12 anos + Debate com os realizadores

18h - A Cidade é uma só? (2011), de Adirley Queirós, 79 min, Digital, 10 anos

20h - Bicicletas de Nhanderú (2011), de Ariel Ortega e Patrícia Ferreira, 45 min, Digital, Livre


24 de abril (terça-feira)
16h - Maria Macaca (2015), de Lazaro Ribeiro, 15 min, Digital, Livre + Quijaúa, a Nação Angola (2015), Coletivo Mulheres de Pedra, 6 min, Digital, 14 anos + Tentei (2017), de Laís Melo, 15 min, Digital, 14 anos + As Mulheres Pensam (2015), de Talita Araújo, 6 min, Digital, 16 anos + Travessia(2017), de Safira Moreira, 5 min, Digital, Livre + Debate com realizadores

19h30 - Leona Vingativa Assassina (2011), de Leona Vingativa, 5 min, Digital, 14 anos + Doce Amianto (2013), de Guto Parente e Uirá dos Reis, 70 min, Digital, 16 anos

25 de abril (quarta-feira)
16h - Vizinhança do Tigre (2014), de Affonso Uchoa, 95 min, Digital, 16 anos

18h30 - A Cidade é uma só? (2011), de Adirley Queirós, 79 min, Digital, 10 anos + Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, 20 min, Digital, 16 anos

26 de abril (quinta-feira)
16h - Travessia (2017), de Safira Moreira, 5 min, Digital, Livre + Sweet Karolyne (2009), de Ana Bárbara, 15 min, Digital, 12 anos + Europa (2011), de Leonardo Mouramateus, 19 min, Digital, Livre + Fantasmas (2010), de André Novais, 11 min, Digital, 10 anos

18h30 - Ela Volta na Quinta (2015), de André Novais, 108 min, Digital, 12 anos

27 de abril (sexta-feira)
15h30 - Tentei (2017), de Laís Melo, 15 min, Digital, 14 anos + Meu Corpo é Político (2016), de Alice Riff, 72 min, Digital, 12 anos

17h30 - Nada (2017), de Gabriel Martins, 27 min, Digital, 12 anos + Com o Terceiro Olho na Terra da Profanação (2016), de Catu Rizo, 66 min, Digital, 14 anos

19h30 - As Mulheres Pensam (2015), de Talita Araújo, 6 min, Digital, 16 anos + Morro do Céu (2009), de Gustavo Spolidoro, 71 min, Digital, 10 anos

28 de abril (sábado)
15h - Bicicletas de Nhanderú (2011), de Ariel Ortega e Patrícia Ferreira, 45 min, Digital, Livre + Elekô (2015), de Coletivo Mulheres de Pedra, 6 min, Digital, 16 anos + Konãgxeka: Dilúvio Maxakali (2016), de Charles Bicalho e Israel Maxakali, 12 min, Digital, 10 anos

17h - Roda de conversa sobre modos de produção e coletividade no cinema, com Lincoln Péricles e o coletivo Mulheres de Pedra.

19h30 - Chico (2016), de Irmãos Carvalho, 23 min, Digital, 16 anos + Filme de Aborto (2016), de Lincoln Péricles, 66 min, 16 anos

29 de abril (domingo)
15h - Pau de Priscilla (2015), de Bia Leite e Danielle Monteiro, 8 min, Digital, 16 anos + Europa (2011), de Leonardo Mouramateus, 19 min, Digital, Livre + Travessia (2017), de Safira Moreira, 5 min, Digital, Livre + Nunca é noite no mapa (2016), de Ernesto Carvalho, 6 min, Digital, 12 anos

16h - Caixa D`água: Qui-lombo é esse? (2013), de Everlane Moraes, 15 min, Digital, Livre + Notícias de uma Tragédia Racial Subnotificada (2017), de Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, 14 min, Digital, 18 anos + RAP, o canto da Ceilândia (2005), de Adirley Queirós, 15 min, Digital, 10 anos +Duas Aldeias, Uma Caminhada (2008), de Mbya-Guarani, 63min, Digital, Livre

18h30 - Dona Sônia Pediu Uma Arma ao Seu Vizinho Alcides (2011), de Gabriel Martins, 18 min, Digital, 16 anos + Ladrões de Cinema (1977), de Fernando Coni Campos, 127 min, Película, 14 anos

Serviço:
Periferia da Imagem
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 - Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Data: de 17 a 29 de abril de 2018 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Lotação: 78 (mais 3 para cadeirantes)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Realização: Campos Gerais
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 

agendaculturalriodejaneiro.blogspot.com 

17 de abr de 2018

A Virada Sustentável, que realiza sua 2ª edição no Rio de Janeiro em 2018, está com inscrições abertas para projetos artísticos, culturais, sociais e ambientais em prol da sustentabilidade para fazer parte de sua programação, que acontece entre os dias 8 e 10 de junho



Foto: Abertura da 1ª Virada Sustentável Rio em 2017, com projeção da palavra PAZ manuscrita por Mana Bernardes no Cristo Redentor. © Coletivo Clap

VIRADA SUSTENTÁVEL RIO 2018 ABRE EDITAL ARTÍSTICO PARA PROGRAMAÇÃO
A Virada Sustentável, que realiza sua 2ª edição no Rio de Janeiro em 2018, está com inscrições abertas para projetos artísticos, culturais, sociais e ambientais em prol da sustentabilidade para fazer parte de sua programação, que acontece entre os dias 8 e 10 de junho, em diferentes locais da cidade. Em sua última edição, contou com mais de 500 projetos inscritos.

O Edital Artístico é exclusivo para atividades artísticas e possui valor teto por atividade selecionada. As inscrições são abertas a artistas, oficineiros, palestrantes, organizações, fundações, movimentos, coletivos, escolas, faculdades e equipamentos culturais, cujos projetos tenham conteúdo principal ligado a pelo menos um dos 17 temas apontados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU (Organização das Nações Unidas), tais como Igualdade de Gênero, Erradicação da Pobreza, Boa Saúde e Bem-Estar, Cidades e Comunidades Sustentáveis, Consumo e Produção Responsáveis e Paz, Justiça e Instituições eficazes.

Datas do Edital Artístico – Virada Sustentável Rio 2018: 03/04 a 19/04
Inscrições e informações no site www.viradasustentavel.org.br.

2ª Virada Sustentável Rio de Janeiro
De 8 a 10 de junho
Em diversos espaços pela cidade
Gratuito

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“LTDA.” discute o fenômeno das “fake news” Estreia dia 5 de abril, no Teatro Eva Herz do Rio de Janeiro Atriz do “Zorra”, Debora Lamm dirige sua quinta peça teatral O Teatro Eva Herz recebe, de 5 de abril a 26 de maio de 2018, quinta a sábado, às 19h, o espetáculo “LTDA.”


Debora Lamm dirige “LTDA.”, espetáculo inédito com dramaturgia de Diogo Liberano e atuação do Coletivo Ponto Zero

“LTDA.” discute o fenômeno das “fake news”
Estreia dia 5 de abril, no Teatro Eva Herz do Rio de Janeiro
Atriz do “Zorra”, Debora Lamm dirige sua quinta peça teatral

O Teatro Eva Herz recebe, de 5 de abril a 26 de maio de 2018, quinta a sábado, às 19h, o espetáculo “LTDA.”, com direção de Debora Lamm, dramaturgia de Diogo Liberano e atuação do Coletivo Ponto Zero. A obra inédita busca lançar um olhar sobre a condição humana em tempos de pós-verdade e pós-ética.

– Escolhi dirigir “LTDA.” por entender que o teatro é um espaço democrático, um lugar essencial para fomentar relevantes debates sobre o momento sombrio em que atravessamos –, comenta Debora Lamm

Você acredita em tudo o que lê?

Segundo publicação recente da Associação Nacional de Editores de Revistas - ANER, “as pessoas estão confusas por receberem grande quantidade de notícias falsas. Sejam impressas, online, no celular ou em vídeo.”

A história da peça: Em um edifício empresarial, um jovem recém-formado em jornalismo aguarda ansioso para a sua primeira entrevista de emprego. A empresa, que aparenta ser uma agência de jornalismo, aos poucos revela seus reais propósitos. Uma das antigas funcionárias, aquela que recebe o futuro novo empregado, manifesta o motivo de ainda estar ali: ela pretende ser demitida para, finalmente, abrir o seu próprio negócio. Na sala dos sócios fundadores da empresa, o rapaz é entrevistado e o serviço é exposto de maneira clara e inconfundível: “você será (bem) pago para inventar e divulgar notícias com o objetivo de expandir o mercado das empresas que contratam nossos serviços”. Porém, nada é assim tão simples e, pouco a pouco, a empresa vai ruindo porque as mentiras não são produtos apenas para os clientes, são também a engrenagem através da qual essa empresa funciona. É ano de eleição no Brasil: a situação se agrava quando uma famosa figura pública, aspirante à presidência, compra os serviços da empresa. O que aconteceria se toda e qualquer verdade inventada virasse um fato?

– Mais uma vez, venho através de uma dramaturgia colocar em questão o ser humano e a sua ganância por dinheiro e poder. No caso desta criação, manifesto o meu espanto com o grande comércio que se tornou a produção de notícias falsas” –, comenta Diogo Liberano

O espetáculo busca compor que tipo de força se pode fazer contra esse movimento tão violento de seres humanos agindo contra seres humanos, destruindo valores comuns e a possibilidade de uma vida em sociedade. Eis então que Liberano sugere o amor. O amor filosófico, o amor que tolera e se interessa pelas diferenças, contradições e mesmo paradoxos da vida; o amor pela amizade.

– O amor é, hoje, para mim, talvez o único modo para lidar com o ódio desenfreado e que vem marcando a nossa vida cotidiana. Por isso, apresento um personagem que vai costurando a dramaturgia e oferecendo a possibilidade de nos relacionarmos mais com aquilo que, a princípio, julgamos ser negativo” –, completa Diogo Liberano

O ator e produtor Lucas Lacerda, também integrante do Coletivo Ponto Zero, comenta: “queríamos uma dramaturgia brasileira, que fosse construída no presente para o presente. Para falar sobre a atualidade não se pode ter medo de mergulhar na lama. Estudamos o cenário político do país, pesquisamos sobre os meios de manipulação da informação e nos deparamos com a pós-verdade. Com este mote, estamos costurando teias que desconstroem as fronteiras e limitações entre ator e personagem, ficção e realidade, público e representação, real e imaginário.”


Debora Lamm
Atriz da Rede Globo, no ar com o humorístico “Zorra”, Debora Lamm está no longa metragem de Júlia Rezende, “Como é cruel viver assim”, que participou do festival de Miami, vai participar dos festivais de Chicago e Paris, no Brasil estreia em agosto. Debora continua viajando com os espetáculos “Mata teu pai” de Grace Passô e “5x comédia” de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski. O espetáculo “LTDA.” é seu quinto trabalho como diretora, os anteriores foram: “Ricardo” (2013), “O Palhaço da Guerra” (2014), “Pedro Malazarte e a Arara Gigante” (2014) e “Abacaxi” (2017). Cria do O Tablado e com 11 indicações à prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem 4 troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos entre eles: “Fatal” de Jô Bilac, “El Pânico” de Rafael Spregelburd, “Infância, Tiros e Plumas” de Jô Bilac, “Cock - Briga de Galo” de Mike Bartlett, “Maravilhoso” de Diogo Liberano, “O Médico e o Monstro” de Georg Osterman, “Os Mamutes” de Jô Bilac e as “Conchambranças de Quaderna” de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação. No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a Cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”.


Coletivo Ponto Zero

O Coletivo Ponto Zero é composto por artistas baianos radicados no Rio de Janeiro: Brisa Rodrigues, Brunna Scavuzzi e Lucas Lacerda. Seu primeiro espetáculo, “Curral Grande”, resgatou a história sobre os campos de concentração existentes no Ceará, durante a seca de 1932. O que movia esses artistas naquele momento era apresentar uma ferida desconhecida e principalmente investigar junto a obra os processos de higienização social presentes nos dias de hoje, tendo em vista os reflexos de um passado recalcado socialmente no Brasil. Para realizar o segundo espetáculo, a multiplicação de discursos e opiniões agressivas relacionadas à ganância pelo poder lhes parecia ser urgente e preenchia seus desejos de falar sobre a atual condição humana. Assim o Coletivo Ponto Zero se junta a Debora Lamm, Diogo Liberano e aos atores convidados, Leandro Soares e Orlando Caldeira, para trazer à cena teatral seus olhares a respeito de uma das mais profundas mazelas sócio-políticas da atualidade: a manipulação da informação.

Ficha Técnica
Dramaturgia: Diogo Liberano
Direção: Debora Lamm
Direção de Produção: Lucas Lacerda
Elenco: Brisa Rodrigues, Brunna Scavuzzi, Leandro Soares, Lucas Lacerda e Orlando Caldeira
Direção de Movimento: Denise Stutz
Criação Sonora: Marcelo H
Figurino: Ticiana Passos
Visagismo: Josef Chasilew
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Cenário: Debora Lamm
Assistente de Direção: Junior Dantas
Assistente de Figurino: Brisa Rodrigues
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Ricardo Borges
Making Off: Mika Makino e Tatiana Delgado
Marketing Digital: Eddesign - Maria Alice Edde
Produção Executiva: Geovana Araujo Marques
Assistente de Produção: Julia Kruger e Naomi Savage
Gestão Fnanceira: Carlos Darzé e Lucas Lacerda
Realização: Coletivo Ponto Zero

Serviço

Nome do espetáculo: LTDA.
Local: Teatro Eva Herz (Livraria Cultura) – Rua Senador Dantas, 45, Centro, Rio de Janeiro
(próximo ao Metrô e VLT Estação Cinelândia)
Informações/tel.: 3916-2600
Temporada: 5 de abril a 26 de maio, quinta a sábado às 19h
(NÃO HAVERÁ APRESENTAÇÃO NO DIA 21 DE ABRIL)
Ingresso: R$ 40,00 (com meia entrada para os casos previstos em lei)
Vendas pela internet: https://www.ingressorapido.com.br
Capacidade de público: 178 pessoas
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 70 minutos

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Musical O Rei Leão , conta a história de Simba, um pequeno leãozinho que é filho do Rei Mufasa



Este musical infantil conta a história de Simba, um pequeno leãozinho que é filho do Rei Mufasa. Ao crescer, é envolvido nas artimanhas de seu tio Scar, o invejoso e maquiavélico irmão de Mufasa, que planeja livrar-se do irmão e do sobrinho e assumir o trono. Quando Simba se vê injustamente acusado pela morte de seu pai, ele foge para bem longe, onde encontra um javali chamado Pumba e um suricato chamado Timão, que passam a ser seus melhores amigos e lhe ensinam a filosofia do “HAKUNA MATATA” (sem preocupações). Anos depois, ele reencontra Nala, sua amiga de infância, que através do SEU AMOR, tenta convencê-lo a voltar e retomar seu lugar como rei.




FICHA TÉCNICA 

Musical O Rei Leão
Direção: Celio Franco
Local: Teatro dos Grandes Atores
Endereço: Av. das Américas, 3555
Barra da Tijuca - RJ
Dias e horário: Sábados e domingos 17horas.
Temporada: 17 de Março até 29 de abril
Valor do ingresso: Inteira: R$ 60| Meia R$ 30
Faixa etária: Classificação livre
Telefone informações: 21 3325-1645| 21 99879-3110
Elenco: Caio Goes, Paola Dunkler, Jorge Gaia, Yuri Goldenberg, Leandro Guerra, Aline Francis, Karine Von Brandenburg, Heitor Esteves, Jirllan Cavagna, GraziFerrero, Duda Maia, Henrique Macedo, Marco Sankler, Gabriella Carvalhal, Sain’t Clair de Castro e Jailton Maia.

Lista amiga para todos os seguidores da 
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Apresente esta postagem na bilheteria.


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Estão abertas as inscrições para a 1ª Jornadinha de Pintura do Sítio Roberto Burle Marx🎨


Estão abertas as inscrições para a 1ª Jornadinha de Pintura do Sítio Roberto Burle Marx🎨
O Sítio Roberto Burle Marx está com inscrições abertas para a 1ª Jornadinha de Pintura, que será realizada no dia 12 de maio (sábado), durante a 16ª Semana dos Museus.🎨 São oferecidas 50 vagas para crianças com idade entre 6 e 12 anos. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página do Facebook do Sítio🎨 (@SitioBurleMarx.Iphan). Versão infantil da Jornada de Pintura, realizada desde 2013 na Semana da Primavera do Instituto Brasileiro de Museus - Ibram, a Jornadinha visa difundir o legado cultural de Roberto Burle Marx, incentivar a arte da pintura e promover a aproximação das crianças com a natureza e o meio ambiente♥️🖼️
A atividade terá início com uma visita guiada pelo Sítio terminando no atelier de Burle Marx. Lá os jovens artistas ficarão à vontade para pintar e desenhar as belas paisagens do local. Será disponibilizado um kit básico contendo tintas guache, pincel e folha de papel em tamanho A3, mas quem quiser poderá levar seu próprio material. Para se inscrever, é preciso acessar a página do🏞️ Sítio no Facebook, ler o regulamento, baixar e preencher o formulário e enviá-lo para o e-mail
 jornadadepinturasrbm@gmail.com ,ou entregá-lo na administração do SRBM. A ficha de inscrição também poderá ser solicitada por e-mail.

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan
Estrada Roberto Burle Marx, nº 2019 – Barra de Guaratiba – Rio de Janeiro/RJ
(21) 2410-3009  @sitiorobertoburlemarx

Outras Informações:

http://portal.iphan.gov.br/srbm

http://sitioburlemarx.blogspot.com.br

Redes Sociais:
www.facebook.com/SitioBurleMarx.Iphan

Twitter: @sitioburlemarx

Instagram: @sitiorobertoburlemarx ------------------

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ESPETÁCULO INFANTO-JUVENIL ENTRA EM CARTAZ EM IPANEMA, NO RIO DE JANEIRO



ESPETÁCULO INFANTO-JUVENIL ENTRA EM CARTAZ EM IPANEMA, NO RIO DE JANEIRO
Com estreia dia 21 de abril e temporada todos os sábados e domingos às 16h, o público infanto-juvenil poderá curtir o premiado espetáculo
“DA MALA QUE SAI”, com músicas e muita diversão junto ao grupo Sintonia Dominó.
 A peça teatral “ Da mala que sai” mostra o dia a dia do “Trio Popular”, um grupo teatral composto por três atores muito criativos e brincalhões que fazem  teatro pelo mundo afora e estão sempre a vagar levando arte para todos, em todos os cantos. Por serem itinerantes andam sempre carregados de malas e suas  malas, portanto, são suas casas. Em cada lugar que escolhem para apresentar uma peça, criam uma história diferente, se divertem com as surpresas que surgem  por nunca saberem o que vai acontecer no momento da criação. O curioso é que a partir de suas malas pessoais de viagem vão descobrindo objetos que podem se  transformar e significar muitas coisas.  Além dos atores criarem seus personagens a partir dos objetos tirados de suas malas, também convidam o público a imaginar junto com eles e até a criar  personagens. A brincadeira, a criatividade e as surpresas são essenciais para o “Trio Popular” criar boas histórias.
DA MALA QUE SAI – Texto e Direção: Sintonia Dominó. Com Lilian de Mattos, Raphaela Tafuri e Walney Gomes.
Através de suas malas de viagens, três atores vão descobrindo objetos e contando histórias.
Classificação Etária: Livre.
50 min.
TEATRO CANDIDO MENDES (Rua Joana Angélica, 63. Ipanema. Próximo ao metrô Nossa Sra. Da Paz)
Sábados e Domingos às 16h
Estreia 21 de abril
Temporada até 03 de junho
Telefone: 21 2523-3663
R$ 40,00 (inteira)
R$ 20,00 (meia)
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